Resultados para: "episotomia mal sucedida"

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O meu companheiro fez uma vasectomia – pode ser reversível?

Embora a decisão de fazer uma vasectomia seja em geral considerada irreversível, em alguns casos pode ser reversível. Se a reversão for pedida, será feita uma operação por um urologista que a fará através de uma microcirurgia. O sucesso da operação depende de muitos factores, mas principalmente do período de tempo desde a vasectomia decorrente, pois a probabilidade de os canais bloquearem aumenta a cada ano que passa. Contudo, a operação é bem sucedida em mais de 80 por cento dos homens que fazem a reversão no espaço de 10 anos depois da vasectomia. Mesmo que a vasectomia tenha sido feita há mais de 10 anos, há ainda uma probabilidade razoável de sucesso. Ler Mais...

Todas as mulheres podem amamentar? A minha mãe diz que não conseguia.

A maioria das mulheres consegue amamentar. Pode concluir que o sistema de cuidados maternos impediu que a sua mãe amamentasse, pois houve uma altura em que diziam às mães para dar de mamar só de quatro em quatro horas. Aprender o mais que puder sobre a amamentação, com antecedência, irá dar-lhe mais hipóteses de ser bem-sucedida, Um mito comum é que o tamanho dos seios afeta a capacidade de amamentar, mas isso não é o caso. Uma cirurgia aos seios pode afetar a amamentação, mas mesmo depois da cirurgia mais invasiva é possível que uma porção das glândulas e canais originais se mantenham intactos. Espero que venha a ter confiança suficiente para tentar amamentar. Ler Mais...

Mononucleose

A mononucleose infeciosa é uma doença causada por um vírus, chamado «vírus de Epstein-Barr», segundo o nome dos investigadores que o descobriram. Trata-se de uma doença transmissível, mas está longe de ser muito infeciosa, ou seja, ao contrário da gripe ou das constipações vulgares, é necessário um contacto relativamente íntimo para passar de uma pessoa para a outra. É por isso que durante muito tempo foi chamada «doença do beijo», por se pensar que só um contacto tão íntimo poderia estar na base do contágio. Hoje já se sabe que o vírus pode passar de uma pessoa para a outra através da respiração. É uma doença relativamente comum, embora muitas crianças a tenham sem se dar por isso. A mononucleose infeciosa começa por uma vulgar dor de garganta (faringo-amigdalite), havendo geralmente uma tumefação marcada dos gânglios do pescoço. Aparecem também febre e quebra do estado geral, com falta de apetite, cansaço, fadiga e dores de cabeça. Ao contrário das anginas vulgares, os sintomas não melhoram ao fim de alguns dias e os gânglios podem manter-se aumentados de volume durante algumas semanas, o que geralmente gera alguma ansiedade. Por vezes podem aparecer manchas na pele, do género das da rubéola (exantema), que aumentam com o uso de determinados antibióticos. A mononucleose, ao contrário das anginas vulgares, acompanha-se de aumento do volume do baço, um elemento de diagnóstico muito importante. Em algumas crianças pode aparecer inchaço das pálpebras. Sempre que surgem estes sintomas e sinais é aconselhável a criança ser observada por um médico. No entanto, e mesmo que o grau de suspeita seja grande, o diagnóstico necessita geralmente de confirmação laboratorial. Por este motivo é necessário fazer análises ao sangue, até para diferencias das situações malignas. Não há qualquer terapêutica específica. O tratamento é sintomático, ou seja, usam-se apenas medicamentos para a febre, dores de cabeça e pouco mais; repouso, não fazer esforços violentos e comer só o que apetecer. Os antibióticos não estão indicados porque, por um lado, não são eficazes contra os vírus; por outro, alguns - nomeadamente a amoxicilina -, podem causar ou agravar o exantema. O tempo de duração é muito variável. Por vezes os sintomas são tão ligeiros e a evolução tão rápida que nem se dá pela doença. Noutros casos, no entanto, os sintomas podem ser muito intensos e prolongarem-se por algumas semanas. Daí suspeitar-se, nesses casos, de outras doenças, como a infeção por HIV ou leucemias. Na fase aguda a criança sente-se geralmente tão mal que é ela própria que procura repouso. Depois, à medida que a situação melhora já pode aumentar a sua atividade, embora se deva ter um certo cuidado para não exagerar (sabemos como são as crianças, se tiverem outras a puxar por elas). A prática de atividades desportivas não é recomendável nas primeiras semanas. O cansaço com a prática de atividades desportivas pode durar, em alguns casos, algumas semanas. A frequência do infantário ou jardim-de-infância deve ser retomada apenas depois de a criança estar completamente bem e ter feito uma boa convalescença. O aparecimento de gânglios, aumento do baço, febre e quebra do estado geral pode levar a suspeitar de doenças malignas – como as leucemias, linfomas ou infeção HIV. O exame clínico faz geralmente a distinção, mas o que finalmente sossega os pais (e muitas vezes o próprio médico) é o resultado das análises de sangue. Fique no entanto claro que a mononucleose não evolui para leucemia. Ler Mais...

Bebo álcool em demasia. Isso não fará mal desde que eu pare quando engravidar?

Seria muito melhor para a sua saúde e para a saúde do bebé se parasse de beber em demasia antes de conceber. Os efeitos do álcool num bebé em desenvolvimento ou num feto são influenciados não só pela quantidade de álcool ingerida como também pela frequência com que bebe, sendo a bebida em demasia considerada particularmente prejudicial na gravidez. Beber em demasia e o alcoolismo têm mostrado afectar a saúde e o desenvolvimento do bebé, portanto se julga que bebe mais do que o que devia, pense como poderá reduzir antes de conceber. As políticas governamentais aconselham, hoje em dia, uma total abstinência de álcool mas aceitam que uma bebida ocasional durante a gravidez não irá, em princípio, afectar o feto. Ler Mais...

Ao adquirirem uma cama, vejam se

• é estável e sólida e com grades de pelo menos 60 cm de altura; • a distância entre as grades não é superior a 6,5 cm para evitar que enfie a cabeça e possa sofrer estrangulamento; • nas camas que têm grades que sobem e descem, há que ver se ficam bem colocadas sempre para cima quando o bebé está na cama, e sem hipóteses de o bebé se entalar; • a cama não tem lascas de tinta, pois o bebé pode ferir-se ou engolir. Muitos bebés, quando estão na fase de dentição, roem os bordos da cama. É normal; • é cada vez mais comum usarem-se intercomunicadores para ouvir o bebé. No entanto, os pais não devem ser escravos deles, no sentido de irem a correr mal ouvem um pequeno barulho os bebés fazem barulhos a dormir: «rosnam», fazem estalidos com a boca, têm alterações súbitas do ritmo respiratório (suspiros), etc. • o colchão é firme e plano, para o bebé não se afundar nele - caso contrário começará a respirar o seu próprio dióxido de carbono, ficando menos oxigenado e «zonzo»; • se é, de preferência, de tipo hipoalergénico, especialmente se existem antece- dentes familiares directos de alergia ou se o próprio bebé já manifestou alergias, ou pelo menos de material inerte. Devem ser evitados materiais como palha, sumaúma ou penas; • o colchão é revestido por um resguardo impermeável, e este deve ser regularmente lavado e exposto ao sol e ao ar. Outros conselhos para criar um ambiente tranquilo: • o lençol deve estar esticado; • devem evitar-se almofadas, travesseiros e outros acessórios (fitas, roupas) que possam sufocar o bebé a partir dos dois meses, os bebés começam a gostar de ter alguns elementos de transição perto de si: fraldas de pano, bonecos, etc. mas deve-se sempre evitar o excesso de objectos junto ao bebé; • não há necessidade de usar almofada, em termos ortopédicos - pelo contrário. O bebé deverá dormir sem este elemento até o mais tarde posssível; • a cama deve ser feita «cá em baixo», ou seja, não deixando espaço para o bebé escorregar; •os lados da cama deverão ser acolchoados ou revestidos com tecidos laváveis e moles (ver na página seguinte: «Bater com a cabeça nos lados da cama»); •a roupa da cama e do bebé deverá sempre ser roupa de materiais não tóxicos e não inflamáveis; •a cama deve estar longe de radiadores, janelas e cortinas, pelo risco de incêndio, queda ou puxar, bem como de outras coisas perigosas, especialmente depois dos 6 meses de idade; •a temperatura do quarto deve estar cerca dos 20-21°C; •devem evitar-se aquecer em demasia, para não secar o ar e contribuir para a obstrução nasal do bebé; •o próprio bebé é que deve ser aquecido, mas não sobre-aquecido, ou seja, mais do que a temperatura do ambiente, importa ó que seja o vosso filho a ter suficiente roupa para manter o calor; claro que, no Verão, o bebé deverá estar pouco vestido, muitas vezes até apenas com uma camisinha, se a temperatura for muito elevada; ao deitar o bebé no exterior da casa, no Verão, há que ter cuidado de o proteger de insectos, animais, súbitas mudanças de temperatura, vento e pó; • as pás de ventoinhas e os aquecedores deverão ser periodicamente limpos, porque acumulam pó e bactérias; • não ó preciso um silêncio sepulcral para o bebé dormir, especialmente durante o dia ele acostuma-se e gosta dos barulhos normais da casa. É como nós só nos primeiros dias é que ouvimos o camião do lixo às 3 da manhã; contudo, os sons bruscos e intensos, demasiadas vozes e sons assíncronos» (como os de certos programas e anúncios da televisão) são incomodativos; a música é essencial e estrutura os bebés. Música ritmada, seja clássica ou não; • não é preciso escuridão total, durante o dia. Mas há que velar um pouco a luz, descendo os estores; cuidado com a cobertura de candeeiros - há sempre um risco grande de incêndios. Ler Mais...
Episotomia mal sucedida | Para Pais.