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Bolas de esmegma

São as acumulações de secreções sebáceas que ficam retidas debaixo da pele da pilinha, formando umas tumefações esbranquiçadas (que geralmente não causam sintomas). Aparecem cerca dos 2-3 anos, nas crianças cuja pele da pilinha ainda não vem até atrás, e o médico-assistente orientará. Ler Mais...

A exploração dos limites físicos e relacionais

A exploração dos limites físicos e do corpo é uma vertente de toda a vida, não apenas do primeiro ano ou da adolescência. Quando subimos (ou não!) uma escada e reparamos que ficamos cansados ao fim de uns quantos lances estamos a experimentar os nossos limites, tanto quanto um bebé quando trepa para uma cadeira, mesmo com o risco de cair. Nas alturas em que o bebé sente uma maior variação do corpo, seja nas suas dimensões (períodos de maior crescimento), seja nas suas competências (períodos de exercitação e aprendizagem com possibilidade de «fazer»), terá tendência a testá-lo relativamente aos objetos, aos espaços e às pessoas. Daí um bebé mexer numa determinada coisa, ouvir dos pais que não o deve fazer, experimentar dezenas de vezes e receber sempre um «não» até deixar de o fazer. Voltará a experimentar quando se julgar mais «forte. Do mesmo modo, a exploração dos limites do «poder» relativamente aos que mais lhe são próximos pais, irmãos, avós, educadores -, será uma consequência direta da sua evolução e construção cognitiva, intelectual, emocional e psicológica. O bebé, de cada vez que evolui terá que experimentar novamente as suas relações interpessoais. E numa óptica de conquista de poder, nunca de subserviência. Desta autêntica «bebedeira de poder», que os bebés com frequência têm, mas que lhes causa algum receio, tal o impulso que sentem para a frente, ou tão amplo é o movimento pendular, decorre a necessidade de ter segurança em que se reveja e refugie, e de balizas que lhe marquem minimamente o percurso e os limites. Um bebé precisa de elementos securizantes seja a rotina do dia-a-dia, seja a visão (depois a presença mesmo que não visível) dos pais e das pessoas mais importantes da sua vida. Não é por acaso que é em plena «crise» de autonomia motora e de capacidade de deslocação (o gatinhar ou andar agarrado cerca dos 9 meses) que o bebé começa a ter medo dos estranhos e a ficar mais agarrado aos pais as oscilações do pêndulo são maiores: o mesmo bebé que sai sozinho da sala a gatinhar e que só se deixa agarrar muito longe é o que olha para o avô que não vê há duas semanas e chora, refugiando-se nos braços do pai. Ler Mais...

Crescimento mais estável

A partir do início do segundo ano de vida verifica-se uma desaceleração normal do crescimento - patente aliás no desenho das curvas de crescimento do Boletim de Saúde Infantil e Juvenil: se olharem para ele podem constatar que o número de quilos que a criança vai aumentar no segundo ano é muito menor do que no primeiro, e por aí fora. Graças a essa desaceleração, que implica uma diminuição da quantidade de alimentos necessária, a que se soma um desinteresse pela comida e pelas refeições (salvo uma ou outra criança mais «amiga do prato»), os vossos filhos poderão passar por períodos em que revelarão falta de interesse pelos ou por alguns alimentos. Esta travagem no crescimento - que se assemelha a um avião que, depois da subida, entra em velocidade de cruzeiro -, embora normal causa alguma inquietação aos pais, até porque coincide com vários fenómenos: • A entrada para o infantário, com todas as dúvidas e culpabilizações dos pais e reações das crianças; • O grande surto de desenvolvimento, que perturba os pais porque sentem a criança «fugir», e da parte desta algum desinteresse pelos alimentos dado estar a concentrar-se noutros domínios; • A pressão da família e as comparações com os outros, sobretudo porque a criança está com mais crianças e é possível olhar para todas e ver o crescimento relativo; • O não saber muilo bem o que se vai passar e estar agarrado ao que se presenciou no primeiro ano de vida - para quase dois terços dos pais portugueses a única experiência que acompanharam e de que puderam «tomar notas»; • A falta de apetite normal, própria de quem está num período em que não cresce tanto, confundida com razões patológicas Estes são motivos para pensar que há um problema, quando se trata (salvo exceções) de uma evolução normal. Contudo, esta anorexia fisiológica pode ser motivo de grande preocupação para os pais e geradora de conflitos intrafamiliares (pais versus avós, por exemplo), conduzindo muitas vezes a práticas persuasivas contraproducentes (súplicas, ameaças, refeições demasiadamente prolongadas, rituais, etc.) um pouco como mencionei n'O Grande Livro do Bebé. Estas práticas, uma vez instaladas, podem perdurar durante bastante tempo, perturbando o ambiente do aglomerado familiar e fazendo da hora da refeição um autêntico suplício. Um aspeto muito típico da evolução normal de algumas chanças é ter (ases de grande crescimento e fases de latência, como se o crescimento se processasse em escada - no início de cada patamar, depois de ter crescido (subido o degrau), há um descanso que leva a que a criança não tenha muito apetite. Esta fase pode variar, em duração, de dois ou três dias a semanas Depois, passado o meio do patamar, antes de iniciar nova subida (ou seja, de voltar a ter um surto de crescimento), a criança retoma o apetite e começa a comer «como um loco» . Se os pais (ou os médicos, pressionados por eles) deram vitaminas porque estavam preocupados por ela não comer, verão recompensada a sua atitude, embora não exista nenhuma relação causa-efeito. Depois de um período em que come bem (e cresce), a chança volta a estagnar o crescimento, e pára novamente de comer como comia. E assim por diante. Por isso é que, passado o primeiro ano de vida, não é bom estar constantemente a pesar e a medir – tem de se dar tempo ao tempo para várias destas oscilações acabarem por dar um total uniforme, a menos que se notem sinais evidentes de emagrecimento, sobretudo ao nível das coxas. Por outro lado, há que entender as fases do desenvolvimento de uma criança desta idade, Com o seu desejo de autonomia e de afirmação da personalidade. Às vezes esta afirmação é levada ao exagero, com crises de negativismo centradas na refeição, sobretudo se os pais lhe franqueiam essa hipótese e dão muita importância ao assunto - a alimentação passa a ser «o» problema número um da família, com todas as angústias e manipulações subsequentes. Ler Mais...

O que se pode esperar de um bebé nas várias idades

Estas indicações correspondem à média que, como já se afirmou, não representa obrigatoriamente a normalidade. No entanto, estas linhas servem como referencial: se o bebé se afastar muito, em vários parâmetros, pode haver sempre uma razão fisiológica (ser prematuro, por exemplo, ter estado doente ou ter uma doença crónica), mas de qualquer modo, só nesses casos os pais deverão levar o filho ao médico assistente. É por isso muito importante que os pais levem o bebé às consultas de rotina, conforme consta do Boletim de Saúde Infantil e Juvenil. São idades-chave em que o desenvolvimento, a par do crescimento e de outras áreas, são avaliadas no momento e também numa perspectiva dinâmica. A avaliação do desenvolvimento psicomotor de um bebé tem a ver com as competências que distinguem o Homem de outros animais: •a postura e a motilidade grossa, a marcha (e o caminho até chegar a ela) •motricidade fina, ao nível da mão, que permite controlar e fabricar objetos •visão e audição, coordenadas e finas, o gosto, o olfacto, o tacto e o sentido propriocetivo (noção do próprio corpo) e cinestético (percepção das posturas e dos movimentos) •linguagem (designadamente a linguagem verbal) •competências cognitivas •competências e relacionamento social •e, claro, a mistura de todas estas vertentes, que revela a competência e capacidade global da criança, em termos de resposta às situações, adaptação ao mundo e às pessoas, e capacidade de vencer.

Por volta das seis semanas

•começa a sorrir •responde à face humana, expressando agrado •tem uma visão nítida, já focalizada, que permite por exemplo olhar com alguma atenção para os mobiles colocados sobre o berço •reconhece a voz e o cheiro dos pais •deita a língua de fora depois de ver os pais fazerem o mesmo •além do choro, emite uma série de sons que equivalem a expressões emocionais, para além de «rosnar», suspirar, etc. •consegue levantar a cabeça alinhada com o corpo, quando antes a tinha em baixo • quando puxado a sentar, o pescoço faz esforço para manter a cabeça direita e consegue, por momentos • quando se deita de costas flecte as pernas e os braços • se se segurar pelo ventre, de barriga para baixo, faz um grande esforço para se endireitar • ainda não tem a motricidade fina desenvolvida - não procura segurar em objetos • fica quieto se os pais produzirem um som prolongado

Por volta dos três meses

• começa a reparar nas mãos • abre e fecha as mãos, coordenadamente • agarra objetos que se colocam nas mãos •estica-se para agarrar um briquedo que esteja próximo •reconhece bem pessoas e objetos •ri, como expressão de felicidade •fica excitado com o biberão ou com o banho •deitado de bruços levanta a cabeça e ombros. Apoiado nos antebraços, aguenta-se •já aguenta relativamente bem a cabeça, quando sentado •interessa-se pelas mãos e rapidamente vai controlá-la, podendo começar a agarrar ou tocar objetos próximos, como as grades do berço •demonstra que gosta de ouvir música •acalma-se ou fica excitado com a voz dos pais, mesmo quando estes não estão presentes à vista se alguém vier de lado e chamá-lo, vira a cabeça para esse lado •vocaliza Por volta dos seis meses • rola sobre si próprio • começa a sentar-se sem apoio • segura um copo ou um biberão com as mãos • colocado de bruços, consegue levantar-se e, apoiado nos braços, rola sobre si próprio • deitado de costas, consegue levantar a cabeça e apoiar-se no calcanhar • puxado a sentar, fica muito bem ereto • já consegue ficar encostado a um muro sem apoio lateral • pondo-o de pé, já se apoia firmemente nas pernas • já agarra em pequenos objectos e leva-os à boca • com uma roca, já sente graça em fazer barulho • brinca com os pés e leva-os à boca • dá gargalhadas •usa vários tons de voz para se expres- sar, conforme está contente ou zangado •produz sons batendo nas coisas, para chamar a atenção •já gosta muito de brincar, quer com brinquedos, quer com as pessoas •já volta quase instantaneamente a cabeça quando ouve alguém chegar, e está atento a pequenos sons, voltando a cabeça para o lado deles Quando os bebés, pelos 7-8 meses, começam a achar graça às coisas que desaparecem, demonstrando pois que sabem da sua existência mesmo sem as verem, têm o que se chama o «conceito de permanência». São os ursos que atiram para o chão (e que os pais têm que apanhar), os objetos que escondem numa mão ou atrás de uma almofada. Esta fase é muito importante, e deve ser estimulada com os jogos de esconde-esconde («não está cá!» «está, está!»),com uma fralda que tapa o bebé ou com o desaparecimento de objectos nas mãos dos pais ou noutro local. Este ponto de partida dará ao bebé um nível superior de segurança os pais, mesmo quando desaparecem da visão, poderão estar presentes e à distância de um gritinho. Trata-se de uma fase muito importante do desenvolvimento, e sinal de que o bebé quer «sair de si» e descobrir o mundo. Noutras palavras, a «tempestade tropical» vai tornar-se num «furacão de grau 5»...

por volta dos nove meses

•senta-se sem ajuda durante 10 a 15 minutos •mantém o equilíbrio, sentado, enquanto faz outras atividades (tentar agarrar um boneco, por exemplo) •já se pode aguentar de pé, apoiado •pode já dar uns passinhos, agarrado •pode gatinhar, embora não seja uma etapa obrigatória •agarra bem nas coisas, com a pinça que forma com o polegar e o indicador •procura brinquedos que deixou cair •experimenta os brinquedos, puxando, agitando, batendo no chão ou segurando •pode já segurar numa colher •responde pelo nome •diz adeus e faz «gracinhas» •começa a reagir às pessoas e ambientes diferentes •começa com ansiedade de separação dos pais • já percebe que as coisas quando desaparecem da visão não deixam de existir gosta de brincar às escondidas, quer com objetos, quer com as pessoas e consigo próprio • começa a pairar, a emitir sons e a gostar de se ouvir; começa a gostar de entender os diversos sons

Por volta dos doze meses

• pode já andar • pode dizer palavras com significado • pode segurar um lápis na mão Ler Mais...

Alguns parâmetros do desenvolvimento, nas várias idades, e sinais de alarme

Como cada criança se desenvolve com um ritmo próprio, é impossível dizer com exacti- dão quando é que «deve» fazer determinada tarefa ou adquirir uma dada competência. Os parâmetros de desenvolvimento dão uma ideia geral das alterações e aquisições que são de esperar, mas nunca se pode esquecer que a criança cresce e se desenvolve de maneira integrada, e que - salvo raras excepções -, um só critério para a avaliar não é suficientemente válido. A vigilância, porque alguma tem de ser feita, deve assentar na detecção dos chamados «sinais de alarme», que não indicam por si uma doença mas que devem, pelo menos, fazer com que a criança seja observada pelo médico-assistente, com vista ao esclarecimento da situação. Parâmetros de desenvolvimento 12 meses • quando se esconde atrás de uma fralda ou de uma porta, e reaparece, a criança manifesta agrado e gozo com a brincadeira? • localiza sons, virando a cabeça? • diz «ma-ma» e «<pa-pa»? Faz outros sons? • diz uma palavra? • tenta pôr-se em pé, agarrada? • já dá uns passos agarrado aos móveis e sofás? 18 meses • consegue segurar num copo ou caneca (de tamanho normal), sem ajuda, e beber sem entornar? • consegue atravessar uma sala ou um quarto, de ponta a ponta, sem cair ou bater nos móveis? • consegue andar sem apoio? • diz pelo menos duas palavras? • já tenta tirar os sapatos (sem atacadores) sozinho? • tenta comer sozinho? Sinais de alarme 12-18 meses • não consegue andar aos 18 meses; • depois de alguns meses de saber andar, anda sempre em bicos dos pés; • não sabe pelo menos 15 palavras aos 18 meses (pode, no dia-a-dia, não dizer nada porque não precisa, mas os pais devem já ter ouvido estas palavras, proferidas com sentido); • não diz uma frase de duas palavras, aos 2 anos de idade; • aos 15 meses, não entende a função de objectos diariamente utilizados, como a escova de cabelo, telefone ou telemóvel, campainha, garfo, colher; • não imita acções ou palavras no final deste período; • não compreende ordens simples, aos 2 anos; • não consegue empurrar um brinquedo com rodas, aos 2 anos de idade. 3 anos Marcha e motricidade grossa • trepa; • consegue subir e descer escadas alternando os pés nos degraus; • dá um pontapé numa bola; • corre com facilidade; • pedala num triciclo; • inclina-se para a frente sem cair. Motricidade fina • desenha linhas verticais, horizontais e circulares com uma caneta ou lápis: • volta as páginas de um livro; • faz uma torre de seis cubos; • pega num lápis correctamente; • consegue enroscar e desenroscar; • dá volta a volantes. Linguagem • obedece a ordens com duas ou três linhas de acção; • reconhece quase todos os objectos e imagens comuns; • percebe a maioria das frases; • percebe conceitos físicos relacionais como «sobre», «dentro», «debaixo», etc; • usa frases de 4 e 5 palavras; • sabe o seu nome, idade e sexo; • as pessoas que não o conhecem entendem a maior parte do seu discurso; Sinais de alarme - 3 anos • cai com frequência; • tem dificuldade em subir ou descer escadas; • baba-se muito; • tem uma linguagem não entendível pelos mais próximos; • não consegue fazer uma torre de mais de 4 cubos: • não consegue manipular objectos pequenos; • não consegue desenhar um círculo, aos 3 anos; • não consegue comunicar, mesmo que com pequenas frases; • não se interessa pelo faz-de-conta; • não entende ordens simples; • pouco se interessa pelas outras crianças, nem sequer para conflitos; • ansiedade de separação constante. • usa pronomes (eu, tu, meu, nós, eles) e plurais (carros, cães, gatos), mesmo que -escorregue» nas excepções gramaticais («eu fazí» em vez de «eu fiz») Cognitivo •brinca facilmente com brinquedos mecânicos; • consegue associar um objecto real com a imagem num livro; • brinca ao faz-de-conta com bonecos, animais e pessoas; • divide os objectos segundo o formato e a cor; • faz puzzles de 3 e 4 peças; • percebe o conceito de «dois». Social • imita os adultos e amigos; • tem manifestações afectivas espontâneas com os familiares e amigos; • sabe esperar a sua vez num jogo; • entende o conceito de «meu» e «dele-. Emocional • expressa afectos e sentimentos abertamente; • expressa e conhece emoções, sabendo até imitá-las e fingi-las; • aos 3 anos, consegue separar-se dos pais sem ansiedade, quando transita para um ambiente que conhece; • habitua-se às rotinas. 4 anos Motricidade grossa • salta e consegue equilibrar-se num só pé durante pelo menos 5 segundos; • sobe e desce escadas sem apoio; • pontapeia uma bola com direcção; • atira a bola com a mão; • consegue apanhar uma bola lançada na sua direcção; • consegue andar para a frente e para trás com facilidade. Motricidade fina • desenha formas quadradas ou rectangulares; • desenha uma pessoa com 2 a 4 partes do corpo • usa uma tesoura; • consegue começar a copiar algumas letras maiúsculas, reconhecendo as do próprio nome. Linguagem • entende o conceito de «igual» ou «diferente»; Sinais de alarme - 4 anos • não consegue atirar uma boia com a mão; • não consegue dar saltos no mesmo lugar; • não consegue andar de triciclo; • não consegue segurar num lápis entre o polegar e os outros dedos; • tem dificuldades em desenhar; • não consegue equilibrar 4 cubos; • mostra uma grande ansiedade de separação; • não se interessa por jogos interactivos; • ignora as outras crianças; • tem um medo atroz de qualquer pessoa que não seja a família restrita; • não joga ao faz-de-conta; • resiste a vestir-se, dormir ou aprender a ir à casa-de-banho; • não tem auto-controlo; • não consegue desenhar um círculo; • não usa frases com mais de 3 palavras; • não usa o «eu» e o «tu» adequadamente. • sabe usar as regras principais da gramática; • fala com frases de 5 a 6 palavras; • fala suficientemente bem para ser entendido por estranhos; • conta histórias. Cognitivo • sabe as cores principais; • entende o conceito de contar e sabe alguns números; • dá a sua opinião e tem a sua razão; • começa a ter uma noção do tempo e suas referências; • cumpre ordens com 3 etapas; • lembra-se de partes de histórias; • gosta muito do faz-de-conta. Social • gosta de desafios e experiências novas; • coopera com outras crianças; • brinca «aos pais e às mães»; • adiciona pormenores criativos às histórias; • sabe fantasiar; • veste e despe roupas simples; • começa a negociar, num conflito; • ganha independência. Emocional • vê monstros nas imagens ou representações desconhecidas; • vê-se como uma pessoa com corpo, mente e sentimentos; • distingue a realidade da fantasia na maior parte das situações. 5 anos Motricidade grossa • equilibra-se num só pé durante pelo menos 10 segundos; • salta em comprimento e altura; • dança, trepa; • salta nos dois pés. Motricidade fina • desenha um triângulo e outras formas geométricas; • desenha a pessoa com corpo; • sabe algumas letras e desenha-as; • veste-se e despe-se; • usa a colher, o garfo e, por vezes, a faca; • usa a casa de banho. Sinais de alarme - 5 anos • está sempre com medo ou apresenta timidez extrema; • é muito agressivo; • não se consegue separar dos pais; • distrai-se facilmente e não consegue concentrar-se mais do que 5 minutos numa actividade; • não se interessa pelas brincadeiras comuns; • recusa-se a responder às pessoas ou dá uma resposta demasiadamente seca ou breve; • não usa fantasia ou imitação, no jogo; • está sempre triste e raramente sorri; • não se interessa por muitas actividades; • evita outras crianças; • não expressa emoções (chorar, rir); Linguagem •sabe recordar partes de histórias; • fala com frases de mais de 5 palavras; • usa os verbos no futuro; • conta histórias longas; • sabe o nome completo e a morada. Cognitivo • sabe contar até 10; • sabe pelo menos 4 cores; • sabe bem o conceito de tempo; • sabe distinguir grupos de acções e objectos: dinheiro, comida, brincar, higiene. Social • gosta de agradar; • gosta de copiar os amigos; • aceita regras; • gosta de actuar, dançar e cantar; • é muito independente e gosta de fazer as coisas sozinho. Emocional • tem noção da sexualidade; • sabe distinguir a fantasia da realidade; • exige, mas sabe cooperar e partilhar. • come e dorme mal; • não sabe usar a casa de banho; • não dislingue a fantasia da realidade; • é demasiado passivo; • não entende ordens de duas etapas; • não sabe o seu primeiro e último nome; • não usa adequadamente plurais nem os verbos no passado; • não fala das suas actividades diárias; • não faz uma torre de 6 a 8 cubos; • segura mal no lápis; • não consegue vestir-se ou despir-se; • não consegue lavar os dentes; • não sabe lavar e secar as mãos. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre a higiene

Até que ponto deve ir a lavagem das mãos, em nossa casa? A lavagem das mãos com água e sabão remove a flora transitória, embora não remova nem mate a flora residente - mas isso é o que basta no dia-a-dia e em nossas casas e infantários. Uma lavagem das mãos bem leita e nos momentos em que deve ser, poderá impedir três dos principais modos de transmissão de doenças: fecal-oral, contacto indireto com secreções respiratórias e contacto direto com fluidos corporais. Nestes tipos de transmissão englobam-se praticamente todas as doenças que os nossos filhos têm, no dia-a-dia. Os toalhetes de limpeza servem para lavar as mãos? Os toalhetes de limpeza não limpam eficientemente as mãos, não devendo pois ser usados como alternativa à lavagem acima descrita, mas apenas quando forem mesmo necessários e de modo temporário. Com que idade se pode utilizar um sabonete comum? A partir dos 2 anos poder-se-á usar um sabonete, e a da escolha será conforme o gosto dos pais. No entanto, não se devem usar sabonetes demasiadamente apetecíveis, com cheiro e sabor a morango ou pêssego, por exemplo, porque a criança pode ter vontade de os comer. Que champô devo usar e como convencer o meu filho a lavar a cabeça? Deve optar por um que não taça arder os olhos e nos mais crescidos, que muitas vezes inventam o -drama- do champô para se esquivarem do banho, arranje uma pala ou uns óculos de piscina, porque acaba por introduzir um elemento engraçado e de brincadeira Não será disparate aquecer o champô mergulhando previamente o frasco em água quente do banho ou no lavatório, porque há crianças que detestam a sensação de uma coisa tria a escorregar-lhes pele pescoço. Devo usar amaciador? É recomendável, porque pentear é sempre um momento difícil quando o cabelo é fino, come acontece em quase todas as crianças, especialmente se for encaracolado, em que a escova ou pente se prende. Devo usar secador elétrico? O uso de secador é conveniente, sobretudo no Inverno, porque não é bom ficar com a cabeça molhada a arrefecer - é preciso cuidado, no entanto, para o secador estar sempre em movimento, para não se centrar demasiado tempo no mesmo local (risco de queimadura), e afastá-lo da água (risco de eletrocussão). Algumas crianças têm medo do barulho, mas o pentear costuma ser do agrado da maioria, sobretudo se feito com ternura e brincadeira (sentem-se princesas ou príncipes...) O meu filho tem 3 anos e berra cada vez que ligo o chuveiro. O que devo fazer? A brincadeira pode fazer a diferença, bem como o ensino progressivo de ser o seu próprio filho a segurar no chuveiro e a aplicar, devagar, o jato de água. Muitas vezes a má vontade vem de experiências anteriores em que o chuveiro estava quente ou frio (não esquecer que as várias zonas do corpo não têm a mesma sensibilidade térmica), ou em que o champô, mesmo sendo daqueles que não ardem nos olhos, encheram a cara e não deixaram abrir as pálpebras Tudo isto contribui para a sensação de perder o fio aos acontecimentos, do que ninguém gosta, designadamente as crianças. Como devo lavar a cabeça dos meus filhos, para que eles aceitem e para que não gritem como gritam? Faça movimentos suaves, circulares (como se fosse uma massagem), explicando o que se está a fazer numa linguagem fantasiosa e meiga (-Vamos lavar cada cabeio de uma vez. Agora este que se chama Pedro, depois aquele que se chama Miguel E este cabelo, como é que achas que se chama7-), pode transformar completamente um ambiente de guerra num momento de felicidade mútua Colocar a cabeça para trás quando se lava o cabelo, sobretudo ao retirar o champô, é muito importante para evitar que a cara receba doses de água e produto que não deixam abrir os olhos, respirar e até podem fazer engolir água. A minha filha, de 2 anos, tem sempre cera nos ouvidos. Por mais que faça, está sempre com cera. Até sinto vergonha... Ter cera não é sinónimo de falta de higiene, pelo contrário, e sinal de que os pavilhões auriculares estão a funcionar bem. Assim, não se devem limpar os ouvidos com cotonetes ou similares, porque só servirá para empurrar as secreções para locais mais fundos do canal auditivo, fazendo com que ela fique uma argamassa mais dura, um autêntico rolhão que pode prejudicar a audição E. também, para fazer pequenas feridas que podem causar comichão e ela coçar, a ferida, e abrindo portas à invasão das bactérias. Existem cotonetes com uma proteção redonda maior, e a utilizar algum cotonete deverá ser deste tipo. Devo ensinar o meu filho, de 3 anos, a assoar-se? Assoar-se e não fungar Assoar-se e não fungar. São palavras de ordem que têm de ser repetidas até à exaustão, sobretudo depois dos 2 anos e meio de idade, altura em que já é possível uma criança assoar-se. O mecanismo de expelir o ar pelo nariz é dependente de um «click» que, uma vez aprendido, já não se esquece. Mais rapidamente se fará se os pais, com jeito e paciência, não esperando que seja à primeira que o filho consegue, ensinarem esse mecanismo. Tenho uma bebé de ano e meio. Como devo cortar as unhas? Aproveite quando ela está a dormir porque não se mexe tanto e as hipóteses de se fazer um corte no dedo são muito menores. Quando for maior, cerca dos 2 anos, já pode fazer com ela acordada. Não corte as unhas muito curtas porque elas retraem-se e, ao crescer, podem encravar na pele, causando infeção e dor, para além de expor a polpa do dedo a traumatismos durante as atividades da criança, o que pode provocar dor. A unha deve ser cortada a direito e o ângulo reto que fica em cada lado, limado com uma lima de cartão, bem como devem ser limados também os bordos das unhas. Notei no meu filho uma zona encarnada junto a duas das unhas, depois de as ter cortado. O que pode ser? Se as pontas das unhas, junto à pele, estão encarnadas e inchadas, pode estar a ocorrer uma inflamação. O melhor será consultar o médico-assistente, mas numa fase inicial pode aplicar um pacho de álcool, durante uns minutos, seguindo-se a aplicação de um soluto desinfetante. Mas convém afastar os dedos do nariz da criança, porque o álcool evapora e é inalado, podendo causar hipoglicemia. A minha filhota tem umas unhas dos pés que se partem, enrolam e no dedo pequenino quase não existem. É normal? As unhas dos pés são cada vez mais «esquisitas», incompletas, às vezes praticamente não existindo, noutras enrolando para dentro e formando uma massa compacta e dura, talvez por que as unhas dos pés tenham cada vez menos funções. Ainda temos unhas porque as mudanças genéticas são vagarosas, mas desde que eram utilizadas como armas ou para outras funções, como nos agarrarmos, muito tempo passou e é daqueles órgãos que parecem não te razão de existir. Até deixarem de existir, vamos ter de conviver com estas unhas, cada vez mais estranhas e difíceis de manter cortadas e controladas. O meu filho de 2 anos e meio chora cada vez que lhe corto o cabelo. E agitasse, dificultando-me ainda mais a tarefa... Pode ter medo. Se dizemos às crianças, vezes sem conta, que as tesouras são objetos que podem fazer «dói-dói» e se as retiramos do alcance delas (pelo menos até aos 3 anos), a ideia que vão ter junto da cabeça - uma área que não dominam e que não vêm -, um desses instrumentos pode ser complicado. Experimente fazer do acho uma história fantástica, para ver se ele alinha e esquece o ato em si. Junto das orelhas é preciso muito cuidado, porque qualquer gesto intempestivo, até o de ele virar a cabeça porque alguém chegou e o chamou, pode magoa-lo seriamente. O que é um micropénis? Um micropénis não é igual a pensar que a criança tem uma «pilinha pequenina- (isso é subjetivo). O micropénis (abaixo do percentil 3 para a idade e tamanho) é uma situação rara – em Portugal nascerão cem crianças por ano com esta situação. As causas podem ser muitas, passando pela mais completa normalidade. Está demonstrado que, dentro de certos limites, o tamanho do pénis não está relacionado com o desempenho sexual ou com a capacidade reprodutiva. Quando é que se deve puxar a pilinha? A partir do ano de idade pode começar a puxar-se, muito cautelosamente, nunca ultrapassando o limite que os pais sentem que é o momento em que continuar a puxar «era de mais». É uma sensação que se tem: primeiro há uma ligeira resistência que se vence, depois outra em que forçar seria traumatizante. Se até aos 3 anos e meio, mais coisa menos coisa, a situação não estiver resolvida então provavelmente já necessitará da ajuda de um cirurgião pediatra, que puxará (e deverá ser ele) com algum aparato, mas com eficácia, a pilinha para trás. O que é fimose? É a mesma coisa que «aderências»? Convém distinguir duas coisas: uma o aperto (fimose), outra a situação em que a pele não vem para trás porque as duas camadas estão aderentes (chamada "aderências balano «prepuciais», ou seja, entre a glande e o prepúcio). É esta última que pode ser resolvida sem recurso a cirurgia. Deve fazer-se circuncisão? Há vários argumentos para se fazer a circuncisão - médicos, culturais e religiosos (como no judaísmo, ao oitavo dia depois do nascimento, ou no islamismo, mais perto dos 5 anos). Um aspeto fundamental é que, se se fizer, deverá sê-lo num meio hospitalar, com todos os cuida- dos de assepsia, porque o maior risco são as infeções. Depois do ano de idade, a circuncisão pode justificar-se, nos casos em que o aperto não evolui passados os 3,4 anos de idade, ou em que ocorrem infeções frequentes ou dificuldade em urinar. O que é o esmegma? São bolas de sebo, secreções e células mortas que se acumulam entre a pete da pilinha e a glande. Os pais dão por elas ao verem umas -coisas- esbranquiçadas, às vezes do tamanho de uma ervilha ou de um bago de arroz grande, debaixo da pele, numa pilinha em que o prepúcio não vem completamente para trás. Estas bolas não incomodam o bebé, mas podem eventualmente inteclar, pelo que é útil a ajuda de um cirurgião. Em que Idade é que é de prever que as crianças controlem o xixi e o cocó? Na maioria dos casos, as crianças começam a controlar os esfíncteres entre os 2 o os 4 anos, embora tenhamos de ver várias (ases: controlo das tezes e da urina, controlo diurno, a hora da sesta e noturno. São pois várias etapas a considerar, c cada uma tom especificações e (atores que as podem acelerar ou atrasar Há primeiro que tudo a maturidade biológica, ou neuromuscular - a criança consegue controlar a bexiga de forma a manter se seca durante algumas horas. Esta maturidade costuma acontecer entro os 2 e os 3 anos No entanto, há uma segunda tração que tem a ver com a maturidade psicológica No fundo é reconhecer que -apetece-me fazer- ou «preciso de lazer», «tenho de ir já» e «tenho de ir antes de». Devo zangar-me quando faz xixi nas cuecas? São escusados zangas e açoites. Os sinais provenientes da bexiga o do reto importam-se pouco que os pais estejam stressados Pelo contrário O medo atrasa as coisas E a sensação de injustiça também. Uma criança ser castigada por uma coisa que no controla é humilhante e negativo Pelo contrário, está provado quo envolver este passo do desenvolvimento com afeto e compreensão acelera as coisas Já reparei que o meu filho, de 2 anos e meio, faz cocó a seguir ao almoço. Acha que vai ser regular? Há um reflexo alimentar, chamado «gastrocólico», que se traduz por uma estimulação do intestino quando os alimentos dilatam o estômago. É natural, portanto, que depois das refeições as crianças tenham mais vontade de fazer Pode aproveitar essa situação para o treino. Outras crianças têm hábitos intestinais muito certinhos e é previsível a hora a que vão fazer - pode-se aproveitar para pôr no bacio ou levar à retrete. O meu filho, de 3 anos, odeia o bacio. Os bacios, mesmo os que têm apoios e não gingam, são muito desconfortáveis, sobretudo para os rapazes As bordas do bacio magoam e a posição não é simpática Quando está no bacio convém um adulto estar por perto, porque se o bacio cai, a criança apanha um grande susto e isso vai fazê-la regredir algumas semanas Deixe-o fazer na sanita - ele até vai achar piada imitar o pai. A minha filha tem 2 anos e está a aprender a usar o bacio. Mas às vezes demora Imenso tempo. Que tal trazê-la para a sala? Levá-la para a sala ou para outro sítio «social» não me parece adequado, porque expõe-na aos olhares dos outros numa situação que deve ser de intimidade. Mesmo com a vantagem de estar à frente da televisão e fazer sem dar por isso, não julgo ser o caminho mais certo, porque equivale, no fundo, a continuar a fazer nas traídas. O fazer deve ser um ato em que a criança sente, retém, vai ao locai certo e faz. Esse é que é o objetivo da aprendizagem e não o poupar traídas. Uma vizinha minha começou a tirar as fraldas ao bebé de 2 meses. E a minha filha tem 2 anos e ainda não pede para fazer... Começar aos 2 ou 4 meses de idade ô defendido por algumas pessoas. Há quem argumente que o atraso para os 2 ou 3 anos é característico da sociedade ocidental o até quem veja nisso uma manobra qualquer das empresas que fabricam fraldas descartáveis, quase uma cabala ou uma teoria da conspiração A minha opinião sincera, tendo em vista o percurso normal do desenvolvimento, é que essa prática não tem fundamento neuro motor nem psicológico Então aquelas mães que dão peito com o bebé no bacio, devo dizer que acho confrangedor porque mistura duas coisas à partida diferentes na cabeça das crianças. O meu filho já há muito tempo pede para fazer xixi, mas o cocó é sempre na fralda. Mais, até pede para pôr a fralda para fazer... E a mãe não diz que «ele tem um presente»? Mintas crianças sentem-se mal ao fazer cocó sem qualquer «sentido lógico» - o cocó é parte deles e da sua pessoa No fundo, é dar o presente, sem sequer ser embrulhado, a ninguém A fralda representa um embrulho - qualquer dos Leitores, quando vai dar uma prenda a alguém, embrulha-a sempre. E dar aos pais, quo são as pessoas mais queridas, tem um significado ainda maior. O que há que fazer é convencer a criança que o seu cocó, feito no bacio ou na retrete não se vai perder c até pode alimentar os peixinhos do mar. Como é que podemos perceber se o nosso filho está com vontade de ir à casa de banho? Estejam atentos aos sinais que ela vai dando, como acompanhar-vos à casa de banho, encostar-se a um cantinho com as pernas apertadas, ficar subitamente silencioso e parar de brincar, etc. Sem correrias, mas com mimo, facilitem a ida à casa do banho. E mesmo que ele diga que não quer, pode sempre dizer-se: «Este dedinho diz-me que tu queres, só que tu ainda não deste por isso». A minha tilha tem 4 anos e quando saímos recusa-se a fazer noutra casa de banho que não seja a de casa. Ora isso cria-nos uma série de problemas... Há crianças a quem as casas de banho do jardim-de-infância ou públicas metem nojo e com razão para isso. O cheiro e a falta de privacidade fazem com que muitas crianças retenham a urina ou as fezes, causando problemas de enurese c encoprese, pequenos descuidos e uma deficiente programação e controlo dos esfíncteres. O que é a enurese noturna? Diz-se que uma criança tem enurese noturna quando continua a urinar inadequadamente, de maneira involuntária e inconsciente, numa idade em que o controlo dos esfíncteres já deveria ser normal. Pode haver causas psicológicas para a enurese? Excetuando os casos bem identificados de enurese transitória associada a stresse e a traumas emocionais ou ambientais, não há dados que permitam afirmar convictamente que os fatores psíquicos são causa de enurese. Pelo contrário crê-se que o aparecimento de problemas psicológicos é mais um efeito da enurese (e da maneira negativa como o problema é encarado em casa) do que a sua causa. Por vezes há acontecimentos sentidos como traumáticos petas crianças que podem fazer com que elas voltem a ter enurese noturna quando a tinham deixado de fazer xixi na cama - contam-se nestas causas psicológicas, por exemplo um divórcio reconte, situações de disfunção ou violência familiar, falecimento de alguém próximo, nasci- mento de irmãos, má integração escolar, algum acontecimento grave mesmo que só assim seja sentido na perspetiva da criança, entre outros. Devo castigar a minha filha quando molha a cama? Não Nunca Uma boa iniciativa é recompensar os dias «secos» e, por outro lado, não castigar os dias «molhados» Pode ser motivador a elaboração de um calendário em que a própria criança regista os dias «secos» e «molhados», pintando-os com as cores de que menos e mais gosta, respetivamente. A visualização da evolução semanal pode ser muito motivadora. O que é a encoprese? Considera-se que uma criança que, depois dos 4 anos, suja com frequência as cuecas com cocó lerá uma encoprese. Desta definição saem, obviamente, todas as que, por mero acidente: não ter casa de banho própria, estarem com diarreia ou qualquer outra situação, façam nas cuecas ocasionalmente ou com causas perfeitamente circunstanciais Noventa por conto dos casos de encoprese são devidos a obstipação. O mecanismo é muito simples: as fezes são duras e a criança sente vontade do fazer, por pressão na ampola rectal, mas como dói retrai-se. As fezes secam mais e a reação natural do reto é produzir secreções naturais para tentar lubrificar e ajudar a saída. Muitas vezes não é suficiente, pelo que a criança tem vontade, - «puxa», pode até emitir gases, e com eles sai um pouco desse líquido que suja as cuecas. Porque é que o meu filho pode ter prisão de ventre? Por muitas razões, desde a herança genética até a uma alimentação com baixo teor em fibras excesso de produtos refinados, poucos vegetais e frutos (como brócolos e ameixas), excesso de banana, cenoura o arroz, leite de vaca, baixa ingestão de produtos integrais e de farelo, baixa ingestão de água, passando pela falta de exercício, designadamente andar a pé e ao estabelecimento de um circulo vicioso de -fezes duras - dor - retraimento - secagem das fezes - mais dor - mais retraimento - lassidão dos músculos que controlam a defecação-, o nojo de casas de banho públicas ou nos infantários e Jardins-de-infância, o sentimento de que o -presente- não se faz em qualquer lugar e não se dá a qualquer pessoa ou eventualmente acontecimentos sentidos como traumáticos, com a consequente regressão para níveis anteriores de desenvolvimento - separação e divórcio, morte do alguém próximo, mudanças de casa ou entrada para a escola, por exemplo. Ler Mais...
Esmegma agarrado | Para Pais.