Resultados para: "episotomia mal sucedida"

Você está a ver leite , gravidez e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa episotomia mal sucedida. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

O meu companheiro fez uma vasectomia – pode ser reversível?

Embora a decisão de fazer uma vasectomia seja em geral considerada irreversível, em alguns casos pode ser reversível. Se a reversão for pedida, será feita uma operação por um urologista que a fará através de uma microcirurgia. O sucesso da operação depende de muitos factores, mas principalmente do período de tempo desde a vasectomia decorrente, pois a probabilidade de os canais bloquearem aumenta a cada ano que passa. Contudo, a operação é bem sucedida em mais de 80 por cento dos homens que fazem a reversão no espaço de 10 anos depois da vasectomia. Mesmo que a vasectomia tenha sido feita há mais de 10 anos, há ainda uma probabilidade razoável de sucesso. Ler Mais...

Todas as mulheres podem amamentar? A minha mãe diz que não conseguia.

A maioria das mulheres consegue amamentar. Pode concluir que o sistema de cuidados maternos impediu que a sua mãe amamentasse, pois houve uma altura em que diziam às mães para dar de mamar só de quatro em quatro horas. Aprender o mais que puder sobre a amamentação, com antecedência, irá dar-lhe mais hipóteses de ser bem-sucedida, Um mito comum é que o tamanho dos seios afeta a capacidade de amamentar, mas isso não é o caso. Uma cirurgia aos seios pode afetar a amamentação, mas mesmo depois da cirurgia mais invasiva é possível que uma porção das glândulas e canais originais se mantenham intactos. Espero que venha a ter confiança suficiente para tentar amamentar. Ler Mais...

E as amas…

As amas são uma solução cada vez mais frequente. Existem vários tipos de amas e é difícil dizer se colocar uma criança numa ama é bom ou é mau. Tudo depende. E tudo depende de vários fatores: espaço da casa, limpeza, segurança, riscos, número de crianças e respectivas idades, pessoas que ajudam, características da ama e motivações (faz o que faz por dinheiro ou por gostar de crianças, tem ou não paciência para os aspectos mais maçadores de tomar conta de uma criança, etc). Existem amas que são verdadeiras mães, existem outras que são de fugir a sete pés. A colocação em amas deverá obedecer a várias regras, e será bom que a ama esteja registada na segurança social pois isso implica um número limitado de crianças e respeito pelas referidas regras, que vão da higiene aos espaços, presença de animais, etc. além de que algumas redes de amas fazem cursos e actualizações sobre puericultura que embora não sejam uma garantia em muito ajudam à credibilidade das amas. Um estudo efetuado em Portugal, no qual participei, mostrou que era indiferente a frequência de ama ou de infantário na socialização e bem-estar da criança, dependendo o sucesso ou insucesso da qualidade do serviço prestado. Se a ama é competente e afetuosa o bebé fica bem entregue. Cabe aos pais fazerem essa vigilância (aliás, como em relação às outras instituições e hipóteses) sem pensarem que têm o problema resolvido para sempre mal entregam a criança. Ler Mais...

Livros e leitura

Falar de leitura é, para a maioria das pessoas, falar em descodificação do alfabeto. Mas, para além desse tipo de leitura, há leitura sempre que uma criança interpreta imagens, símbolos, situações representadas no papel, mesmo que de um modo subjectivo e até «errado» (com aspas!). Ler não é apenas pegar num bloco de folhas, agregadas e arranjadas esteticamente, mas entrar num mundo diferente e fascinante, seja através do livro clássico, seja de outras formas que a extraordinária evolução tecnológica permite. São vários os objectivos da leitura: - obter informação, isto é, ter acesso rápido e eficaz a fontes de informação actualizadas e apresentadas de um modo o mais fácil de digerir; - divertimento e entretenimento; - apreciação do livro como memória e fonte de criatividade, sinónimo de espaço de tranquilidade e de sossego, antídoto para a voragem do dia-a-dia. Os dois primeiros objectivos podem ser conseguidos através das várias formas tecnológicas a que as crianças têm acesso. O último, contudo, joga mal com as especificidades da tecnologia, já que obriga a um ritmo vagaroso e saboreado, um exercício de imaginação e de gestão tranquila do tempo, até muitas vezes nos perdermos nele. Um livro é mais do que um amontoado de páginas com letras escritas ou impressas - é uma transmissão da memória, é a consagração e consubstanciação de ideias e mensagens que alguém - o escritor - decidiu imaginar, criar, organizar, expor e partilhar com os outros. Ao contrário da leitura-informação, o objectivo principal não é acrescentar novos dados para a resolução de problemas, mas sim oferecer situações e histórias que permitam rever, confirmar, debater, mudar e discutir valores, ideias e conceitos, para além do espaço de lazer, divertimento e prazer que proporciona. O respeito e a atenção que nos merecem são os mesmos que nos merecem as pessoas que nos contam histórias e que nos transmitem parte da sua memória, sem a qual será impossível a humanidade sobreviver. Algumas pessoas queixam-se de que as crianças não lêem. Já de si é duvidosa esta afirmação. Mas imaginando agora que sim, seriam as crianças e os jovens os principais responsáveis? Os pais actuais, por exemplo, pertencerão eles a uma geração de grandes hábitos de leitura? A falta de tempo, o cansaço, a falta de disponibilidade a vários níveis, outras diversões e distracções que exigem menos das «células cinzentas» (como a televisão), não farão com que alguns pais leiam menos livros e, daí, que as crianças também não adquiram o hábito de ler, tal a desmotivação e a falta de interesse familiar? Nunca, como até aqui, se editaram tantos livros em Portugal (quase cinquenta por dia, de todos os tipos); contudo, os preços dos livros infantis não são muito generosos, e o hábito de os comprar e oferecer menor. Numa sociedade em que muitos exigem tudo à la minute, em que se «usa e deita fora» os livros, como símbolo da calma, do tempo, do voltar atrás e (re) saborear certas passagens, enfrentam dificuldades. E, no entanto, o ritmo da criança e as características da sua imaginação fazem com que os livros sejam apetecíveis e bem recebidos. Assim os pais o considerem. Ler Mais...

Quais os sintomas?

Os sintomas clássicos da apendicite são dor abdominal, febre e vómitos. A dor começa geralmente mais acima do que a localização real do apêndice, ou seja, acima e ao centro, quase como se fosse uma dor de estômago. Com o evoluir da situação, a dor aumenta de intensidade e desce para a região umbilical, até se estabelecer, finalmente, na fossa ilíaca direita (parte inferior do abdómen, do lado direito). Em alguns casos, no entanto, pode manter-se nos quadrantes superiores do abdómen, quase junto às costelas - são as chamadas apendicites retrocecais, em que o apêndice está colocado numa posição diferente do habitual e, por este motivo, a dor pode não ser corretamente interpretada. A dor da apendicite é uma dor que pode ser intensa e que é, sobretudo, insistente e duradoura, causando mal-estar. Depois de estabelecida a dor, começa a febre, não muito alta, havendo também perda de apetite, náuseas e vómitos, com sensação de mal-estar e prostração. O facto de a dor começar antes das náuseas e dos vómitos ajuda a diferenciar a apendicite de uma vulgar gastroenterite. Antes dos 2 anos de idade, embora a apendicite seja bastante mais rara, os sintomas mais comuns são vómitos e distensão abdominal. A dor provavelmente ocorre também, mas a dificuldade que a criança tem em comunicar esta dor, ou pelo menos em dizer o que sente, e o facto de os adultos a interpretarem deficientemente, faz com que a dor não seja tida como um sintoma tão primordial como na criança de mais idade. Isto pode levar a que a apendicite, nos primeiros anos de vida, possa ser diagnosticada tardiamente, com tudo o que isso pode acarretar. O diagnóstico de apendicite não é tão fácil como pode parecer, ou pelo menos, pode ter alguns escolhos e dificuldades. Há situações que podem mascarar o diagnóstico, especialmente as infeções gastrointestinais, bem como uma outra situação, a chamada linfadenite mesentérica, na qual se verifica uma inflamação dos gânglios do abdómen (tal e qual como acontece com outros gânglios do corpo), e que é causada por um vírus. Esta situação em tudo se assemelha à apendicite, porque os gânglios comprimem os nervos intestinais, dando dor, e muitas vezes provoca inclusivamente a intervenção cirúrgica. Se a apendicite não for tratada, o apêndice infetado pode perfurar e abrir-se, causando a expansão da infeção ao resto do abdómen e provocando peritonite, situação bastante grave, com dores muito fortes, febre elevada e prostração, podendo a criança entrar em choque. Se o apêndice for removido a tempo e horas, antes de perfurar, as complicações são muito raras e o internamento breve. Nos casos em que existe perfuração, com peritonite, as complicações são maiores e o tempo de hospitalização também superior, com necessidade de recorrer a drenos e a antibióticos. Os métodos cirúrgicos são cada vez melhores e as incisões (e futuras cicatrizes) cada vez menores e mais bem colocadas, de forma a quase não se verem (o que tem muita importância nas raparigas, pelos eventuais efeitos estéticos). Ler Mais...

Sinais que podem levar a suspeitar

Seja durante um brincadeira, seja por que estão zangados, como no caso da Rosarinho, nunca se deve abanar uma criança (ou pegar nos ombros e sacudi-la), porque faz mover a cabeça para trás e para a frente, muito rapidamente e com uma força muito grande. Isso leva a que os vasos sanguíneos se possam romper e causar hemorragias intracranianas, podendo levar a cegueira, surdez, convulsões, futuras dificuldades de aprendizagem, outras lesões cerebrais e da espinal-medula (causa de paralisias) ou até à morte. Cuidar de uma criança nem sempre é fácil e um mar de rosas. E mesmo as melhores rosas têm espinhos, por vezes muito pontiagudos e que fazem sangrar. Evitarmos estas situações, que penalizam a criança e os pais para sempre é a melhor estratégia. Há uma certa confusão entre o que é bater e o que é admoestar através de uma palmadinha na mão ou um açoite na fralda. Há que diferenciar, no entanto, o que são castigos corporais do que é um gesto não humilhante, não violento, e que surge na sequência de um processo que começa com expressão facial, olhar, voz, ordens, e muitas vezes tem de seguir para uma comunicação corporal de imposição de autoridade que nada tem a ver com o bater, em termos de espancar, esbofetear, dar sovas ou outra coisa deste tipo. Por vezes, sobretudo no segundo e terceiro ano de vida, quando as crianças testam os pais à exaustão e não obedecem a nenhuma outra forma de controlo, é preciso os pais imporem-se, caso contrário perderão a autoridade, o que é também traumatizante para a criança, com sequelas a longo prazo. Caso os pais tenham de recorrer a esse método, o que nunca pode haver é desproporção, criar medo, humilhar, fazer doer, agredir (especialmente na face), ser injusto ou ameaçar com castigos de terror, e sobretudo mostrar que os laços de afeto foram cortados. Comportamentos destes são maltratantes. Mas dizer a uma mão de um menino de 18 meses, que insistentemente mexe em tudo e que não dá ouvidos a nada, que está a proceder mal - note-se, dizer à mão, não ao menino - pode ser necessário. Não se deve ser fundamentalista, e não acredito que aqueles que dizem que nunca se deve tocar numa criança tenham conseguido criar os filhos, especialmente até aos anos, apenas com palavras, bons conselhos e troca de olhares. Admitir isto é admitir mais facilmente os limites da intervenção e criar uma linha divisória entre o que é (atualmente, e segundo a nossa cultura) aceitável e inaceitável. Ler Mais...
Episotomia mal sucedida | Para Pais.