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Crupe

A história é quase sempre a mesma: a criança deita-se normalmente, sem sinais de doença ou pelo menos só com o nariz ranhoso e, de repente, a meio da noite, os pais ouvem-na tossir, com uma autêntica «tosse-de-cão», rouca. Quando chegam ao quarto a criança está acordada, sentada na cama, com dificuldade respiratória variável, mas geralmente aparentando estar com «fome de ar». A falta de ar do crupe distingue-se da asma porque a dificuldade é na entrada do ar (inspiração), e a criança faz um silvo quando enche o peito de ar, muito típico (e que se chama «estridor», donde vem o nome «laringite estridulosa»). O crupe assusta eo deve ser minimizado. Em caso de dúvida, se os pais acham que a situação está a fugir ao seu controlo deveo ir a um serviço de urgência, para fazer um aerossol indicado, queexiste nestes serviços e que, em muitos, se chama «1 -2-3» devido à sua composição. No entanto, é essencial tranquilizar a criança e transportá-la em boas condições, semi-sentada e sem stresse. Em geral o crupeo se repete ou, quanto muito, poderá repetir-se na noite seguinte. Há crianças que têm uma predisposição para fazer crupes e pode surgir um outro episódio. Uma das situações que pode confundir-se com o crupe, sobretudo no que respeita à dificuldade respiratória, é a aspiração de um corpo estranho. Ler Mais...

Gastroenterite

A diarreia aguda é ainda uma causa importante de doença nas idades pediátricas. Define-se diarreia numa criança como um aumento do número de dejeções e diminuição da sua consistência, em relação ao que é normal para essa criança. Embora corresponda na maioria dos casos a situações autolimitadas e banais, a diarreia aguda pode frequentemente complicar-se de alterações graves, sobretudo nos primeiros 3 anos de vida. As causas mais frequentes de diarreia aguda são as gastroenterites agudas. Contudo, erros alimentares (bibees hiperconcentrados), intoxicações ou outras doenças podem eventualmente manifestar-se por diarreia. Os agentes mais frequentemente implicados ia gastroenterite aguda são os vírus, seguindo--se as bactérias e outros agentes, como os parasitas. As bactérias podem invadir a parede do intestino (provocando ulcerações da mucosa com aparecimento de muco, sangue e pus nas fezes ou mesmo invadir a corrente sanguínea (com sinais gerais de infeção - febre, mal estar, quebra acentuada do estado geral, etc.). A diarreia por alguns vírus pode ser muito aquosa e geralmente precedida por vómitos. É frequente a febre e, em muitos casos, existe uma infeção respiratória alta. O peodo de incubação é de 2-3 dias e a duração da doença é de cerca de 8 dias. Perante uma criança com diarreia, há vário; aspetos acerca dos quais nos deveremos interrogar e que deveo ser veiculados aos pais e aos médicos, nem que seja num primeiro contacto através do telefone ou e-mail:
  • características das fezes e das dejeções - há quanto tempo dura a situação? Se há mais de três dias, é conveniente consultara médico. Quantas dejeções tem a criança? Mais de cinco? E a cor das fezes? É anormal? E a consistência? Muito líquida? E as fezes têm sangue ou muco (com o aspeto de «ranho»)?
  • a criança está com vómitos? E febre? Se vomita incessantemente ou se tem febre alta será melhor consultar o médico;
  • a criança consegue beber líquidos, pelo menos em quantidade suficiente para compensar o que está a perder pela diarreia? Seo, consultar o médico;
  • o estado geral e de nutrição é bom? Se sim, a criança poderá aguentar a situação por algumas horas ou dias, seo, a descompensação será mais precoce;
  • a criança está irritável? Chora sem parar? Inconsolável? Grita, de um modo diferente do «chorar alto»?
  • a respiração? Como está? A frequência respiratória está aumentada?
  • acham que os olhos estão encovados? Isso é um sinal de desidratação. Necessita de cuidados urgentes;
  • e tem ausência de lágrimas? Significa também que está desidratada;
  • e o mesmo se passa com a secura da boca e das mucosas ou, nos mais pequenos, com a fontanela («moleirinha») que pode estar deprimida e metida para dentro. Neste caso é melhor ir a um serviço de urgência imediatamente;
  • e a pele da barriga? Se derem um «belisco», ela volta imediatamente ao normal ou fica com a prega que lhe fizeram? É que, neste último caso, é provável que o beesteja desidratado e necessita de cuidados médicos urgentes;
  • quanto é que diminuiu de peso? E bom saber, se forem a um serviço de urgência, para os médicos saberem quanto é que o bebé terá perdido e reporem essa quantidade;
  • há sinais de colapso circulatório (pele fria e seca, extremidades frias, prostração, quaseo dá acordo de si) - o melhor é levá-la quanto antes a um serviço de urgência.
Importa dizer que, na maioria dos casos, são os pais quem sabe melhor se o estado da criança se encontra muito ou pouco alterado. Os vómitos precedem geralmente a diarreia e, seo conseguirem ser controlados, podem levar também a perturbações hidro-electrolíticas importantes ou agravá-las. Independentemente da causa, o maior problema da diarreia aguda é a desidratação, donde ser essencial assegurar que a criança consegue beber pelo menos tantos líquidos quanto está a perder pela diarreia, vómitos, febre e respiração acelerada. Além das causas já apontadas para a diarreia aguda, a permanência em ambiente muito quente e/ou a inadequada ingestão de líquidos podem conduzir à desidratação da criança. Ler Mais...

Televisão – amiga ou inimiga?

A televisão faz parte das nossas vidas. É um fenómeno omnipresente, com grande capacidade de intrusão mas, simultaneamente, um intruso que se acompanha de um raro fascínio. Modela atitudes e opiniões, contribui para a definição de valores e modelos de comportamento individuais e colectivos, familiares e sociais. E, comoo podia deixar de ser, faz parte da vida (e da qualidade de vida) das crianças portuguesas. É raro o lar ondeo existe um (ou mais) aparelho receptor, e muito do tempo em que passam acordadas, as crianças estão em frente do televisor. Segundo um estudo, em Portugal, o número médio de horas passadas em frente do televisor, para a população em geral, é de cerca de 4 horas, superior assim à média da União Europeia. Mesmo assumindo alguns vezes metodológicos neste estudo, o factoo deixa de levantar algumas questões. Para queo restem dúvidas de qualquer espécie, não sou de forma alguma contra a televisão nem desejo ou aplaudo formas de censura, manifesta ou encapotada. Sublinho também, com traço bem nítido, que a TV tem inúmeros aspectos positivos inestimáveis. Tem-nos e muitos, designadamente enquanto: • fonte de informação; • fonte de entretenimento; • factor de ampliação dos horizontes; • multiculturalidade; • formação cultural; • formação científica; • fator de democratização e de garantia da democracia. Sem querer centrar esta refleo nos problemas decorrentes de ver televisão, é essencial referir alguns dos efeitos colaterais documentados na literatura: • alterações da visão, que têm a ver com a luminosidade do ecrã e com o facto de a imagem ser composta por uma série de pontos Nas crianças com menos de 2 anos e meio, dado que há maior dificuldade em reduzir estes pontos a uma imagem coe- rente, o efeito poderá ser mais acentuado. É claro que os efeitos negativos visuais estão também dependentes das condições em que a emissão é vista, designadamente a iluminação da sala, distância e resolução do ecrã, intervalos regulares sem olhar para o televisor, entre outros; • audição, que pode ser também perturbada, embora bastante menos do que com os rádios e IPODs; • erros nutricionais, como consequência do abuso dos alimentos snack, que se ingerem com o objectivo deo perder tempo e de poder comer os alimentos em frente à televisão (o que obviamenteo seria tão exequível com a comida tradicional); • falta de exercício físico, decorrente do tempo que se passa em frente do televisor (geralmente em posições ortopédicas viciosas); associada aos erros nutricionais, a falta de exercício acaba por poder ocasionar obesidade; • estilos de vida e comportamentos prejudiciais, donde sobressaem a passividade física e intelectual, a falta de criatividade e de uso da imaginação, a falta de comunicação que resulta muitas vezes num verdadeiro «eremitismo» e um controlo dos sentimentos do próprio por parte dos protagonistas ou até dos locutores; • diminuição das actividades criativas e dinâmicas, designadamente exercício físico, actividades artísticas, actividades criativas (como ler um livro ou simplesmente pensar), conversar e escutar, e outras atividades de lazer. Ler um livro, por exemplo (tal como o teatro está para o cinema), exige um esfoo de imaginação das cenas, dos ambientes e das personagens, bem como uma interpretação subjectiva, o que em TV pouco existe; • diminuição das actividades no exterior, ao ar livrei • exposição a anúncios e promoção de produtos lesivos para a saúde das crianças; • problemas de sono, especialmente antes dos 3 anos. por excesso de estimulação por se deitarem tendencialmente mais tarde, mas também por medo sugestionado por cenas que viram; • isolamento familiar e afectivo, pela falta de tempo para estar com os pais, ouvir e contar histórias, dar mimo ou outros tipos de interacção familiar; • conflitos de valores e de mensagens, entre o que a TV propala (em anúncios ou telenovelas, por exemplo) e o que os pais dizem. Ler Mais...

Como devo pegar no meu bebé quando estiver a dar o bibeo?

Dar o bibeo pode ser uma ocasião fantástica para criar laços com o seu bebé, mantendo-o bem juntinho a si. Procure uma boa posição para si e para o bebé - tenha era conta se é destra ou canhota e a idade e tamanho do seu bebé. Pode aconchegar o beou simplesmente sentá-lo no seu colo. Reduzirá a formação de gases se der o bibeo ao seu bebé com ele o mais erguido possível. Também não se esqueça de inclinar o bibeo para que a tetina e o gargalo estejam sempre cheios de leite e nunca deixe o bebé tomar o bibeo sem estar acompanhado, deixando o bibeo apoiado. Peça mais conselhos à sua parteira ou pediatra. Ler Mais...

Como podemos tranquilizar o nosso beenquanto ele está na unidade de cuidados especiais?

Exceto em situações raras quando o seu bebé possa estar demasiado doente para ser tocado, ou se houver um risco elevado de infeção, voe o seu companheiro seo encorajados a ter um papel muito importante nos cuidados e bem-estar do vosso bebé. Há muitas coisas que voe o seu companheiro podem fazer para se assegurarem de que o vosso bebé sabe que vocês estão lá com ele e ele ficará tranquilizado com a vossa presença. Assim como ter bastante contacto físico com o seu bebé, tocando-lhe e acariciando-o para ajudar a criar laços, o bebé também irá adorar ouvir o som da sua voz, portanto passe bastante tempo a falar-lhe e a cantar-lhe. O seu beem breve a reconhececomo uma presença de conforto e de amor. Ler Mais...

Otites

O ouvido e o seu sistema de tubos e caixas é revestido, em grande parte, de epitélio respiratório e contribui também para o processo. Aliás, toda a patologia do ouvido está muito relacionada com a respiração em geral. Muita gente pensa que as otites «se apanham» por fora, ou seja, através da orelha e do canal auditivo externo, donde o receio das correntes de ar e do vento. Mas o mecanismo das otites não é esse, pelo contrário, é bem diferente. Chama-se correntemente «otite», ou mais corretamente «otite média aguda», à inflamação da área do ouvido que fica além do tímpano, na tal zona em forma de caixa à qual se chama o «ouvido médio». São extremamente frequentes - calcula-se que pelo menos duas em cada três crianças tenham um ou mais episódios até aos 3 anos de idade, e até esta mesma idade, calcula-se que, em Portugal, haverá cerca de 300.000 casos de otite por ano, os quais, só para os leitores terem uma ideia do impacto, causam perto de um milhão de dias de absentismo. A maioria das otites são causadas por secreções que sobem pela trompa de Eustáquio (canal de arejamento do ouvido, entre o ouvido médio e a parte de trás do nariz) e invadem o ouvido médio. A trompa de Eustáquio nas crianças pequenas é mais larga, mais pequena e mais deitada do que nas crianças maiores. É por isso que as secreções, o leite bolçado ou vomitado, etc., podem mais facilmente chegar ao ouvido, infetando-se e dando uma otite. E como os orifícios das trompas de Eustáquio, ao nível da parte de trás do nariz, ficam mesmo ao pé dos adenoides, estes contribuem para as entupir, por um lado, e para serem um meio de expansão de infeções, pelo outro. Quando a criança sente o «ranho lá atrás» e funga, está a auto-injectar-se de secreções enviando-as para o ouvido médio. Os micróbios causadores de otiteo geralmente bactérias, entre as quais os pneumococos, o Haemophilus influenzae e a moraxella catarhalis. Note-se que apesar de existir vacinas para os dois primeiros, é mais para a chamada «doença invasiva» eo as otites que, geralmente, como dissemos, acontecera por migração dos micróbios pela trompa de Eustáquio. Os vírus causam apenas 15% dos casos, ao contrário das outras situações respiratórias, em que predominam. Os sintomas de otite variam muito conforme a idade da criança. Nos bebés podem ser apenas febre, choro (equivale à dor), mal-estar, recusa de mamar, diarreia e outros sinais inespecíficos. A criança maior, que já sei queixa, refere dor e também tem febre. Esta situação enxerta-se geralmente numa constipação e obstrução nasal que começou noa dias anteriores. Aliás, a otite média aguda, antes de «rebentar» (tecnicamente diz-se supurar), funciona como um qualquer abcesso, ou seja, determina febre e dor. Quando abre, a dor desaparece, assim como a febre. A princípio pode pôr-se gotas nos ouvidos para diminuir a dor, e tratar da obstrução nasal (soro, nebulizadores de água-do-mar, vasoconstritores, etc.). Se a febre e as queixas persistem, então a criança deverá ser vista por um médico. A otoscopia confirmará o diagnóstico e o médico instituirá a terapêutica. Diga-se de passagem que as evidências científicas apontam cada vez mais para um tratamento conservador das otites, havendo alguns estudos que, inclusivamente, não pro- põem o uso de antibióticos. É portanto possível que o médico dos vossos filhos opte por um tratamento diferente do de outros médicos. Contudo, nos casos banais, ao escolher um antibiótico cada vez mais se devem escolher os mais simples eo avançar logo para o «último grito da moda», que correspondem geralmente a antibióticos mais caros, mais potentes e que induzem mais resistências por parte das bactérias. Convém no entanto realçar que há um tipo de otite que pode passar desapercebida: é a chamada otite supurada, em que a tensão dentro do ouvido médio é tal que faz um pequeno buraquinho no tímpano, permitindo a saída do pus. Se o pus for em pouca quantidade podeo se dar por isso ou ser confundido com cera. Por outro lado, ao rebentar o tímpano, deixa de haver pressão dentro do ouvido e desaparecem a febre e a dor, afinal os sintomas principais. Assim, pode parecer que tudo melhorou quando afinal a otite se mantém, só que drenando exteriormente o pus. Se esta situaçãoo for tratada poderá deixar sequelas a nível da audição, dado que o tímpano fica esburacado e podeo voltar à sua integridade, seo for convenientemente tratado. Atenção, pois a esta forma sub-reptícia de otite. Ler Mais...
Donde sai o bebe e como sai | Para Pais.