Resultados para: "fis ou fiz"

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Quando poderei contratar uma babysitter para podermos sair à noite?

Sair à noite com o seu companheiro ou amigos é uma coisa saudável de se fazer quando nos tornamos pais. Lidar com um novo bebé pode ser stressante e todos os pais precisam de espaço para recarregar as baterias. Não há regras sobre quando contratar uma babysitter. Depende de se sentir confortável em deixar o seu bebé com outra pessoa e também pode ser difícil nos primeiros dias de amamentação antes de começar a extrair leite. Poderá ter um membro da família, uma amiga ou uma vizinha em quem confie que olhe pelo seu bebé; ou pode tentar fazer uma troca com outros pais para que eles tomem conta do seu bebé uma noite e vocês retribuam noutra noite. Também há agências profissionais que fornecem serviços de babysitter. Convém haver um período experimental para ver como o bebé responde à babysitter. Se correr bem poderá ter sempre a mesma babysitter o que a descansará e será tranquilizador para o bebé. Todas as amas e babysitters devem estar registadas na Segurança Social. Ler Mais...

O que pensar?

Se detetarem um ou mais gânglios aumentados na vossa criança devem sempre pensar se existem outros sinais ou sintomas de doença. Se tal for o caso ou, mesmo não havendo outros dados sugestivos, deverão levá-la ao médico se os gânglios:
  • estiverem muito aumentados;
  • forem dolorosos;
  • incomodarem a criança;
  • não diminuírem com o tempo;
  • se a situação vos preocupar.
O médico, em face do que lhe contarem e da observação, fará o diagnóstico. Eventualmente terá de recorrer a radiografias, análises ou outros exames, mas uma boa interpretação da história clínica (se os pais transmitirem os dados com clareza e pormenores) e da observação permite o diagnóstico na maioria dos casos. Mesmo quando se tem de recorrer a exames complementares começasse geralmente pelos menos agressivos, mais simples e menos caros, resolvendo-se o assunto geralmente dentro de um período de tempo pequeno. Ler Mais...

Pronação dolorosa do cotovelo

A pronação dolorosa do cotovelo é banal, e se acontece uma vez há que ter muito cuidado para não se repetir, para não forçar a articulação. Andar com as crianças à roda presas pelas mãos ou qualquer movimento que faça um esticão da articulação do cotovelo, é desaconselhável. Se as medidas caseiras não resultam, então terá de se levar a criança a um serviço de urgência. Ler Mais...

Quando é que pode ter cuidados conduzidos por um especialista?

As mulheres com doenças anteriores, como hipertensão, ou aquelas com questões de gravidez mais complexas, como gravidez de gémeos, podem ter a maioria das consultas com um obstetra. Muitas das consultas podem ser feitas no hospital. Há outras condições, como a diabetes ou epilepsia, que podem exigir os cuidados de dois especialistas: um especialista da doença em causa e um obstetra. Uma parteira do hospital também deverá participar nestes cuidados. Ler Mais...

O que é uma intoxicação

Define-se intoxicação como o contacto, a ingestão ou a inalação de uma substância potencialmente lesiva para o organismo. Diz-se acidental quando ocorre sem ser com objetivos criminais ou suicidas. Juntamente com os acidentes, as intoxicações constituem a maior causa de morte após o primeiro ano de vida, e isto apesar de toda a melhoria que se tem verificado, quer no encaminhamento das crianças intoxicadas para os serviços de urgência, quer nos tratamentos que existem para as diversas situações. Portugal continua a ter taxas de mortalidade muito elevadas por intoxicações, e estas foram responsáveis por quase 10% dos internamentos nos serviços de urgência de pediatria. É demasiado. Sobretudo se pensarmos que estamos a falar de uma situação evitável. Sobretudo se atendermos a que o nosso país nem ó, no contexto dos países europeus, o país que utiliza mais produtos tóxicos. Significará isto que somos mais descuidados? Em parte sim. Temos menos regras, é certo, mas também estamos menos habituados a cumpri-las e, sobretudo, ainda não aprendemos a viver com os tóxicos. As nossas crianças são, por assim dizer, mais vulneráveis ao risco das intoxicações. Isso explica que as taxas portuguesas sejam muito superiores às de países do sul como a Espanha ou a Grécia para não falar dos restantes países da União Europeia ou do norte da Europa. Se acrescentarmos a isto o facto de os custos económicos e sociais serem extremamente elevados, creio que teremos fortes motivos para nos preocuparmos pais, profissionais e cidadãos. Ler Mais...

Não se dorme à força

Obrigar alguém a dormir é difícil.. pelo menos mais difícil do que obrigar a estar acordado. Mas pode dar-se uma ajuda, isso sim: • um quarto agradável, onde a criança se sinta bem; • uma cama quentinha e confortável; • silêncio, ou em alternativa música calma, rítmica, não muito alta; • luz apagada ou, no máximo, uma luz de presença; • porta entreaberta com tendência para encostar e fechar; • sons da casa, que permitam aos vossos filhos saber que os pais estão em casa. De vez em quando podem tossir ou falar, de modo a que eles sintam a vossa presença; • bonecos na cama, especialmente os que desempenham um papel especial à noite, mas deixar a criança escolher diariamente a bonecada com a qual vai dormir - há crianças que preferem só um boneco, outras levam sei lá quantos para a cama, quase nem tendo espaço para dormir. Mas  cada um deve arranjar o seu ambiente securizante do modo que entender. É preciso, para a própria segurança das crianças, que os pais mostrem a sua presença mas. ao mesmo tempo, que não cedam a caprichos ou pedidos injustificados. Embora a princípio elas pareçam assustadas e a tendência seja para as ir tranquilizar, há que distinguir entre uma criança assustada e ansiosa e uma que está a tentar manobrar o espaço que tem. As cedências constantes geram mais insegurança, porque a firmeza afectiva é uma condição para que os nossos filhos se sintam seguros e adormeçam mais facilmente. O contrário será levar a que sejam eles, a pouco e pouco, a dominar a vida dos pais e as suas horas de serão - podem na altura achar que é uma vitória, mas ficarão cada vez mais dependentes e inseguros. E se a cada chamamento corresponde uma ida, será mais difícil conceber a ausência física dos pais como presença abstracta. Ler Mais...
Fis ou fiz | Para Pais.