Resultados para: "eu quero ver uma crianca nascendo"

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Querer tudo

Quantas vezes já vos aconteceu, por exemplo, numa loja ou supermercado, o vosso filho agarrar-se a um brinquedo ou qualquer outro objeto, e não o querer largar Além dos olhares incómodos das outras pessoas, e do embaraço perante os empregados, o lampo também é sempre contado e o que fazer numa situação destas é duvidoso. Ralhar? Não ralhar? Ceder? Não ceder? Ignorar? Dar atenção e tentar explicar que a mãe não pode levar tudo o que ele quer? -Eu quero Eu quero Mas eu quero. Geralmente estas cenas acabam com os pais a largarem tudo e a saírem, recriminando a criança e com o dia estragado. Mas há que pensar em alguns aspetos: não dizemos nós que «É Natal todos os dias»? Não aparecem constantemente, na hora «das crianças», anúncios televisivos incitando ao consumo? Não são levados, às vezes, em passeio aos centros comerciais (são «centros de comércio», não esqueçamos)? Não digo que os nossos filhos tomem isso à letra, mas que desejam tudo e querem tudo o que desejam é um lacto. Quando uma criança começa a «querer», quer simplesmente porque quer, ou seja, se lhe dermos a coisa que ele deseja, larga-a e quer outra, e outra, e outra. Quer apenas porque quer. E se todos os seus desejos forem consubstanciados sem limites, aprenderá apenas a ser eterno insatisfeito – sempre que estiver num local, numa situação, numa viagem, desejará sempre o que não tem e sem ter o gozo dos momentos que vive. Ler Mais...

Comunicação

Um erro frequentemente cometido com as crianças deste grupo etário é pensar-se que a comunicação só tem um sentido, ou seja, que serve apenas para os pais darem informação aos filhos - «come a alface», «porta-te bem», «lava os dentes», ou então para os filhos se queixarem: «dói-me a barriga», «quero aquele carro», «não quero sopa». A comunicação pais-filhos tem de sei muito mais do que isso e. especialmente quando a criança começa a falar, deve sei um processo bi-direccional, que para além desta parte meramente pragmática, tem um valor de expressão e transmissão de sentimentos. Mais do que dizer -Tu devias fazer isto ou aquilo!-, seria melhor perguntar primeiro -O que é que estás a sentir?- ou «Como é que te sentes?». Somos pessoas frágeis que baseiam os comportamentos, entre outras coisas, no sentir. As crianças de 1 -5 anos são especialmente sensíveis porque a sua imaturidade e dependência as faz analisar, constantemente, o binómio «segurança-abandono» Quantas vezes dizemos uma coisa simples, damos uma pequena ordem, e o nosso filho parece -aparvalhado-, a olhar para nós. «Não estás a ouvir o que te disse?- - perguntamos. Não Não ouviu porque provavelmente qualquer coisa o está a incomodar. Se calhar é o medo de ir lavar os dentes sozinho ou de pensar que há monstros que saem do ralo do lavatório Ou que depois da lavagem dos dentes virá o difícil processo de adormecer. Ou que lhe apetecia ouvir duas, histórias e já reparou que os pais estão a ver um programa de televisão e não estarão disponíveis. Ler Mais...

Quero amamentar, mas devo comprar biberões para o caso de ser necessário?

O problema dos biberões é que podem enfraquecer a sua decisão de amamentar e geralmente as mulheres tem mais hipóteses de continuar a amamentar se não tiverem alternativas disponíveis ã mão. No entanto, se quiser dar água ao seu bebé ou se quiser extrair leite, logo que esteja a amamentar com confiança, então irá precisar de biberões. Ler Mais...

Da última vez fiz uma figura completamente idiota. Não quero voltar a perder o controlo – o que me aconselha?

O melhor conselho é que conheça as suas opções, tenha um espírito aberto e se deixe conduzir pelo trabalho de parto e pela forma como se está a sentir. Ser positiva e ter um apoio apropriado pode não só resultar numa boa experiência como também reduzir a sua perceção de dor, e sentir-se fortalecida ajuda-a a manter-se em controlo. Ler Mais...

Quando as coisas não correm bem

Com tantas educadoras e auxiliares, e com tantos infantários e jardins-de-infância, é impossível que algumas crianças não caiam em mãos erradas. A história da Catarina, real como este Livro é, creio e desejo, uma anomalia no meio da normalidade. De qualquer modo, há que estar atento e não deixar passar este tipo de situações, mesmo sabendo que se vão criar problemas relacionais e até logísticos (se se puser hipótese de, por exemplo, retirar a criança). Qualquer sinal de ansiedade ao ir para a escola (diferente da natural ansiedade de separação), depressão (tristeza anómala, choro contínuo, falta de apetite súbita e prolongada, crises de angústia, não querer brincar) ou de que a criança está infeliz deve ser partilhado com as educadoras. É preciso que os pais estejam conscientes de que uma criança de 2-3 anos não dirá espontaneamente o que se está a passar. Tem de lhe ser dado espaço e disponibilidade, mais do que tentar extrair a saca-rolhas o que se passou. As crianças têm fidelidade às suas educadoras, têm receio de que os pais se zanguem com elas, educadoras, ou com elas, crianças. Não esqueçamos que as crianças desta idade centram em si todos os fenómenos. As crianças são todas diferentes, verdade de La Palice, que não tem mal repetir até à exaustão. E os sentimentos que exibem variam conforme a pessoa e conforme as situações. E conforme a pessoa vive as situações. Um dos maiores favores que podemos fazer às crianças, neste binómio pais-educadores, é não as menorizar intelectualmente ou transformá-las em bonecos de plástico, insensíveis e todas iguais. Ou ver o seu mundo pelos nossos olhos. Não queremos filhos iguais aos dos outros pais dos colegas dos nossos filhos, pois não? Nós também somos diferentes deles e sentimos de forma diferente. Temos grupos de pertença diversos. Temos os nossos segredos e fantasmas, as nossas magias e sortilégios. E os nossos filhos têm de ser estandardizados? Nem a Comissão Europeia se atreve a isso - por enquanto só a sardinha ou a alface... Ninguém tinha dito aos pais da Carolina que ela usava bem o português, e que quando dizia «não quero ir para a escola» queria dizer exactamente isso: «não queria ir». A Carolina não berrava «não quero ficar na escola» ou «não gosto da escola». Era apenas «não quero ir», como quem diz: «Se houver uma maneira de carregar num botão e passar daqui de casa para a escola sem ter de "ir", alinho nessa!» O verbo intransitivo é que era o diabo. Ir. Porque ir significava o abandono, a despedi- da, o adeus e a grande dúvida se os pais iriam buscá-la ou se, pelo contrário, aproveitariam a ocasião para se desfazer dela. Escutem o que os vossos filhos dizem e atentem nas suas palavras, que ainda não estão deturpadas e que significam o que realmente querem dizer. A Carolina não queria ir para a escola, mas quer ficar na escola. Paradoxal? Não. Normal, saudável e desejável... Ler Mais...
Eu quero ver uma crianca nascendo | Para Pais.