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Honestidade

O conceito de honestidade passa por dizer a verdade, não enganar os outros para nosso benefício e formar os critérios que levam a optar com base mais em factos e menos em preconceitos ou opiniões subjetivas. E aplicarmos a nós próprios o mesmo (ou um ainda maior) rigor com que analisamos as atitudes dos outros. As crianças têm medo de contar a verdade, por pensarem que é possível iludi-la e escapar de um qualquer castigo. Por outro lado, estando ainda, nesta idade, muito centradas em si mesmas, a acusação que fazem a outras não tem o mesmo sentido e peso que teria uma criança mais velha ou num adulto. Digamos que, quando se tenta descartar da responsabilidade, não entende de imediato que a está a atirar para cima do outro, pois está confiante que os adultos entenderão que também não foi o outro. Ou seja, acabará por não ser ninguém, o que é altamente «rentável» - a culpa morrerá solteira, como se diz. Daí a necessidade de uma atitude mais branda, embora firme, se a verdade vier ao de cima. E uma atitude franca desaprovação se a culpa for remetida para um inocente. Ler Mais...

Mentir

Será que as crianças mentem? Será que seres supostamente tão inocentes e ingénuos têm a habilidade, o engenho e a premeditação suficientes para mentir? A pergunta põe-se muito frequentemente, em casa, na escola, na sociedade. Afinal, o que é mentir? E qual a fronteira entre a mentira e a imaginação? Entre o faltar à verdade e o mentir? Entre o omitir «certos factos» e o contar a história «à sua maneira»? Às vezes é muito difícil afirmar se uma pessoa está a mentir, porque mentir não é apenas dizer coisas que não são verdadeiras – pressupõe uma atitude deliberada, ostensiva, mais ou menos premeditada, e isso são intenções que só o próprio poderá confirmar. Para além disso, mesmo nas situações em que a verdade é falseada, poder-se-á perguntar porque é que isso acontece. Para defesa pessoal? Para evitar consequências desagradáveis? Porque se leu a realidade de maneira diferente? Porque se está convencido que os fatos foram exatamente assim, mesmo quando não foram? O filósofo francês Rousseau apelidava a criança de «bom selvagem». Será que isso corresponde à verdade, ou apenas na segunda parte da classificação? A história do «rei vai nu» também se baseia no facto de as crianças nunca mentirem, pelo que aquela que denunciara o rei seguramente só poderia estar a falar a verdade. O dia-a-dia, no entanto, encarrega-se de desmentir (cá estou a utilizar palavras relacionadas com o tema, mesmo sem querer) esses conceitos – uma coisa é certa: as crianças por vezes mentem. Mas outra coisa também é igualmente verdade: há que ter cuidado em interpretar essas «mentiras-. E cá estamos nós a afirmar verdades que, se calhar, para outras pessoas não serão tão verdadeiras assim, e a enredarmo-nos neste labirinto verbal... vêm como as coisas são? E mais: qual o grau de ligação entre mentir, em criança, e a aquisição de valores éticos de honestidade e desonestidade? De rigor ou falta dele? De lealdade ou deslealdade? Será que quem mente uma vez, mentirá para sempre? A falta de estudos científicos nesta área desta questão. Ler Mais...

Pão

Vulgarizou-se a ideia que o pão engorda. Não é bem assim. Se servir de veículo para doces, queijos, enchidos ou molhos, claro que sim. O círculo vicioso de «pão chama molho e molho chama pão- é uma verdade. As crianças costumam gostar de pão. A partir do ano já têm geralmente uma boa capacidade de mastigação, mas deve-se sempre supervisionar porque se podem engasgar e esse engasgamento é frequentemente silencioso. Mais tarde - 3, 4 anos – já podem comer sem ninguém por perto. Ler Mais...

Quais podem ser os sinais de alarme?

Alguns sinais podem expressar problemas, não necessariamente em relação a inversão do género, mas de sofrimento psicológico que levará a ter atitudes que a criança comunica desta forma: • Não saber aos 3 anos o seu sexo; • Dizer constantemente que preferia ser do outro sexo, não apenas em brincadeiras e jogos, ou teatralizações (nem como expressão de ciúmes porque o mano pequenino do outro sexo tem todas as atenções), mas de uma forma contínua, no dia-a-dia; • Negar, prolongadamente, a sua própria anatomia, dizendo por exemplo que tem pipi ou pilinha, não sendo verdade, ou que espera que nasça uma pilinha ou que esta desapareça para dar lugar a um pipi; • Mostrar apenas um lado feminino ou masculino (oposto ao seu sexo) sem revelar nada ou muito pouco do seu próprio género. De qualquer forma, em caso de dúvida mais vale partilhar os receios com o médico-assistente da criança, e não guardar para si, por vergonha ou receio de ouvir alguma verdade difícil, dúvidas e ansiedades que só vão criar estereótipos e tender a reprimir a criança. Ler Mais...

Atropelamentos

Os atropelamentos de crianças vitimam, em média, cerca de 15 crianças com menos de 6 anos de idade. Para cada morte calculam-se cerca de onze feridos graves e cinquenta feridos ligeiros. Ou seja, anualmente, cerca de mil crianças do 1-5 anos (três por dia) estão envolvidas em atropelamentos, sendo nove em cada dez casos dentro das localidades, onde supostamente estão as zonas residenciais, as escolas, os espaços de lazer, e onde a velocidade dos automóveis é limitada por lei. Não há diferenças significativas entre rapazes e raparigas. Podemos argumentar que «uma criança sai de repente do nada», que «atravessam fora das passadeiras», que «saem da escola a correr» ou que «atrás de uma bola vêm sempre várias crianças». É possivelmente verdade, embora não tão verdade como isso, dado que muitos destes atropelamentos se dão precisamente nas passadeiras, nos circuitos normais das crianças e até no passeio. Mas mesmo que aquelas afirmações correspondessem totalmente à verdade...não serão esses comportamentos os que esperaríamos de crianças desta idade? O que faz o Leitor sentir que atravessa uma rua em segurança? Olha para a esquerda, vê se vêm carros e a que velocidade e distância, depois o mesmo para a direita, calcula o que tem de atravessar e decide. E às vezes vê que decidiu quase à tangente. Antes dos 12 anos de idade, uma criança não tem, em média, coordenação funcional para uma operação destas. Em primeiro lugar, não consegue calcular a distância dos automóveis nem a velocidade. Depois, quando olha para o outro lado, o cérebro não consegue ver os carros que tinha visto primeiro, num sentido dinâmico, ou seja, calcular a sua movimentação. Quando olha para o outro lado, esquece-se da primeira imagem. E finalmente, não consegue integrar estes cálculos na distância que tem de percorrer para atravessar. É por isso que as crianças atravessam sempre a correr, por sentirem que correm riscos. Mais, como os carros estacionam mesmo junto das passadeiras, uma criança não consegue ver por cima deles e só vê se vem algum carro quando está mesmo exposta ao perigo, à frente do carro. Cabe aos pais e cidadãos proteger as crianças no seu dia-a-dia, nos percursos entre a casa e a escola, nos locais de brincadeira, na rua (que muitas vezes se transforma também num espaço lúdico e de recreio), nos atravessamentos de ruas ou, simplesmente, à porta de casa, nas pequenas localidades atravessadas por vias de grande densidade de tráfego. E se todos os condutores são peões, pensemos que, ao volante, temos de ter em atenção as situações inesperadas, junto de áreas residenciais, escolas e áreas de recreio e de lazer, ou sempre que vejamos uma criança (com adultos ou só), mesmo que andando no passeio ou esperando pelo sinal para atravessar - a qualquer momento pode dar-se uma distração e a criança expor-se ao risco. E mesmo que não possamos evitar o acidente, se o embate for a uma velocidade baixa, as consequências serão muitíssimo menos graves. Ler Mais...
Criancas xnnx de verdade | Para Pais.