Resultados para: "criancas safadas no site"

Você está a ver alimentação , bebé e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa criancas safadas no site. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, ver parto normal ver tudo, cesaria inflamada por dentro, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Política de Privacidade

O site Para Pais respeita sua privacidade.

Informações

* Este site não armazena qualquer informação pessoal de seus leitores como nome, endereço ou qualquer outro dado que possa identificá-lo fora da Web. * O servidor do ‘Para Pais‘ armazena automaticamente o seu endereço IP, Browser, Sistema Operacional, o idioma, a data e a URL utilizada para navegação (Esse procedimento é padrão e todos os blogs e sites da Internet o fazem automaticamente para fins estatísticos).

Usos

* O ‘Para Pais‘ não utiliza qualquer dado coletado para fins comerciais. Os dados que coletamos, automaticamente, são utilizados única e exclusivamente para fins de estatística interna e, em hipótese alguma, são divulgados ao público.

Os Cookies e Web Beacons

* Utilizamos cookies para armazenar informação, tais como as suas preferências pessoais quando visita o nosso website. Isto poderá incluir um simples popup, ou uma ligação em vários serviços que providenciamos, tais como fóruns. A Google faz uso do novo DART cookie para servir anúncios baseados nos seus interesses e na sua visita ao nosso blog e a outros endereços na web. Poderá optar por não utilizar o DART cookie visitando a página de anúncios Google ad e o programa de policiamento da empresa. * Também utilizamos publicidade de terceiros para suportar os custos de manutenção. Alguns destes publicitários, poderão utilizar tecnologias como os cookies e/ou web beacons ao publicarem anúncios neste site, o que fará com que esses publicitários (como o Google através do Google AdSense) também recebam a sua informação pessoal, como o endereço IP, o seu ISP , o seu browser, etc. Esta função é geralmente utilizada para geotargeting (mostrar publicidade de São Paulo apenas aos leitores oriundos de São Paulo por exemplo) ou apresentar publicidade direcionada a um tipo de utilizador (como mostrar publicidade de restaurante a um utilizador que visita sites de culinária regularmente, por exemplo). Você pode desligar os seus cookies, nas opções de seu navegador, ou efetuando alterações nas ferramentas de programas Anti-Virus. No entanto, isso poderá alterar a forma como interage com o este site ou outros. Isso poderá afetar, ou não permitir que faça login em programas, sites ou fóruns de nossa e de outras redes. Ler Mais...

Doeças

Neste site, mencionamos diversas situações de doença, que ocorrem no primeiro ano de vida. Algumas delas existem também no grupo etário do 1 aos 5 anos, pelo que as refiro aqui, se bem que, nalguns casos, de modo mais sintético. Nos primeiros anos de vida, sobretudo a partir do ano, as crianças perdem a imunidade oferecida pela mãe durante a gestação e a amamentação, e estão também mais expostas ao ataque dos vários agentes: da poluição e do fumo do tabaco aos diversos micróbios (bactérias, vírus). Trata-se de um fenómeno natural, já que os anticorpos vão sendo eliminados e renovados Sem as defesas que passaram da mãe, mas ainda sem as suas próprias defesas desenvolvidas a cem por cento, a vulnerabilidade dos bebés é maior. Aliás, são curiosamente essas mesmas infeções que vão permitir a aprendizagem imunológica da criança e estimular a sua resistência, e fazer com que, dia após dia, ela fique mais forte - é quase como se de vacinas naturais se tratassem. Nos dois ou três primeiros anos de vida, há ainda outro fator importante: é nessa idade que as crianças começam a contactar com o mundo que as rodeia, nomeadamente com outras crianças, portadoras cada uma dos micróbios que existem em casa, trazidos pelos pais e pelos irmãos. As creches e jardins-de-infância são um bom local para as crianças trocarem esses agentes, apanhando novas infeções quase todos os meses ou, em alguns casos, praticamente todas as semanas. Em comparação com os bebés que estão em casa, frequentar um infantário, por exemplo, representa até aos 3 anos de idade uma probabilidade dez vezes superior de contrair uma doença infeciosa. Neste contexto, de grande exposição às infeções e, ao mesmo tempo, sem grandes resistências gerais, a criança terá de desenvolver as suas defesas locais – é aí que os adenoides entram em ação. A partir dos 4 anos, os episódios de doença rareiam. Algumas situações podem aparecer de forma aguda, em qualquer idade, como uma apendicite ou uma pneumonia. A maioria das doenças genéticas ou perturbações do desenvolvimento terão já sido diagnosticadas no primeiro ano de vida, embora algumas sejam evolutivas e os sintomas e sinais clínicos evidentes só se manifestem mais tarde, precisamente a partir do ano. Finalmente, algumas doenças têm maior probabilidade de aparecer conforme a idade avança, como a miopia. Decidi apresentar as doenças (e alguns sintomas e sinais mais comuns) por ordem alfabética, de forma a permitir ao Leitor procurar mais facilmente uma determinada situação. Ler Mais...

Sobre Nós

Este site é um guia equilibrado entre respostas que tranquilizam os pais em áreas que necessitam de ser orientadas por faróis de referência. Simultaneamente, abre áreas de incerteza e desconhecido, levantando questões que se encontram embrenhadas no que há de mais profundo em cada um e em cada família: a sua relação com o mundo, com os outros, consigo próprio e com os afetos. Quem são os nossos filhos? Claro que cada um é diferente, único e insubstituível. Mas por que linhas gerais vão passando, ao longo dos anos? Que características do seu desenvolvimento e crescimento? Quais os sinais de alarme? Se uma coisa está bem para o Manel, que tem 1 ano e meio, esse comportamento no Tiago, que tem 4 anos, será normal? Com que idade deixam de fazer birras, se é que alguma vez deixam? E o que fazer quando desligam a televisão «no momento do penalti»? Ralhamos, ignoramos, damos mimo? Insistimos para comer ou deixamo-los escolher? Existem horas para ir para a cama? E, se são de várias idades, devem ir todos ao mesmo tempo? Quando podem começar a tomar banho sozinhos? Tantas questões, e inerente a todas, como se de um guarda-chuva se tratasse, a eterna dúvida: somos bons pais? Os nossos filhos gostam de nós? Quantos erros cometemos cada dia? Às duas primeiras posso já responder com um rotundo -sim-, à terceira digo: erros provavelmente nenhum, dado que quando se opta por um determinado comportamento faz-se acreditando que se está a lazer o melhor, portanto não é um erro, quanto muito uma falha estratégica. E se dermos por estes e tentarmos corrigirmo-nos e aperfeiçoarmo-nos, quase que poderíamos dizer que somos -pais perfeitos», mas não o sendo (felizmente), somos os melhores pais que os nossos filhos poderiam ter E eles sabem-no. Iremos percorrer algumas questões úteis e práticas, quer sobre a gravidez, quer sobre a criança. Seja para compreender o «fenómeno», seja para lidar com aspetos do dia-a-dia. O objetivo é que percam pouca energia com coisas banais e minudências, para que possam poupar as vossas reservas de tempo, espaço, tranquilidade, disponibilidade e prazer para o que é realmente essencial. A vida é curta, e eles crescem num instante... Ler Mais...

Negligência

Negligência Define-se «negligência» como a falha em prover às necessidades da criança, em qualquer dos campos - saúde, educação, requisitos para o crescimento e para o desenvolvimento humano e das competências, talentos e criatividade pessoal, habitação e abrigo, segurança ambiental, conforto, etc. - que, em situação normal, devem ser asseguradas pelos cuidadores. Podem ser muitas as situações de negligência, e a sua definição é diferente de época para época e de cultura para cultura. Não podemos exagerar e pensar que qualquer falha dos pais é um mau-trato por negligência. O que deve definir, quanto a mim, os erros e falhas que entram neste capítulo são os que:
  • falham no provimento das necessidades básicas (falta de agasalhos, constante comida «de plástico» por falta de paciência para cozinhar, não se preocupar com questões como obesidade infantil, não velar pela segurança);
  • correspondem a falhas graves que podem colocarem risco a vida das crianças (deixar uma criança sozinha em casa para ir jantar fora);
  • resultam do incumprimento, por parte dos adultos, de regras que conhecem e das quais sabem a importância (como não colocar a criança numa cadeira de transporte adequada);
  • resultam de um facilitismo por interesse único e exclusivo dos pais (não colocar a cadeira no carro porque se está com pressa);
  • resultam da menorização do interesse da criança, com consequente falha na proteção, porque os adultos colocam os seus interesses à frente dos da criança (por estar numa conversa ao telemóvel, deixar de vigiar uma criança que entretanto foge e cai pelas escadas abaixo);
  • menosprezam os sentimentos e as características de desenvolvimento das crianças (pensar que se pode dizer tudo o que se quer «que eles não sentem», ou ignorar que estão com sono e continuar numa festa até às tantas da madrugada).
Do contacto com a violência resulta a perda da inocência. Mas pode também resultar o stress pós-traumático, que perturba de modo incisivo e por vezes indelével a vida da criança. Vale a pena refletir um pouco sobre o stress pós-traumático, que muitas vezes é ignorado depois de resolvida a parte mais imediata de um evento particularmente desagradável. Para além do apoio às vítimas de agressões ou de outras formas de violência, há que pensar no «depois» porque, passada a refrega, pode subsistir o receio de sair de casa, a desconfiança de ver em cada passante um bandido, o medo dos ambientes estranhos ou a suspeição perante o que não nos é completamente conhecido. O abandono é, como é referido nos artigos al longo deste site, o grande receio das crianças desta idade. E sentir ausência ou passividade das pessoas de referência, mãe e pai, numa altura em que se sente agredida e violentada, é especialmente traumático. Não estou a dizer que a mãe do Manei (caso a seguir apresentado) tenha sido ausente ou passiva, note-se, estou a sublinhar que alguns profissionais não pensam que as crianças, para além das gastroenterites, septicemias, infeções urinárias ou pneumonias, são crianças que, até por se sentirem mal e, enquanto animais, sentirem-se mais perto da morte (com saúde nenhum animal morre), necessitam mais de securização. E numa altura dessas, só os pais podem dar o conforto e o apoio necessários. Além do mais, com a mãe presente, o Manel, ter-se-ia portado melhor e permitido que lhe canalizassem a veia mais depressa. Nas alturas críticas, as crianças deixam-se confortar. Confundir um momento destes com uma birra é não perceber nada de nada. As crianças, em muitos locais, são «toleradas», mas vistas como excrescências que só vêm estragar a festa. É aí que os pais têm de mostrar as suas garras e, com bom senso e lucidez, defenderem os filhos sem medo e sem complexos. Para isso é bom saber a que é que eles têm direito, e depois de dar o desconto de fatores circunstanciais, organizativos e outros, num país que está longe de ser perfeito, não admitir que se passem certos limites, sobretudo se não houver uma razão lógica, científica ou séria. Ler Mais...

Crianças altas

As atenções centram-se geralmente mais nas crianças baixas do que nas crianças altas, que são as que têm uma estatura superior ao percentil 95 para a idade e sexo. As crianças altas não têm geralmente doença orgânica, embora em alguns casos raros a alta estatura possa ser um dos sinais precoces de doença (algumas doenças genéticas, gigantismo, puberdade precoce, etc)... Ao crescerem, as crianças de grande estatura podem ter problemas psicológicos derivados do facto de serem muito mais altas do que as da mesma idade, na escola ou no liceu, e principalmente as do sexo feminino. Por outro lado, podem sofrer de problemas ortopédicos, principalmente na adolescência, quando crescem muito subitamente, sem o intervalo de tempo necessário para se adaptarem às novas dimensões do corpo. Ler Mais...

Chegados quase aos seis…

Um grande momento na vida das crianças Milhares de crianças vão entrar no primeiro ano do 1º ciclo, pela primeira vez. Tantas vezes as palavras «primeiro». Em cada ano, cerca de cento e quinze mil crianças estão nessas condições. São muitas. E portanto são mais de duzentos mil pais entusiasmados, por um lado, apreensivos, por outro, mas sobretudo orgulhosos de os seus rebentos já estarem na chamada «escolaridade obrigatória». Não há dúvida de que a entrada no primeiro ano é um acontecimento extremamente importante na vida da criança. Ler Mais...
Criancas safadas no site | Para Pais.