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O meu companheiro fez uma vasectomia – pode ser reversível?

Embora a decisão de fazer uma vasectomia seja em geral considerada irreversível, em alguns casos pode ser reversível. Se a reversão for pedida, será feita uma operação por um urologista que a fará através de uma microcirurgia. O sucesso da operação depende de muitos factores, mas principalmente do período de tempo desde a vasectomia decorrente, pois a probabilidade de os canais bloquearem aumenta a cada ano que passa. Contudo, a operação é bem sucedida em mais de 80 por cento dos homens que fazem a reversão no espaço de 10 anos depois da vasectomia. Mesmo que a vasectomia tenha sido feita há mais de 10 anos, há ainda uma probabilidade razoável de sucesso. Ler Mais...

Todas as mulheres podem amamentar? A minha mãe diz que não conseguia.

A maioria das mulheres consegue amamentar. Pode concluir que o sistema de cuidados maternos impediu que a sua mãe amamentasse, pois houve uma altura em que diziam às mães para dar de mamar só de quatro em quatro horas. Aprender o mais que puder sobre a amamentação, com antecedência, irá dar-lhe mais hipóteses de ser bem-sucedida, Um mito comum é que o tamanho dos seios afeta a capacidade de amamentar, mas isso não é o caso. Uma cirurgia aos seios pode afetar a amamentação, mas mesmo depois da cirurgia mais invasiva é possível que uma porção das glândulas e canais originais se mantenham intactos. Espero que venha a ter confiança suficiente para tentar amamentar. Ler Mais...

Birras de provocação

Primeiro ponto: o Pedro já perdeu o seu sentido de omnipotência e tem receio de ser abandonado. E quando já ouviu os pais dizerem-lhe: «Estou farto de ti!» - ou, mesmo não tendo ouvido, já pressentiu que isso poderá (na cabeça dele, claro) acontecer -, tem medo de que o façam sair de casa, para um mundo onde (ele bem sabe!) não sobrevive- ria. E não gostarem dele será o pontapé de saída...para a saída. Segundo ponto: o Pedro tem já muito desenvolvido o seu sentido ético. Sabe distinguir o bem do mal, e se faz asneiras é porque é isso mesmo que quer fazer. Terceiro ponto: o Pedro descobriu que tem duas versões: uma boa e outra «menos boa». Descobriu, afinal, a condição humana, mais outro «peso-pesado» que tem de assumir. Quarto ponto: o Pedro não sabe se consegue controlar a versão «má», a tal que lhe garante «cama e roupa lavada», está já assente, e com ela o amor dos pais. Quinto ponto: o Pedro tem medo de ser mau, de «acordar mau», porque não sabe como é que estas coisas se controlam. E se tal acontecer, os pais não gostarão dele, e daí a porem-no na rua será um ápice. Sexto ponto: Perante esta dúvida angustiante, o Pedro tem de se testar, a ele e aos pais. Como o amor dos pais já é um dado adquirido, para a versão «boa», vai então experimentar a outra versão, a «má». Para ver o que dá...antes que a situação escape ao seu controlo e as coisas aconteçam sem travão. Sétimo ponto: o Pedro tem de ser educado dentro das regras e dos limites estabelecidos pelos pais. Mas há que ter a arte e o cuidado de distinguir a pessoa dos seus atos. Se estes podem ser passíveis de elogio e prémio, ou censura e castigo, já a pessoa tem de ser sempre reafirmada como objetos de amor. Seja qual for a versão que esteja «em vigor». Oitavo ponto: não é muitas vezes o que fazemos, mas é quando se deve mais fazer: na fase da asneira e da versão «má», que é afinal quando surgem as dúvidas se os pais gostam ou não dela, há que dar afeto e garantir à criança (portanto, à pessoa) que se gosta dela, que o amor nunca estará em causa. Dizer «Gosto de ti. És querido!- e só depois, debruçamo-nos sobre o ato, e então condenarmos e castigarmos se for esse o caso. Este, o ato. Não aquela, a criança. Com esta estratégia, o Pedro deixará de ter dúvidas sobre o amor dos pais. Sabe que será sempre desejado e querido (do verbo «querer), mesmo que a tecla carregue na versão «má». Tiram-lhe toneladas de cima. E verá que consegue, gradualmente, controlar a parte «má», sendo cada vez mais «querido». Além disso, porque os pais lhe ensinaram os conceitos éticos, dos quais ele tem uma noção muito clara, sentir-se-á bem consigo próprio por agir bem, tendo ainda o acréscimo de receber uma recompensa pelas atitudes corretas. A pouco e pouco deixará as provocações baratas, «rascas» e (quase) incompreensíveis, muito mais rapidamente e com menos trauma do que se nada disto for feito. Ler Mais...

Mitos sobre o abuso sexual Parte II

9. ° Mito Quando uma criança é vitimada conta logo aos pais ou a alguém... Facto Não. Muitas vezes, a dor, o sofrimento, a humilhação e a vergonha são tais que a criança não se sente com coragem de contar a ninguém. Mais: sendo o abuso cometido, na esmagadora maioria dos casos, por pessoas da confiança da criança, incluindo os próprios pais, ela tem medo de contar por recear não acreditarem nela ou exercerem represálias que ainda a vitimizam mais. E quando contam não é por palavras expressas, mas por comportamentos muito crípticos e enviesados. Além disso, a culpabilização é tal que têm medo que os adultos se zanguem pelo mal que fizeram a este ou àquele. 10.º Mito Algumas crianças, mesmo com 4 ou 5 anos, são sedutoras e provocantes. Facto E se forem? Crianças não são adultos. E mesmo que tenham comportamentos sedutores, estão numa fase de descoberta do corpo e da sexualidade ou numa fase de Édipo manifesto, e têm esses comportamentos como manifestação de auto-estima e não para serem agredidas de uma forma bárbara. 11.º Mito Se quisessem podiam evitar as situações, até porque ninguém lhes bateu ou ameaçou... Facto O abuso passa sempre por uma fase de ameaça («Se contares a alguém, fico muito zangado!»). Por outro lado, mesmo que a criança dê a sua anuência ou vá atrás de promessas e de presentes, isso não altera uma vírgula ao assunto: as vítimas nunca são cúmplices ou culpadas. 12.° Mito Os pais ou familiares denunciam sempre a situação... Facto Infelizmente não. Gera-se um pacto de silêncio ao redor da questão, porque todos os elementos envolvidos, incluindo as mães e irmãos, e até a própria criança pensam no que têm a ganhar e a perder com a denúncia da situação e, frequentemente, a teia de dependências (afetivas, económicas, sociais, relacionais) é tal que preferem reajustar o modo de funcionamento familiar e, assim, tentar ultrapassar o problema sem ter de evidenciar - ainda por cima com consequências não totalmente controláveis - a sua intimidade e a podridão de parte das suas relações interpessoais. No entanto, esta «bomba-relógio» acaba por rebentar, mais cedo ou mais tarde. 13.° Mito O agressor é um doente mental que não tem consciência do que faz... Facto Mentira. Tem. E muita. Não é um doente mental, é uma pessoa que procura situações em que, estrategicamente, sabe que a criança está vulnerável e que as hipóteses de sucesso, no seu ponto de vista, são maiores. 14.° Mito Há sempre violência física, e portanto podem ver-se as marcas... Facto Mentira. Nem sempre há, porque a vítima pode estar tolhida pelo medo, incrédula pelo facto de ser um familiar próximo, carente de afeto e justificar o caso como se tratasse de uma forma de mimo, ser comprada por presentes e promessas, ser ameaçada, ser culpabilizada. Muitas vezes não chega a haver violência física, porque para uma criança desta idade, o toque de uma pessoa de quem gosta é sentido como mimo. 15.° Mito Os bebés e as crianças muito pequenas nunca são vítimas... Facto São. Em qualquer idade. Até em recém-nascidos. 16.° Mito A criança está a mentir, a inventar... Facto Não. Embora as crianças fantasiem, contem histórias, gostem de ser o centro das atenções, na esmagadora maioria dos casos não inventam um assunto tão grave. E os psicólogos e outros profissionais conseguem saber, com um grande grau de certeza, se se trata de invenção ou de factos cruelmente verdadeiros. 17. ° Mito É melhor ignorar, porque rapidamente as coisas passam... Facto Não. Mesmo que pareça que as coisas «passaram», os fantasmas perduram, a sexualidade é dramaticamente perturbada, a inocência é perdida e a criança, mesmo criando mecanismos de adaptação, continua vulnerável e vítima. É sempre preciso um processo terapêutico. 18. ° Mito Não houve penetração vaginal ou anal... Facto Nem é preciso. A lei portuguesa estabelece muito claramente o que são os crimes contra a liberdade e a autodeterminação sexual. E não é preciso haver «violação» no velho sentido da palavra, para existir uma agressão cruel ao que há de mais íntimo e sagrado numa pessoa. 19.° Mito A criança vai ficar destruída para sempre... Facto Não se deve assumir isso à partida, porque é a melhor forma de cruzar os braços e não fazer nada. Se se parar o abuso, afastar o perigo, fizer justiça, houver solidariedade e não culpabilização da vítima, e se se desenhar um processo terapêutico correto e atempado, a criança pode ultrapassar, de modo sólido, este episódio dramático da sua vida. Não é fácil, mas é possível... Ler Mais...

Dores de cabeça

As dores de cabeça são uma situação muito comum nas crianças: entre metade e dois terços referem tê-las pelo menos uma vez por mês. Assim, numa criança, uma dor de cabeça não deve ser considerada de imediato uma doença, mas pode ser um indicador de que «algo está mal». Embora na maior parte dos casos estas dores sejam esporádicas e ligeiras, causam muitas vezes preocupação e ansiedade, além de poderem afetar o dia-a-dia das crianças e dos adolescentes. As dores de cabeça nas crianças são fundamentalmente causadas por:
  • doenças - desde infeções respiratórias banais (gripe, faringite, amigdalite) a alergias, (febre dos fenos, sinusite), passando por muitas outras situações, a maioria discretas e passageiras; praticamente todas as doenças podem manifestar-se por ou ser acompanhadas de dores de cabeça. Um episódio isolado só muito raramente é sintoma de doença preocupante; os casos de infeções graves (como a meningite) ou de tumores cranianos acompanham-se geralmente de outros sinais e sintomas. No entanto, se a dor for extremamente intensa e/ou se não passar em alguns dias, é conveniente consultar o médico. A hipertensão arterial isolada, embora rara na infância e na adolescência, pode também manifestar-se apenas por dores de cabeça (fortes, latejantes e repetidas);
  • cárie dentária, especialmente se houver abcessos, ou os problemas de desalinha- mento dos maxilares, por exemplo, podem ser também causa de dor de cabeça; o mesmo acontece no que respeita às perturbações do ouvido, com destaque para as otites e para os chamados barotraumatismos (causados pela pressão ao mergulhar por exemplo em piscinas ou no mar). Nas crianças mais velhas, a sinusite pode ser uma causa frequente de dor de cabeça, mas acompanha-se geralmente de outros sintomas (nariz entupido, «ranho», tosse predominantemente noturna, etc.).
  • curiosamente, a primeira situação que vem à cabeça quando se fala de dores na dita é a falta de visão. Mas a baixa da visão, acreditem, só muito raramente é que é causa de dor de cabeça prolongada e crónica,
  • «saltar» refeições - pois é...essa coisa de não tomar certas refeições - seja por esquecimento, seja por que se está a fazer birra - é um erro crasso pois além de não ser método de emagrecimento ainda se podem arranjar problemas, nomeadamente dores de cabeça. Muitas crianças levantam-se de manhã com o tempo contado (ou melhor, mal contado) e saem de casa sem tomar o pequeno-almoço. É um erro! O pequeno-almoço, depois de um jejum noturno que é quase sempre superior a 10 horas, é essencial para repor os níveis de açúcar no sangue. Se estes baixam muito, diminui o rendimento intelectual (e o escolar), faltam as forças físicas e aparece irritabilidade, má disposição e...dores de cabeça. O mesmo acontece se se estiver sem comer muitas horas à tarde, mas é mais comum ser o pequeno-almoço a refeição sacrificada;
  • dormir pouco - outra causa bastante frequente. Cada pessoa tem o seu ritmo de sono e a necessidade em horas de sono varia muito conforme as pessoas e as idades. A maior parte das crianças precisa de dormir, e precisa de dormir em alturas do dia que muitas vezes não são as mais adequadas à organização da vida (durante o fim da manhã, por exemplo). Os horários dos estabelecimentos escolares não se compadecem com as necessidades e exigências biológicas. Por este motivo, muitas crianças acabam por dormir pouco, acordando com dores de cabeça que se mantêm durante grande parte do dia;
  • stresse - excesso de trabalho na escola e de atividades fora da escola; discussões frequentes com os pais; ansiedade...tudo isto pode causar dores de cabeça, geralmente descritas como se fosse uma «fita apertada à volta da cabeça», em ambos os lados e por vezes à frente e atrás;
  • enxaquecas - a ideia de que as enxaquecas só surgem nas pessoas «velhas» é errada - as crianças também têm enxaquecas. Geralmente aparecem só de um lado, acompanhadas de esvaimento ou vertigem, com enjoo ou vómito, e frequentemente com sintomas sensoriais (luzes, sons, cheiros). Se há alguém na família com enxaquecas a probabilidade de as ter é maior. A descrição é de como se alguém estivesse a bater com um martelo, sincopadamente, dentro da cabeça. Mais raramente, o espasmo vascular associado a certas formas de enxaqueca pode provocar sintomas parecidos com os de um acidente vascular cerebral;
  • traumatismos cranianos - mesmo não sendo violentos, podem causar dor de cabeça mantida durante uns dias ou semanas. Se for o caso, a criança deverá ser observada;
  • televisão e ecrãs a mais;
  • alguns medicamentos;
  • viagens longas de carro;
  • causa psicogénica, associada à depressão. As dores de cabeça, neste contexto, equiparam-se a outros sintomas designados por «equivalentes depressivos», como a falta de energia, baixa de apetite, dores de estômago, perda de interesse pelas atividades do dia-a-dia, andar «embezerrado», problemas de sono (acordar muitas vezes durante a noite ou acordar muito cedo) e dificuldades de concentração, entre outras.
Nas crianças desta idade, e quando já sabem dizer o que sentem, as dores de cabeça expressam-se por «tensão» sensação de constante pressão, como se tivesse uma cinta a apertar, e constrição. A maior parte das dores de cabeça correspondem a uma causa muito concreta e passam quando a mesma é corrigida. Os casos graves são felizmente raros, mas não convém aligeirar a situação, sobretudo se não se encontra uma causa definida e/ou se as dores são fortes, perturbam ou impedem a atividade normal ou se são muito frequentes (mais de uma por semana), ou então quando fazem a criança acordar de noite. Outra razão para ser observada por um médico é pura e simplesmente a criança estar preocupada com a questão. De qualquer forma, e além do que foi dito, é conveniente consultar o médico-assistente nos seguintes casos:
  • existência de um episódio de traumatismo craniano;
  • convulsões ou desmaios;
  • vómitos (salvo no caso da enxaqueca, depois de ter sido já diagnosticada como tal); dores que fazem a criança acordar a meio da noite;
  • dores que se acompanham de visão turva, pontos negros na visão (como se fossem pequenas «moscas» a esvoaçar de encontro a uma parede branca), zumbidos nos ouvidos ou outras alterações visuais;
  • se houver outros sintomas como rigidez da nuca, dores de dentes, aparecimento de lesões cutâneas em forma de cabeça de alfinete ou nódoas negras etc.
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Conselho sobre que modelo escolher

Posso dizer-vos por experiência pessoal, como pai, e desculpem-me a crueza dos termos: as cadeirinhas dos grupos 0, 0+ e 1 são uns «trambolhos» e colocá-las uma «estopada». Mas isso não muda em nada a necessidade de transportarmos os nossos filhos em segurança. Claro que há que ponderar, sobretudo se se têm vários filhos, se vale a pena sair de carro para uma viagem muito curta, ou se não se pode substituir o passeio por uma agradável passeata (que as crianças apreciam mais). Por outro lado, as cadeiras do automóvel são, como o nome indica, para estarem no automóvel. Andar constantemente a tirar e a pôr obriga a ter de repetir o cerimonial várias vezes, com o risco de um dia ficarem mal colocadas, pela pressa que sempre surge. Ler Mais...
Episotomia mal sucedida | Para Pais.