Resultados para: "epistaxis na crianca"

Você está a ver criança , alimentação e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa epistaxis na crianca. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, ver parto normal ver tudo, cesaria inflamada por dentro, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Epistaxis

É uma situação que assusta os pais, até porque uma quantidade pequena de sangue na almofada espalha-se pelas fibras e parece corresponder a vários «litros» mas, salvo raríssimas exceções, é uma situação benigna. A epistaxis não se refere ao sangramento ocasionado por um traumatismo ou qualquer outra causa episódica - trata-se da hemorragia nasal repetida e sem causa aparente. O nariz é muito vascularizado, dado que uma das suas funções é aquecer o ar inspirado. A causa das epistaxis é a rotura dos pequenos vasos da mucosa nasal, ocasionada por várias situações:
  • espirro;
  • assoar-se com força;
  • coçar o nariz e arrancar «macacos» secos (por vezes a dormir, sem dar por isso);
  • alergia (febre dos fenos);
  • fragilidade venosa do chamado «locus de Kisselbach», um conjunto de veias superficiais que, em algumas crianças, pode ser excessivamente superficial.
O tratamento deve ser sentar a criança com a cabeça para a frente, para o sangue não escorrer para a garganta e árvore respiratória. Depois, deve-se fazer pressão no nariz até a hemorragia parar, pedindo à criança que respire pela boca (se já tiver idade para entender estas ordens). Não se devem introduzir cotonetes ou outros objetos no nariz, a não ser (se recomendada pelo médico) uma espécie de esferovite que tampona a hemorragia. Pode também colocar-se gotas de um vasoconstritor nasal, dos que habitualmente se usam na obstrução nasal. É importante dizer à criança para não espirrar ou assoar-se nas horas seguintes. A criança pode ficar muito assustada, sobretudo se se trata dos primeiros episódios – os pais devem manter-se calmos, para a ajudar e também para que ela colabore nas medidas acima referidas. Por vezes, depois de um episódio de epistaxis vem um vómito com sangue - trata-se de sangue engolido, sem qualquer outro problema. Se a hemorragia é grande ou muito repetida, pode haver necessidade de laquear os vasos. De qualquer forma, nos primeiros casos, a criança deverá sempre ser observada porque a hemorragia nasal pode ser um indicador precoce de doenças de coagulação que, embora raras, devem ser diagnosticadas precocemente. Ler Mais...

O que fazer em caso de suspeita?

Quando a criança começa com sintomas é essencial não dar medicamentos que possam mascarar a situação e levar a um diagnóstico tardio. Os medicamentos para a dor e os antibióticos incluem-se nesse grupo. E é importante acreditar na criança, sobretudo relacionar as suas queixas com o seu estado geral. A apendicite é uma emergência e não pode ser tratada em casa. Assim, se houver alguma suspeita de que se possa tratar de uma apendicite, a criança deverá ser imediatamente observada e, se o médico não puder ir ao local onde está a criança, esta deverá ser levada de imediato a um serviço de urgência pediátrica hospitalar, para que se possa avaliar o caso (pelos pediatras e pelos cirurgiões) e, se for caso disso, operar. Ler Mais...

Andar

A transição para esta posição, associada ao início da marcha, é ainda um aspeto que preocupa bastante os pais... mas, na maioria das vezes, sem qualquer justificação clínica. Dizem os livros que «a criança começa a andar ao ano». De facto, a maioria das crianças dá os seus primeiros passos por volta dos 12 meses. Há, no entanto, umas que são mais precoces, outras mais tardias, sem que isto esteja associado a algum problema. Para uma criança começar a andar é necessária a conjugação de vários fatores: uns que têm a ver com a criança, outros que têm a ver com o ambiente. Muito sucintamente, os que têm a ver com a criança são o interesse e a necessidade que esta sente pelo andar, bem como a capacidade de o fazer (associada à maturação dos seus sistemas ósteo-muscular e neurológico); os que se relacionam com o ambiente dizem respeito à segurança que a criança sente à sua volta (e o medo que tem ou não tem) e a motivação e estímulo que recebe dos pais e de outras pessoas. Ou seja, se já tiver biologicamente preparada, se sentir vontade e necessidade, se souber que pode andar sem ter medo de cair e se houver um «movimento familiar» à sua volta a incitá-la (sem causar stresse), então a criança começara a andar. Ler Mais...

Acidentes com móveis

A criança tem de se mover num ambiente com mobiliário. E muitas vezes é este que causa o acidente. Algumas situações podem ser evitadas, como evitar toalhas de mesa pendentes, fios de candeeiros ou outros objetos soltos que possam ser puxados ou servir de suporte para a criança se pôr de pé. Todos os móveis, estantes ou prateleiras deverão estar bem fixos à parede de forma a não tombarem sobre a criança se esta se apoiar neles ou tentar trepar. Devem evitar-se móveis de vidro ou com tampos soltos. Outras medidas que podem ser tomadas são:
  • proteger os cantos dos móveis mais agressivos, sobretudo os que se encontram ao nível da cabeça da criança;
  • prender as estantes à parede - uma criança desta idade pode empoleirar-se e fazer a estante cair em cima de si, com todos os objetos e livros que tem;
  • no quarto da criança, evitar quadros pesados com vidro, especialmente sobre a cama da criança ou em locais onde brinca. O melhor dos pregos pode ceder;
  • evitar tapetes desnecessários e fixar os outros ao chão, mas evitando que fiquem com uma folga que possa rasteirar a criança;
  • limitadores de abertura nas gavetas;
  • limitadores de abertura nas janelas;
  • esponjas amortecedoras na parte de dentro das portas, para evitar entalões graves;
  • espreitar regularmente para debaixo dos móveis para detetar eventuais perigos antes da criança o fazer - botões, moedas ou tampas de caneta desaparecidos, tomadas brilhantes desprotegidas, extensões elétricas esquecidas, etc.
Ler Mais...

Gânglios

Muitos pais ficam preocupados, quando não mesmo em pânico, ao descobrirem que a sua criança tem «gânglios». Pode ser porque, ao lhe darem banho, sentiram esses altos na cabeça ou no pescoço, pode ser ao fazer-lhe uma festa, ao tocar-lhe, ou porque a criança se queixa que lhe dói. Outras vezes os gânglios são acompanhados de outros sintomas: febre, mal-estar, dores de barriga ou de garganta. E, claro, pensa-se muitas vezes o pior, dado que a palavra gânglio está associada a tuberculose, tumores, leucemias, e outras doenças graves. Felizmente, porém, essas situações são raras e os gânglios na criança sejam os normais, sejam aumentados de tamanho correspondem na esmagadora maioria das vezes a situações banais e francamente benignas, quando não mesmo um estado normal da criança, sobretudo nos primeiros anos de vida. Ler Mais...
Epistaxis na crianca | Para Pais.