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Há situações em que não se pode comer ou beber durante o trabalho de parto?

Atualmente pensa-se que deverá ser permitido a todas as mulheres beber água durante o trabalho de parto, e que as bebidas isotónicas podem ser um pouco mais benéficas devido ao seu alto valor calórico e à rápida absorção pelo organismo. Recomenda-se comer snacks leves, mesmo no trabalho de parto confirmado, desde que não tenha tomado analgésicos com opióides, os quais incluem peudina e diamorfina e não há outros fatores de risco que tornariam uma anestesia geral mais plausível. A maior parte das mulheres tem vontade de comer no início do trabalho de parto, mas descobrem que mais tarde, na primeira fase, já não conseguem ver comida, embora sintam vontade de beber. Ler Mais...

Quando se deve beber água?

Muito se discute se beber água às refeições é um bom ou um mau hábito. Em termos de dieta (ou seja, se engorda ou não) há várias opiniões. No entanto, o aspeto mais importante é a diluição dos sucos gástricos que água provoca, tornando mais difícil a ação de algumas enzimas digestivas. Por outro lado, a água muito fria, por exemplo, (ou qualquer outra bebida fria, como as colas e os refrigerantes, ou os gelados) arrefece a temperatura do estômago e relenta também a digestão ( «Água fria e pão quente nunca fizeram bom ventre» - diz o ditado). Assim, é preferível habituar a criança a beber água nos intervalos das refeições, entre duas horas depois de comer e meia hora antes da refeição seguinte - aí, sim, pode beber-se à vontade. Ao acordar, é também importante beber água para uma correta hidratação, depois de muitas horas em que não se bebeu nada. Se pensarem no estômago do vosso filho como uma panela onde se está a cozer qualquer coisa, se deitarem água fria o tempo de cozedura é maior e os alimentos ficam mal cozinhados. Ler Mais...

Posso dar o meu bebé à luz numa piscina de parto ou são só para o trabalho de parto?

Deverá pedir à sua parteira para descobrir se o hospital que escolheu para dar à luz tem instalações que lhe permitam fazer o parto na água ou se só utiliza a piscina para a maior parte do trabalho de parto. Isto muitas vezes depende de se a piscina é suficientemente grande para dar à luz. Por vezes, pode não haver nenhuma parteira disponível que tenha sido treinada em partos na água, e nesse caso, só poderá ter o trabalho de parto na água e terá de sair para o parto. Ler Mais...

Um parto na água pode ajudar a aliviar a dor?

Está bem documentado que a água pode ajudar com as dores do trabalho de parto. O calor da água reduz os espasmos musculares e o agitar da água alivia a pressão na pélvis, o que por sua vez alivia a dor em geral. A água deverá ser mantida à temperatura do corpo e deverá cobrir a sua barriga para ser eficaz. Estudos têm demonstrado que isto pode reduzir a extensão do trabalho de parto e o risco de rasgar. Os bebés podem nascer completamente debaixo de água para que não tenham dificuldade em respirar até enfrentarem o ar frio. Alguns hospitais permitem utilizar gás e oxigénio numa piscina como alívio de dor adicional. Ler Mais...

Perguntas e Resposta sobre Água

Quando se deve beber água? Muito se discute se beber água às refeições é um bom ou um mau hábito. Em termos de dieta (ou seja, se engorda ou não) há várias opiniões. No entanto, um aspecto importante é a diluição dos sucos gástricos que a água provoca, tornando mais difícil a ação de algumas enzimas digestivas. Por outro lado, a água muito fria, por exemplo, (ou qualquer outra bebida fria, como as colas e os refrigerantes, ou os gelados) arrefece a temperatura do estômago e relenta também a digestão. «Água fria e pão quente nunca fizeram bom ventre» - diz o ditado. Assim, como regra dever-se-ia beber água nos intervalos das refeições, entre duas horas depois de comer e meia hora antes da refeição seguinte - aí, sim, pode beber-se à vontade. Ao acordar, é também importante beber água para uma correta hidratação. E pode utilizar-se água da torneira? Embora a maioria das localidades já tenha água potável durante todo o ano, há alturas, como no Verão, em que a qualidade pode não estar assegurada. Convém, por isso, os pais informarem-se, sobretudo quando vão de férias para pequenas aldeias e vilas, ou em alturas de seca, acerca da qualidade da água (a fervura, na dúvida, é sempre recomendável). Por outro lado, a água proveniente de fontes, fontanários ou poços que não tenham a indicação expressa de ser potável, não deve ser utilizada para beber ou confeccionar alimentos. Outro aspecto fundamental diz respeito à conservação da água de pouco vale guardar uma boa água num recipiente sujo ou mal vedado. É preferível utilizar água mineral? Para fazer biberões ou beber, convém ter em atenção o teor de cálcio da mesma. As águas com muito cálcio podem contribuir para prender os intestinos. O melhor será ir variando e não comprar garrafões grandes para esta finalidade, porque se gastam em mais tempo e correm o risco de se contaminar. Uma garrafa de litro e meio dará para um dia de biberões (conforme o peso da criança, claro), o que é um período de tempo bom e não precisa de ser fervida. A esterilização dos biberões e a fervura de água da torneira não são necessárias, salvo em pequenas autarquias onde a água não é recomendável pelas próprias entidades oficiais, ou quando proveniente de poços ou fontes. Ler Mais...

Pode uma criança beber água em excesso?

Beber água «excessivamente» não faz mal, desde que a criança não tenha doenças cardíacas, renais ou hipotiroidismo, entre outras. Os rins sabem «trabalhar» a água excessiva, e os intestinos agradecem esse bónus – o que não podem é, no caso de falta de água, «inventar» o precioso líquido, embora o nosso organismo tenha vários mecanismos habilidosos para poupar a água circulante, reduzindo as perdas e canalizando a água dos órgãos menos nobres para os mais importantes - só que um dos órgãos que vai ceder a sua água é o intestino, ficando a criança com prisão de ventre. Por outro lado, existem dados científicos que apontam para os benefícios, a curto e longo prazo, de uma ingestão «alargada» de água desde a mais tenra idade: menor incidência de obstipação; de contrair cancro do aparelho digestivo e da bexiga, de ter cálculos renais (porque os elementos que se depositam e causam as «pedras» estão mais dissolvidos), crises de asma (porque as mucosas ficam menos secas), o desenvolvimento de uma melhor saúde oral (porque há mais saliva, que é um dos mecanismos fundamentais de limpeza da cavidade oral) e menos ganho de peso (porque a água também sacia). Numa situação de febre, por exemplo, se não houver um adequado consumo de água (e tantas vezes estamos mais preocupados com baixar a febre e dar medicamentos que nos esquecemos de oferecer água mais frequentemente as crianças), regista-se uma ligeira desidratação que causa, por si, um aumento de temperatura, criando-se um círculo vicioso. Ler Mais...
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