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Que probabilidades há de um bebé morrer em trabalho de parto ou pouco depois do parto?

A morte de um bebé durante o trabalho de parto é, geralmente, causada por falta de oxigénio durante o trabalho de parto, possivelmente devido a problemas com a placenta ou a algum dano causado no bebé durante o trabalho de parto e parto. Contudo, hoje em dia isso é muito raro graças à monitorização da mãe e do bebé, durante o trabalho de parto e de se saber lidar com os sinais de sofrimento. Quando um bebé morre nas primeiras quatro semanas de vida, isso é conhecido como morte neonatal, o que afeta cerca de 3 em 1000 bebés. As mortes neonatais ocorrem em geral em bebés muito prematuros que possam ter dificuldades respiratórias ou em bebés com anomalias cromossómicas ou genéticas graves. A infeção costumava ser uma causa significativa de morte neonatal, mas agora é rara. Para os casais que perderam um bebé nestas circunstâncias, é importante aceitarem que é extremamente improvável que isso esteja relacionado com alguma coisa que eles fizeram ou deixaram de fazer. Ler Mais...

Tenho lido sobre infeções como a SARM e agora estou preocupada em ter o meu bebé no hospital.

Embora haja uma grande cobertura dos média sobre infeções como a SARM, a maior parte das pessoas não tem qualquer problema com infeções nos hospitais. As infeções são causadas por germes, dos quais há quatro tipos principais: bactérias; vírus; fungos, bolores e mofos; e protozoários. As infeções dos hospitais são bacterianas. Há milhares de tipos diferentes de bactérias. Algumas bactérias, conhecidas por auxiliares de germes, são bactérias amigas ou boas, as quais ajudam a digestão e a absorção dos alimentos no intestino. Outras podem causar infeções e doenças, como a staphylococcus aureus resistente à meticilina e a Clostridium diãcile (C.difficile), que são duas das que causam mais problemas nos hospitais. A SARM é uma bactéria que pode viver na pele das pessoas saudáveis sem causar qualquer dano, mas pode conduzir a infeções sérias em indivíduos vulneráveis. Uma boa higiene, em particular na forma de precauções simples, como lavar as mãos, é um método eficaz para a prevenção da infeção SARM e as hipóteses de a adquirir no hospital são baixas. Até os parentes e amigos de pacientes com SARM não correm risco. Se os talheres e os pratos forem lavados com água (de preferência quente) e sabão, isso remove a SARM, e o risco de a contrair através do contacto com cortinas, lençóis e almofadas é muito baixo. Os trabalhadores de cuidados de saúde utilizam soluções antissépticas, como álcool, para lavar as mãos, e mais recentemente muitos hospitais têm gel à base de álcool, perto de cada cama, para limpar as mãos. A C. difficile é outro tipo de bactéria mencionada com frequência pelos media. Os hospitais previnem e controlam a propagação da C. diffcile com antibióticos, medidas gerais de higiene, como lavar as mãos, e detetando casos no início para que possam isolar os pacientes afetados e evitar que a infeção se propague mais. Ler Mais...

Atitude a tomar

A idade em que a enurese deverá ser considerada um «problema» é o objeto de polémica. Considera-se, no entanto, os 5, 6 anos de idade e/ou a entrada para a escola como um ponto médio de referência para intervir, mas tudo dependendo dos efeitos que se vão acumulando e da maneira como a criaa encara o problema. É, portanto, uma questão que começa antes dessa idade. Se os pais e/ou a criaa estão preocupados com a situação, recomenda-se que discutam com o médico- assistente da criaa. Ler Mais...

Conselho sobre acidentes oculares

Incline a criaa sobre o lavatório, com o olho virado para baixo, puxe com suavidade e sem pressas a pálpebra inferior, peça à criaa para abrir o olho (para isso tem de a acalmar e dizer que vai tudo passar), e lave com água morna (quente, nunca! e fria faz retrair a criaa) ou soro fisiológico, durante cerca de 15 minutos, interrompendo de 5 em 5 para ver se já está tudo bem. Se ao fim desse tempo a ir a um serviço de urgência. Ler Mais...

O que fazer em caso de suspeita?

Quando a criaa começa com sintomas é essencial não dar medicamentos que possam mascarar a situação e levar a um diagnóstico tardio. Os medicamentos para a dor e os antibióticos incluem-se nesse grupo. E é importante acreditar na criaa, sobretudo relacionar as suas queixas com o seu estado geral. A apendicite é uma emergência e não pode ser tratada em casa. Assim, se houver alguma suspeita de que se possa tratar de uma apendicite, a criaa deverá ser imediatamente observada e, se o médico não puder ir ao local onde está a criaa, esta deverá ser levada de imediato a um serviço de urgência pediátrica hospitalar, para que se possa avaliar o caso (pelos pediatras e pelos cirurgiões) e, se for caso disso, operar. Ler Mais...

Dor de dentes

Se a criaa apresentar uma dor de dentes violenta, deve ser vista pelo médico dentista. Para dar algum conforto, a criaa pode bochechar com água, mas nunca se deve colocar um comprimido de aspirina no local pois pode causar queimaduras graves. Se a dor for forte, deve-se dar à criaa um analgésico, mas o mais importante é tratar o dente causador A dor de dentes pode ser iniciada por estímulos frios, quentes ou doces e também pela mastigação. Quando a dor é espontânea ou surge durante a noite é sinal de que o dente está já com a cárie extensa. Ler Mais...
Crianca dano a bunda | Para Pais.