Resultados para: "crianca com dor de garganta tem que faltar escola"

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Estou grávida e ainda estou a estudar – vou ter de deixar a escola?

Não, não vai ter de deixar a escola e, de facto, espera-se que complete a sua escolaridade até à idade escolar normal no fim do 12° ano. Logo que possível, deve contar a sua situação a um professor de confiança para poder planear a sua educação durante a gravidez. Pode ser possível alterar o seu horário conforme for avançando na gravidez e possivelmente terá de faltar a algumas aulas nas semanas mesmo antes de o bebé nascer e nas seguintes. É-lhe permitido faltar para ir às consultas pré-natais, mas se não se sentir suficientemente bem para ir às aulas mais do que uns dias devido à gravidez, terá de pedir um atestado médico ao seu médico. Em alguns locais do país há unidades de apoio especiais para adolescentes grávidas, onde parteiras providenciam cuidados pré-natais e ajudam as raparigas a continuar a sua educação antes e depois da gravidez. Peça mais informações à sua parteira ou médico sobre este assunto, também poderá contactar a Segurança Social para se informar acerca dos seus direitos e receber aconselhamento e apoio sobre as decisões referentes a educação. Ler Mais...

A prevenção começa cedo…

A cárie dentária é a doença mais prevalente em Portugal. Serão raros os portugueses que nunca precisaram de consultar um dentista, que não conhecem na sua própria boca episódios de dores e de abscessos, ou que não tiveram já que faltar à escola ou ao emprego «por causa dos dentes». Pois a prevenção da cárie começa mesmo antes da criança ter dentes - através da racionalização do consumo de açúcar e da higiene oral (das gengivas e dos dentes). Ler Mais...

Há locais para tudo, e cada coisa no seu lugar

Quantos de vós já viram estas cenas, de crianças elogiadas pelas educadoras ou pelos avós - comem tudo, de «faca e garfo», não fazem birras, não é preciso cortar a comida demasiadamente e são elas a quererem pegar nos talheres. E até limpam a boca ao guardanapo. Em casa, pelo contrário, as birras sucedem-se e querem tudo passado e «dado na boquinha». E as refeições tornam-se martírios. Isto acontece especialmente cerca dos 2, 3 anos, e muito relacionado com a entrada na escola. O infantário ou jardim-de-infância é o local de crescimento, como para nós o trabalho é o lugar de afirmação. Para que uma criança saiba bem «o que é o quê», tem de definir, sobretudo nos primeiros meses, claramente quais são os espaços de crescimento e quais os de regressão. E essa marcação é feita de um modo muito definido. Assim como quase não falam aos pais do que se passa na escola, por muito que estes tentem saber, também definem bem a escola como um espaço de crescimento e de ousadia e ensaio, e a casa como o espaço de regressão e de «abebezamento». Não se pode entrar nestas guerras. Se comeu bem no infantário, então paciência, comerá menos. E se os pais não derem grande importância ao assunto, a criança acabará por se equilibrar e ver que já não precisa de fazer uma linha tão marcada entre a escola e a casa, desenvolve-se nos dois locais de uma forma mais tranquila e parecida. Ler Mais...

Sinais e sintomas

Os sintomas típicos de amigdalite são:
  • febre (pode ser baixa, mais característica das amigdalites virais, ou alta, mais frequente nas bacterianas);
  • dor de garganta, especialmente a engolir e com alimentos ácidos, quentes ou duros, podendo ser uma dor de tal modo intensa que a criança não come praticamente nada;
  • tosse seca, vómitos, dores de barriga, inchaço dos gânglios debaixo da mandíbula;
  • dores de cabeça e sensação geral de mal-estar.
Se se pedir à criança para abrir a boca e se ao apontar uma luz, virem as amígdalas, elas estarão aumentadas de volume, vermelhas e, às vezes, com pontos brancos (mesmo nos casos em que sim, é geralmente apenas depois de dois dias de doença). Ler Mais...

Dores

Vou abordar agora algumas «dores». Para todas elas é necessário registar os sintomas:
  • que tipo de dor (se a criança conseguir descrevê-la, melhor - dar vários exemplos: queimadura, pancada, alguém a apertar, etc.);
  • onde se localiza? A criança consegue apontar com o dedo um local mais doloroso?;
  • é localizada ou generalizada? Irradia?;
  • há quanto tempo começou?;
  • agravamento e com que fatores?;
  • como surge (subitamente? lentamente?);
  • como melhora ou desaparece (com medicação? espontaneamente?);
  • frequência?;
  • hora do dia?;
  • acorda a criança, de noite?;
  • interrompe as atividades que interessem à criança?;
  • dias da semana (dias de escola ou fins-de-semana)?;
  • existe posição de alívio?;
  • relação com alimentos, atividades ou qualquer outro fator desencadeante?;
  • outros sintomas ou sinais (vómitos, diarreia, gases, febre, perda de apetite ou de peso, etc.)?
Uma dos aspetos que gostava de realçar, é que a dor na criança e um problema real e muitas vezes ignorado, não apenas pelos pais, mas também pelos profissionais. Não se deve subestimar esta situação. O apoio dos pais, em termos de mimo e contacto táctil pode minorar o sofrimento de corrente da dor. Por outro lado, há produtos (desde pomadas para colocar antes das injeções ou análises, a xaropes) que reduzem a dor. Embora seja um sinal importante, desde que bem esmiuçado como referi acima, a dor não deve ser mantida quando causa sofrimento desnecessário. Por outro lado, não se deve ameaçar a criança com situações dolorosas («Se não te portares bem, o médico dá-te uma pica.») mas também não se pode prometer não haver dor quando, por exemplo, se tem de picar para tirar sangue. A dor crónica na criança (artrite e doenças reumatismais, cancro) está ainda pouco estudada. Nós, adultos, que tanto nos queixamos quando damos uma topada ou temos alguma infeção na garganta, ligamos demasiadamente pouco à dor na criança. Temos de mudar esta atitude, porque até quando as crianças «inventam» dores, estão a sofrer. Ler Mais...

Mentir

Será que as crianças mentem? Será que seres supostamente tão inocentes e ingénuos têm a habilidade, o engenho e a premeditação suficientes para mentir? A pergunta põe-se muito frequentemente, em casa, na escola, na sociedade. Afinal, o que é mentir? E qual a fronteira entre a mentira e a imaginação? Entre o faltar à verdade e o mentir? Entre o omitir «certos factos» e o contar a história «à sua maneira»? Às vezes é muito difícil afirmar se uma pessoa está a mentir, porque mentir não é apenas dizer coisas que não são verdadeiras – pressupõe uma atitude deliberada, ostensiva, mais ou menos premeditada, e isso são intenções que só o próprio poderá confirmar. Para além disso, mesmo nas situações em que a verdade é falseada, poder-se-á perguntar porque é que isso acontece. Para defesa pessoal? Para evitar consequências desagradáveis? Porque se leu a realidade de maneira diferente? Porque se está convencido que os fatos foram exatamente assim, mesmo quando não foram? O filósofo francês Rousseau apelidava a criança de «bom selvagem». Será que isso corresponde à verdade, ou apenas na segunda parte da classificação? A história do «rei vai nu» também se baseia no facto de as crianças nunca mentirem, pelo que aquela que denunciara o rei seguramente só poderia estar a falar a verdade. O dia-a-dia, no entanto, encarrega-se de desmentir (cá estou a utilizar palavras relacionadas com o tema, mesmo sem querer) esses conceitos – uma coisa é certa: as crianças por vezes mentem. Mas outra coisa também é igualmente verdade: há que ter cuidado em interpretar essas «mentiras-. E cá estamos nós a afirmar verdades que, se calhar, para outras pessoas não serão tão verdadeiras assim, e a enredarmo-nos neste labirinto verbal... vêm como as coisas são? E mais: qual o grau de ligação entre mentir, em criança, e a aquisição de valores éticos de honestidade e desonestidade? De rigor ou falta dele? De lealdade ou deslealdade? Será que quem mente uma vez, mentirá para sempre? A falta de estudos científicos nesta área desta questão. Ler Mais...
Crianca com dor de garganta tem que faltar escola | Para Pais.