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Escarlatina – Quais são os sintomas?

A criança aparece com febre alta dores de cabeça ou de barriga, dificuldade a engolir, falta de apetite, mal-estar e a língua muito encarnada, quase «escarlate». Depois de umas horas ou escassos dias, a língua fica branca, a febre mantém-se e aparecem pequenas manchas, como pequenos pontos, poupando a zona à volta da boca e do nariz, mais concentradas no sangradouro (braços). Depois a febre desce, e a criança começa a melhorar, porque na quase totalidade dos casos o diagnóstico é feito e a terapêutica instituída. Nos raros casos, actualmente, (frequentes há décadas) em que a doença seguia o seu curso, também curava espontaneamente, apesar de mais dias de enfermidade, Só que ficava o risco do aparecimento de febre reumática, e das lesões do coração ou dos rins. geralmente muitos anos depois da escarlatina. O mesmo se passava, aliás, com amigdalites estreptocócicas não tratadas. Passados alguns dias, a pele começa a descamar, voltando a ter o aspecto inicial. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre Tempos livres e Cultura

O meu filho vê muita televisão e, por vezes, assiste a cenas violentas. Devo preocupar-me com esta situação? As investigações em «laboratório mostram que assistir a um filme violento na TV leva as crianças a serem mais agressivas com os bonecos e nas suas brincadeiras. Há que ressalvar, no entanto, que estes estudos não são extrapoláveis para as condições reais, ignorando-se também se esses eleitos se mantém a longo prazo Por outro lado, inúmeras situações do dia-a-dia não televisivo (em casa. na escola, na sociedade) têm igualmente uma carga violenta, se bem que por vezes não tão evidente - como então separar o peso específico de cada uma destas causas? A partir de que idade posso iniciar a minha filha na aprendizagem de um instrumento musical? A partir dos 4-5 anos, a maioria das crianças estará apta a começar a aprendizagem de um instrumento, e se isso corresponder a um seu desejo e houver possibilidades logísticas e económicas, é de avançar. Os educadores do jardim-de-infância poderão também dar a sua opinião, em diálogo com os pais. O piano, por exemplo, pode ser aprendido desde que as crianças se saibam sentar no banco e concentrar-se (cerca dos 4-5 anos) e a aprendizagem dos instrumentos de corda pode também começar cedo. Os instrumentos de sopro deverão ficar reservados a crianças um bocadinho mais velhas, pois a coordenação do sopro com os movimentos dos dedos é mais difícil. Gostava de levar o meu filho de 4 anos ao cinema, mas não sei se ele aguentará o filme todo. Claro está que. antes dos 4 anos. pode dar o sono, pode a criança assustar-se com a escuridão e o movimento do filme, ou pura e simplesmente fartar-se porque o filme é longo e não se pode mexer nem dizer nada. Cada um saberá qual o melhor momento para levar os filhos ao cinema, mas pode haver avaliações que depois se revelam erradas, e não vale a pena ficarmos zangados se o momento não foi o certo e a criança não conseguiu aguentar. De que modo posso estimular o gosto pela leitura nos meus filhos? O livro deve ser um elemento constante no imaginário e na vida da criança - desde os livros de pano com que brinca no banho, até aos que vè nas estantes de casa Nos infantários e jardins-de-mfância, há também muitos livros e. a partir da sua descoberta, é possível integrar a leitura nos hábitos das crianças, conferindo-lhe um contexto social e cultural. Qual a importância do exercício físico para o desenvolvimento das crianças? O desporto representa uma actividade fundamental para o crescimento e o desenvolvimento harmonioso, bem como para o equilíbrio mental e psicológico. Além disso, a prática regular de exercício físico tem sido associada a um menor risco de comportamentos indesejáveis e anti-sociais, bem como á diminuição dos chamados consumos nocivos, como o álcool, tabaco e  drogas ilegais Por outro lado. a prática de desporto de grupo prepara a criança para uma maior aceitação da diferença e para o ideal altruísta de -construir algo em comum-, para saber -digerir- as derrotas sem agressividade ou desanimo e. desde que bem orientado, para uma competitividade sadia e estimulante, com absoluto respeito pelas regras do jogo e pelo adversário 0 desporto favorece também o crescimento, a forma, a torça e a elasticidade corporal e a libertação de endorfinas a nível cerebral facilita o relaxamento e a sensação de «cansaço saudável» que tão bem sabem. O meu filho tem 4 anos, e desde os 6 meses que vai à natação. Posso deixá-lo à vontade no mar? Com a frequência maior de piscinas, desde idades muito novas, os pais convencem-se que as crianças já sabem nadar. E até podem saber, se apoiadas e num ambiente de piscina, mas numa situação de emergência é impossível assegurar que uma criança com menos de 6 anos consiga coordenar-se e vencer o medo. utilizando os recursos que aprendeu. Nunca a deixe, portanto, sozinha no mar. Tenho um filho de 15 meses que adora comer areia... Se comer areia, paciência, deitá-la-á fora na primeira ocasião. . o único problema é se, misturados com a areia, vão detritos, lixos e outras coisas indesejáveis - como as beatas de cigarros que podem matar, se ingeridas Quando puser o seu filho na areia, certifique-se que há uma «área protegida» em volta, sem latas de atum, alcatrão, pontas de cigarro, conchas pontiagudas, seringas ou outros detritos. Tenho uma filha de 2 anos que detesta banho no mar. Devo insistir? Seja qual for a idade, não se deve obrigar uma criança a tomar banho. Não é por insistir que ela fica a gostar mais da água. Estimule-a mas com respeito pela vontade dela. Vamos de férias com os amigos. Temos filhos que andam entre os 18 meses e os 3 anos. Acha que podemos, uma vez por outra, contratar uma babysitter para irmos jantar fora? Em primeiro lugar, é bom ter a certeza de quem é a babysitter (trocar algumas palavras com ela antes de a contratar, pedir referências, por exemplo), para ver se é pessoa qualificada para tomar conta de crianças. Por outro lado. a reacção a estranhos depende da idade, mas estando já num ambiente que não é o de casa, ficar - ainda por cima à noite -, com uma pessoa estranha pode ser traumático. É sempre melhor ser alguém conhecido e ter um plano B preparado, para o caso de a babysitter telefonar a dizer que -eles- estão inconsoláveis 0 receio do abandono existe na mente das crianças, e qualquer aproximação a esta realidade pode ser muito traumática. Até que idade uma criança deve usar braçadeiras? Pelo menos até aos 6, 7 (se nadar muito bem) são indispensáveis. Compre sempre umas que tenham a marca «CE» São mais fiáveis, e nos barcos, as braçadeiras não substituem o colete  salva-vidas. Outro pormenor é enfiar as braçadeiras vazias, e só depois, já no braço da criança, enchê-las até apertar bem. porque se elas entram já cheias, sairão também, e com maior facilidade quando «oleadas» pela água 0 que podemos fazer para evitar picadas de mosquitos e melgas? As crianças como são mais «tenrinhas» e mais «docinhas» ficam transformadas em autênticos passadores de tanta picada. Algumas fazem grandes reacções alérgicas que, por vezes, têm de ser mesmo medicadas no serviço de urgência. Há vários produtos no mercado para o «antes» - {sprays, aparelhos de ligar à electricidade, etc.) e para o «depois» (cremes, pomadas). Levem convosco os produtos necessários e não deixem janelas abertas enquanto têm as luzes acesas, nem as tenham acesas no exterior da casa. junto às portas e janelas. Esta coisa de recomendar óculos a crianças pequenas não é um bocado de exagero? Até aos 12-15 anos as crianças não têm um filtro suficientemente bom, no cristalino dos olhos, para que as radiações não passem. Assim como a pele se queima, também os olhos (porque «radiações estão na luz) se queimam. E os estudos que nos chegam dos países onde as crianças estão há mais tempo expostas à radiação ultravioleta aumentada da última década são muito preocupantes, no que diz respeito às queimaduras irreversíveis da retina. Proteger da luz é essencial - todas as crianças, desde sempre, deverão usar óculos escuros, dos que são adequados de protecção UV - encontram-se nas farmácias, para farmácias e lojas p produtos de crianças. Ler Mais...

Crianças e riscos: simbiose ou antagonismo?

Ser criança é um direito, No entanto, tentar que as crianças sejam adultos em miniatura, não lhes reconhecendo, muitas vezes, na nossa ânsia de as proteger, o direito que têm de serem simplesmente crianças, é que já reflete um vício de raciocínio. E ser criança - o que nós já fomos, mas do qual não nos lembramos com grande exatidão -, é seguir uma determinada linha de pensamento, sentimentos e comportamentos característicos desta fase da vida. Quantas vezes as nossas exigências são desfasadas relativamente às possibilidades reais das crianças, quer as nossas exigências pessoais, quer também as exigências do mundo que criámos. Conscientes de que existem perigos, temendo pela saúde dos nossos filhos e inseguros quanto à melhor atitude a tomar, somos por vezes hiperzelosos em algumas áreas, descurando outras. Temos um medo quase irracional do «risco», mas depois concedemos em aspetos nos quais não deveria haver qualquer tolerância. Refletindo um pouco, e pensando quem são os nossos filhos, creio podermos melhorar muita coisa, expondo-os menos a traumatismos, ferimentos e lesões acidentais, e vivendo mais tranquilos e descansados, nós próprios. Ler Mais...

Ver

Os bebés vêem... e bem... Ao contrário do que se pensava há alguns anos. o bebé recém-nasado vê... e vê bastante bem, especialmente a luz intensa e os objetos em movimento. O seu sistema visual ainda está imaturo, é verdade, e os órgãos da visão sofrem melhorias durante os primeiros dois anos de vida, até atingirem a capacidade de visão do adulto jovem, pois porque o adulto «menos jovem» já começa a ter diminuição da suas potencialidades visuais. Desde o dia em que nasce, o bebé consegue fixar a visão e observar objetos e, muito especialmente, a face humana. É claro que faz isto por períodos de tempo curtos, cansando-se com facilidade. Mas enquanto o faz, fá-lo com muita atenção, verdadeiramente interessado no que se está a passar. A teoria de que os bebés não viam está definitivamente ultrapassada. Quando se estimula o aparelho visual com uma luz, por exemplo com uma lanterna, o bebé pestaneja e as pupilas fecham-se, em sinal de defesa. Aos dois dias de vida, o bebé já prefere objectos coloridos e a face humana (este é um ponto quanto a mim muito importante) em vez de imagens brancas e objetos inanimados. Por volta dos 1 -2 meses o bebé já segue os objectos com o olhar, primeiro no plano horizontal, depois no vertical e mais tarde mesmo no plano oblíquo. O campo de visão não é tão alargado como na criança maior mas já permite abarcar uma boa parte do seu universo próximo. É também a partir desta idade que a criança segue com mais segurança, e por períodos de tempo maiores, um brinquedo que lhe seja apresentado e deslocado vagarosamente no seu campo de visão. Por volta dos 2-3 meses, aliás, o bebé já revela uma grande excitação quando vê brinquedos e, até às vinte semanas, tentará coorde- nar a visão com os movimentos da mão, com vista a agarrar o que os seus olhos já vêem e o que a sua vontade desejaria ter na mão. Por volta dos 2-4 meses o atenção entretém-se com as mãos, na linha média do corpo, e brinca com elas durante bastante tempo, quando está deitado de costas (posição que, aliás, aproveitamos para insistir, deverá ser a preferida pelos pais para deitar o bebé, a menos que haja algum dos raros problemas médicos que sugerem outra posição). É nesta altura que os lactentes demonstram um grande entusiasmo quando vêem o peito ou os alimentos. Há também um grande interesse por parte do bebé quando o mudam de um lado para o outro, de uma habitação para a outra. O ambiente que rodeia a criança começa a ser um fator estimulante e capaz de cativar a sua atenção visual. Ler Mais...

Alívio natural da dor

Tente explorar os remédios naturais para alívio de dores antes de escolher um medicamento. Uma massagem na cabeça, beber muitos líquidos ou descansar num quarto na penumbra, podem ajudar a aliviar a dor de cabeça. Exercícios suaves de alongamento ou um banho quente podem aliviar as dores das costas. Na gravidez podem ser usadas várias terapias complementares. Por exemplo, a reflexologia pode aliviar as dores das costas e problemas circulatórios e a homeopatia pode tratar sintomas de gravidez, como náuseas e indigestões. Antes de usar qualquer tipo de terapia complementar na gravidez, consulte o seu médico. Ler Mais...

O meu primeiro bebé nasceu prematuro. Quais as probabilidades de isso voltar a acontecer?

Menos de 6,4 % de todos os partos em Portugal são pré-termo de bebés nascidos com menos de 37 semanas de gestação. Se o seu primeiro bebé foi prematuro, a hipótese de isso acontecer de novo depende das razões que envolveram o parto anterior. Se você entrou naturalmente em trabalho de parto pré-termo, sem nenhuma razão identificável, então há o risco de isso poder voltar a acontecer. Por vezes pode haver uma ligação genética, a qual pode ser a causa de a sua mãe ou irmã terem tido os seus bebés prematuros. Contudo, se foi devido a um problema médico que a afetou a si ou o bebé e que é improvável que volte a acontecer, então tem menos hipóteses de ter outro parto pré-termo. Os problemas médicos e obstétricos que podem predispor uma mulher a ter bebés prematuros incluem gravidezes múltiplas, tensão alta, hemorragias durante a gravidez, em especial na gravidez adiantada, rutura prematura das membranas, aumento do líquido à volta do bebé, ou a presença de qualquer doença ou infeção na mãe ou no bebé, algumas das quais podem significar que o seu bebé ou bebés têm de nascer mais cedo por cesariana facultativa. Também, se tiver o colo do útero enfraquecido, quando o colo do útero diminui mais tarde na gravidez, você corre um risco mais elevado de parto prematuro. Se se souber ser este o problema você será monitorizada durante a gravidez. Alguns destes problemas podem voltar a acontecer em gravidezes subsequentes, tornando provável outro trabalho de parto prematuro, enquanto outros têm menos hipóteses de reaparecer e portanto você terá menos hipóteses de ter um subsequente trabalho de parto prematuro. Ler Mais...
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