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Algumas questões

ong>Freio da línguaong> Aquilo a que se chama habitualmente «freio da língua» e que provoca, quando curto, uma situação que se designa por «língua presa», é nem mais nem menos do que um espessamento dos músculos génio-hioglóssicos, mesmo na parte central da língua, formando uma prega vertical. Pode ser uma coisa muito ligeira (apenas uma pequena membrana), ou um espessamento razoável. Neste último caso pode impedir que a língua saia normalmente da boca, prejudicando a deglutição e a fala (nos recém-nascidos normais, a língua é sempre pequena). A principal alteração da fala que se atribui ao freio da língua é a criança ficar «ciosa», com dificuldade de pronunciação de certas letras (N, L, T, D - «sopinha de massa»). Embora não seja um problema de maior, há que pensar que estamos numa era de comunicação e que tudo o que possa prejudicar esta, poderá ter efeitos no relacionamento e na auto-estima da criança, quer em casa, quer na sua vida escolar e pública. Na dúvida, o cirurgião pediatra dirá se é melhor fazer o corte do freio, o que, a fazer, é rápido e instantâneo, sem quaisquer perigos, se for feito nas primeiras semanas de vida. Ler Mais...

Ouvir, ouvir, ouvir… para falar

Para poderem talar, as crianças precisam de ouvir falar. E ouvir não é só com os ouvidos, mas também com a visão, o cheiro e o afeto. Quando estiver a falar com uma criança pequena, sobretudo se lhe está a ensinar as palavras, estabeleça um contacto visual para que ela perceba que as palavras têm uma Darte mecânica, muscular, que faz os lábios e a boca mudarem de forma. Por outro lado, ficará a saber que está a falar com ela e interessar-se-á muito mais pela conversado que se for tida à distância. Um ponto que causa alguma perplexidade aos pais, e sensação de «disparate» a familiares e amigos, é falar com os bebés como se falasse com um adulto; dito de outro modo, descrever o que se vai fazendo, mesmo que a uma criança pequena: «agora a mãe vai ali fazer o jantar, e hoje vamos comer ervilhas com arroz». Não se importe de parecer um locutor que descreve cada jogada. Vá dizendo ao seu bebé que «agora vai tomar banho», «agora vai mudar a fralda». É preciso que ele ligue os acontecimentos à sua descrição verbal. A língua é uma reunião de símbolos, e a descodificação será tanto melhor - e a compreensibilidade do que está por detrás deles -, se a fala for «normal» desde o primeiro dia. Ler Mais...

Tenho uma pélvis pequena; não sou demasiado fraca para fazer força, mas dizem que preciso de cesariana. Isso está certo?

A desproporção cefalo-pélvica (DCP) é o termo utilizado para descrever um trabalho de parto que não está a progredir devido ao tamanho ou à forma da pélvis da mãe em relação ao tamanho e à posição do bebé. Podem surgir problemas se um bebé for invulgarmente grande ou uma mãe invulgarmente pequena. Uma verdadeira DCP é rara, e mesmo que seja uma preocupação na gravidez, por vezes julga-se melhor tentar o trabalho de parto, embora você seja avisada de que poderá ser possível uma cesariana. Certos sinais indicam a DCP durante o trabalho de parto: por exemplo, se o bebé não desce através da pélvis, ou se o colo do úteroo dilata; em situações destas será necessária uma cesariana. Ler Mais...

Panarício

Um panarício é uma infeção à volta da unha, que começa muitas vezes por pequenas feridas que ocorrem ao cortar as unhas, roê-las ou a realizar trabalhos com materiais que gretam a pele. Uma pequena porta de entrada é o suficiente para as bactérias avançarem. Na fase de inflamação e pus, a criança tem dor. Quando o pus começa a sair, deve-se desinfetar e aplicar 4 vezes ao dia uma pomada de antibiótico. Pode dar-se paracetamol para as dores. Raramente é necessário antibiótico geral. É preciso manter a pele à volta das unhas bem cuidada e hidratada, e evitar que a criança roa as unhas. Ler Mais...

Testículoo descido

Se, após os 12 meses de vida, um ou ambos os testículos não se encontram nas bolsas escrotais, a criança deverá ser observada por um cirurgião pediatra, dado que a probabilidade de descerem já será muito pequena, devendo começar a avaliar-se o caso para eventual correção cirúrgica. Se a criança, aos 12 meses, tiver comprovadamente ambos os testículos em baixo, não haverá qualquer problema. Há uma situação, contudo, que se verifica a partir dos 3 anos de idade, e que tem a ver com um reflexo que faz com que o cordão que prende os testículos se retraia quando a criança se despe ou quando se estimula o abdómen - é o chamado testículo retráctil ou em ascensor, que nada tem de patológico. Se existirem dúvidas, os próprios pais podem tentar palpar o testículo à noite, com a criança a dormir, e com as mãos quentes, fazendo movimentos suaves de «expressão», desde o osso até ao escroto. Ler Mais...

Sou muito pequena e tenho pés pequenos – isso será um problema quando der à luz?

No passado, os médicos costumavam medir os pés das mulheres grávidas para avaliar as possibilidades de necessitarem de uma cesariana, pois pensava-se que pés pequenos indicavam uma pélvis estreita. Embora haja alguma verdade no facto de que pés pequenos em geral indicam que uma mulher tem uma constituição óssea pequena e assim também uma pélvis pequena, também as mulheres pequenas têm tendência a desenvolver bebés mais pequenos em proporção com o tamanho da pélvis. Uma verdadeira desproporção céfalo-pélvica (DCP), em que a cabeça do bebé é demasiado grande para passar na pélvis e nascer através da vagina, é relativamente rara. Durante o trabalho de partooutros factores que ajudam o seu bebé a nascer. A pélvis não é uma estrutura fixa e as hormonas ajudam a amaciar os ligamentos que ligam os ossos pélvicos, para ajudar a pélvis a alargar e a acomodar o bebé. Também a cabeça do seu bebé está preparada para se moldar. O crânio é formado por ossos separados que se podem sobrepor ligeiramente a fim de reduzir o tamanho da cabeça quando esta passa através da pélvis, durante o trabalho de parto. Esta é uma parte normal do processo de pano. As posições no trabalho de parto também afectam o tamanho da pélvis. Por exemplo, agachar-se pode aumentar as medidas internas da pélvis em cerca de 30 %. Sentar-se ou deitar-se de costas pode reduzir essas medidas, restringindo o movimento natural de recuo do cóccix durante o parto. Ler Mais...
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