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Criar rotinas

É essencial criar rotinas, porque o próprio elemento repetitivo é inerente à securização. Saber o que se vai passar a seguir ajuda a prever o futuro e tranquilizar, porque a seguir ao A vem o B, e por aí fora.... e antes de chegar ao Z já estamos a dormir. Tentem, quanto possível: • adotar uma rotina diária (que pode e deve ser quebrada de vez em quando); • fixar uma hora de deitar que tome em conta fatores a que não se pode fugir, como a hora a que os pais chegam a casa, hora de jantar, etc; • não deixar a televisão ser um factor relevante para marcar horários - aliás, a televisão não deve fazer parte da vida das crianças depois do início do telejornal; • começar os pormenores de rotina cerca de meia a uma hora antes de a criança se ir deitar e manter a ordem com que se faz as coisas; • deitar a criança e assegurar que o clima é de paz (se a criança vai para a cama no meio de discussões dos pais, de barulho da TV ou de grande confusão, dificilmente dormirá porque, ou está interessada no que se passa, nomeadamente nas guerras entre os progenitores, ou o barulho não a deixa dormir, ou fica angustiada, sobretudo se pressente violência no ar; • uma vez a criança deitada, não ficar demasiado tempo com ela. As histórias e as cantigas devem ocorrer, ou antes de se deitar ou já na cama, mas prevendo que só excepcionalmente se contará ou cantará mais uma - a partir de certo tempo, quanto maior a permanência, pior e mais difícil será a separação; • ao despedirem-se da criança, os pais dizerem dizer sempre o mesmo: «Boa noite, dorme bem, está aqui o... (e dizem o nome do boneco que é o seu «delegado»). Não se devem ter demasiadas regras - para poder dar azo a alguma espontaneidade, mas manter a rotina de um beijo ou um mimo - sempre o mesmo. Esta rotina deverá ser usada também a meio da noite, quando a criança acorda; • se a criança se escapar da cama e aparecer por exemplo à porta da sala, apanhá-la o mais cedo possível, fazer uma expressão de desagrado, usar um tom de voz que não dê margem para dúvidas (não é berrar, pois isso é interpretado pela criança como falta de autoridade e acaba por ser um excelente argumento para vitimização) e voltar a pô-la na cama; • ignorar os primeiros apelos vindos da cama, respondendo com um «ó-ó!>», «schiu!», «dorme», em tom afectivo. Se todavia sentirem que o vosso filho está a entrar em desespero, terão de ir ao pé dele para o apoiar e dar mimo; • se, com o stresse, a criança vomitar - ótima maneira de pôr a família em alvoroço e esquema de manipulação muito utilizado -, deve-se limpar, mas sem demasiado alarido e, sobretudo, evitando o contacto olhos-nos-olhos com a criança; • se os vizinhos se queixarem, pior para eles... mas. se querem manter uma boa vizinhança, antes de serem eles a referir o barulho noturno que vem da vossa casa, sejam vocês a pedir-lhes desculpa pelas «toiradas» da vossa criança - esta jogada de antecipação desarma qualquer pessoa • por último, é fundamental que ambos os pais cheguem a um acordo em relação à estratégia a seguir. Se a criança descobre que há desavenças entre os pais há-de explorá-las até à exaustão, fazendo alianças com o progenitor que está mais perto de ceder ao seus caprichos e utilizando isso para desafiar o outro.   Ler Mais...

Mononucleose

A mononucleose infeciosa é uma doença causada por um vírus, chamado «vírus de Epstein-Barr», segundo o nome dos investigadores que o descobriram. Trata-se de uma doença transmissível, mas está longe de ser muito infeciosa, ou seja, ao contrário da gripe ou das constipações vulgares, é necessário um contacto relativamente íntimo para passar de uma pessoa para a outra. É por isso que durante muito tempo foi chamada «doença do beijo», por se pensar que só um contacto tão íntimo poderia estar na base do contágio. Hoje já se sabe que o vírus pode passar de uma pessoa para a outra através da respiração. É uma doença relativamente comum, embora muitas crianças a tenham sem se dar por isso. A mononucleose infeciosa começa por uma vulgar dor de garganta (faringo-amigdalite), havendo geralmente uma tumefação marcada dos gânglios do pescoço. Aparecem também febre e quebra do estado geral, com falta de apetite, cansaço, fadiga e dores de cabeça. Ao contrário das anginas vulgares, os sintomas não melhoram ao fim de alguns dias e os gânglios podem manter-se aumentados de volume durante algumas semanas, o que geralmente gera alguma ansiedade. Por vezes podem aparecer manchas na pele, do género das da rubéola (exantema), que aumentam com o uso de determinados antibióticos. A mononucleose, ao contrário das anginas vulgares, acompanha-se de aumento do volume do baço, um elemento de diagnóstico muito importante. Em algumas crianças pode aparecer inchaço das pálpebras. Sempre que surgem estes sintomas e sinais é aconselhável a criança ser observada por um médico. No entanto, e mesmo que o grau de suspeita seja grande, o diagnóstico necessita geralmente de confirmação laboratorial. Por este motivo é necessário fazer análises ao sangue, até para diferencias das situações malignas. Não há qualquer terapêutica específica. O tratamento é sintomático, ou seja, usam-se apenas medicamentos para a febre, dores de cabeça e pouco mais; repouso, não fazer esforços violentos e comer só o que apetecer. Os antibióticos não estão indicados porque, por um lado, não são eficazes contra os vírus; por outro, alguns - nomeadamente a amoxicilina -, podem causar ou agravar o exantema. O tempo de duração é muito variável. Por vezes os sintomas são tão ligeiros e a evolução tão rápida que nem se dá pela doença. Noutros casos, no entanto, os sintomas podem ser muito intensos e prolongarem-se por algumas semanas. Daí suspeitar-se, nesses casos, de outras doenças, como a infeção por HIV ou leucemias. Na fase aguda a criança sente-se geralmente tão mal que é ela própria que procura repouso. Depois, à medida que a situação melhora já pode aumentar a sua atividade, embora se deva ter um certo cuidado para não exagerar (sabemos como são as crianças, se tiverem outras a puxar por elas). A prática de atividades desportivas não é recomendável nas primeiras semanas. O cansaço com a prática de atividades desportivas pode durar, em alguns casos, algumas semanas. A frequência do infantário ou jardim-de-infância deve ser retomada apenas depois de a criança estar completamente bem e ter feito uma boa convalescença. O aparecimento de gânglios, aumento do baço, febre e quebra do estado geral pode levar a suspeitar de doenças malignas – como as leucemias, linfomas ou infeção HIV. O exame clínico faz geralmente a distinção, mas o que finalmente sossega os pais (e muitas vezes o próprio médico) é o resultado das análises de sangue. Fique no entanto claro que a mononucleose não evolui para leucemia. Ler Mais...

As rotinas são indispensáveis

É fundamental na hora de deitar adoptar uma rotina diária (que pode e deve ser quebrada de vez em quando): • fixar uma hora de deitar que seja «normal» (e que tome em conta fatores a que não se pode fugir, como a hora a que os pais chegam a casa, hora de jantar, etc); • não deixar a televisão ser um fator relevante para marcar horários; • começar os pormenores de rotina cerca de meia a uma hora antes de a criança se ir deitar e manter a ordem com que se faz as coisas; • deitar a criança e assegurar que o clima é de paz (se a criança vai para a cama no meio de discussões dos pais, de barulho da TV, de grande confusão, dificilmente dormirá porque, ou está interessada no que se passa nomeadamente nas guerras entre os progenitores , ou o barulho não a deixa dormir, ou fica angustiada - sobretudo se pressente violência no ar); • uma vez a criança deitada, não ficar demasiado tempo com ela (não mais de 5 minutos). A pequena história deve ser contada antes. Quanto mais tempo, pior e mais difícil será a separação; • ao despedirem-se da criança, os pais devem dizer sempre o mesmo, a rotina de um beijo, um mimo... mas sempre o mesmo essa frase deverá ser usada também a meio da noite, quando a criança acorda; • se a criança se escapar da cama (menos provável num bebé em cama de grades) e aparece por exemplo à porta da sala, apanhá-la o mais cedo possível, fazer uma expressão de desagrado, usar um tom de voz que não dê margem para dúvidas (não é berrar berrar é interpretado como falta de autoridade e acaba por ser um excelente argumento para vitimização e mais choro de «coitadinha») e voltá-la a pôr na cama. Se os pais não se conseguem impor, rapidamente a criança fará «de gato sapato» os pais, quer à noite, quer durante o dia; • os primeiros apelos (apenas os primeiros) vindos da cama, mesmo com uma performance impecável, deverão ser ignorados (é difícil mas tem que ser); • se o bebé continuar a chorar é evidente que se tem que ir dar-lhe apoio; • se, com o stresse, a criança vomitar óptima maneira de pôr a família em alvoroço e esquema de manipulação muito utilizado, deve-se limpar tudo mas sem recriminar o bebé, sem fazer um escândalo e, sobretudo, evitando o contato olhos-nos-olhos com a criança; • por último, é fundamental que ambos os pais cheguem a um acordo em relação à estratégia a seguir. Se a criança descobre que há desavenças entre os pais há-de explorá-las até à exaustão, fazendo alianças com o progenitor que está mais perto de ceder aos seus caprichos e utilizando isso para desafiar o outro. Não somos pais perfeitos e é difícil não sermos sensíveis aos apelos dos nossos filhos, que caem que nem bombas no meio de todos os nossos complexos de culpa culpa por não estarmos suficiente tempo com eles, culpa por o mundo ser o que é e mais umas quantas coisas. Advogando que não se faça nada que possa equivaler a brutalizar as crianças (como deixadas chorar «horas e horas»), é bom saber distinguir educação de violência, bem como, necessidade de afecto de estratagemas de quem, mesmo sendo pequenino, já sabe mais do que às vezes se diria. As crianças são muito manipuladoras, nomeadamente dos sentimentos dos pais... A melhor maneira de evitar estes problemas é utilizar bom senso, equilíbrio emocional, não misturar os problemas o fato de termos a vida que temos não justifica que nos ponhamos de cócoras perante as crianças e, principalmente, fazer a prevenção destas situações, e isso consegue-se com harmonia e sintonia familiar, com regras (flexíveis, mas regras, na mesma), com o desempenho dos papéis de cada um sem promiscuidades (pais são pais, filhos são filhos) e com um ambiente motivador da confiança e do bem-estar de toda a família. E sempre com ternura e sem medo de a demonstrar. Ler Mais...

A sexualidade na criança do 1 aos 5

Já passaram os tempos em que as crianças não tinham direito a uma coisa chamada sexualidade. Durante largos séculos a sexualidade «caía do céu», na adolescência, como se fosse um raio do divino, e só depois dessa idade se admitia que o ser humano fosse sexuado. Não é o que se pensa atualmente. Sabe-se que o ser humano tem um componente de sexualidade em todas as fases da sua vida: desde a relação com o peito da mãe e com a mãe, descrita como «erotizada», até aos jogos de sedução que faz com os progenitores do sexo oposto. Outra coisa não seria de esperar, aliás, porque a sobrevivência da espécie (a par da sobrevivência pessoal) é um dos elementos mais fortes do comportamento instintivo. A sexualidade caracteriza-se pelo cruzamento de vários parâmetros que evoluem em sinusoides, cruzando-se «em alta» ou «em baixa» conforme as idades. Todavia, desprover o ser humano, seja em que idade for, de sexualidade, porque se a reduziu às relações sexuais, é não entender o que são pessoas, e o resultado só pode ser trágico. A sexualidade, em qualquer idade, expressa-se por vários parâmetros, com intensidade e importância variável, e é representada, em cada pessoa e em cada momento, pela soma das partes: •Afeto •Ternura •Conhecimento do corpo •Exploração dos limites relacionais •Experimentação •Companhia •Comunicação •Sedução •Erotismo •Prazer pessoal •Prazer dado aos outros •Procriação A sexualidade é feita, portanto, de algo muito mais rico do que simples relações «carnais». As crianças têm algumas destas vertentes mais desenvolvidas, outras manifestamente menos. Mas pensar que não têm prazer quando, por exemplo, manipulam os seus órgãos genitais, ou que não comunicam quando tentam, dengosamente, «dar a volta» aos pais revela demasiada ingenuidade. E os adultos têm de ver as coisas como elas são, e é por isso que já não acreditam no Pai Natal. Aos 15 meses, o bebé começa a interessar-se pelo cocó e pelo xixi. Não é sinal de que é «porcalhão», mas que percebe que há algo que sai dele. Aos 2 e meio sabe claramente se é rapaz ou rapariga, e que os dois sexos têm anatomias diferentes. Por vezes tende a explorar o corpo do pai ou da mãe com interesse redobrado e, também aqui, não podemos colocar na cabeça da criança ideias e perversões que não tem. Não quer dizer isto, de modo nenhum, que os pais permitam que a criança manipule os órgãos deles. O conceito de intimidade e privacidade deve existir desde sempre. Fazer juízos de valor sobre episódios como o que foi acima apresentado é contraproducente. Os comentários e perguntas das crianças têm de ser respondidos com verdade e normalidade. Não se podedesmentir o Carlos dizendo que as maminhas da senhora eram pequenas, ou que ele não deve falar sobre maminhas. Mas pode-se ensinar que não é bonito tecer comentários sobre o físico dos outros, sejam maminhas grandes ou cabelos cor-de-laranja. As brincadeiras que incluem um componente sexual são normais mais para o fim deste período, perto dos 5 anos. É a velha história de «brincar aos médicos». Depois de conhecer o seu próprio corpo e de se aperceber que há corpos diferentes, a criança quererá ver o outro, para conhecer e constatar a sua própria anatomia. Mais uma vez, qualquer visão menos própria do assunto existe apenas na mente dos adultos. É por isso que é importante frequentar estabelecimentos escolares mistos, mesmo que, em certos momentos, as crianças se organizem nas brincadeiras de acordo com o sexo. Quando as crianças fazem sorrisinhos quando vêm, por exemplo, alguém dar um beijo na boca, não significa que entendam tudo e até para além do tudo, como um adulto, dado não existir, nesta idade, fantasia sexual. Sorriem (e é saudável sorrirem), porque sabem já o que é íntimo e o que não é, sabem entender que há algo de transgressão, mas não assumem mais do que o que vêm. Por isso é que assistir a relações sexuais, como no caso que relato neste capítulo (e como pode acontecer se as crianças dormirem na cama dos pais), é muito traumático, porque é lido como luta, violência e subjugação. Os gritos de prazer são interpretados como gritos de dor, de aflição, de violação. Pior ainda se se trata de alguém que lhes é querido, como os pais. Ler Mais...

Quais são as taxas de sucesso dos tratamentos de fertilidade?

As taxas de sucesso são muito variáveis, dependendo dos tratamentos utilizados e da saúde do casal. Se quiser saber a taxa de sucesso de clínicas individuais pode perguntar pela taxa de gravidez iniciada por ciclo". Esta informação é disponibilizada por cada clínica. Acima de tudo os casais tem uma maior taxa de sucesso se a idade da mulher for de 23-39 anos, tenha estado grávida ou tenha tido um bebé, e tenha um peso normal (um índice de massa corporal entre 19 e 24). Quanto mais velha for uma mulher menos hipóteses tem de engravidar. Os números mostram que em cada 100 mulheres entre os 23 e os 35 anos, mais de 20 engravidarão depois de um ciclo de FIV; dos 36 aos 38 anos, engravidarão cerca de 15; aos 39 engravidarão cerca de 10; e nas mulheres com mais de 40, engravidarão cerca de 6. Ler Mais...

As diferenças bio antropológicas

Até há cerca de 20 anos pensava-se que os rapazes e as raparigas eram iguais, tudo dependendo de como os pais e os restantes adultos os tratavam. As catadupas de investigação entretanto surgidas mostram que há diferenças neuro comportamentais, para além das evidências anatómicas. E essas diferenças, constatadas no cérebro e nas funções cerebrais, condicionam sentimentos, modos de apreciar os eventos e comportamentos. Esta forma diferente de «estar», que tem a ver com desígnios antropológicos muito antigos, inclui os comportamentos em áreas como o risco e a gestão do risco, expressão da agressividade, capacidade de aprendizagem, maturidade, visão a longo prazo, traduzindo-se em diferenças, por exemplo, nos comportamentos de risco acrescido ou nos acidentes. A linguagem é um bom exemplo das diferenças de género, como a atenção ou o campo visual. A evolução genética não muda da noite para o dia - o caçador ou guerreiro tinha de ter um campo visual estreito, para fixar a presa ou o inimigo e perceber os sinais indiretos da sua presença. Não podia, pois distrair-se com estímulos acessórios e laterais. Da mesma forma, as respostas orais tinham de ser lacónicas, curtas, secas. As mulheres, pelo contrário, na sua condição de cuidadoras e guardadoras das crianças, em espaços circulares fechados, tinham de ter um campo visual alargado e perceber rapidamente o ambiente que as rodeava. E como uma das suas funções era entender a trama do tecido social, a chamada «intriga», tinham de falar demoradamente, descrevendo tudo o que podiam, atendendo a todos os estímulos presentes. Nas salas de aula ainda se observam bem estas diferenças, na atenção, na maturidade, na assunção de responsabilidades e no tempo que as crianças aguentam certas atividades, entre outros exemplos. A colocação dos rapazes e das raparigas numa sala de aula, no jardim-de-infância, é essencial: eles deverão estar na linha da frente e elas poderão estar mais atrás, por exemplo quando se está a contar uma história, tentando diminuir os estímulos distrativos (luzes, vozes, reflexos, etc.) que afetarão mais a eles. Um dos órgãos responsáveis pelo sistema emocional cerebral é a chamada amígdala (que nada tem a ver com as amígdalas da garganta), onde se gerem muitas das emoções negativas, e que se desenvolve mais cedo e melhor nas raparigas. Isto faz com que, desde muito pequenas, elas consigam melhor transmitir os seus sentimentos em comunicação verbal ou outra, enquanto os rapazes ficam mais atrapalhados nessa conversão, podendo bloquear por impossibilidade de expressar o que sentem antes de o interlocutor «contra-atacar». Outra diferença marcante, sobretudo depois do ano e meio tem a ver com a exploração dos locais e das situações novas: os rapazes são geralmente mais ousados, mais ativos fisicamente, praticando o que se chamam as «dependências dominantes». As raparigas não são menos ativas perante o meio e as pessoas, mas exploram-no de outra maneira, com menos imposição «fálica», e mais sedução e charme. Exploram o que se denomina por «dependência íntima», que passa pelo toque suave e pelo colo. Dado que também têm uma melhor motricidade fina, mais precocemente do que os rapazes, entretêm-se mais cedo com atividades calmas e manuais do que eles, que são mais atabalhoados nos gestos e preferem o exercício do corpo de forma global, lido por vezes pelos pais como comportamentos «abrutalhado». Ler Mais...
Foto de beijo na piriquida | Para Pais.