Resultados para: "escabioze humana prejudiga uma gestacao"

Você está a ver bebé , bebé e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa escabioze humana prejudiga uma gestacao. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Estou com 25 semanas de gravidez e o meu bebé parece que “salta” quando ouve ruídos altos – isso é normal?

Os bebés prematuros reagem aos sons e os sons altos produzem-lhes um “reflexo de susto”, portanto isto é uma prova evidente de que os bebés dentro do útero, durante a gestação, também ouvem e reagem aos sons altos, possivelmente com movimentos repentinos. Como mencionado acima, estudos demonstraram que os bebés podem reagir a sons dentro do útero desde as nove semanas de gestação. Conforme o feto vai crescendo, a audição desenvolve-se com os bebés a responder a uma maior variedade de sons. Ler Mais...

O «ping-pong» da condição humana

Desde que nasce que o bebé vive a dualidade da autonomia, expressa no «ping-pong» entre o desafio e o receio, a ousadia versus regressão. Durante toda a vida o bebé (e depois a criança e o adulto) procurarão encontrar fatores protetores, verdadeiros equivalentes regressivos, que o transportem a um simulacro da «barriga da mãe», nas memórias que dela residem após os meses de gestação. Os fatores regressivos podem ser mesmo regressões de etapa frequentemente as crianças voltam a etapas de desenvolvimento anteriores, por exemplo, quando entram no infantário, nasce um irmão, mudam de casa, estão doentes, ou refúgio em momentos, pequenos estádios, ocasiões, algo que satisfaz e que liberta, permitindo ganhar força para os embates e para os riscos seguintes. Os pais podem proporcionar ao bebé o gosto pelas pequenas coisas, sem significado material mas com um grande peso em termos pessoais, e mostrar-lhe que não poderá ter tudo e muitas coisas nem sequer as terá naquele momento, mas poderá aprender a contentar-se com o que tem em vez de estar eternamente descontente pelo que não obteve. Outra questão que o bebé irá enfrentar é outro dilema da condição humana: ser «pobre dos outros» ou ser auto-suficiente. O bebé pequeno, tendencialmente omnipotente, crê-se o umbigo do mundo e o centro à volta do qual giram todas as coisas e todas as pessoas. A pouco e pouco terá que aprender que os outros, designadamente os pais, também têm vida própria e que as suas actividades, espaços e tempo não se esgotam na interação com o bebé. O bebé sabe que precisa dos outros, mas gostaria de ser auto-suficiente e poder sobreviver sem «aturar a maçada dos outros». É neste equilíbrio (que não segue uma linha recta, mas várias variações funâmbulicas) que o bebé e a pessoa se organiza, e com ele organiza também as suas várias vertentes social, de grupo, individual, privada, íntima. Organiza os espaços e tempos com os outros mas também os «jardins secretos» a que só poucos terão acesso. É este desígnio que dá sustentação ao sentir-se parte de uma comunidade, de uma sociedade, mas sentir-se ao mesmo tempo um ser único e insubstituível. Ler Mais...

E ouve muito bem

A audição da criança recém-nascida tem também sido alvo de intensa investigação. Sabe-se agora que o bebé é capaz de, a partir da 26.a semana de gestação, reconhecer e diferenciar sons de diversas frequências e manifestar o seu contentamento ou o seu desagrado relativamente a um som, o que é avaliável pela observação das alterações do ritmo cardíaco e dos movimentos fetais em resposta a estímulos auditivos. Sabe-se que um bebé que tenha ouvido certas melodias durante a gestação pode, depois de nascer, reconhecê-las e acalmar-se ao ouvi-las, demonstrando afinal a «nostalgia» do conforto uterino. Do mesmo modo, um bebé acalma-se, geralmente, ao ouvir sons ritmados... provavelmente por evocar o barulho dos batimentos cardíacos da mãe. aos quais se habituou durante nove meses consecutivos e que lhe relembram o ambiente calmo e agradável em que viveu durante esse tempo. E pode também reconhecer facilmente a voz do pai. se teve a oportunidade de a ouvir durante a gravidez - é importante, por isso, que os pais falem com o feto, quando ate ainda está na barriga da mãe. Logo depois de nascer pode avaliar-se a audição do bebé, provando que volta nitidamente os olhos ou a cabeça na direção do som. Por outro lado. ruídos inesperados (como o estrondo de uma porta a fechar-se) provocam uma reação de agitação ou «sustos» (reflexos de Moro) enquanto barulhos rotineiros e mantidos (como o som de um aspirador) não lhes provocam qualquer reação. A criança é especialmente sensível à voz humana. Falar com o bebé e um momento essencial na relação pais filho. Ouvir a voz dos progenitores, especialmente a voz aguda que tendem a adotar quando falam com os bebés ou, pelo contrário, sons de tonalidade grave, tem um efeito pacificador e tranquilizante sobre a criança. Deve falar-se com os bebés, especialmente quando eles estão acordados e não têm fome ou não se sentem desconfortáveis. Com calma, sem stresse (caso contrário, ele detectará logo os «trémulos» da voz e perceberá que os pais estão inquietos ou angustiados, interpretando depois esses sinais como ele próprio podendo estar em perigo), com um tom de voz lúdico e com graça, brincando com o bebé (não é por acaso que os pais inventam «mil e um» nomes através dos quais apelidam o seu filho), desdramatizando a tendência natural para o seu bebé dramatizar as coisas, no fundo correspondendo à desconfiança natural que o seu instinto de sobrevivência exige. Ler Mais...

Em que fase pode o meu bebé sobreviver fora do útero?

Até há pouco tempo, os bebés nascidos com menos de 28 semanas de gestação em geral não sobreviviam. Hoje em dia, com os avanços médicos em especial nas unidades de cuidados intensivos neonatais, bebés de 22 semanas de gestação têm sobrevivido fora do útero, embora isso ainda seja muito raro. Segundo as directrizes de muitos hospitais, 24 semanas é o limite de idade gestacional em que conseguem ressuscitar um bebé, a não ser que o bebé mostre sinais de vida no parto. Os bebés muito prematuros têm um risco aumentado de incapacidades, mesmo com os melhores cuidados médicos, e por vezes o próprio parto pode causar um enorme esforço ao bebé. Médicos, parteiras e enfermeiras com muita experiência serão envolvidos nos cuidados de partos prematuros. Se possível, o parto terá lugar num hospital com uma unidade dedicada aos cuidados intensivos neonatais (UCIN). Se isso não for possível, por vezes os bebés são transferidos para centros especializados quando estão suficientemente estáveis para serem transportados. Cada dia e cada semana são um marco para o seu bebé, e quanto mais perto nascer da data prevista para o parto, melhores são as probabilidades. Ler Mais...

Abono de família pré-natal

É uma medida de incentivo à natalidade introduzida em Setembro de 2007. Consiste na atribuição de um montante mensal à mulher grávida que atinja a 13ª semana de gestação. O montante varia consoante o rendimento de referência do agregado que não pode ser superior a 5 vezes o valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), e é concedido até ao mês do nascimento, inclusive. Deve ser requerido nos Centros Distritais da Segurança Social. Ler Mais...

Os gémeos são sempre prematuros?

Não é verdade que os gémeos nasçam «todos» prematuros. A bem dizer, apenas um terço o faz. Isto, se atendermos à definição de «prematuro» - menos de 37 semanas de gestação. Claro que poderemos dizer que, provavelmente, quase todos os gémeos nascem antes do final do termo, ou seja antes das 40 semanas. Isso sim. Mas não prematuros. E esta questão de prematuridade ou não prende-se, sobretudo, com o problema da maturação pulmonar e do peso, porque são duas vertentes que podem afetar o bem-estar do bebé. Ern Portugal, a percentagem de partos prematuros (menos de 37 semanas) é, nos partos múltiplos, o triplo da dos partos simples, (33% versus 11%, respectivamente). Embora representando uma quantidade muito pequena de partos, cada melhoria nos graus de sobrevivência tem um impacto muito grande na percentagem de nados-vivos gemelares, muito superior ao impacto que poderá ter nos partos simples, dada a sua grande quantidade. A gemelaridade e as gravidezes múltiplas são fenómenos cada vez mais frequentes, embora velhos como o mundo. Muito se diz, muito se conta sobre os gémeos sobre a sua maneira de ser, sobre a gestação, sobre as ligações que existem entre ambos, incompreensíveis para os outros mortais. Algumas coisas têm uma certa veracidade científica, outras não passam de tradições ou histórias inventadas para combater o medo e o desconhecimento. Claro está que os gémeos põem problemas práticos vários aos pais: organização da casa, carros que dêem para as cadeirinhas de transporte, sobretudo quando existe mais um bebé pequeno, despesas acrescidas no supermercado, na farmácia, no médico e em todo o lado..., sem as correspondentes políticas de apoio, que deveriam, quanto a mim, ser desenvolvidas para estes casos e, também para as famílias numerosas (descontos no IRS, supressão de IVA em certos produtos, entre outros). Os serviços de saúde e de segurança social deveriam, igualmente, ter programas domiciliários de apoio específicos para os casais que necessitassem, quando têm gémeos... Ler Mais...
Escabioze humana prejudiga uma gestacao | Para Pais.