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Os órgãos genitais e as costas

A observação dos genitais da criança é um passo obrigatório. Nos rapazes, há que ver se os testículos já se encontram nas bolsas, o que pode vir a acontecer apenas até ao final do primeiro ano de vida, sem que isso represente doença. A pilinha está geralmente apertada, nos recém-nascidos, e esta fimose fisiológica deve ser vigiada mas não se deve manipular com força, nem puxar para lá do que se sente como resistência, porque pode criar fissuras e ainda apertar mais. Algumas crianças têm uma má colocação da saída da uretra, diagnosticada no primeiro exame, e que se chama hipospadia ou epispádia, conforme a localização do «buraquinho». Do mesmo modo, é frequente haver acumulação de líquido nas bolsas escrotais, sem qualquer problema para o bebé, no que se designa por hidrocele - apagando a luz exterior e pondo um foco de luz no escroto vê-se bem o líquido, que fica iluminado de cor-de-laranja, como um «balão». zxcxvzxzc Nas raparigas, há que ver se os órgãos genitais são normais - os pequenos lábios podem estar, frequentemente, colados. Em alguns bebés do sexo feminino pode haver uma pequena saída de muco ou de sangue vaginal, que não representa doença, mas sim um efeito das hormonas maternas que estão em circulação. O exame do ânus pode mostrar fístulas (que por vezes sangram). As costas têm que ser sempre bem examinadas, para ver a coluna e eventuais defeitos, a existência possível de fossetas ou fístulas na região sagrada (um pouco acima do ânus), pesquisar alguns reflexos, etc. Devem observar-se igualmente os braços e as pernas para ver a existência de deformidades, incluindo nas mãos e pés (número de dedos, posicionamento e alinhamento, unhas, pregas palmares). A pesquisa dos reflexos plantares é também útil. Ler Mais...

Ouvi dizer que por vezes os órgãos genitais estão muito inchados. Porquê?

As hormonas produzidas pelo seu corpo na gravidez, nomeadamente o estrogénio e a progesterona, atravessam a placenta e assim estão presentes no bebé durante a gravidez e logo após o parto. Um dos efeitos secundários destas hormonas pode ser órgãos genitais inchados tanto nos rapazes como nas raparigas recém-nascidos. Nas raparigas, o inchaço pode ser acompanhado por um vermelhão da pele e algumas podem ter uma descarga vaginal. Como os níveis de hormonas baixam, a descarga pode conter uma pequena quantidade de sangue, mas tudo isso é normal. Os níveis de hormonas podem também inchar os seios tanto dos rapazes como das raparigas. Depois do parto, os inchaços e as descargas estabilizam rapidamente, pois o bebé não produz hormonas e os níveis descem para zero na primeira semana. Ler Mais...

Quando requerer cuidados médicos

  • nas queimaduras do segundo ou terceiro grau;
  • se a área queimada for grande (cobrir essa área com tecido ou uma toalha limpa e ma- cia);
  • se a queimadura for elétrica, resultante de um fogo, ou química;
  • se estiver envolvida a face, escalpe, mãos ou genitais.
  • a queimadura parecer infetada (com pus, inchaço ou grande aumento da vermelhidão junto aferida).
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Doença celíaca

Em Portugal, cerca de 35 crianças nascem, todos os anos, com intolerância ao glúten. Ou seja, têm uma característica genética que faz com que o seu corpo não aceite uma fatia de pão, um bolo, uma pizza ou algumas bolachas. São os chamados «celíacos», bebés com «doença celíaca» ou «intolerância genética ao glúten». O glúten é uma parte destes cereais que contém uma proteína: a gliadina, da qual se faz o pão. É a gliadina que permite que o pão (e os bolos e bolachas) cresçam. É por isso que, no pão de milho, há que colocar sempre alguma farinha de trigo, para que ele cresça. Os sintomas de doença celíaca podem aparecer em qualquer momento da vida, e nos bebés pequenos manifesta-se em estreita associação com a introdução de alimentos com farinhas (que começa aos 4-6 meses de idade), geralmente por má progressão de peso, crises de diarreia, irritabilidade, perda do tónus dos músculos e, posteriormente, sintomas e sinais que resultam de não serem absorvidos diversos elementos essenciais ao bebé: ferro, zinco, vitaminas, etc. O tratamento é para a vida toda o que significa ser necessário assegurar bons hábitos e incorporar estas especificações alimentares nos hábitos e na «pessoa» da criança. Ler Mais...

Pode-se realmente saber o sexo do bebé com antecedência? Estou com 18 semanas e não estou certa se quero saber

É possível identificar o sexo de um bebé em ecografia de rotina por volta das 20 semanas, mas isso depende de uma série de factores, incluindo a eficácia da pessoa que está a fazer a ecografia, a qualidade do equipamento a ser utilizado, a posição do bebé e a posição das pernas dele ou dela. Mesmo que todos estes factores sejam favoráveis e se possam ver os órgãos genitais, há ainda um factor de erro, portanto a informação sobre o sexo do bebé dada por uma ecografia nunca é 100 % segura. Têm sido feitas algumas pesquisas para tentar determinar o sexo numa fase mais inicial, mas isso ainda é menos seguro. Por vezes quando você está a ver a ecografia pode ser capaz de ver os genitais e pode ficar a saber o sexo do seu bebé sem lhe terem dito. Mas lembre-se de que pode estar errada. Se fizer uma amniocentese, o sexo do bebé pode ser identificado definitivamente durante o procedimento. Muitas unidades têm como política só revelar o sexo do bebé se essa informação for pedida. Outras unidades têm como política não dizer a ninguém o sexo do bebé só por ecografia, em parte porque não podem ser 100% seguras e também porque, num pequeno número de casos, a informação sobre o sexo pode conduzir a um pedido para terminar a gravidez. Se quiser saber a política da sua área, pergunte à parteira da sua comunidade. Ler Mais...

A «quinta doença» – O que é a quinta doença?

A quinta doença é também chamada eritema infeccioso, e é uma doença causada por um vírus - o chamado «parvovírus B19». O nome «parvovírus» significa «pequeno vírus». Dentro dos parvovírus este pertence à classe B e é o número 19. O parvovírus humano B19 afecta os glóbulos vermelhos e causa uma erupção na pele (exantema) que geralmente não tem grande gravidade. No entanto, os estudos mais recentes têm encontrado um ou outro caso em que as coisas não se passam assim tão bem, como veremos. Ler Mais...
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