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Estomatite aftosa

A criança em idade pré-escolar começa com:
  • febre, que se torna muito alta e duradoura;
  • gengivas muito vermelhas, que às vezes chegam a sangrar ao mínimo toque;
  • dor sobretudo ao alimentar-se;
  • aftas (ulcerações) por toda a boca e frequentemente também nos lábios;
  • emagrecimento, associado à recusa quase total de comer;
  • mal-estar geral.
Esta estomatite aftosa é provocada por um vírus e não há tratamento específico, ou seja, tem de se esperar que passe. Além de se baixar a febre, pode colocar-se um produto para anestesiar um pouco a boca, para permitir que a criança coma, escolher muito criteriosamente os alimentos de modo a que ardam menos nas aftas e sejam do maior agrado da criança, oferecer líquidos com frequência (líquidos com um pouco de açúcar), dar um preparado de vitamina B e esperar pacientemente. Se houver dúvidas, a criança deverá ser levada ao médico, sobretudo se o seu estado geral estiver muito deteriorado. Ler Mais...

Prevenção

As vacinas de que falámos são a única maneira eficiente de evitar as meningites, embora nem todas infelizmente possam ser prevenidas desta forma, como a provocada pelo meningococo B. Outra forma de evitar parcialmente as meningites reside na prevenção quando de surtos, por exemplo em jardins-de-infância. A doença pode prevenir-se administrando antibióticos que eliminam a bactéria da garganta das pessoas infetadas. Assim, os contactos íntimos de crianças com infeções causadas pelo meningococo deverão tomar esse antibiótico durante 3 dias. O tratamento correto e atempado das otites e de outras infeções da cabeça também permitem reduzir o número de potenciais focos de infeção das meninges, bem como a prevenção dos traumatismos cranianos. Ler Mais...

Boca

O que são as aftas e estomatite aftosa? Há uma situação, que preocupa os pais e se designa por estomatite aftosa: trata-se de um bebé que começa com febre, que se torna muito alta e duradoura, com o aparecimento de gengivas muito encarnadas (às vezes chegam a sangrar ao mínimo toque), dor sobretudo ao alimentar-se, aftas (ulcerações) por toda a boca e frequentemente também nos lábios, emagrecimento (associado à recusa quase total de comer) e mal-estar. Esta estomatite aftosa é o resultado do primeiro contacto do bebé com um vírus do grupo dos herpes herpes simplex e não há tratamento especifico, ou seja. tem que se esperar que passe. Além de se baixar a febre, pode-se colocar um produto para anestesiar um pouco a boca e permitir que a criança coma, devem-se escolher muito criteriosamente os alimentos de modo a que ardam menos nas aftas e sejam do maior agrado da criança, oferecer líquidos com frequência (líquidos com um pouco de açúcar), dar um preparado de vitamina B e esperar pacientemente. Se houver dúvidas, a criança deverá ser levada ao médico, sobretudo se o seu estado geral estiver muito deteriorado. Os preparados antifúngicos não servem para nada, nesta situação (que não deve ser confundida com os «sapinhos», esses sim, provocados por fungos). Uma das maiores preocupações dos pais o facto de a criança não comer só deve assustar se a criança não beber líquidos. É natural que ela vá emagrecer nesse período de doença, que pode chegar a ser superior a uma semana, mas mal passe a fase aguda o apetite vem e em força, recuperando rapidamente o peso anterior. Ler Mais...

Doença da boca-mão-pé

A doença boca-mão-pé ocorre sobretudo cerca dos 4-5 anos, e pode ser causada por uma grande variedade de vírus, mais frequentemente um que se chama coxsackie. A doença não costuma ser grave e as crianças recuperam numa semana. Os sintomas começam por febre ligeira, perda de apetite e mal-estar geral. Segue-se o aparecimento de aftas dolorosas na boca, sobretudo na parte interior das bochechas e gengivas, e manchas nas palmas das mãos e plantas dos pés, que depois evoluem para nódulos e bolhas. A doença é contagiosa através das secreções nasais, saliva e líquido das bolhas, durante pelo menos uma semana depois do início da doença. Perante estes sintomas a criança deverá ser observada pelo médico-assistente. O risco maior consiste na desidratação provocada pela não ingestão de líquidos em quantidade suficiente, atendendo à dificuldade em engolir e à falta de apetite. A alimentação deve ser baseada em líquidos e pastosos, frios e de sabor neutro (gelados, por exemplo). Não há tratamento específico, mas é preciso dar todos os medicamentos necessários para o conforto da criança, e os pais não se devem surpreender se ela emagrecer – passada a doença, o apetite virá, e em força. É conveniente evitar o contacto com mulheres grávidas. Ler Mais...

Tosse

Uma criança com tosse é uma situação aborrecida e causadora de ansiedade. Não há sintoma mais maçador, sobretudo a tosse irritativa, insistente, por ataques. Porém, ao contrário do que possa parecer, a maioria das tosses são uma defesa do organismo e, como tal, devem ser respeitadas, mesmo que possam durar bastante tempo. Outras vezes, sobretudo nos primeiros anos de vida, os episódios respiratórios repetem-se com tal frequência que, embora sejam casos agudos diferentes, a tosse parece «nunca mais acabar». É bom termos a noção de que o reflexo da tosse - porque de um reflexo se trata - é um mecanismo de defesa do organismo e tem como objetivo expelir, com força acrescida, os micróbios, detritos, poluentes ou elementos que se encontram na árvore respiratória e que não deveriam lá estar. É por isso que a tosse deve ser encarada de uma maneira positiva, embora existam algumas tosses que resultam de outras situações «menos boas», e também a própria tosse «defesa» possa levar ao cansaço e à exaustão. Fundamentalmente, há quatro tipos de tosse:
  • a tosse produtiva, com expetoração (embora a criança não a deite fora, mas sim engula), com origem baixa (brônquios);
  • a tosse irritativa, que é provocada por agressões à árvore respiratória, e que é uma tosse seca, repetida, muitas vezes quase «ladrada» (tosse de «cão»);
  • a tosse de origem alérgica, semelhante à anterior, mas acompanhada de olhos a lacrimejar, sensação de «vontade de coçar a garganta», espirros, pieira, etc.;
  • a tosse sobretudo noturna, por acessos, que corresponde ao deslizar das secreções dos adenoides para os brônquios.
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