Resultados para: "explica como se faz borbulhia"

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Futebolite e clubite

Os clubes são grupos de pertença com uma força e uma irracionalidade que desafiam qualquer lógica ou tentativa de explicação do fenómeno.

Precisando nós de símbolos de pertença num mundo onde nos sentimos vulneráveis e sozinhos, defendo que as crianças adoptem um clube e o defendam convictamente, nos bons e nos maus momentos, com uma dose razoável de subjectividade na apreciação dos fatos e na discussão, mas não perdendo, nunca, o respeito pelos outros e por si próprio. E pela liberdade que nos faz tolerar e precisar dos outros, mesmo com uma gama de opções diametralmente oposta.

Contudo, pressionar até ao limite, antes das crianças saberem sequer falar, quando isso é contra a vontade dos pais e joga contra aquilo em que estes acreditam (sim, para todos os efeitos o futebol é uma religião, uma paixão, uma coisa que não se explica...).

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O meu companheiro não tem querido nenhum sexo desde que fiquei grávida. Será que ele me vai voltar a desejar?

Não é fora do comum qualquer dos parceiros experimentar uma redução do desejo sexual na gravidez por várias razões. É importante que fale com o seu companheiro e lhe pergunte quais os seus sentimentos ao mesmo tempo que lhe explica os seus próprios pensamentos e sentimentos. Alguns companheiros acham a gravidez um pouco assustadora e alguns desses medos centram-se à volta do sexo e da preocupação em magoar o bebé ou a si. Por vezes, estas preocupações podem basear-se em problemas reais, por exemplo se tiver havido algum problema no início da gravidez como ameaça de aborto, hemorragia, dor ou enjoo matinal excessivo. Da mesma forma, podem basear-se em mal-entendidos e nesse caso uma conversa entre os dois irá ajudar. Embora você se possa sentir mais atraente e sexy, talvez o seu companheiro se sinta desajeitado e desconfortável. Cada casal é diferente e vocês precisam de falar um com o outro para descobrir a forma de ultrapassar isto. Também pode querer falar com alguém que não esteja envolvido como a sua parteira, o seu médico, uma amiga de confiança ou um familiar. Ler Mais...

O que é uma intoxicação

Define-se intoxicação como o contacto, a ingestão ou a inalação de uma substância potencialmente lesiva para o organismo. Diz-se acidental quando ocorre sem ser com objetivos criminais ou suicidas. Juntamente com os acidentes, as intoxicações constituem a maior causa de morte após o primeiro ano de vida, e isto apesar de toda a melhoria que se tem verificado, quer no encaminhamento das crianças intoxicadas para os serviços de urgência, quer nos tratamentos que existem para as diversas situações. Portugal continua a ter taxas de mortalidade muito elevadas por intoxicações, e estas foram responsáveis por quase 10% dos internamentos nos serviços de urgência de pediatria. É demasiado. Sobretudo se pensarmos que estamos a falar de uma situação evitável. Sobretudo se atendermos a que o nosso país nem ó, no contexto dos países europeus, o país que utiliza mais produtos tóxicos. Significará isto que somos mais descuidados? Em parte sim. Temos menos regras, é certo, mas também estamos menos habituados a cumpri-las e, sobretudo, ainda não aprendemos a viver com os tóxicos. As nossas crianças são, por assim dizer, mais vulneráveis ao risco das intoxicações. Isso explica que as taxas portuguesas sejam muito superiores às de países do sul como a Espanha ou a Grécia para não falar dos restantes países da União Europeia ou do norte da Europa. Se acrescentarmos a isto o facto de os custos económicos e sociais serem extremamente elevados, creio que teremos fortes motivos para nos preocuparmos pais, profissionais e cidadãos. Ler Mais...

Infeções: o grande receio

Por alguma razão generalizou-se o nome «infectário» para designar os infantários. E é verdade que as crianças que estão em infantários ou jardins-de-infância têm um risco maior de infecções respiratórias e de alergias. Já há muito tempo que se sabe da maior probabilidade de uma criança, num atendimento (fumo. vir a sofrer, nos três primeiros anos de vida, de doenças do foro respiratório e manifestações alérgicas. Isto explica-se facilmente: • a criança contacta intimamente com mais pessoas, designadamente pessoas infetadas com vírus e bactérias (as crianças, principalmente); • a «carga» de infecção é grande e variada; •depois de passarem os sintomas de doença, não há período de convalescença que faça recuperar o corpo e os tecidos; • a criança volta a ser exposta antes da cura tecidular, aumentando a probabilidade de adoecer com sintomas e sinais. Algumas crianças não registam muitas infeções, outras estão praticamente sempre doentes. Não quer dizer que as primeiras não se infectem mas, tal como acontece com as vacinas, algumas fazem reacção sintomática, outras não. As infecções contraídas nos infantários e jardins-de-infância são, na maioria dos casos, «vacinas» naturais que a criança faz, e que se por um lado interrompem a sua actividade (e a dos pais), por outro aumentam a imunidade. Há medidas a tomar que podem diminuir a probabilidade de infecção: abrir janelas, arejar as salas, trazer as crianças para fora mesmo no Inverno, ou ser suficientemente rigoroso em não deixar entrar crianças (e funcionários) doentes. Os adultos deverão usar máscara quando estão constipados, especialmente se estiverem a espirrar, as crianças doentes deverão ficar isoladas até à chegada dos pais, e deverá ser comunicado aos pais dos outros meninos que um deles está doente, para se aperceberem precocemente de sinais e sintomas. O combate ao pó, através da escolha de materiais, limpeza, arejamento e armazenamento de brinquedos, bem como a escolha destes, pode ajudar bastante a reduzir o risco respiratório e alérgico. Como a maioria esmagadora destes agentes infecciosos entra - e transmite-se também - por via respiratória, manter o nariz bem limpo e ensinar a assoar-se deve ser uma preocupação de pais e educadores. Ler Mais...

Alguns problemas com os primeiros alimentos

O reflexo de extrusão Chama-se assim ao ato reflexo do bebé que consiste em expulsar para fora da boca os alimentos que sejam colocados na parte anterior da língua. O bebé tem que aprender a «enrolar» a comida para trás e muitas vezes os pais esquecem-se deste pormenor e interpretam o reflexo como a criança nào querendo comer (cuspir). Este reflexo mantém-se até aos 4-6 meses, o que explica porque é que algumas crianças têm mais dificuldade em começar a comer à colher. Este reflexo é muito importante na prevenção de acidentes - o bebé pequeno rejeita os pequenos objetos que a sua própria mão possa pegar e colocar na boca. Engasgamento Embora o bebé consiga engolir líquidos desde o nascimento, a maioria das vezes, antes dos 4 meses, engasga-se com alimentos mais consistentes. Digestão Antes dos 4-6 meses há alguma dificuldade do estômago e do intestino em digerir muitos dos alimentos sólidos. Quando se introduzem cedo demais (e essa precocidade tem a ver com cada bebé) podem aparecer vómitos ou diarreia, sinais de que o aparelho digestivo está a renegar o que foi introduzido. Controlo da cabeça Para um bebé começar a comer à colher tem que ter um bom controlo dos músculos da cabeça, o que geralmente surge cerca dos 3-4 meses de idade. Não tem sentido começar a alimentar um bebé que não segura bem a cabeça e que, portanto, não consegue estabelecer um bom plano visual com a colher e os alimentos. Alergias - a permeabilidade do intestino O intestino dos bebés é, nos primeiros meses de vida, altamente permeável às chamadas macromoléculas, responsáveis pelo desencadear de alergias. É como se houvesse uns «buracos» que ainda não estivessem tapados, por onde estas «grandes moléculas» entrariam no intestino, e daí para a circulação, ativando o sistema imunitário. O colostro, de que já falámos, atua como «penso» sobre estes «buracos», mas é a partir dos 4-6 meses que o intestino já tem a sua parede bem formada e a tolerância aos novos alimentos e a impermeabilização às macromoléculas começa a existir. Mastigar A mastigação só começa a ser controlada por volta dos 6-8 meses, e a coordenação mão-boca-mastigar só a partir dos 9 meses. A tentativa de comer sozinho, com todos os atos já coordenados aparece, em média, por volta do ano de idade. Ler Mais...

A necessidade de garantir minerais e vitaminas

Qualquer dieta lacto ou ovo-lacto vegetariana pode garantir as necessidades diárias da criança em vitaminas, minerais, proteínas e outros nutrientes. As dietas vegan extremas podem ser carentes em vitamina B12, cuja deficiência pode causar anemia e doença neurológica. A vitamina B12 (também designada por cobalamina) é produzida pelas bactérias que atuam sobre a carne dos animais, depois de estes as absorverem ou ingerirem, e que passam depois no leite e nos ovos. Isso explica a carência nas dietas vegetarianas estritas, pois apesar de nós (como todos os animais, afinal) termos bactérias no intestino, a absorção desta vitamina faz-se numa zona anterior àquela onde ela é produzida. Portanto, ou vem já nos alimentos ou a produção é inútil. Assim, no caso de dietas vegetarianas estritas recomenda-se um suplemento desta vitamina. Algumas algas, miso e temphé utilizadas neste tipo de alimentação. No que se refere ao cálcio, encontra-se nos produtos lácteos e nas folhas verdes, designadamente brócolos e couves. Também existe no tofu e na soja. Por outro lado, sabe-se que o excesso de consumo de carne e peixe pode ter uma ação de excreção aumentada do cálcio, levando a carências, reveladas em osteoporose e outras situações. O ferro, fundamental no crescimento, desenvolvimento cerebral e formação de hemoglobina, existe nos cereais, tofu, produtos integrais, legumes verdes, hortaliças, leguminosas e salsa. É melhor absorvido se for consumido simultaneamente com vitamina C, que existe nos citrinos, tomate, kiwi, morangos, couve e brócolos. Outro mineral, de que se fala pouco, mas que é muito importante no metabolismo geral, é o zinco. São fontes de zinco o tofu, a soja, os frutos secos e o gérmen de trigo. O que é fundamental, é que as crianças a quem os pais não dão carne, peixe, ovo a até leite de vaca, saibam o que está em jogo combinem com o médico-assistente uma opção intermédia que permita à criança ver satisfeitas as suas necessidades fisiológicas e de crescimento, e manter ao mesmo tempo ainda que não integralmente, os desejos dos pais. Ler Mais...
Explica como se faz borbulhia | Para Pais.