Resultados para: "dor no externoclediomastodeo"

Você está a ver bebé , leite e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa dor no externoclediomastodeo. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, ver parto normal ver tudo, cesaria inflamada por dentro, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

As bactérias

As bactérias são um grupo de seres microscópicos, compostos apenas por uma célula (daí a facilidade que têm em modificar-se), e que existem em praticamente todos os ambientes – ar, solo, agua, e até no fundo dos oceanos, para além de habitarem nas plantas e nos animais, designadamente nos chamados «produtos biológicos»: leite, urina, fezes, lágrimas, saliva, etc. Conhecem-se mais de 1600 espécies de bactérias - cocos, bacilos, espiroquetas, etc. -, mas apenas duzentas são causadoras de doenças (e já chega, claro!). Nem todas as bactérias são móveis mas a maioria tem uma espécie de «pernas» (chamadas «flagelos») que lhes permite a locomoção. A vida seria impossível sem as bactérias já que a maioria vive em estreita colaboração com os seres mais diferenciados, como o Homem. Ler Mais...

Segurança no transporte

Os problemas que os automóveis causam à saúde das crianças são por demais óbvios e a situação é tanto pior quanto a sua utilização tem aumentado de forma inegável: nos últimos vinte anos registou-se uma subida para mais do dobro. Os dados da Direcção-Geral de Viação atestam esse enorme crescimento, quer em número de viaturas, quer em número de condutores encartados. E sabemos também que as crianças viajam cada vez mais de carro, pelas longas distâncias que têm de percorrer, pela falta de tempo dos pais, pelo perigo e insegurança do andar a pé (às vezes reais, às vezes exagerados) e pelo conforto que queremos proporcionar aos nossos filhos. A cultura do automóvel continua, em Portugal, numa fase de expansão, ao contrário do que já acontece noutros países da Europa onde os transportes públicos têm substituído – com grande eficiência - o carro particular. Como se não chegasse, as estratégias para reforço da excelente legislação já existente ficam aquém do desejado. Ler Mais...

Não quero ir além do termo. Como posso ajudar o trabalho de parto a começar?

Conhecem-se vários métodos embora nenhum tenha sido comprovado. Os mais populares incluem sexo, pois a prostaglandina do sémen é semelhante à utilizada para induzir o trabalho de parto, estimular os seios para libertar a hormona oxitocina, que estimula o útero, comer alimentos com especiarias para soltar os intestinos, o que estimula o trabalho de parto, e caminhar para ajudar o bebé a descer para a pélvis e fazer pressão no colo do útero. Há também os remédios homeopáticos; consulte um especialista e peça conselho. Ler Mais...

O que acontece à placenta?

A placenta sustentou o seu bebé durante os nove meses no útero e o que lhe acontece depois da expulsão é uma pergunta comum. A placenta será observada para se comprovar que está completa e que foi expulsa com sucesso. Se parecer saudável, será deitada fora no hospital. Poderá ser levada para análises num laboratório se houver alguma coisa anormal na sua aparência. Em algumas culturas faz-se uma cerimónia com a placenta; e em algumas partes do mundo há mesmo a tradição de a comer. Ler Mais...

Quando é que pode ter cuidados conduzidos por um especialista?

As mulheres com doenças anteriores, como hipertensão, ou aquelas com questões de gravidez mais complexas, como gravidez de gémeos, podem ter a maioria das consultas com um obstetra. Muitas das consultas podem ser feitas no hospital. Há outras condições, como a diabetes ou epilepsia, que podem exigir os cuidados de dois especialistas: um especialista da doença em causa e um obstetra. Uma parteira do hospital também deverá participar nestes cuidados. Ler Mais...

O que é uma intoxicação

Define-se intoxicação como o contacto, a ingestão ou a inalação de uma substância potencialmente lesiva para o organismo. Diz-se acidental quando ocorre sem ser com objetivos criminais ou suicidas. Juntamente com os acidentes, as intoxicações constituem a maior causa de morte após o primeiro ano de vida, e isto apesar de toda a melhoria que se tem verificado, quer no encaminhamento das crianças intoxicadas para os serviços de urgência, quer nos tratamentos que existem para as diversas situações. Portugal continua a ter taxas de mortalidade muito elevadas por intoxicações, e estas foram responsáveis por quase 10% dos internamentos nos serviços de urgência de pediatria. É demasiado. Sobretudo se pensarmos que estamos a falar de uma situação evitável. Sobretudo se atendermos a que o nosso país nem ó, no contexto dos países europeus, o país que utiliza mais produtos tóxicos. Significará isto que somos mais descuidados? Em parte sim. Temos menos regras, é certo, mas também estamos menos habituados a cumpri-las e, sobretudo, ainda não aprendemos a viver com os tóxicos. As nossas crianças são, por assim dizer, mais vulneráveis ao risco das intoxicações. Isso explica que as taxas portuguesas sejam muito superiores às de países do sul como a Espanha ou a Grécia para não falar dos restantes países da União Europeia ou do norte da Europa. Se acrescentarmos a isto o facto de os custos económicos e sociais serem extremamente elevados, creio que teremos fortes motivos para nos preocuparmos pais, profissionais e cidadãos. Ler Mais...
Dor no externoclediomastodeo | Para Pais.