Resultados para: "da bucheta para o filho"

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Aleitação

A trabalhadora lactante tem direito a ser dispensada em cada dia de trabalho por 2 períodos distintos de duração máxima de 1 h cada, durante o tempo que durar a amamentação. Para beneficiar desta dispensa deverá comunicar por escrito à entidade patronal com antecedência de 10 dias. Após o 1° ano de vida do filho terá de apresentar atestado médico em como se encontra ainda a amamentar. No caso de aleitação a biberão, a mãe ou o pai, ou ambos por decisão conjunta, têm o direito â dispensa até o filho fazer 1 ano. No caso de gémeos estas dispensas são acrescidas de mais 30 minutos por cada gémeo além do primeiro. Ler Mais...

Quando se dorme mal

Dormir mal, em quantidade ou qualidade, transtorna a família toda. Não dormem as crianças e não dormem os pais. mas a recuperação para estes é pior porque não podem, como ofilhos, aproveitar os minutos passados no carro ou na creche, não têm sestas nem intervalopara fechar os olhos e repousar. Se conseguirem arranjar alguém que fique um fim-de-semana com o vosso filho, nestas alturas de crise, há que ter alguns cuidados, para atingirem o objectivo que é dormirem e estarem os dois bem-dispostos, além de incentivarem a vossa relação. É recomendável que tenham total confiança na pessoa que fica com o filho, de modo a não estarem constantemente a pensar o que é que lhe está a acontecer e o que está a fazer. A ideia é «esquecê-lo» durante esse tempo. Por outro lado. não deve haver lugar para culpabilizações, estilo «estamos nós aqui a descansar e ele com os avós». Não só é injustificado como, para ser assim, mais vale esquecerem a ideia. Finalmente, o ideal é ficarem na vossa casa. Ir para outro lado, como um hotel ou turismo de habitação, é não deixar que o «vosso animal» descanse, dado que num ambiente estranho estarão sempre com níveis de alerta elevados. Fiquem em casa, mas sem estar permanentemente a olhar para o quarto do filho... Ler Mais...

O nosso mais velhinho tem muitos ciúmes do bebé. Tenho medo de os deixar sozinhos um segundo. O que podemos fazer?

o é fora do comum uma criança pequena ter ciúmes de um novo bebé em casa, portanto o seu folho está a comportar-se de uma forma normal para muitas crianças. As crianças muitas vezes ficam confusas com a forma como o bebé chegou, porque faz certos barulhos e porque é que tanta gente parece querer olhar para o bebé e pegar nele. É uma altura muito estranha para o pequeno, pois você estará a prestar muita atenção ao novo bebé. Contudo, é importante enfrentar o mau comportamento do seu filho, para tentar compreender porque é que ele se comporta dessa forma e para o fazer entender que há limites e que certos comportamentos nãoo aceitáveis. Tente não reagir com agressividade, mas ser firme e amável. Na mente da criança, ele poderá estar a pensar que a vida sem o novo bebé era melhor do que é agora e ele pode querer mandá-la embora. Se vir o seu filho magoar o bebé, mesmo que não seja intencional, deve pará-lo imediatamente e explicar-lhe que issoo se faz. Tente não deixar o seu filho com o bebé sem ser supervisionado até que sinta que é seguro fazê-lo. Dependendo da idade do seu filho, fale-lhe sobre o bebé. Procurar formas de ele ajudar a cuidar do bebé poderá fazê-lo a sentir-se envolvido, mas não o faça sentir que tem de ajudar. Algumas mães pedem aos filhos mais velhos para escolher as roupas do bebé todos os dias, ou pelo menos a cor. Tente descobrir o que o seu filho gostaria de fazer para ajudar. Faça um esfoo para reparar quando o seu filho está a ser útil e elogie-o pelas coisas que ele fizer. Também é importante que tanto você como o seu companheiro disponham de tempo para passarem sozinhos com ele. Talvez possa ter uma saída especial com o pai, ou podem praticar juntos uma atividade preferida. Para a ajudar a perceber melhor, fale com outras mães e pais sobre a experiência deles, pois uma das melhores fontes de ajuda para os pais são os outros pais. Não será a primeira a enfrentar este problema e poderá achar útil falar com outras mães. Ler Mais...

Desenvolvimento infantil: é necessária uma perspectiva dinâmica e integral

Todos nós queremos que os nossos filhos dêem nas vistas. No fundo, todos nós gostamos também de dar nas vistas e de ser o centro das atenções... essa faceta narcisista ficou-nos da infância, é inútil negar, e o nosso ego também precisa de ser estimulado. Quando a família, os amigos, os colegas de emprego ou até a pessoa que está à nossa frente na caixa do supermercado elogiam os nossos filhos, nós adoramos. Não há nada que nos faça melhor do que ouvir elogiá-los. Recompensa-nos logo das noites perdidas, do ter que mudar fraldas malcheirosas ou das vezes em que apanhámos em cheio com o bolçado. Se é prazer que sentimos com os progressos dos nossos «rebentos», mais depressa nos sentimos ameaçados quando o primo, o filho do vizinho ou a neta do Sr. Silva que vende hortaliça na nossa rua começa a fazer coisas que os nossos não fazem. «Olá?! O que é isto? Não era suposto que começassem a sentar-se antes do nosso? Nem que se pusessem em pé... certo, agarrados... mas em pé na mesma... nem que já "atirassem beijinhos"... onde é que eles foram aprender essa? E o filho da Isabel que já gatinha. E o sobrinho do João Pedro que ainda no outro dia trepou para cima de uma mesa. Partiu os bibelots todos e ia apanhando uma sova dos pais, mas lá que subiu, subiu!» Aí a dúvida assalta-nos. A dúvida... aquela velha dúvida que tínhamos quando o nosso filho estava para nascer. A velha dúvida: «Será que ele é normal?». E aos nossos olhos o João, o Tiago ou o Miguel... a Filipa, a Inês ou a Sofia... parecem-nos «atrasados». E as coisas ainda pioram quando abrimos alguns daqueles livros que falam de «Puericultura» e vemos lá, bem impresso, a itálico e sublinhado, que aos três meses eles DEVEM fazer isto, aos seis TÊM que fazer aquilo e aos dez nãoo nada nem ninguém se não FIZEREM aqueloutro. Aí é que é o golpe de misericórdia: julgamo-nos uns desgraçados e o nosso filho um incapaz. Ler Mais...

Como podem os pais suspeitar de uma baixa de audição?

• No primeiro mês o bebé «assusta-se» com um barulho repentino, como o bater das palmas ou uma porta a fechar-se com estrondo? (deverá pestanejar ou abrir os olhos) • Cerca de 1 mês de idade, o bebé presta atenção a barulhos prolongados, como o som de um aspirador? (quando o som começa o bebé fica parado a ouvir) • Cerca dos 3-4 meses de idade, o bebé acalma-se ou ri quando ouve o som da sua voz, mesmo que não os consiga ver? (pode voltar a cabeça ou os olhos para vós, se lhe estiverem a falar por detrás dele) • Cerca dos 6-7 meses, o vosso filho volta-se imediatamente quando vos ouve entrar, ou presta atenção a pequenos barulhos feitos de ambos os lados, desde que não esteja demasiadamente distraído com outras coisas? • Cerca dos 9 meses, o vosso filho ouve com atenção os sons do dia-a-dia e procura a fonte de sons muito baixos que estejam fora do seu campo de visão? • Também pelos 9 meses, o vosso bebé revela prazer em pairar ou gritar e ouve-se a ele próprio? • Cerca dos 12 meses, o vosso filho responde, de alguma forma, ao chamamento pelo nome e a palavras familiares (ou quando lhe diz «não» ou «adeus», mesmo que não lhe faça nenhum gesto sugestivo)? E ainda • a criança emite um número limitado de sons; • o seu timbre de choro é muito agudo; • a sua voz é «engraçada», apalhaçada; • nunca se volta para os sons. Sempre que os pais ou educadores suspeitem que o bebé ouve mal, deve-se avisar o médico assistente do facto, para eventualmente proceder a exames que façam o diagnóstico. Ler Mais...

Irei amar um gémeo mais do que outro?

Embora isso possa ser uma preocupação, ê mais provável que em vez de favorecer mais uma criança do que a outra, dê mais amor e atenção ao bebé que mais precisa num momento particular. Também é possível que a pressão de ter dois novos bebés em casa possa atrasar a criação de laços, embora isso possa também acontecer se o parto tiver sido traumático, se a mãe ou mesmo o pai estiverem exaustos, ou se um bebé demorar mais tempo a adaptar-se à alimentação ou for mais rabugento do que o outro. Istoo significa que com o tempoo se venham a criar laços, mas é preocupante para si e deverá mencioná-lo à sua parteira ao seu médico pois eles estão aptos a oferecer algum conselho útil. Em todas as famílias, há altos e baixos de amor entre pais e filhos, o que é normal e não uma causa de preocupação. Quando os pais têm dois filhos nascidos em alturas diferentes, podem amar um filho de forma diferente do outro, mas issoo significa que sentem por um filho seja menor do que sentem pelo outro. Ler Mais...
Da bucheta para o filho | Para Pais.