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A Barriga e as ancas

A inspeção do abdómen pode mostrar aspetos diferentes do normal, na forma ou lesões visíveis (por exemplo, se o umbigo ou a cicatriz umbilical, se o cordão já caiu está infetado, se existem hérnias umbilicais ou outras, um pouco acima, centrais, chamadas «hérnias de linha branca»). A palpação abdominal pode revelar, logo à partida, uma barriga dura, provavelmente cheia de ar, a que o toque e a percussão completam, mostrando um som de tambor, tão comum. Avalia-se também eventuais aumentos de tamanho dos órgãos intra-abdominais fígado, rins, baço, ou a existência de massas. Podem existir hérnias inguinais, bem diferentes das umbilicais pela sua situação (junto aos testículos ou na zona equivalente, na rapariga) e pelos cuidados a ter (as umbilicais não estrangulam, pelo que não necessitam de uma abordagem urgente, ao contrário das inguinais, que têm que ser avaliadas por um cirurgião). Os médicos palpam também as virilhas para avaliarem os pulsos femorais, ou seja, para ver se o sangue circula bem para as extremidades inferiores. A anca deve ser sempre objeto de avaliação, para detetar uma situação comum a instabilidade ou displasia da anca, que, em alguns casos, pode ser mesmo uma luxação congénita. Daí os médicos fazerem uma manobra, a que se dá o nome de Ortolani-Barlow, e que permite ver se a relação entre os ossos da bacia e o fémur é normal. A displasia da anca tem que ser diagnosticada e eventualmente tratada precocemente. Ler Mais...

Dores na anca

Uma criança com dor na anca pode constituir uma razoável fonte de preocupação para a família e também para o médico, até porque é uma situação fora do comum e que, pela sintomatologia aguda e tão manifesta, assume algum dramatismo. Há vários fatores a ter em conta: se a dor é súbita, se é intensa, se causa impotência funcional, ou seja, se a criança tem a marcha e a movimentação limitadas e se tem sinais de inflamação (inchaço, vermelhidão e calor). Claro que interessará saber se teve ou tem outros sintomas e sinais, de qualquer dos outros órgãos, e também, evidentemente, se sofreu um traumatismo - queda, pancada, mau jeito, etc. Muitas vezes poderá ser mau posicionamento a dormir; não é necessário que seja um acidente grave. Vamos pois abordar os casos em que os parâmetros acima referidos são bem evidentes e não aqueles em que existe uma «dorzinha» ocasional que passa em momentos sem qualquer tratamento. Uma das situações mais frequentes de dor na anca, excluindo os casos de traumatismo, é a sinovite aguda transitória, que é uma inflamação autolimitada do revestimento (denominado «sinovial») da articulação da anca. Embora possa surgir em qualquer idade, é mais comum entre os 3 e os 5 anos de idade e no sexo masculino. Há também uma predominância pelo lado direito. A causa da sinovite aguda é desconhecida e pôs-se a possibilidade de estar relacionada com fatores alérgicos. Aliás, metade das crianças tem uma história de constipação ou otite nos dias anteriores. O caso-tipo é o de uma criança que aparece com dor na virilha ou na anca, geralmente de um só lado, com dificuldade em andar, preferindo manter a perna fletida e ligeiramente voltada para o lado de fora. Quando tal acontece e não passa com um anti-inflamatório, no período de um ou dois dias, então convém consultar o médico porque eventualmente ter-se-ão de realizar exames (análises, radiografias, etc.). Uma das razões porque há que ter esta precaução é porque existe uma situação, denominada «doença de Legg-Calvé-Perthes», que tem de ser tratada de imediato. Ler Mais...

As ancas

O que é a «doença luxante da anca»? A luxação congénita da anca é uma doença potencialmente incapacitante, associada a um elevado grau de deficiência e problemas ortopédicos na infância e na idade adulta, se o diagnóstico e o tratamento não forem precoces. Chama-se «luxação congénita da anca» às situações em que a relação entre a parte superior do osso da perna (cabeça do fémur) e a superfície do osso da bacia que o recebe (acetábulo do osso ilíaco) está alterada. Com o crescimento, se nada for feito, o fémur irá criar uma nova articulação com o ilíaco, prejudicando gravemente a estabilidade da pessoa e a marcha. A incidência de luxação congénita da anca na etnia caucasiana é de cerca de 2:1000 nados vivos, sendo muito inferior em outras etnias. Há, no entanto, uma outra situação, designada por «anca instável», indistinguível da verdadeira luxação na altura em que o tratamento é recomendável, e que tem uma incidência bastante superior (cerca de 15 a 20:1000 nados vivos). Desta forma, para efeitos práticos, e com vista a uma detecção precoce, englobam-se as duas situações no termo «doença luxante da anca - DLA». Os pais já estão habituados a que as ancas sejam observadas, no exame do bebé, sobretudo no primeiro ano de vida. Aliás, essa pesquisa está referenciada no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil do bebé para que ninguém se esqueça de a fazer. Precisamente por esta razão: a suspeitar-se de algum problema, a intervenção caso o ortopedista pediatra julgue necessária - deverá ser o mais precoce possível. Há situações que estão associadas a uma maior probabilidade de ter uma luxação da anca, desde factores genéticos como uma história familiar de doença luxante (20 vezes mais!), ou o sexo feminino (5 vezes) , ou factores gestacionais pouco líquido amniótico, primeiro filho, atraso de crescimento intra-uterino, bebé «pélvico» (15 vezes mais!) ou cesariana. Também há uma incidência maior de DLA quando existem outras malformações congénitas, especialmente dos pés. Ler Mais...

Tenosinovite da anca

Uma das situações mais frequentes de dor na anca, excluindo os casos de traumatismo, é a sinovite aguda transitória, que é uma inflamação autolimitada do revestimento da articulação da anca (denominado «sinovial», de onde o nome). Embora possa surgir em qualquer idade, é mais comum cerca dos 3-4 anos e no sexo masculino. Há também uma predominância pelo lado direito. A causa da sinovite aguda é desconhecida e pôs-se a possibilidade de estar relacionada com fatores alérgicos. Aliás, metade das crianças tem uma história de constipação ou otite nos dias anteriores. O caso-tipo é o de uma criança que aparece com dor na virilha ou na anca, geralmente de um só lado, com dificuldade em andar, preferindo manter a perna fletida e ligeiramente voltada para o lado de fora. Há vários fatores que deve ter em conta: se a dor é súbita, se é intensa, se causa impotência funcional, ou seja, se a criança tem a marcha e a movimentação limitadas e se tem sinais de inflamação (vermelhidão e calor). Claro que interessará saber se teve ou tem outros sintomas e sinais, de qualquer dos outros órgãos, e também, evidentemente, se sofreu um traumatismo (queda, pancada, mau jeito, etc.). Muitas vezes poderá ser mau posicionamento a dormir; não é necessário que seja um acidente grave. Quando tal acontece e não passa com um anti-inflamatório, no período de um ou dois dias, então convém consultar o médico porque eventualmente ter-se-ão de realizar exames (análises, radiográficas, ecográficas, etc.). Ler Mais...

Ouvi dizer que examinam as ancas do bebé. Porquê?

Todos os bebés fazem dois exames às ancas como parte do programa de rastreio da saúde da criança recomendado. Os exames são feitos nos primeiros dois dias, em que é feita uma avaliação física do bebé, e às 6-8 semanas essa avaliação física é repetida. Os dois problemas que são despistados são a deslocação congénita das ancas e a displasia da anca ou "luxação da anca". A despistagem deverá ser feita por um pediatra ou uma parteira ou, mais tarde, pelo médico de família. Se se descobrir algum problema, pode ser recomendado o uso de um aparelho para alinhar as ancas e para assegurar que o desenvolvimento do encaixe será normal. Ler Mais...

Doença de Legg-Calvé-Perthes

Na doença de Legg-Calvé-Perthes há uma falha - por causas desconhecidas - na alimentação sanguínea da cabeça do fémur, na articulação da anca, provocando a sua degeneração, com as consequências daí decorrentes. O osso fica mais fraco e pode até quebrar, deixando também de poder desempenhar a sua função - a cabeça do fémur é que permite, articulando-se nos ossos ilíacos, a rotação e movimentação da anca e, portanto, da perna. A situação é transitória porque, na maioria dos casos, a circulação sanguínea reestabelece-se após 1 e meio a 2 anos. É mais comum nos rapazes (quatro em cada cinco casos) e a partir dos 2 anos de idade, é geralmente unilateral. A dor pode irradiar para a coxa ou para o joelho, e outro sintoma é o coxear, de uma maneira repetida, sem ter havido história de traumatismo. A criança pode queixar-se de dor na coxa. Se a situação se prolongar por mais de quatro dias é conveniente a criança ser observada, para eventualmente fazer exames complementares (radiografia) e ser referenciada para um ortopedista ou cirurgião pediatra. Ler Mais...
Dor acima da anca | Para Pais.