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O couro cabeludo do meu bebé está escamoso. Será crosta láctea? O que devo fazer?

A crosta láctea ou dermatite seborreica é um problema vulgar nos bebés pequeninos, que aparece como escamas amarelas no couro cabeludo. Este problema não é perigoso e desaparecerá com o tempo. Contudo, se estiver preocupada com o mau aspeto, massaje o couro cabeludo com azeite, deixe durante a noite e de manhã lave o cabelo do bebé com o champô suave de bebé; a maior parte das escamas deverá desaparecer. Não puxe as escamas pois isso poderia ferir a pele e aumentar a probabilidade de infeção. Ler Mais...

Pele

O que é a crosta láctea? Muitos bebés, especialmente no primeiro ano de vida, têm na cabeça umas crostas amareladas, que às vezes preocupam os pais, especialmente pelo seu aspecto mais ou menos repelente. Trata-se da crosta láctea, uma situação em que se forma uma espécie de escamas que custam a sair com os produtos de limpeza tradicional. Não se sabe ao certo porque ó que isso acontece mas pensa-se estar relacionado com as gorduras do leite, seja ele materno ou um dos seus substitutos. Existem produtos próprios que, aplicados duas vezes ao dia, durante três a quatro dias, resolvem a situação. O óleo de amêndoas doces, usado geralmente pelos pais, não é muito eficaz. Por outro lado, não convém forçar a extracção das crostas porque pode provocar pequenas feridas na cabeça. Se o vosso bebé tiver crosta láctea, informem-se junto do médico assistente. Há algumas pomadas «mal-cheirosas» (à base de enxofre) que são muito eficientes, mas já existem outras, no mercado, que evitam esse cheirinho a diabo que, frequentemente, afasta os pais de um tratamento prolongado. Ao fim de três ou quatro dias de tratamento a crosta láctea passa, embora possa voltar de quando em quando. Geralmente, por volta dos 8, 9 meses, desaparece. Ler Mais...

E os chamados «sapinhos»?

Muitas bebés, especialmente nos primeiros meses de vida, têm «sapinhos», ou seja, uma infecção por fungos. Como os bebés produzem pouca saliva nos primeiros dois a três meses de vida, o ambiente da boca fica mais propício à infecção por este fungo, muitas vezes também na sequência de uma tetina ou chupeta mal esterilizada. Como a infecção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica no períneo do bebé, se estiver vermelho. Se está a ser amamentado ao peito, convém a mãe lavar bem o peito e aplicar ela própria uma pomada após a mamada, pois o peito podeser um dos reservatórios dos fungos. A candidíase oral não tem qualquer perigo mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...

Varicela – Incubação e sinais

O período de incubação varia entre 11 e 21 dias, começando então os primeiros sintomas - mal-estar, febre baixa, falta de apetite, entre outros. No dia a seguir começam a aparecer na pele pequenas pápulas vermelhas, que rapidamente passam à situação de vesículas, ou seja, ficam com líquido; estas acabam por se transformar em crostas. Todas estas lesões causam muita comichão. O que é característico na varicela é que as lesões vão aparecendo por surtos durante alguns dias, ou seja, enquanto umas ainda estão na fase de pápula, as outras estão em vesícula e outras já na fase de crosta e de cicatrização. Outro aspecto característico é o aparecimento destas lesões na cabeça e no céu da boca. A infecciosidade dos doentes começa um a dois dias antes do aparecimento das lesões (o que toma difícil isolar os doentes porque ainda não se fez o diagnóstico) até praticamente todas as lesões estarem na fase de crosta, o que acontece cerca de 5 a 7 dias depois do aparecimento das primeiras pápulas. A forma de contágio é directa. O diagnóstico é geralmente óbvio, quando aparecem as lesões, até porque há geralmente mais casos na vizinhaa ou na creche/infantário/escola. A varicela no primeiro trimestre da gravidez pode originar malformações no feto. Ler Mais...

Incubação e sinais

O período de incubação varia entre duas a três semanas, começando então os primeiros sintomas - mal-estar, febre baixa, falta de apetite, entre outros. No dia a seguir começam a aparecer na pele pequenas manchas e pápulas vermelhas, que rapidamente passam a vesículas, ou seja, ficam com líquido; estas acabam por se transformar em crostas. Todas estas lesões causam muita comichão. O que é característico na varicela é que as lesões vão aparecendo por surtos durante alguns dias, ou seja, enquanto umas ainda estão na fase de pápula, as outras estão em vesícula e outras já na fase de crosta e de cicatrização. Outro aspeto característico é o aparecimento destas lesões na cabeça e no céu da boca, ou nos genitais. A infecciosidade dos doentes começa um a dois dias antes do aparecimento das lesões (o que torna difícil isolar o doentes porque ainda não se fez o diagnóstico) até praticamente todas as lesões estarem na fase de crosta, o que acontece cerca de 5 a 7 dias depois do aparecimento das primeiras pápulas. O contágio faz-se por via direta. O diagnóstico é geralmente óbvio, quando aparecem as lesões, até porque há geralmente mais casos na vizinhaa ou na creche/infantário/escola. A varicela no primeiro trimestre da gravidez pode originar malformações no feto. Ler Mais...

Como deveremos lidar com o eritema das fraldas?

O eritema das fraldas é doloroso para o bebé, mas também preocupante para os pais, que podem pensar que o poderiam ter evitado. Há várias razões para o eritema das fraldas, incluindo se a urina ou as fezes do bebé forem concentradas, o que as torna irritantes para a pele, se não for utilizado um creme barreira, ou se o bebé tiver uma infeção de fungos que prejudicará o eritema. Mudar a fralda com demasiada frequência também pode por vezes ser prejudicial pois o bebé pode ser sensível aos toalhetes que estiverem a ser utilizados. A melhor forma de lidar com o eritema das fraldas é arejar o rabinho o mais possível. Depois de lavar bem as mãos, limpe o rabinho do seu bebé com algodão e água quente da torneira e/ou um creme emoliente, que lubrifica a pele evitando que se tome demasiado seca. Evite os sabonetes e os toalhetes. Depois deixe o seu bebé sem fralda numa proteção absorvente ou numa toalha, durante uns momentos. Quando lhe mudar a fralda, aplique uma camada fina de creme emoliente ou barreira, para que proteja a pele mas não evite que a fralda absorva a urina. As pomadas ou cremes próprios incluem o óxido de zinco ou vaselina. Outra pomada, chamada pomada de metano, contém dióxido de titânio, que parece ser eficaz a cicatrizar o eritema das fraldas, embora tenha um cheiro estranho e possa manchar os tecidos. Por vezes, um eritema de fraldas moderado ou grave pode infetar. Nesse caso, deverá ser necessário um tratamento com antibióticos. Para reduzir a inflamação, pode ser indicado um creme corticosteroide para ser aplicado uma vez por dia, para reduzir a inflamação e para facilitar a cicatrização. Podeainda ser indicado um creme anti fungos pois muitas irritações moderadas ou graves são provocadas pela bactéria Cândida albicans. Se o eritema persistir passados 7-10 dias, o médico poderá receitar um xarope antifúngico para tratar os intestinos da infeção de fungos. Se isso acontecer, também deverá pôr um creme antifúngico nos seus mamilos, se estiver a amamentar. Embora isso seja invulgar, se o eritema continuar a não dar sinais de cicatrizar, o seu médico poderá enviar o seu bebé a um dermatologista. Ler Mais...
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