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Bolas de esmegma

São as acumulações de secreções sebáceas que ficam retidas debaixo da pele da pilinha, formando umas tumefações esbranquiçadas (que geralmente não causam sintomas). Aparecem cerca dos 2-3 anos, nas crianças cuja pele da pilinha ainda não vem até atrás, e o médico-assistente orientará. Ler Mais...

Tratamento

O tratamento da tuberculose faz-se com a administração de vários antibióticos e agentes, durante vários meses (existem diversos esquemas, mas com tendência a serem mais curtos do que anteriormente). Como escrevemos, o número de bactérias resistentes aos antibióticos (designados por tuberculostáticos) tem aumentado e isso constitui um problema grave. Por outro lado, alguns destes fármacos têm efeitos secundários sobre o fígado, os olhos, etc. - há que seguir os doentes com atenção para ver se não há lesões noutros órgãos motivadas pelo tratamento. A vantagem de se poder tomar os medicamentos apenas uma vez por dia contribuiu para que o tratamento fosse mais cumprido pelos doentes. Paralelamente aos agentes farmacológicos, o bom ambiente, o ar puro e o descanso são essenciais para uma boa recuperação. Ler Mais...

Escarlatina – Qual é o tratamento?

A escarlatina não é muito frequente nos bebés com menos de um ano, o que não quer dizer que não possa aparecer. Perante os sintomas, sinais e evolução, o diagnóstico não é difícil de se fazer. E o tratamento é com antibiótico. Há que ter algum cuidado porque os estreptococos tem mudado o seu perfil de resistência aos antibióticos, e há alguns que já têm 40% de insucessos, designadamente do grupo dos chamados macrólidos, alguns deles muito práticos porque se tomam apenas uma vez por dia durante três dias, ou outros que são de 12 em 12 horas. A penicilina ou um dos seus homólogos orais, como a amoxicilina, têm cem por cento de eficácia. Quarenta e oito horas após o início do tratamento o bebé deixa de ser infeccioso para outros. Para além do antibiótico, há que garantir todas as medidas de conforto do bebé, e o tratamento sintomático (baixar a febre, alimentar, com especial atenção ao estado do bebé). Ler Mais...

Como fazer o tratamento e realizar o prognóstico?

Uma septicemia exige imediato internamento hospitalar, numa unidade de cuidados intensivos ou de infecciologia especializada. De imediato são colocados soros para manter a tensão arterial, é dado oxigénio, administrados antibióticos, corticóides, e outros fármacos de urgência. O choque séptico tem uma mortalidade muito elevada (superior a 50%), estando muito dependente da precocidade do início do tratamento e da sua adequação. Ler Mais...

O que há a fazer?

É fundamental desculpabilizar os pais e procurar apoiá-los. Não há cura para o autismo e dificilmente se encontrará uma, dado que se trata de um problema de funcionamento global do cérebro. Contudo, talvez um dia as neurociências encontrem uma maneira de compatibilizar este «sistema operativo» com o dos restantes humanos, de forma a permitir o desenvolvimento da comunicação e, consequentemente, das emoções. Com um tratamento e abordagem adequadas, há maior probabilidade de a criança poder evoluir para uma vida com maior autonomia e quase «normal». Tudo depende do grau da doença e das áreas que estão mais perturbadas. A adolescência é um período crítico, por razões óbvias. Embora não exista cura, as intervenções que existem agora nada têm a ver com as que existiam há dez ou vinte anos. Os terapeutas do âmbito da neuropsicologia, psicomotricidade, comunicação, entre outros, abriram novos horizontes para que, mesmo não se podendo modificar o funcionamento cerebral ou o «erro» que existe no «sistema operativo», se possam colmatar essas lacunas com aprendizagem de competências e de desempenhos. Uma coisa é certa: quanto mais cedo o tratamento começar, maiores as probabilidades de êxito, e o tratamento só pode ser precoce se o diagnóstico for, ele mesmo, também precoce. O tratamento médico é discutível e deverá ser analisado pela equipa, em cada caso. Ler Mais...

Como tratar

Não existe um tratamento específico para a hepatite A. O tratamento baseia-se em medidas de suporte, ou seja, que asseguram o máximo bem-estar à criança e dirigem-se a cada sintoma que apareça. Repouso - não sendo necessário impor repouso à criança, até porque ela própria procurará descansar se sentir necessidade -, é aconselhável proporcionar-lhe um ambiente calmo e as condições de descanso. Dieta - não se justifica qualquer dieta especial, devendo-se oferecer à criança os alimentos que ela preferir e melhor tolerar. Deve tomar-se em linha de conta que, na fase inicial, a falta de apetite pode ser muito intensa, o que preocupa muito os pais, sobretudo se se associarem vómitos. Os alimentos doces e os não gordurosos são geralmente melhor tolerados. Entre o 3.° e o 5.° dia da fase de icterícia, a criança recupera o apetite. Outras medidas - não existe qualquer medicamento para a hepatite A. A febre, quando existe, é geralmente baixa e não causa problemas especiais. Se for elevada ou se causar incómodo à criança, dever-se-á baixar. Não se deve dar nada para os vómitos. Ler Mais...
Esmegma na crianca tratamento | Para Pais.