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A Praia, de «A» a «Z»

Ir à praia com uma criança desta idade despoleta um misto de sentimentos: alegria, sensação de desafio, receio, curiosidade, cansaço, apreensão, excitação. Afinal, os mesmos sentimentos que a criança terá ao, de repente, olhar para a imensidão da areia e para a imensidão do mar, para o barulho das ondas e para a atracção da espuma, para a confusão das pessoas e para a pletora de cores e sons. Ficam aqui algumas dicas, «de A a Z», para prepararem a ida à praia com os vossos filhos e para que esses momentos sejam os melhores possíveis. Ler Mais...

Como lavar a cabeça do bebé

A cabeça do bebé tem uma área proporcionalmente bastante maior do que a do adulto, em relação ao corpo. E como tem pouco cabelo, está mais exposta a aquecer ou esfriar. É um tocai, por excelência para troca de temperatura e de água com o exterior. Não é preciso grandes rituais para lavar a cabeça de um bebé. Nas primeiras semanas pode usar-se o mesmo Inquieto de lavagem do corpo, mas logo que os pais queiram podem experimentar um champô neutro, dos muitos que existem, e conforme a preferência. A maioria dos champôs para bebés é feita para não picar nos olhos, mas ô sempre incomodativo para o bebé, pelo que devem inclinar a cabeça para trás durante a remoção do champô. Para lavar a cabeça, molha-se com o bebé inclinado para trás, depois aplica-se o champô, numa quantidade pequena, e esfrega-se até fazer espuma, remexendo o cabelo na espuma. Depois, volta-se a enxaguar, tendo o cuidado para que não resvale para a face, o que irrita muito os bebés. Pode usar-se a mão, suavemente, ou utilizar uma esponja macia para espalhar o champô, com movimentos vagarosos. Há bebés que gostam do banho mas odeiam lavar a cabeça - tente cantar-lhe, enquanto coloca a água, para o apaziguar, mas o mais provável é que essa situação dure algum tempo. Mas passa... É importante secar bem a cabeça com a toalha, em movimentos circulares suaves, e terminar a tarefa com um secador, mas muito cuidado: tem que ser um secado fraco, ou colocado na potência mínima, e sempre a agitar. Os secadores podem queimar, se a pessoa se distrair e demorar um pouco mais de tempo a apontar para um determinado sítio. Ler Mais...

Agitação do fim do dia

Muitos pais referem que, por volta das 3 semanas de vida, o bebé começa a ficar muito agitado, o corpo contorce-se, arrota várias vezes, fica encarnado, o choro é de irritação e chega a ficar inconsolável. Depois adormece, às vezes ao fim de muito tempo, e até parece dormir melhor. Quando este fenómeno não corresponde a fome ou desconforto toda a postura do bebé é muito diferente, deve-se deixar chorar, no máximo 10-15 minutos, estando ao pé dele, consolando-o, mas deixando-o descarregar o stresse que acumulou. Depois fica tranquilo, calmo, sossegado e dorme «que nem um justo». Aos 3 meses já se estabeleceu, na maioria das crianças, um esquema de dia-noite: a criança passa mais tempo acordada de dia do que durante a noite, embora possa ainda acordar (ou «dar sinal») quatro a cinco vezes em cada noite. Por volta dos 4 meses, a maioria dos bebés já tem os sistemas de regulação do açúcar (sobretudo o fígado) e o sistema nervoso suficientemente amadurecidos para conseguir dormir 8 horas seguidas. Sem necessidade de alimentar. Nesta idade os bebés dormem cerca de 10 a 11 horas e podem acordar uma ou duas vezes. De dia dormem mais 4 ou 5, eventualmente repartidas por duas sestas. Como se refere mais pormenorizadamente noutro local deste livro, os bebés passam, de quando em quando, pelos chamados pontos de referência são os momentos em que o desenvolvimento se acelera num determinado campo, como a locomoção, a fala, seja o que for, ficando perturbadas outras funções, como a alimentação ou o sono. O sono é um dos dossiês que mais sofre quando o bebé está ocupado com outros. A interrupção destas atividades está a mamar e distrai-se com tudo, acorda frequentemente e «dá fé de tudo», tendo dificuldade em readormecer, causam algum stresse nos pais. Por volta dos 6 meses, a maioria das crianças dorme uma média de 15 horas, com uma divisão já muito clara entre a dia e a noite. Resultado: antes dos 6 meses é melhor não pensar que o vosso «dorme mal»... ele é assim mesmo... Ler Mais...

Descansar o suficiente ajudar o seu corpo a recuperar

Com parto vaginal ou com cesariana, o mais provável é sentir-se exausta nas primeiras semanas. Não se esforce demasiado e dê a si mesma tempo para recuperar. Em vez de tentar pôr as tarefas em dia enquanto o seu bebé dorme, passe pelo sono para pôr em dia o sono perdido nas noites interrompidas. Evite o mais possível erguer coisas pesadas. É bom ficar em casa de início e fazer as coisas ao seu próprio ritmo enquanto se habitua à vida com o seu novo bebé. Não sinta que tem de receber as visitas - peça-lhes que façam chá! Ler Mais...

Como descobrir estes desagradáveis insectos

É difícil detectar um piolho vivo, porque estes insectos são ágeis e movem-se rapidamente. Se se extrair rapidamente um cabelo há por vezes a hipótese de os ver De qualquer forma, o diagnóstico faz-se geralmente através da existência de lêndeas que são, nem mais nem menos, as cascas dos ovos dos piolhos - de cor branco nacarado, brilhante, agarradas aos cabelos. Os ovos são postos ao nível do couro cabeludo e, como já se disse, quando a infestação é detetada já dura há muitas semanas. Os ovos, quando ainda têm o piolho lá dentro, são negros. Se, ao investigar-se a cabeça da criança, não se descobrirem piolhos vivos e as lêndeas estiverem a mais de 1 cm de distância do couro cabeludo, é sinal de que a criança já não está infestada. Os medicamentos que matam os piolhos matam geralmente também os ovos que contêm ainda animais, pelo que são extremamente eficazes. A acção dos piolhos é tão nefasta que podem inclusivamente causar insucesso na aprendizagem. Para além do mal-estar, como a criança passa a noite a coçar-se, dorme mal e vai para as aulas semi-adormecida. Quando a situação se mantém (e não se esqueçam de que as crianças já estão infestadas, em média, há quatro meses antes de se dar por isso), o rendimento baixa. Ler Mais...

A dinâmica infantil durante a doença

Pensem num laboratório ou numa firma, onde existem várias salas, umas com pouca importância funcional - sala de espera, sala de leitura, corredores - e outras de vital importância - experiências laboratoriais, computadores, centros estratégicos de decisão. Se houver uma falha de energia, imediatamente o sistema de apoio será ativado e privilegiará estes últimos sectores, em detrimento dos restantes. O corredor e a sala de espera terão luzes de presença e de emergência. Os computadores e os aparelhos das experiências terão a energia de que necessitam para que o essencial se mantenha. O mesmo acontece com os nossos filhos. Quando adoecem e a sua energia tem de ser redimensionada, as primeiras áreas a serem poupadas são a atividade física, a brincadeira e as grandes manifestações efusivas. A criança faz-se ao repouso, está mais murcha, dorme mais. Sorri, mas não ri às gargalhadas, quando estimulada. Logo que fica melhor, já pode «acender a energia das salas menos importantes», e brinca, volta a ser a mesma. Por isso é que se diz: «criança calada e quieta, ou está a fazer uma asneira ou está doente». Ler Mais...
Crianca que espuma ao dorme | Para Pais.