Resultados para: "escarlatina pode tomar antipiretico com antibiotici"

Você está a ver grávida , alimentação e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa escarlatina pode tomar antipiretico com antibiotici. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Escarlatina – Uma amigdalite «com pintas»

A escarlatina ainda é urna doença que provoca alguma ansiedade nos pais. Ouvem-se histórias de pessoas que ficaram com problemas cardíacos, outras com problemas renais, por causa da escarlatina. Em algumas escolas ainda pedem aos pais que só voltem daí a umas semanas. Mas o caso não é para isso, embora a escarlatina tenha que ser atempadamente diagnosticada e correctamente tratada. A escarlatina é, apenas, uma amigdalite «com pintas». Nada mais. Ler Mais...

Escarlatina – Qual é o tratamento?

A escarlatina não é muito frequente nos bebés com menos de um ano, o que não quer dizer que não possa aparecer. Perante os sintomas, sinais e evolução, o diagnóstico não é difícil de se fazer. E o tratamento é com antibiótico. Há que ter algum cuidado porque os estreptococos tem mudado o seu perfil de resistência aos antibióticos, e há alguns que já têm 40% de insucessos, designadamente do grupo dos chamados macrólidos, alguns deles muito práticos porque se tomam apenas uma vez por dia durante três dias, ou outros que são de 12 em 12 horas. A penicilina ou um dos seus homólogos orais, como a amoxicilina, têm cem por cento de eficácia. Quarenta e oito horas após o início do tratamento o bebé deixa de ser infeccioso para outros. Para além do antibiótico, há que garantir todas as medidas de conforto do bebé, e o tratamento sintomático (baixar a febre, alimentar, com especial atenção ao estado do bebé). Ler Mais...

Escarlatina – Quais são os sintomas?

A criança aparece com febre alta dores de cabeça ou de barriga, dificuldade a engolir, falta de apetite, mal-estar e a língua muito encarnada, quase «escarlate». Depois de umas horas ou escassos dias, a língua fica branca, a febre mantém-se e aparecem pequenas manchas, como pequenos pontos, poupando a zona à volta da boca e do nariz, mais concentradas no sangradouro (braços). Depois a febre desce, e a criança começa a melhorar, porque na quase totalidade dos casos o diagnóstico é feito e a terapêutica instituída. Nos raros casos, actualmente, (frequentes há décadas) em que a doença seguia o seu curso, também curava espontaneamente, apesar de mais dias de enfermidade, Só que ficava o risco do aparecimento de febre reumática, e das lesões do coração ou dos rins. geralmente muitos anos depois da escarlatina. O mesmo se passava, aliás, com amigdalites estreptocócicas não tratadas. Passados alguns dias, a pele começa a descamar, voltando a ter o aspecto inicial. Ler Mais...

Escarlatina

A escarlatina é uma doença que afeta as crianças em idade pré-escolar e que é muitas vezes mal entendida. Trata-se de uma infeção, provocada por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico, do grupo A da classificação de Lancefield, um micróbioparente do estreptococo que causa as amigdalites «com pontos brancos». Os sintomas começam geralmente por uma amigdalite, com febre alta (39°-40°), língua avermelhada (quase cor de framboesa) e os sinais de mal-estar comuns a quase todas as infeções bacterianas (falta de apetite, dores de cabeça e de barriga, prostração). O facto de haver uma infeção na garganta pode ocasionar vómitos e tosse seca. Passados um a dois dias do início dos sintomas aparecem as manchas na pele, muito típicas, como se fossem «cabeças de alfinete», avermelhadas, poupando as zonas à volta da boca e do nariz, e também as pregas do sangradouro – é este aspeto da pele que caracteriza a escarlatina e que a diferencia de uma «vulgar» amigdalite bacteriana. Volvidos dois a três dias, coincidente com uma melhoria dos sintomas, a pele começa a descamar, em pequenas lâminas. Como qualquer infeção bacteriana, e muito particularmente as causadas pelo estreptococo do grupo A, a criança deve ser medicada com antibiótico - mas o antibiótico tem de ser adequado a esta bactéria. A penicilina e seus derivados são os mais eficazes. Como a injeção de penicilina é dolorosa e mais traumática do que um xarope, sempre que possível deve dar-se a amoxicilina, e bastam seis dias para tratar. Ao fim de 48 horas completas de antibiótico a criança deixa de ser infeciosa. O risco de uma escarlatina mal tratado (como, aliás, de qualquer amigdalite com pontos brancos-) é poder gerar, futuramente, febre reumática ou doença renal, por um mecanismo que tem a ver com a imunidade e a formação de anticorpos que agridem o coração e os rins infelizmente, depois do quase desaparecimento da febre reumática, há evidências de que está a ressurgir e uma das causas que contribuem para isso pode ser o tratamento antibiótico inadequado (na escolha na dose, no tempo de tratamento, etc.). Com tratamento adequado ao fim de 48- 72 horas a chança poderá «bacteriologicamente falando» voltar para o infantário ou jardim-de-infância, desde que esteja bem. Evidentemente não fará mal nenhum, se houver condições para isso, a criança ficar mais uns dias em casa, a convalescer. Finalmente, se aparecerem casos de escarlatina, os pais das crianças que mais diretamente provam com essa (mesma sala amigos do recreio) deverão ser informados do caso e contactar o médico-assistente da sua criança, com vista a fazer uma análise do exsudado da garganta («zaragatoa») para identificar a infeção. Os adultos que contactam diretamente com a criança também deveriam fazer a análise. Atualmente, cada vez mais laboratórios e hospitais têm métodos que permitem, numa primeira apreciação, fazer uma triagem do estreptococo em escassos minutos. Ler Mais...

Febre

O que é a febre? A febre é um sinal importante. Ao contrário do que se pode pensar, a febre é uma resposta biológica muito complexa a um grande número de agentes externos e disfunções internas. É um dos sintomas mais frequentes nos grupos etários infantis. A elevação da temperatura tem um papel muito importante na luta contra a infecção, por exemplo, através de: - diminuição do ritmo de crescimento de certos vírus, bactérias e fungos - alterações estruturais nos microorganismos, que os inativam - diminuição da produção de fatores de virulência - aumento da actividade das defesas imunológicas - aumento da actividade dos antibióticos A febre não é uma doença, é um sinal. A ansiedade dos pais e o desejo de dar um antipirético fazem com que, muitas vezes, se hipermedique a febre, apesar dos crescentes conhecimentos científicos que sugerem que esta atitude, além de comportar alguns riscos, é, em muitos casos, desnecessária e ineficaz. Ler Mais...
Escarlatina pode tomar antipiretico com antibiotici | Para Pais.