Resultados para: "criancas dado rabo"

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Micose das fraldas

Nas crianças que ainda usam fralda, é vulgar aparecer lesões de vermelhidão intensa e «assadura», com distribuição em «borboleta», na região genital e anal, podendo causar ferida e até sangrar. Estas lesões devem-se à infeção por fungos, geralmente na sequência de irritação, para a qual vários fatores podem contribuir: fricção e maceração, alergia às fraldas, contacto prolongado com a urina ou as fezes (escassa mudança de fraldas), alergia aos cremes ou ao sabonete e produtos de limpeza. Além das pomadas com vitamina A e óxido de zinco, é necessário colocar também uma pomada com antifúngico, para lá de mudar as fraldas com maior frequência e lavar suavemente com água tépida e sabão neutro. A medida mais eficaz seria deixar as crianças de «rabo ao léu», dado que o ambiente escuro, húmido e quente das fraldas favorece o crescimento dos fungos. No entanto, esta medida é infelizmente inviável na maior parte do ano e dos contextos. Ler Mais...

Genu valgum

A maioria das crianças tem uma tendência, que já vem da posição intra-uterina, de juntar os joelhos, encurvar a tíbia e voltar a juntar os dedos grandes dos pés. A esta situação chama-se genu valgum (pernas canejas), e revela-se especialmente cerca dos 4 anos. É importante promover medidas que possam ajudar a formar ossos alinhados, como sentar à chinês (pernas cruzadas à frente) e evitar posições viciosas (como sentar com as pernas para trás ou debaixo do rabo). Em alguns casos poderá ser necessário estimular alguns tipos de atividade física e desaconselhar outros, e nos casos mais graves usar talas de correção, para dormir. Ler Mais...

Pé plano «pé chato»

A maioria dos bebés nasce com o pé plano, e o arco plantar irá crescendo ao longo dos 3 primeiros anos de vida. Em algumas crianças, resultando sobretudo de herança genética, o arco plantar não se forma ou é muito reduzido. Diz-se então que a criança tem pé plano, mais frequentemente conhecido como pé chato. Quando pousa o pé, a criança coloca os calcanhares para dentro. Salvo graus muito elevados de pé chato, não é necessário nada de especial, a não ser o uso de sapatos formativos (não são ortopédicos!) e sentar-se sempre com as pernas cruzadas à frente e não debaixo do rabo. A intervenção ortopédica deve ser reservada para quando a criança cai muito ou tem dores depois de andar algum tempo, com desgaste atípico dos sapatos. Em caso de tratamento, este deve começar aos 3 anos. O pé chato tem uma tendência familiar. Ler Mais...

Dores de crescimento

Muitas crianças, entre os 3 e 5 anos, queixam-se de dores nos joelhos ou na região dos joelhos, especialmente à noite, podendo ser bastante intensas - geralmente deitam-se bem, mas acordam a chorar baixinho, agarradas à perna e dizendo que lhes dói. São geralmente crianças em idade pré-escolar, embora possa atingir também os mais velhos. Designadas por «dores de crescimento», doem mesmo, não é invenção, mesmo tendo uma componente psicossomática. As dores localizam-se sobretudo na massa dos músculos gémeos, ou seja, na parte de trás da perna, e passam com um analgésico ou um anti-inflamatório adicionado a umas massagens locais («festinhas» dos pais, vagarosas) e um pouco de mimo. Esta «terapêutica» pode sugerir aos pais que a criança está a exagerar e a solicitar atenção, mas nunca se deve desvalorizar o quadro nem dizer à criança que «não dói nada». Dói e dói mesmo, aliás até a fazem acordar. Pode pedir-se à criança que flita ligeiramente as pernas e relaxe os pés. Se a dor for nas coxas, sentar-se no chão e esticar cada perna de sua vez pode ajudar, fletindo a outra por debaixo do rabo, muito lentamente. É importante estar atento a outros sinais e sintomas e, caso estes existam (coxear, etc.) ou se as dores não passarem com as pequenas medidas que mencionei, então será melhor levar a criança a ser observada pelo médico. Estas dores podem repetir-se durante alguns dias e ter depois um período livre mais ou menos grande, voltando por vezes a aparecer passado um tempo. A origem das dores de crescimento permanece obscura: provavelmente trata-se de uma mistura de causas, desde fenómenos psicossomáticos a estimulação cerebral durante o sono, cansaço muscular, crescimento ósseo. Ler Mais...
Criancas dado rabo | Para Pais.