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Unha encravada

As unhas encravadas são um acontecimento comum nas crianças, sobretudo quando as unhas são cortadas muito rentes (especialmente as dos pés) ou as crianças as roem. Quando se cortam as unhas dos pés elas retrocedem, podendo depois, ao crescerem, entrar pela pele, inflamando-a e causando um panarício. Mesmo sem infeção, a unha encravada do pé dói, sobretudo ao andar. É importante que as unhas sejam cortadas em linha reta, limando depois os cantos e os bordos. O médico avaliará a situação e receitará uma pomada, com ou sem antibiótico. Ler Mais...

Quando é que crescem as unhas do meu bebé?

Os bebés começam a ter unhas desde o fim do primeiro trimestre e as unhas alcançam a ponta dos dedos entre as 34 e as 36 semanas de gravidez. É possível os bebés arranharem-se dentro do útero e quando são recém-nascidos, mesmo sendo as suas unhas macias em comparação com as nossas. A função das unhas é proteger as pontas dos dedos, em particular quando agarram alguma coisa; como os bebés têm o reflexo de agarrar desde o parto, esta protecção é necessária de imediato. Depois do parto, cortar as unhas de um bebé pode ser problemático. As unhas de um recém-nascido crescem rapidamente e a melhor altura para as cortar é depois do banho, quando estão mais macias e o bebé está mais relaxado. Há alguma controvérsia sobre usar tesouras, corta-unhas ou simplesmente roê-las. Tesouras e corta-unhas podem facilmente cortar a pele, mas roer traz um maior risco de infecção se a pele rasgar. Apertar a unha ajuda a distinguir a unha da pele. Utilizar limas ou simplesmente puxá-las podem ser opções um pouco mais seguras, ou pôr luvas ao bebé para evitar que se arranhe. Ler Mais...

Panarício

Um panarício é uma infeção à volta da unha, que começa muitas vezes por pequenas feridas que ocorrem ao cortar as unhas, roê-las ou a realizar trabalhos com materiais que gretam a pele. Uma pequena porta de entrada é o suficiente para as bactérias avançarem. Na fase de inflamação e pus, a criança tem dor. Quando o pus começa a sair, deve-se desinfetar e aplicar 4 vezes ao dia uma pomada de antibiótico. Pode dar-se paracetamol para as dores. Raramente é necessário antibiótico geral. É preciso manter a pele à volta das unhas bem cuidada e hidratada, e evitar que a criança roa as unhas. Ler Mais...

Unhas

Como já vinham fazendo, há que continuar a cortar as unhas das crianças com regularidade, isto é, em média, uma vez por semana, ou mais se elas crescerem mais depressa. Numa altura em que a atividade corporal é maior e em que o contacto com o meio físico e com os outros é grande, unhas crescidas ou lascadas tornam-se perigosas, porque qualquer gesto, mesmo sem ser intencionalmente maldoso, pode causar arranhões. • Deve aproveitar-se quando a criança está a dormir, pelo menos até ter 1 e meio, 2 anos, porque não se mexe tanto e as hipóteses de se fazer um corte no dedo são muito menores; • Há também por vezes a tentação de cortar as unhas muito curtas, para não termos de estar sempre a pensar no assunto, só que unhas demasiadamente cortadas retraem-se e, ao crescer, podem encravar na pele, causando infeção e dor, para além de expor a polpa do dedo a traumatismos durante as atividades da criança, o que pode fazer doer; • A unha deve ser cortada a direito e o ângulo reto que fica em cada lado, limado com uma lima de cartão, bem como devem ser limados também os bordos das unhas; • O corte das unhas deve ser feito com tempo e tranquilidade, porque nem sempre corre com a fluidez que se desejava. Há crianças que detestam, mesmo, cortar as unhas. E é importante fazer as coisas com calma, para evitar acidentes. Assim, há que «isolar» o dedo da unha a cortar - seja da mão, seja do pé - dos restantes dedos, para que não haja o perigo de a tesoura ou corta-unhas resvalar e cortar o que não deve; • Não de devem utilizar tesouras de adultos, porque um pequeno desvio ou movimento da mão da criança pode provocar um acidente e um corte no dedo. As tesouras de crianças têm um limitador que evita este tipo de acidente; • O corta-unhas poderá ser utilizado apenas depois dos 3-4 anos, quando já há cooperação; • Se porventura ocorrer um corte e sangrar, há que fazer pressão para o sangue estancar, e não vale a pena estar com Auto culpabilizações ou recriminações; • Se notarem que as pontas das unhas, junto à pele, estão encarnadas e inchadas, pode estar a ocorrer uma inflamação. O melhor será consultar o médico-assistente, mas numa fase inicial pode aplicar um pacho de álcool, durante uns minutos, seguindo-se a aplicação de um soluto desinfetante. Mas convém afastar os dedos do nariz da criança, porque o álcool evapora e é inalado, podendo causar hipoglicemia; • As unhas dos pés são, frequentemente, «estranhas» e difíceis de cortar. Se elas parecem «crescer para dentro», então o melhor será pedir ajuda a alguém com experiência, designadamente um enfermeiro do centro de saúde ou podologista. Ler Mais...

As unhas do bebé

Alguns bebés já nascem com unhas bem crescidas. E arranham. Mas mesmo que não seja o caso, elas crescerão e, a dada altura, há que cortá-las. À volta deste assunto geraram-se muitos mitos, ao longo do tempo, um dos quais dizia, por exemplo, que se deveriam roer as unhas aos bebés e não cortá-las, porque caso contrario eles falaram tarde. Outros diziam que tinha de ser a madrinha a tratar das unhas, ou o bebé ficava com vocabulário pequeno. Nada disto, como é claro, tem fundamentação científica. As unhas dos bebés têm que ser cortadas, mas há que fazê-lo com cuidado • Aproveitar quando o bebé está a dormir, porque não se mexe tanto e as hipóteses de se fazer um corte no dedo são muito menores: • Não cortar as unhas demasiado curtas, porque elas retraem-se e, ao crescer, podem encravar na pele, causando infeção e dor; • Cortar a direito e limar o ângulo reto que fica em cada lado, com uma «lima de cartão»; • Limar também os bordos das unhas é tão importante como cortar. Não é por acaso que os bebés se arranham sempre nos dias seguintes ao do corte das unhas ainda por cima, os bebés pequeninos têm gestos aleatórios e podem facilmente arranhar-se na cara ou nos olhos, • «Isolar» o dedo da unha a cortar seja da mão, seia do pé - dos restantes dedos, para que não haja o perigo de a tesoura resvalar e cortar o que não deve; • Nunca utilizar tesouras de adultos, porque um pequeno desvio ou movimento da mão do bebé pode provocar um acidente e um corte no dedo. As tesouras próprias para bebés tem um limitador que evita este tino de acidente; • Se porventura ocorrer um corte e sangrar, há que fazer pressão para o sangue estancar, e não vale a pena estar com Auto culpabilizações ou recriminações. Estas coisas só não acontecem a quem não as faz...; • Se notarem que as pontas das unhas, junto à pele, estão encarnadas e inchadas, pode estar a ocorrer uma inflamação. O melhor será consultar o médico assistente, mas numa fase inicial pode aplicar um pacho de álcool, durante uns minutos, seguindo-se a aplicação de um soluto desinfetante. Mas tudo isso longe do nariz do bebé, porque o álcool evapora e pode ser inalado, causando hipoglicemia nos bebés pequeninos. As unhas dos pés são, frequentemente, «estranhas» e difíceis de cortar. Se elas parecem «crescer para dentro», então o melhor será pedir ajuda a alguém com experiência, designadamente um enfermeiro do centro de saúde. Ler Mais...

Roer as unhas

Também chamada «onicofagia», as razões para roer as unhas são muitas, designadamente os chamados «hábitos nervosos», como chuchar no dedo, tirar «macacos» do nariz e comer, fazer madeixas no cabelo ou ranger os dentes. O roer as unhas, apesar de por vezes levar a lesões que certamente causam dor aos próprios, como expor a polpa dos dedos a toques ou fazer lesões até sangrar, alivia tensões e ansiedades, podendo ser uma forma de combater situações de stresse, sobretudo em crianças tímidas e inseguras. Mais importante do que estar sempre a chamar a atenção para o facto, especialmente em público, ou a dizer «Não roas as unhas!», é pensar porque é que esta situação acontece e apoiar a criança no sentido da sua securização, o que não acontecerá certamente se estiver sempre a ouvir remoques e recriminações. Além do mais, este comportamento é quase sempre inconsciente. Por isso, o uso de vernizes de mau sabor ou qualquer outra forma de castigo é injusto e contraproducente. Se os problemas de base não forem resolvidos, a criança manterá o hábito e a compulsão é tal que acaba inclusivamente por se habituar ao amargo dos vernizes. Por outro lado, os pais devem estar sempre do lado do filho e mostrar-lhe isso, designadamente quando uma outra criança ou algum adulto goza com ele ou está sempre a frisar o fato. Se o hábito se estiver a agravar ou se a criança demonstra muito stresse e ansiedade, será bom debater o assunto com o médico-assistente (de preferência sem a criança presente) para eventual psicológico. Conselho Quanto muito, os pais poderão, com meiguice, dar um pequeno toque ou fazer um sinal à criança, quando ela estiver a roer as unhas, mas de cumplicidade discreta e não de acusação direta. Ler Mais...
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