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Tive uma indigestão terrível – porquê?

A progesterona, a hormona que relaxa os músculos lisos (músculos que controlam acções inconscientes) na gravidez, tem o desagradável efeito secundário de relaxar todos os músculos lisos do corpo, incluindo os do aparelho digestivo. As digestões lentas e o anel de músculos em cada extremidade do estômago tornam-se menos eficazes, o que pode causar azia e indigestões, pois os sucos ácidos do estômago sobem ao esófago. Além disso, o seu bebé em crescimento aperta tanto o seu estômago que fica com pouco espaço para digerir os alimentos. Para evitar a indigestão, coma pouco e várias vezes, coma devagar, não coma tarde de noite e evite alimentos gordos e condimentados. Em vez de se deitar ao comprido, apoie-se em almofadas. Fale com a sua parteira, médicos ou o farmacêutico sobre remédios seguros. Ler Mais...

Dores no estômago

As dores «de estômago», que as crianças referem com frequência, nem sempre se relacionam com patologia do estômago. Mas se, em muitos casos, as dores podem ser de origem psicossomática (mimo, stresse, chamada de atenção), há que excluir primeiro causas orgânicas (se houver, por exemplo, febre, diarreia ou vómitos, a dor terá seguramente uma origem gastro intestinal). Alguns exemplos de doenças que se podem acompanhar de dor de estômago, são:
  • gastroenterite;
  • intolerância ao leite de vaca ou à lactose;
  • alimentos que possam ter sido ingeridos e não sejam habituais - picantes, refogados, etc.;
  • obstipação;
  • constipação comum - todos os vírus podem atingir qualquer dos órgãos, e isso depende, não apenas da estirpe do vírus como da sensibilidade específica que cada pessoa tem. O estômago pode ser um dos órgãos-alvo;
  • amigdalites e faringites;
  • pneumonia, especialmente se se localiza na base do pulmão;
  • invaginação intestinal - embora seja sobretudo no primeiro ano de vida, esta situação pode ir até aos 3 anos e provoca dor abdominal, fezes escassas parecendo geleia de morango, deterioração rápida do estado geral. É uma situação urgente;
  • apendicite - na primeira fase da mesma;
  • medicamentos - anti-inflamatórios, alguns antibióticos;
  • gases;
  • gastrite - principalmente a provocada pelo Helicobacter piloryi.
Se as dores se mantiverem ou forem fortes, ou acompanhadas de sintomas gastrointestinais ou outros, é conveniente levar a criança ao médico. Há que ter em atenção que alguns analgésicos e antipiréticos, como o ibuprofeno, podem dar inflamação gástrica. Ler Mais...

Helicobacter

São cada vez mais os casos de crianças com infeção causada pelo Helicobacter pylori, um micróbio de que os pais ouvem falar com frequência crescente e que tem causado alguma apreensão - muitas das vezes porque uma ida rápida à Internet ou a outras fontes de informação científica mostram coisas que não são muito agradáveis de ler ou de ouvir. Mas há que ter calma e ver que as raridades são raridades e que tudo tem a sua frequência. O Helicobacter pylori é uma bactéria que causa doença digestiva, designadamente gastrite (inflamação ou infeção da parede do estômago), e também úlcera gástrica (aftas) no estômago ou no duodeno, que podem aprofundar-se e até perfurarem o estômago ou essa parte inicial do intestino delgado. Embora o H. pylori possa causar estas doenças, a maior parte das infeções causadas por ele são silenciosas e não dão quaisquer sintomas. Todos podemos, pois, ter uma infeção pelo H. pylori. Quando a bactéria dá sintomas, então quer geralmente dizer que o estômago já está inflamado (gastrite) ou que já existem mesmo lesões de ulceração. Outra relação com a infeção crónica por esta bactéria tem sido o cancro do estômago (carcinomas e linfomas). Os sinais de infeção por esta bactéria são dores na região do estômago (parte superior do abdómen, ao centro ou mais para o lado esquerdo), náuseas, azia e mais raramente vómitos, perda crónica de sangue nas fezes (pode nem se dar por isso, mas gerar anemia ao fim de um tempo). A dor é o sintoma mais frequente, e geralmente é moderada - algumas crianças descrevem como queimadura - e piora em jejum ou depois de ingestão de alimentos muito condimenta- dos ou alguns medicamentos (ibuprofeno, certos antibióticos). No caso de dores prolongadas, é conveniente referir a situação ao médico-assistente, para eventualmente realizar exames. Pelo sangue podem dosear-se os anticorpos contra a bactéria. Se forem positivos, e com sintomas clínicos evidentes, poderá haver a necessidade de realizar uma endoscopia para fazer biópsia do estômago (exame simples, efetuado nos serviços de gastroenterologia pediátricos) ou dosear o hidrogénio no ar expirado, outro método de deteção (embora identifique apenas a presença da bactéria, sem saber o grau de lesão). O tratamento é baseado num medicamento que diminui a produção de ácido do estômago, dois antibióticos, dieta muito fracionada ao longo do dia, sem agressores do estômago (alimentos ácidos ou gasosos, por exemplo) e antiácidos. Ler Mais...

Estenose hipertrófica do piloro

A estenose do piloro é uma situação conhecida de alguns pais: o bebé (geralmente com 3, 4 semanas de vida) tem fome, come, mas vomita. Ao mesmo tempo faz menos cocó e xixi estes dados são importantes porque a desidratação é o maior risco a curto prazo. Os vómitos são em jato, com grande pressão, passado um bocado sobre a mamada, dando a impressão de que «vomita mais do que comeu». O estado geral vai-se deteriorando, podendo aparecer desidratação. Estes vómitos devem-se ao facto de o piloro, que e a prega que faz a transição entre o estômago e o duodeno, estar apertado («estenose»») e o conteúdo do estômago não conseguir passar adiante. A solução é cirúrgica uma operação relativamente simples mas que é urgente. O diagnóstico é clínico e complementado pela ecografia. Ler Mais...

E em caso de eletrocussão?

Mesmo com todas as medidas preventivas assinaladas podem ocorrer casos de eletrocussão e é fundamental saber como proceder (se houver várias pessoas em casa, cada uma deverá fazer uma coisa): - é importantíssimo NINGUÉM se precipitar para cima do acidentado pois se a eletricidade ainda está a passar o adulto pode ficar também ele eletrocutado; - cortar a corrente no disjuntor ou afastar a criança da tomada ou do fio TOCAN-DO-LHE APENAS com um objeto não condutor de electricidade (madeira, plástico) para não ser electrocutado também; - começar a reanimar a criança respiração boca-a-boca e massagem cardíaca (vale a pena relembrar aos pais que para cada cinco massagens cardíacas no tórax deverão fazer uma respiração boca-nariz nas crianças pequenas ou boca-a-boca nas maiores). - chamar o 112; - de salientar que as queimaduras por eletricidade são muitas vezes profundas e o aspecto superficial pode parecer menos grave do que realmente é. Ler Mais...
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