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Pé boto

É normal as crianças nascerem com um certo grau de arqueamento dos pés, mostrando uma tendência para unir os dedos grandes. No entanto, em alguns casos, esta curvatura é exagerada, designando-se por pé boto. O pé boto pode resultar de um mau posicionamento intrauterino ou pode estar integrado numa síndroma com outras malformações. Se o médico-assistente considerar que a situação é extrema ou que não está a evoluir enviará decerto a criança para um ortopedista ou cirurgião pediatra, pois pode necessitar de correção, seja através de calçado ortopédico e talas, seja de cirurgia. Ler Mais...

Os valores

Os valores Quem são as pessoas que nós desejaríamos encontrar por esse país fora, fosse onde fosse, nos serviços ou nos espaços de lazer, como amigos ou representantes políticos? Essas mesmas, essas pessoas simpáticas, afáveis, competentes, tranquilas, solidárias, inteligentes, diversificadas, criativas, pacíficas... e tantas outras coisas bonitas. São essas pessoas que nós gostaríamos de encontrar. São essas pessoas que nós podemos tentar «criar», sempre com respeito pelas suas opções finais, mas opções essas que dependerão, em grande parte, dos caminhos e limites que formos ensinando e mostrando. As crianças aprendem como esponjas. Não apenas sob o ponto de vista cognitivo e académico, mas na área emocional e ética. O que fazemos, mostramos e dizemos é sentido pelos nossos filhos como padrões dourados. Principalmente as duas primeiras vias, que correspondem ao modelo e ao exemplo. Não queria terminar esta introdução a «Quem é o vosso filho», que terá continuidade ao longo do Livro, sem rever as dezanove «máximas» de Dorothy Law Noite, expressas de forma sublime em 1954, e que bem nos revelam as estratégias que deveremos ensaiar para que os nossos filhos tenham mais hipóteses de ser pessoas felizes, amadas e realizadas: Se as crianças vivem com críticas, aprendem a condenar. Se as crianças vivem com hostilidade, aprendem a ser agressivas. Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser apreensivas. Se as crianças vivem com pena, aprendem a sentir pena de si próprias. Se as crianças vivem com o ridículo, aprendem a ser tímidas. Se as crianças vivem com inveja, aprendem a ser invejosas. Se as crianças vivem com vergonha, aprendem a sentir-se culpadas. Se as crianças vivem com encorajamento, aprendem a ser confiantes. Se as crianças vivem com tolerância, aprendem a ser pacientes. Se as crianças vivem com elogios, aprendem a apreciar. Se as crianças vivem com aceitação, aprendem a amar Se as crianças vivem com aprovação, aprendem a gostar de si próprias. Se as crianças vivem com reconhecimento, aprendem que é bom ter objetivos. Se as crianças vivem com partilha, aprendem a ser generosas. Se as crianças vivem com honestidade, aprendem a ser verdadeiras. Se as crianças vivem com justiça, aprendem a ser justas. Se as crianças vivem com amabilidade e consideração, aprendem o que é o respeito. Se as crianças vivem com segurança, aprendem a confiar em si próprias e naqueles que as rodeiam. Se as crianças vivem com amizade, aprendem que o mundo é um lugar bom para se viver. Posto isto, avancemos para aspetos práticos, mas mais adiante, neste Livro, voltaremos a abordar os aspetos comportamentais da criança do 1 aos 5, através de situações mais objetivas e concretas, como os amigos imaginários ou a timidez, o mentir, furtar e morder, o partilhar, o autocontrolo ou as visitas da «Dona Birra», entre muitas outras.   Ler Mais...

Ensinar a domar a televisão

Mais importante do que assumir atitudes fundamentalistas, seja de restrição ou de laxismo, mais importante é aprender a usar a televisão. Ficam aqui algumas dicas, que devem ser implementadas sem receio: • limitar o tempo que a criança vê televisão (incluindo DVD's e vídeos); • colocar outros centros de interesse - livros, brinquedos, puzzles, etc. - na sala onde está a televisão, mas bem evidentes, para a criança se entusiasmar por eles; • desligar a televisão durante a refeição - se estiver a dar um programa interessante para qualquer membro da família, então esperar pelo final para jantar ou almoçar; • não ter televisão no quarto da criança; • desligar a televisão quando a criança está noutra atividade; • combinar com a criança que programa ou filme vai ver, e fazer com que seja ela a ligar e a desligar o aparelho; • fazer ver que a televisão é um privilégio e não um direito; • insitituir um dia por semana sem televisão (será bom para toda a família); • ser um bom exemplo, utilizando também moderada e criteriosamente a televisão; • inteirar-se do que a televisão vai passar, nas horas em que a criança irá ver, para saber de que se trata e, também, se vão passar anúncios e promos de filmes violentos ou com cenas impróprias para crianças; • habituar a criança a negociar com os outros membros da família, e não ceder sempre aos seus caprichos ou às suas escolhas, mostrando que os outros também querem ver programas ao seu gosto (ou ouvir música e ter outras actividades sem TV); • estar disponível para explicar alguma coisa que a criança não tenha compreendido ou que lhe cause perplexidade e confusão; • arranjar alternativas engraçadas e criativas. Ler Mais...

Eletricidade

A eletricidade mata. Além das queimaduras que pode causas – profundas e muito tensas, dado que penetra através da pele para os órgãos internos a eletricidade pode causar electrocução, ou seja, morte por paragem cardíaca, se atingir o coração em determinados momentos do ciclo cardíaco. É impossível proteger todos os pontos de saída de eletricidade (caso contrário não seria necessário têrmo-la em casa). A instalação de um disjuntor de segurança é mandatória, caso algo aconteça. Depois, para além disso, há que proteger os pontos de saída (tomadas, fichas triplas, etc.), vigiar os fios espalhados pelo chão, ver se o material elétrico se vai deteriorando com o uso ou limpezas, e desligar a corrente localmente, sempre que não seja necessária. Convém recordar que eletricidade e água não combinam - todos os eletrodomésticos e tomadas situadas na casa de banho, na cozinha ou até mesmo na garagem devem estar resguardados de eventuais salpicos ou encharcamentos. Os eletrodomésticos são muito apelativos. Rodam, giram, fazem barulhos, e é deles que saem coisas engraçadas, designadamente bolos e outros alimentos. E têm botões. A vontade de mexer é grande, até cerca dos 3 anos, e a vontade de os usar também, a partir dessa idade. Não deixem, contudo, a criança mexer ou servir-se de eletrodomésticos antes dos 6 anos, e sempre com vigilância. Podem, aos 4-5 anos, ir mostrando para que servem, mas paralelamente referir que podem ser perigosos. Depois de utilizar os aparelhos, não os deixem ligados ou por arrumar. Desliguem-nos da tomada, enrolem o fio e não os deixem ao alcance das crianças. Lembrem-se que nunca se deve mexer em aparelhos elétricos com as mãos húmidas, mesmo em situações tão simples como acender uma luz num interruptor, e ensinem isso às crianças, até porque, com a pressa com que sempre andam, enxugam as mãos a correr, ficando húmidas. Ler Mais...

Os irmãos

Tudo pode passar pela cabeça de um irmão de uma criança com cancro. Depende da idade, da personalidade, do lugar na família, dos fatores de risco e dos fatores protetores, da capacidade de verbalizar e exteriorizar sentimentos, enfim, de uma tal multiplicidade de dados que é difícil tipificar o que se vai passar. O sentimento de culpa é frequente – porque discuti com ele e lhe dei um soco, ficou doente. O sentimento de impotência e a ambivalência de «antes ele que eu, mas porquê ele e não eu?» Ainda por cima, os pais redirigem quase toda a sua atividade e os afetos exteriores para o irmão doente, deixando os outros com a sensação de estarem mais à deriva. É preciso que os pais consigam - a seu tempo e com o doseamento que só pais e filhos sabem - comunicar aos outros o que se passa, sem esconder a verdade, mas veiculando esperança. Mostrando os momentos em que estão tristes, mas também aqueles em que acordam cheios de força, mesmo que possa parecer enigmática essa mudança, em face de nenhum acontecimento novo que a pudesse justificar. Pouco interessa a lógica de uma dinâmica numa dinâmica sem lógica. É altura de a família estar unida, coesa e solidária. E os irmãos das crianças com cancro, mesmo quando o desenlace é o pior, crescem e podem tornar-se mais resilientes. Mas tudo depende de muitos fatores. Tantos que as vinte e quatro horas do dia parecem não chegar para organizar. É comum os irmãos terem também sintomas - em parte para chamar a atenção, em parte por medo que lhes esteja a acontecer o mesmo, exagerando por vezes algumas queixas. E a resposta dos pais pode não ser a mais disponível. De qualquer modo, é sempre bom levar o irmão ao médico, para que todas as dúvidas se possam dissipar. O sentimento de pena pelo sofrimento físico do irmão é grande – as crianças, mesmo as pequenas, sabem o que é uma injeção, um soro, um hospital. Não se pode minimizar este facto e é bom que continuem a ver o doente, mesmo que para isso tenham de ir à enfermaria. Por tempo limitado e com a evolução que cada criança precisa, mas nunca fazendo lutos antecipados ou recusas de sofrer que mais tarde se pagam muito caro. Ler Mais...

A Barriga e as ancas

A inspeção do abdómen pode mostrar aspetos diferentes do normal, na forma ou lesões visíveis (por exemplo, se o umbigo ou a cicatriz umbilical, se o cordão já caiu está infetado, se existem hérnias umbilicais ou outras, um pouco acima, centrais, chamadas «hérnias de linha branca»). A palpação abdominal pode revelar, logo à partida, uma barriga dura, provavelmente cheia de ar, a que o toque e a percussão completam, mostrando um som de tambor, tão comum. Avalia-se também eventuais aumentos de tamanho dos órgãos intra-abdominais fígado, rins, baço, ou a existência de massas. Podem existir hérnias inguinais, bem diferentes das umbilicais pela sua situação (junto aos testículos ou na zona equivalente, na rapariga) e pelos cuidados a ter (as umbilicais não estrangulam, pelo que não necessitam de uma abordagem urgente, ao contrário das inguinais, que têm que ser avaliadas por um cirurgião). Os médicos palpam também as virilhas para avaliarem os pulsos femorais, ou seja, para ver se o sangue circula bem para as extremidades inferiores. A anca deve ser sempre objeto de avaliação, para detetar uma situação comum a instabilidade ou displasia da anca, que, em alguns casos, pode ser mesmo uma luxação congénita. Daí os médicos fazerem uma manobra, a que se dá o nome de Ortolani-Barlow, e que permite ver se a relação entre os ossos da bacia e o fémur é normal. A displasia da anca tem que ser diagnosticada e eventualmente tratada precocemente. Ler Mais...
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