Resultados para: "criancas na pica do pai"

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Dores

Vou abordar agora algumas «dores». Para todas elas é necessário registar os sintomas:
  • que tipo de dor (se a criança conseguir descrevê-la, melhor - dar vários exemplos: queimadura, pancada, alguém a apertar, etc.);
  • onde se localiza? A criança consegue apontar com o dedo um local mais doloroso?;
  • é localizada ou generalizada? Irradia?;
  • há quanto tempo começou?;
  • agravamento e com que fatores?;
  • como surge (subitamente? lentamente?);
  • como melhora ou desaparece (com medicação? espontaneamente?);
  • frequência?;
  • hora do dia?;
  • acorda a criança, de noite?;
  • interrompe as atividades que interessem à criança?;
  • dias da semana (dias de escola ou fins-de-semana)?;
  • existe posição de alívio?;
  • relação com alimentos, atividades ou qualquer outro fator desencadeante?;
  • outros sintomas ou sinais (vómitos, diarreia, gases, febre, perda de apetite ou de peso, etc.)?
Uma dos aspetos que gostava de realçar, é que a dor na criança e um problema real e muitas vezes ignorado, não apenas pelos pais, mas também pelos profissionais. Não se deve subestimar esta situação. O apoio dos pais, em termos de mimo e contacto táctil pode minorar o sofrimento de corrente da dor. Por outro lado, há produtos (desde pomadas para colocar antes das injeções ou análises, a xaropes) que reduzem a dor. Embora seja um sinal importante, desde que bem esmiuçado como referi acima, a dor não deve ser mantida quando causa sofrimento desnecessário. Por outro lado, não se deve ameaçar a criança com situações dolorosas («Se não te portares bem, o médico dá-te uma pica.») mas também não se pode prometer não haver dor quando, por exemplo, se tem de picar para tirar sangue. A dor crónica na criança (artrite e doenças reumatismais, cancro) está ainda pouco estudada. Nós, adultos, que tanto nos queixamos quando damos uma topada ou temos alguma infeção na garganta, ligamos demasiadamente pouco à dor na criança. Temos de mudar esta atitude, porque até quando as crianças «inventam» dores, estão a sofrer. Ler Mais...

Antecedentes que marcam

Há traumas que não se podem minorar. Injeções, punções, soros endovenosos, analises, pontos. É portanto natural que uma criança que tenha tido essa experiência não se sinta muito à vontade em ver-se outra vez deitada, despida, em cima de uma marquesa. A melhor atitude não é contrariar com o vulgar e ineficaz «Não tenhas medo!», mas expressar solidariedade e compreensão: «Sei que te doeu muito quando estiveste no hospital (ou quando fizeste aquele dói-dói na perna), mas olha que aqui não é a mesma coisa. Não tens nenhum dói-dói, pois não? Isto é mesmo para ver se já estás boa...» Sublinho a importância de que, nos hospitais e serviços de urgência, se pugne por atitudes empáticas e de respeito. O episódio de doença passa, os profissionais nunca mais vêem a criança, mas qualquer traumatismo desnecessário pode ficar. Atualmente há livros didáticos sobre as idas aos médicos, com os heróis favoritos (Ruca, Diogo). Há estojos de médicos com todos os materiais. Mesmo assim, uma coisa é a ficção, outra a realidade. E se a criança se sente um excelente médico dos seus bonecos, já não é tão líquido que goste, antes dos 3 anos, de ser ela a paciente. Um ambiente de cumplicidade pode ajudar: «Já sei que és a doutora Tal. Tens tido muitos doentes? Olha, se abrires a boca como um leão dou-te um pau para veres a garganta aos teus bonecos.» - Posso assegurar que só muito, mas mesmo muito raramente é necessária espátula para observar uma criança. A observação de uma criança costuma ser no meio da consulta, ou seja, depois da primeira parte, em que os pais falam das suas questões e em que se abordam a alimentação, higiene, desenvolvimento, prevenção de acidentes, etc., e antes da parte final, em que se resume a situação, vêem os percentis, receita-se. Em alguns casos, se a criança está muito ansiosa (geralmente com medo de levar uma «pica»), pode ser preferível observa- da logo, para depois não haver ansiedade e os adultos poderem conversar o que têm a conversar, designadamente sem ruído. Aliás, é frequente crianças que não dizem uma palavra, soltarem a língua mal descem da marquesa e tornarem-se numas autênticas taramelas. O sono (não dormir a sesta), fome, cansaço ou doença - ou, simplesmente, estar-se num «dia não» - podem ser fatores potenciadores de pouca cooperação numa consulta. Ler Mais...

Crianças altas

As atenções centram-se geralmente mais nas crianças baixas do que nas crianças altas, que são as que têm uma estatura superior ao percentil 95 para a idade e sexo. As crianças altas não têm geralmente doença orgânica, embora em alguns casos raros a alta estatura possa ser um dos sinais precoces de doença (algumas doenças genéticas, gigantismo, puberdade precoce, etc)... Ao crescerem, as crianças de grande estatura podem ter problemas psicológicos derivados do facto de serem muito mais altas do que as da mesma idade, na escola ou no liceu, e principalmente as do sexo feminino. Por outro lado, podem sofrer de problemas ortopédicos, principalmente na adolescência, quando crescem muito subitamente, sem o intervalo de tempo necessário para se adaptarem às novas dimensões do corpo. Ler Mais...

Chegados quase aos seis…

Um grande momento na vida das crianças Milhares de crianças vão entrar no primeiro ano do 1º ciclo, pela primeira vez. Tantas vezes as palavras «primeiro». Em cada ano, cerca de cento e quinze mil crianças estão nessas condições. São muitas. E portanto são mais de duzentos mil pais entusiasmados, por um lado, apreensivos, por outro, mas sobretudo orgulhosos de os seus rebentos já estarem na chamada «escolaridade obrigatória». Não há dúvida de que a entrada no primeiro ano é um acontecimento extremamente importante na vida da criança. Ler Mais...

Olhos

É preciso ter cuidado com os olhos das crianças e começar a protecção da acumulação da acção dos raios ultravioletas. Até aos 12-15 anos as crianças não têm um filtro suficientemente bom, no cristalino dos olhos, para que as radiações não passem. Assim como a pele se queima, também os olhos (porque as radiações estão na luz) se queimam. E os estudos que nos chegam dos países onde as crianças estão há mais tempo expostas à radiação ultravioleta aumentada da última década são muito preocupantes, no que diz respeito às queimaduras irreversíveis da retina. Proteger da luz é essencial - todas as crianças, desde sempre, deverão usar óculos escuros, dos que são adequados em termos de protecção UV - encontram-se nas farmácias, para farmácias e lojas de produtos de crianças. Outro aspecto; limpar a areia e o sal, sobretudo antes de dormir. As crianças têm por hábito atirar areia e água do mar à cara umas das outras e isso pode causar irritação. Lavem bem os olhos dos vossos filhos antes de deitar e sempre que necessário, e se estiverem muito irritados, podem aplicar um colírio descongestionante. Ler Mais...
Criancas na pica do pai | Para Pais.