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Picadas de mosquitos e melgas, abelhas e vespas

As crianças são «tenrinhas» e mais «docinhas», e por isso são o alvo privilegiado dos mosquitos e meigas. Na maioria dos casos, a picada de insetos desaparece no dia seguinte, dando apenas desconforto, dor e comichão, podendo surgir lesões de coceira e infeção. Há crianças que sofrem porque ficam transformadas em autênticos passadores, e se a picada é feita na pálpebra ou no lobo da orelha, o inchaço é enorme. Em alguns casos pode ocorrer uma reação alérgica que pode ter de ser medicada no serviço de urgência. Os sinais de alarme são:
  • inchaço da cara ou da boca e lábios;
  • dificuldade em falar;
  • dificuldade em engolir;
  • dificuldade em respirar;
  • tonturas ou desmaio;
  • dores abdominais, náuseas e vómitos.
Há vários produtos no mercado para o «antes» (sprays, aparelhos de ligar à eletricidade, etc.) e para o «depois» (cremes, pomadas). Tenham-nos convosco e preocupem-se em não deixar a janela aberta enquanto tem as luzes acesas, nem as tenham acesas no exterior da casa, junto às portas e janelas. É um autêntico convite para os insetos. Os restos de comida, ao ar livre, atraem abelhas e vespas. Por vezes, no Verão, depois de um almoço na praia ou na relva, ficam migalhas (ou pequenas poças de água) e a criança pode pisar estes insetos, picando-se. O mesmo nas piscinas, junto à borda, onde há salpicos de água. Os perfumes, as camisolas com desenhos de flores e as bebidas doces em lata, bebidas por palhinha, também atraem as abelhas e vespas. No caso de picada de inseto deve:
  • levar-se a criança para outro lado;
  • se tiver sido picada por uma abelha, vespa ou zangão e o ferrão ainda for visível, convém removê-lo raspando a pele, com suavidade, com a unha ou o bordo de um cartão de crédito;
  • espremer-se, sem demasiada força, para não lesar os tecidos;
  • lavar com água e sabão;
  • aplicar gelo;
  • se a dor for forte, dar um analgésico;
  • se há comichão, aplicar uma pomada para a reduzir.
Os casos que necessitam de ser observados, embora não num contexto de urgência, são aqueles em que surge grande inflamação, infeção ou dor prolongada. Ler Mais...

Os ouvidos

Quando se fala de ouvidos, falamos da orelha e canal auditivo externo. Os ouvidos têm sistemas de limpeza e os pequenos pelos que agarram os elementos indesejáveis que entram com o ar, e a cera que não é sinal de sujidade, mas de que o canal auditivo externo está a funcionar, para que com ela saiam as substâncias indesejáveis, como os micróbios e a poluição. Por esta razão, não se deve limpar os ouvidos com cotonetes ou similares, porque só servirá para empurrar as secreções para locais mais fundos do canal auditivo, fazendo com que fiquem uma argamassa mais dura, um autêntico rolhão que pode prejudicar a audição. E, também, para fazer pequenas feridas que podem causar comichão e a criança coçar, aumentando a ferida, e abrindo portas à invasão das bactérias. A água que possa ter entrado durante o banho também sairá. Quanto muito, poder-se-á limpar a parte de fora do ouvido com muito cuidado, para que não se façam abrasões ou feridas. Os cotonetes com proteção redonda maior devem ser as preferidas para limpar a orelha. E não se incomodem se o vosso filho deitar cheiro das orelhas - cheiro a cera - não é sinal de «porcaria», embora não seja um cheiro agradável. Se sair um líquido viscoso, tipo «cola de contacto», com cheiro fétido, poderá estar com uma otite que rompeu e com a respetiva saída de pus - nesse caso deverão contactar o médico-assistente. Ler Mais...

Causas mais comuns

Sendo os gânglios os filtros do sistema linfático, as causas mais comuns são as doenças infeciosas, geralmente banais e que atingem as crianças a partir do primeiro ano de vida. As crianças que andam permanentemente «ranhosas» (com os adenoides grandes), ou que têm otites e amigdalites frequentes, quase sempre têm os gânglios do pescoço ou aqueles que se situam debaixo da mandíbula ou junto às orelhas aumentados. Por vezes os gânglios aumentam na sequência de pequenas feridas em locais pouco visíveis (por exemplo no couro cabeludo). As crianças alérgicas podem também ter gânglios aumentados, sobretudo se têm eczema ou dermatites. Claro está que algumas doenças mais graves, como certas doenças hematológicas ou até tumores, podem levar ao aumento dos gânglios, mas geralmente há também uma quebra do estado geral e outros sintomas e sinais de maior gravidade. Ler Mais...

Quando se deve vacinar uma criança com a vacina anual para a gripe?

A gravidade da gripe vem principalmente das complicações - quebra do estado geral, pneumonias por agentes a quem o vírus abre caminho, falência de órgãos previamente comprometidos, etc. Assim, a vacina da gripe (a fazer preferencialmente em Outubro, mas ainda eficaz se feita em Novembro) deve ser reservada às crianças com mais de 6 meses que tenham doenças crónicas pulmonares, asma, doenças cardíacas, renais ou do fígado, ou diabetes, entre outras. A vacina é feita de vírus inativados. Ler Mais...

Quais são as bactérias causadora de doença («patogénicas»)?

Cerca de 200 espécies de todas as bactérias (portanto, apenas uma em cada oito) são causadoras de doenças nos seres humanos. Esta capacidade «pato génica» varia muito de espécie para espécie e depende delas próprias (da sua agressividade), da quantidade e também dos factores dependentes da pessoa. Algumas das doenças causadas por bactérias são: cólera, tétano, lepra, peste, algumas diarreias, tuberculose, sífilis, febre tifóide, difteria, brucelose, algumas pneumonias, otites e amigdalites, infecções urinarias, etc. Por vezes as bactérias exercem os seus efeitos de toxinas que produzem (como na difteria e na cólera) e não por acção directa. Ler Mais...

A higiene dos olhos

É fácil um bebé desenvolver uma conjuntivite, dado que o canal lacrimal, que fica no canto nasal do olho e drena as lágrimas e as secreções até ao nariz, é pequeno e entope com frequência. A limpeza dos olhos deve ser feita com soro fisiológico, numa compressa (uma para cada olho) e no sentido nariz-orelha. Embora em muitas maternidades se aconselhe o contrário, os pais verão que não faz sentido estar a «pegar» nas secreções na ponta externa do olhos e empurrá-las, compactando-as, para o sítio onde, precisamente, não deve haver «engarrafamentos*. Talvez por isso tantos bebés tenham conjuntivite. Por outro lado, há bebés que nascem com um aperto fisiológico do canal Lacrimal (dacriostenose) e que, por causa disso, têm conjuntivites frequentes. Se estas forem constantes ou se não melhorarem até cerca dos 9 meses, provavelmente terão que levar o bebé a um oftalmologista, para fazer a dilatação do canal. Ler Mais...
Doencas na borda da orelha | Para Pais.