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Doeças

Neste site, mencionamos diversas situações de doença, que ocorrem no primeiro ano de vida. Algumas delas existem também no grupo etário do 1 aos 5 anos, pelo que as refiro aqui, se bem que, nalguns casos, de modo mais sintético. Nos primeiros anos de vida, sobretudo a partir do ano, as crianças perdem a imunidade oferecida pela mãe durante a gestação e a amamentação, e estão também mais expostas ao ataque dos vários agentes: da poluição e do fumo do tabaco aos diversos micróbios (bactérias, vírus). Trata-se de um fenómeno natural, já que os anticorpos vão sendo eliminados e renovados Sem as defesas que passaram da mãe, mas ainda sem as suas próprias defesas desenvolvidas a cem por cento, a vulnerabilidade dos bebés é maior. Aliás, são curiosamente essas mesmas infeções que vão permitir a aprendizagem imunológica da criança e estimular a sua resistência, e fazer com que, dia após dia, ela fique mais forte - é quase como se de vacinas naturais se tratassem. Nos dois ou três primeiros anos de vida, há ainda outro fator importante: é nessa idade que as crianças começam a contactar com o mundo que as rodeia, nomeadamente com outras crianças, portadoras cada uma dos micróbios que existem em casa, trazidos pelos pais e pelos irmãos. As creches e jardins-de-infância são um bom local para as crianças trocarem esses agentes, apanhando novas infeções quase todos os meses ou, em alguns casos, praticamente todas as semanas. Em comparação com os bebés que estão em casa, frequentar um infantário, por exemplo, representa até aos 3 anos de idade uma probabilidade dez vezes superior de contrair uma doença infeciosa. Neste contexto, de grande exposição às infeções e, ao mesmo tempo, sem grandes resistências gerais, a criança terá de desenvolver as suas defesas locais – é aí que os adenoides entram em ação. A partir dos 4 anos, os episódios de doença rareiam. Algumas situações podem aparecer de forma aguda, em qualquer idade, como uma apendicite ou uma pneumonia. A maioria das doenças genéticas ou perturbações do desenvolvimento terão já sido diagnosticadas no primeiro ano de vida, embora algumas sejam evolutivas e os sintomas e sinais clínicos evidentes só se manifestem mais tarde, precisamente a partir do ano. Finalmente, algumas doenças têm maior probabilidade de aparecer conforme a idade avança, como a miopia. Decidi apresentar as doenças (e alguns sintomas e sinais mais comuns) por ordem alfabética, de forma a permitir ao Leitor procurar mais facilmente uma determinada situação. Ler Mais...

Alimentar a biberão parece tão complicado. Há conselhos a lembrar?

Sim, deve alimentar a biberão com segurança. É importante seguir estes conselhos. Assegure-se sempre de que usa um biberão, uma tampa e uma tetina esterilizados para cada aleitamento. O ideal é fazer um aleitamento de cada vez e deitar fora o leite que sobrou. Use água tépida fervida que foi deixada a arrefecer antes de preparar um biberão. Deite a água no biberão antes do leite. Não encha demasiado a colher de medida, em vez disso deve nivelá-la com uma faca. Aqueça o leite - não no micro-ondas mas numa taça com água quente - e verifique a temperatura antes de o dar ao bebé. Evite trocar as colheres de medida de diferentes marcas de leite, pois marcas diferentes podem ter medidas diferentes. Ler Mais...

As bactérias

As bactérias são um grupo de seres microscópicos, compostos apenas por uma célula (daí a facilidade que têm em modificar-se), e que existem em praticamente todos os ambientes – ar, solo, agua, e até no fundo dos oceanos, para além de habitarem nas plantas e nos animais, designadamente nos chamados «produtos biológicos»: leite, urina, fezes, lágrimas, saliva, etc. Conhecem-se mais de 1600 espécies de bactérias - cocos, bacilos, espiroquetas, etc. -, mas apenas duzentas são causadoras de doenças (e já chega, claro!). Nem todas as bactérias são móveis mas a maioria tem uma espécie de «pernas» (chamadas «flagelos») que lhes permite a locomoção. A vida seria impossível sem as bactérias já que a maioria vive em estreita colaboração com os seres mais diferenciados, como o Homem. Ler Mais...

Segurança no transporte

Os problemas que os automóveis causam à saúde das crianças são por demais óbvios e a situação é tanto pior quanto a sua utilização tem aumentado de forma inegável: nos últimos vinte anos registou-se uma subida para mais do dobro. Os dados da Direcção-Geral de Viação atestam esse enorme crescimento, quer em número de viaturas, quer em número de condutores encartados. E sabemos também que as crianças viajam cada vez mais de carro, pelas longas distâncias que têm de percorrer, pela falta de tempo dos pais, pelo perigo e insegurança do andar a pé (às vezes reais, às vezes exagerados) e pelo conforto que queremos proporcionar aos nossos filhos. A cultura do automóvel continua, em Portugal, numa fase de expansão, ao contrário do que já acontece noutros países da Europa onde os transportes públicos têm substituído – com grande eficiência - o carro particular. Como se não chegasse, as estratégias para reforço da excelente legislação já existente ficam aquém do desejado. Ler Mais...

Quando poderei contratar uma babysitter para podermos sair à noite?

Sair à noite com o seu companheiro ou amigos é uma coisa saudável de se fazer quando nos tornamos pais. Lidar com um novo bebé pode ser stressante e todos os pais precisam de espaço para recarregar as baterias. Não há regras sobre quando contratar uma babysitter. Depende de se sentir confortável em deixar o seu bebé com outra pessoa e também pode ser difícil nos primeiros dias de amamentação antes de começar a extrair leite. Poderá ter um membro da família, uma amiga ou uma vizinha em quem confie que olhe pelo seu bebé; ou pode tentar fazer uma troca com outros pais para que eles tomem conta do seu bebé uma noite e vocês retribuam noutra noite. Também há agências profissionais que fornecem serviços de babysitter. Convém haver um período experimental para ver como o bebé responde à babysitter. Se correr bem poderá ter sempre a mesma babysitter o que a descansará e será tranquilizador para o bebé. Todas as amas e babysitters devem estar registadas na Segurança Social. Ler Mais...

O que pensar?

Se detetarem um ou mais gânglios aumentados na vossa criança devem sempre pensar se existem outros sinais ou sintomas de doença. Se tal for o caso ou, mesmo não havendo outros dados sugestivos, deverão levá-la ao médico se os gânglios:
  • estiverem muito aumentados;
  • forem dolorosos;
  • incomodarem a criança;
  • não diminuírem com o tempo;
  • se a situação vos preocupar.
O médico, em face do que lhe contarem e da observação, fará o diagnóstico. Eventualmente terá de recorrer a radiografias, análises ou outros exames, mas uma boa interpretação da história clínica (se os pais transmitirem os dados com clareza e pormenores) e da observação permite o diagnóstico na maioria dos casos. Mesmo quando se tem de recorrer a exames complementares começasse geralmente pelos menos agressivos, mais simples e menos caros, resolvendo-se o assunto geralmente dentro de um período de tempo pequeno. Ler Mais...
Doecas de buceta | Para Pais.