Resultados para: "ferimentos de orelha nas criancas"

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As crianças-passageiros

Fique a saber:
  • se as crianças forem devidamente seguras quando viajam de automóvel, as mortes reduzem-se para 30% (70% menos do que atualmente), sendo este valor ainda maior para as crianças de pouca idade; os ferimentos graves reduzir-se-ão para 25%; os ferimentos ligeiros reduzir-se-ão para 33%;
  • não é preciso ir a acelerar numa auto-estrada ou numa estrada principal para sofrer um acidente com consequências graves. A maioria dos acidentes ocorre perto de casa, a velocidades inferiores a 45 km/h e nas viagens do dia-a-dia para o emprego, escola, casa de família, supermercados e centros comerciais; mais de metade das crianças passageiras que sofreram ferimentos graves ou que morreram, tiveram o acidente dentro de uma localidade;
  • existe risco em cada viagem e os percursos que se fazem diariamente tendem a tornar-se rotina: percorrem-se as mesmas ruas centenas de vezes e não acontece nada. Mas o risco de cada viagem não diminui, só a nossa autoconfiança é que pode levar a descurar a segurança;
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Demasiados acidentes, e a necessidade de «atores» empenhados

Segundo dados oficiais, ocorrem por ano mais de cinquenta mil acidentes nas escolas portuguesas, com consequências suficientemente graves para levar as crianças às urgências hospitalares ou dos centros de saúde. Se juntarmos a estes, um número provavelmente superior de ferimentos, lesões e traumatismos assistidos noutros locais (nos centros de saúde, nas próprias escolas ou em casa), o panorama é realmente assustador, exigindo uma resposta por parte da Comunidade Educativa. Os educadores, estando na primeira linha do desenvolvimento pedagógico e da relação educativa, sendo os principais responsáveis, no Espaço Escolar, pela aquisição, desenvolvimento e sedimentação das competências académicas e sociais, e mantendo uma relação privilegiada com os restantes vectores da Comunidade Educativa, designadamente os funcionários da escola e as famílias, constituem um recurso fundamental e imprescindível na melhoria da segurança escolar e, consequentemente, na diminuição do flagelo dos traumatismos, ferimentos e lesões acidentais. Ler Mais...

Acidentes com armas

Os casos trágicos de mortes ou ferimentos por armas de fogo, neste grupo etário têm todos uma origem comum: a arma estava acessível. E as balas ou cartuchos também, muitas vezes dentro da própria arma. Esta é a realidade. Nos países onde proliferam as chamadas «armas de defesa pessoal», as crianças morrem por acidentes com armas da família ou de amigos, e só muito raramente por ferimentos causados por armas de estranhos.
«Não ter armas é a melhor maneira de prevenir este tipo de acidente.»
No caso de não poder deixar de as ter, por razões profissionais ou desportivas:
  • guarde sempre as armas, descarregadas, em local fechado à chave e inacessível às crianças;
  • guarde as balas e cartuchos noutro local, e trancados;
  • guarde as duas chaves em locais separados;
  • diga sempre à criança que uma arma mata;
  • nunca limpe uma arma em frente de uma criança;
  • não se vanglorie do que fez com ela. Pode gabar-se, em frente do seu filho, de que caçou não sei quantas peças, mas não lhe descreva os tiros;
  • entenda que, antes dos 8 anos, não se distingue uma arma real de um brinquedo, e só aos 6 o conceito de irreversibilidade da morte;
  • aos 3 anos já se consegue puxar o gatilho, o que acontece mesmo quando a criança está a fingir que dispara; nunca aponte uma arma a ninguém, mesmo descarregada e em brincadeira.
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O bebé como passageiro

Os riscos Em Portugal, após os 6 meses de vida, o risco maior para a saúde e para o bem-estar das crianças e jovens são os acidentes. Cerca de metade desses acidentes graves correspondem a acidentes de viação e, no primeiro ano de vida, é sobretudo na condição da criança como passageiro. O conforto dos estofos, a frescura do ar condicionado ou a suavidade do motor temperado pela música selecionada no auto-rádio não nos podem iludir quanto à perigosidade da «arma»» em que viajamos. Mas andar de carro é, para uma criança, uma situação de grande risco. Ainda mais do que para um adulto. É preciso, pois, que os pais se consciencializem deste facto, para não minimizarem a segurança no interior da viatura e para entenderem a necessidade de um transporte correto, sempre e em qualquer circunstância. Os riscos podem reduzir-se... Os estudos científicos, realizados em diversos países, chegaram sempre à mesma conclusão: se as crianças forem devidamente seguras quando viajam de automóvel, - as mortes reduzem-se para 30% (70% menos do que atualmente), sendo este valor ainda maior para as crianças de pouca idade; - os ferimentos graves reduzir-se-ão para 25%; - os ferimentos ligeiros reduzir-se-ão para 33%. Não restam dúvidas de que o transporte correcto é eficaz e eficiente. Basta as pessoas se consciencializarem da importância do transporte seguro e correto, paralelo ao investimento que tem sido feito nesta área, designadamente pelas organizações de consumidores, indústria automóvel e fabricantes de positivos de retenção. Ler Mais...

Os ouvidos

Quando se fala de ouvidos, falamos da orelha e canal auditivo externo. Os ouvidos têm sistemas de limpeza e os pequenos pelos que agarram os elementos indesejáveis que entram com o ar, e a cera que não é sinal de sujidade, mas de que o canal auditivo externo está a funcionar, para que com ela saiam as substâncias indesejáveis, como os micróbios e a poluição. Por esta razão, não se deve limpar os ouvidos com cotonetes ou similares, porque só servirá para empurrar as secreções para locais mais fundos do canal auditivo, fazendo com que fiquem uma argamassa mais dura, um autêntico rolhão que pode prejudicar a audição. E, também, para fazer pequenas feridas que podem causar comichão e a criança coçar, aumentando a ferida, e abrindo portas à invasão das bactérias. A água que possa ter entrado durante o banho também sairá. Quanto muito, poder-se-á limpar a parte de fora do ouvido com muito cuidado, para que não se façam abrasões ou feridas. Os cotonetes com proteção redonda maior devem ser as preferidas para limpar a orelha. E não se incomodem se o vosso filho deitar cheiro das orelhas - cheiro a cera - não é sinal de «porcaria», embora não seja um cheiro agradável. Se sair um líquido viscoso, tipo «cola de contacto», com cheiro fétido, poderá estar com uma otite que rompeu e com a respetiva saída de pus - nesse caso deverão contactar o médico-assistente. Ler Mais...

As facas e os copos de vidro

É sabido que uma faca nunca deve estar ao alcance de uma criança. As facas, sobretudo as de cozinha, têm dimensões e peso desadequados à mão de uma criança e representam um perigo muito grande, dado que são geralmente afiadas. Ocorrem por ano, em Portugal, cerca de 600 acidentes com facas, com crianças, suficientemente graves para os feridos irem a uma urgência hospitalar (para além dos outros todos, tratados noutros locais que, como referimos acima, são a maioria). Com copos de vidro, o número de ferimentos anual em crianças é superior a 400. É tão comum usarmos uma faca e tantas vezes numa situação de pressa, ao cozinhar, ao preparar uma refeição que podemos facilmente esquecer a potencial «agressividade» do instrumento que estamos a usar. O mesmo se diz de um copo de vidro que, ao cair no chão de tijoleira ou pedra, ou até na própria bancada, pode estilhaçar-se, causando ferimentos que muitas vezes são complicados. É assim recomendável que: • as facas estejam fora do alcance de crianças, não só porque podem não saber usá-las convenientemente, mas porque podem querer utilizá-las nas brincadeiras com outras crianças (e neste caso, quanto mais aguçadas e maiores, mais atractivas se tornarão); • desde o início é preciso tratar as facas e os copos de vidro como «objetos perigosos», ensinando as crianças a manipulá-los, a partir dos 3 anos, mas interditando o seu uso aos mais pequenos (o uso de copos de plástico para crianças é fortemente recomendável, e a criança deverá aprender que aquele é o seu copo); • quanto aos copos de vidro, se algum cair e se partir, a criança tem que estar instruída de que não deve apanhar os cacos dos vidros (e às vezes fá-lo para evitar ralhetes) porque, com a pressa, as hipóteses de um corte são maiores. Do mesmo modo, é sempre conveniente aspirar bem o chão porque os pequenos fragmentos que ficam e que não são facilmente vistos podem cortar alguém que entre distraidamente descalço, finalmente, nunca se devem pôr os cacos (mesmo pequenos) no lava loiças, mas sim no lixo, com o cuidado de os envolver para não perfurarem o saco do lixo. Ler Mais...
Ferimentos de orelha nas criancas | Para Pais.