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O pipi

Neste grupo etário são menos as questões que podem aparecer relativas ao pipi do que à pilinha. As alterações anatómicas ou pequenas malformações, como por exemplo a colagem (sinéquia) dos pequenos lábios, são detetadas no primeiro ano de vida. Todavia, a observação do pipi deverá fazer parte dos cuidados normais de saúde. Um aspeto importante é a lavagem. A mucosa vaginal é muito sensível e pode inflamar-se com facilidade, se sujeita a trauma ou fricção. A lavagem deve ser sempre feita cuidadosamente, e como a criança já vai adquirindo autonomia, inclusivamente iniciando o banho sozinha, por volta dos 4-5 anos, deve ensinar-se que a lavagem do pipi deve ser feita mais suavemente do que, por exemplo, as mãos ou os pés. Por outro lado, há sabonetes e gel de banho que não causam irritação na pele, mas que podem causar na mucosa vaginal, afinal a única mucosa tão exposta a estes produtos. Se isso se verificar, há produtos das linhas cosméticas que são hipoalergénicos e concebidos para a higiene chamada «íntima». Uma das causas de inflamação (com consequente ardor ou dor, irritação e vontade de coçar) é a manipulação dos órgãos genitais (habitual entre os 3-4 anos), que referirei mais detalhadamente no capítulo do Desenvolvimento - é uma das razões pela qual se deve dizer à criança que deve ter cuidado em evitar essa prática. A proximidade da região vaginal e da uretra da região anal (nos rapazes o percurso é muito maior), pode favorecer infeções urinárias. A limpeza deve ser sempre no sentido anterior-posterior, para evitar que o papel higiénico ou o toalhete tragam bactérias que residem nas fezes (como o colibacilo) para a região vaginal-uretral. Se houver parasitas (oxiúros, por exemplo), estes podem provocar essa contaminação, causando irritabilidade vaginal, com ou sem infeção urinária. Finalmente, é normal aparecer, cerca dos 4-5 anos, um corrimento que «suja as cuecas»», às vezes com aspeto esverdeado. Se é a primeira vez, deverá ser feito um exame bacteriológico, micológico e parasitológico para excluir infeção ou infestação. Se se torna repetitivo, a lavagem com um dos solutos de limpeza que referi é suficiente. Deve sossegar-se a criança, para não pensar que está doente. Caso se constate que as cuecas estão sujas de sangue, por exemplo, há que pensar se não sofreu um traumatismo. Saltar sobre um obstáculo e até as brincadeiras normais podem causar uma lesão vaginal com sangramento, nas que já não usam fralda e que, portanto, estão mais expostas. Num e noutro sexo é imprescindível insistir para ir à casa de banho regularmente dado que a micção é a melhor forma de evitar infeções urinárias. A retenção (porque estão a brincar e não querem interromper, por exemplo), leva à estagnação da urina e dá tempo para as bactérias se desenvolverem. Ler Mais...

Devemos comprar uma banheira de bebé?

Uma banheira de bebé é útil pois pode usá-la em qualquer lugar. Muitos pais ficam um pouco apreensivos quando dão banho aos seus bebes pela primeira vez e mesmo os pais experientes dizem que pode ser um pouco difícil segurar com firmeza um bebé que se contorce enquanto tentam lavá-lo, portanto utilizar uma banheira de bebé mais pequena ajuda-a ter mais confiança. Para os recém-nascidos uma bacia pode ser suficiente. Contudo, um bebe ultrapassa o tamanho da banheira de bebé por volta dos seis meses e a banheira pode ocupar um grande espaço de arrumo. Logo que o seu bebé se consiga sentar, por volta dos 4-6 meses, pode usar um assento de banheira na sua banheira grande ou divertir-se a tomar banho com ele desde que conserve a água tépida. Ler Mais...

Higiene do bebe

O banho O banho é, talvez, dos momentos mais apreciados pelo bebé. O regresso ao ambiente intrauterino, hídrico e quente, sossegado e calmo, dá ao bebé a plenitude de que precisa, depois de um dia cheio de estímulos de todo o tipo e de um trabalho mental intenso e complexo. Claro está que o banho só será sentido como um bom momento se o bebé não estiver pressionado por uma necessidade maior fome, dores, frio ou calor, sensação de solidão, stresse. O banho tem várias características que são do especial agrado do bebé: o envolvimento aquoso, a temperatura morna, o poder fazer livremente gestos largos e relaxantes, o contacto pele com pele, nomeadamente depois do banho, nas massagens que os pais lhe fazem com o leite corporal. Os bebés adoram o banho, e mesmo que mais tarde, no final do primeiro ano de vida, possam fazer algumas negas, por exemplo quando se usa o chuveiro, se houver tranquilidade por parte dos pais ou de quem dá o banho, o momento é geralmente de paz, e a gosto do bebé. Logo não há qualquer problema de começar a dar banho desde o primeiro dia e pelo menos uma vez por dia.   Ler Mais...

Quais podem ser os sinais de alarme?

Alguns sinais podem expressar problemas, não necessariamente em relação a inversão do género, mas de sofrimento psicológico que levará a ter atitudes que a criança comunica desta forma: • Não saber aos 3 anos o seu sexo; • Dizer constantemente que preferia ser do outro sexo, não apenas em brincadeiras e jogos, ou teatralizações (nem como expressão de ciúmes porque o mano pequenino do outro sexo tem todas as atenções), mas de uma forma contínua, no dia-a-dia; • Negar, prolongadamente, a sua própria anatomia, dizendo por exemplo que tem pipi ou pilinha, não sendo verdade, ou que espera que nasça uma pilinha ou que esta desapareça para dar lugar a um pipi; • Mostrar apenas um lado feminino ou masculino (oposto ao seu sexo) sem revelar nada ou muito pouco do seu próprio género. De qualquer forma, em caso de dúvida mais vale partilhar os receios com o médico-assistente da criança, e não guardar para si, por vergonha ou receio de ouvir alguma verdade difícil, dúvidas e ansiedades que só vão criar estereótipos e tender a reprimir a criança. Ler Mais...

O desenvolvimento do conceito de género

À medida que as crianças crescem, apercebem-se que algumas pessoas são homens e as outras mulheres. E que, entre elas, há meninos e meninas. E a identificação começa com o estudo do seu próprio corpo e com a comparação com os outros, reconhecendo dois tipos anatómicos diferentes. Nelas e nos pais e irmãos, ou nas pessoas em geral. A determinada altura começam a usar com mais propriedade o masculino e o feminino, sendo corrigidos quando erram e melhor percebendo que há diferenças, entre o gato e a gata, entre o primo e a prima, embora se surpreendam um pouco porque é que existe uma cadeira e não um cadeiro, um piano e não uma piaria, ou porque é que a companheira do Sol se chama Lua e que a «mulher» do cavalo não é a cavala. Mesmo com estas confusões e ambiguidades, há uma progressiva compreensão do mundo em duas versões, e aos 2 anos e picos já gozam com as situações: «Tenho aqui um pipi.... Ah, ah, ah. É pilinha. Pipi têm as meninas.» A diferenciação por género é uma das primeiras categorizações que as crianças fazem, e que dividirá o mundo em múltiplas classes e conjuntos, passando pelas formas, cores, tamanhos, etc. Ler Mais...

Como lavar o pipi

A lavagem deve ser feita suavemente, sempre da frente para trás, para diminuir o risco de contaminação com bactérias das fezes, o que poderia causar uma infeção urinária. Nas primeiras semanas de vida, o bebé pode ter uma secreção mucosa que não representa qualquer problema. Ler Mais...
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