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Mastigar bem é começar bem

Há quem pense que comer é só ligar ao que se come e que, por exemplo, uma boa alimentação reside apenas no que se escolhe para pôr no prato Contudo, há bastantes mais coisas que são importantes, ou mesmo fundamentais, para que a alimentação se faça de uma maneira correta. A forma coma se mastiga é uma delas. Quando falamos de crianças, e dos bons hábitos que devem adquirir precocemente, há que não esquecer a mastigação, e começa logo que o médico indique, a dar alimentos menos triturados e passados, mesmo que isso cause alguma inquietação e «provas de força» O uso da colher e mais tarde, dos outros talheres, em contraponto com o biberão, ajuda a criança a aprender este excelente hábito. É também por ser necessária a mastigação e o desenvolvimento do mecanismo de mastigar (que envolve os músculos da boca, a língua, os dentes e a produção de saliva) que os boiões pré-cozinhados só devem ser reservados para certas ocasiões, como viagens, idas a casa de amigos ou um ataque súbito de preguiça por parte dos pais. Também é importante pensar que uma boa saúde oral é indispensável para uma boa mastigação. Uma pessoa com cáries, dores de dentes, dentes que se esboroam, aftas, etc., terá muito menos vontade de mastigar. E, assim, deixo-vos um bocadinho a «mastigar no assunto»... É consensual, entre os cientistas e nutricionistas, que a digestão começa mesmo antes de comermos. Poderá parecer estranho, mas quando cheiramos os alimentos, quando os vemos e quando eles nos parecem desejáveis (às vezes basta alguém estar a descrevê-los. numa conversa trivial) a nossa digestão está a ter início. E isto porque imediatamente se começa a segregar saliva (e até exclamamos «já estou a ficar com água na boca...»). Não é água. É saliva. A saliva tem várias funções, desde o equilíbrio da acidez da cavidade oral (sendo, por isso, um dos grandes fatores que combatem a ação dos ácidos produzidos pelas bactérias da cárie dentária), à manutenção da humidade ideal para o funcionamento da boca, para podermos falar sem ficarmos «com os lábios e os dentes colados» e, claro, à digestão. Ler Mais...

Conselho sobre convulsões

O mais importante, durante uma convulsão com perda da consciência, movimentos musculares e eventual perda de controlo dos esfíncteres é posicionar a criança de modo a que não se asfixie com a saliva ou com o conteúdo do vómito (colocá-la lateralmente), e evitar também que se magoe enquanto duram os movimentos dos membros. Não se deve, igualmente, colocar qualquer objeto ou dedos na boca. Também não se devem tentar parar os movimentos, nem dar quaisquer líquidos a beber. Ler Mais...

Doença da boca-mão-pé

A doença boca-mão-pé ocorre sobretudo cerca dos 4-5 anos, e pode ser causada por uma grande variedade de vírus, mais frequentemente um que se chama coxsackie. A doença não costuma ser grave e as crianças recuperam numa semana. Os sintomas começam por febre ligeira, perda de apetite e mal-estar geral. Segue-se o aparecimento de aftas dolorosas na boca, sobretudo na parte interior das bochechas e gengivas, e manchas nas palmas das mãos e plantas dos pés, que depois evoluem para nódulos e bolhas. A doença é contagiosa através das secreções nasais, saliva e líquido das bolhas, durante pelo menos uma semana depois do início da doença. Perante estes sintomas a criança deverá ser observada pelo médico-assistente. O risco maior consiste na desidratação provocada pela não ingestão de líquidos em quantidade suficiente, atendendo à dificuldade em engolir e à falta de apetite. A alimentação deve ser baseada em líquidos e pastosos, frios e de sabor neutro (gelados, por exemplo). Não há tratamento específico, mas é preciso dar todos os medicamentos necessários para o conforto da criança, e os pais não se devem surpreender se ela emagrecer – passada a doença, o apetite virá, e em força. É conveniente evitar o contacto com mulheres grávidas. Ler Mais...

A saliva – elemento essencial

Quanto mais mastigarmos, mais prepararemos os alimentos para as fases seguintes, não sobrecarregando os órgãos que vêm a seguir na lista da digestão. Por outro lado, mastigar calmamente (pelo menos 30 vezes cada garfada, utilizando todos os dentes e não apenas um lado da boca) é uma das maneiras de combater o stresse, porque obriga a «parar o tempo» e a não alinharmos no «engole-engole» para ir . A saliva é alcalina. Misturada com a comida, ela vai entrar no corpo e torná-la menos ácida, o que tem muitas vantagens em relação à manutenção da integridade das células e dos órgãos em geral. É sabido, também, que os dentes e as gengivas ficam mais fortes se o meio for alcalino, mas o facto de «trabalharem» mais, também os estimula e faz com que fiquem mais fortes, já sem esquecer o facto de os movimentos da língua serem mais e ajudarem a limpar os restos que ficam pegados aos dentes e que seriam, se lá ficassem, ótimos substratos para as bactérias causadoras de cárie se estabelecerem. Coordenar a deglutição com a respiração é complicado. Quando uma criança ainda tem imaturidade, está excitada e quer falar, comer e respirar ao mesmo tempo, se é glutão ou se os alimentos têm características especiais que ajudam a essa «confusão de percursos», pode acontecer um engasgamento, com passagem da comida para a árvore respiratória e perigo de asfixia. É importante ensinar uma criança a comer lentamente, e a falar apenas depois de engolir os alimentos, com a boca vazia. O «não se fala com a boca cheia», mais do que estético tem a ver com a segurança. Por outro lado, ter o nariz bem limpo ajuda a respirar melhor, sem que tenha de ser a boca o agente de mastigação, deglutição e respiração. Finalmente, há alimentos que são muito propícios ao engasgamento: é o caso dos frutos secos (pinhões, avelãs, nozes, passas), caramelos, pastilhas, pedaços de gelo (que as crianças adoram mastigar. Pela sensação ambígua do frio), presunto e outras carnes com gordura, pipocas, cenoura curva, ervilhas e uvas, entre outras. No fundo, tudo o que seja escorregadio, que tenha óleo ou que deslize facilmente acaba por ser mais perigoso. Ler Mais...

Sapinhos

Os «sapinhos» são uma infeção por fungos, designados por Cândida albicans. Embora sejam mais comuns em bebés, nos 3 primeiros meses de vida, podem aparecer sempre que o ambiente da boca fica mais propício à infeção, por diminuição da produção de saliva, chupetas há muito tempo não esterilizadas, etc. A boca parece polvilhada de branco, sobretudo na parte de dentro das bochechas, como se estivesse coberta por «açúcar pile». Como a infeção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada, de um tom intenso. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica na região genital, se estiver vermelho. A candidíase oral não tem qualquer perigo, mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...

Genu valgum

A maioria das crianças tem uma tendência, que já vem da posição intra-uterina, de juntar os joelhos, encurvar a tíbia e voltar a juntar os dedos grandes dos pés. A esta situação chama-se genu valgum (pernas canejas), e revela-se especialmente cerca dos 4 anos. É importante promover medidas que possam ajudar a formar ossos alinhados, como sentar à chinês (pernas cruzadas à frente) e evitar posições viciosas (como sentar com as pernas para trás ou debaixo do rabo). Em alguns casos poderá ser necessário estimular alguns tipos de atividade física e desaconselhar outros, e nos casos mais graves usar talas de correção, para dormir. Ler Mais...
Crianca juntar saliva na boca | Para Pais.