Resultados para: "crianca com corpo de cachoro"

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A mudança corporal até aos 3-4 anos

Um dos fenómenos que inquieta os pais e põe à beira de um ataque de pânico é a mudança no feitio do corpo, que ocorre até aos 3-4 anos, e que transforma o bebé rechonchudo numa criança esguia. A criança estiliza o corpo e perde os refegos da barriga, coxas e queixo. Cresce «para cima-. Surge o pescoço, escondido pelos duplos e triplos queixos Os braços tornam-se mais finos. As curvaturas da barriga desaparecem. A tudo isso se junta a perda do «ar de bebé» para, juntamente com a autonomia e poder de decisão, passar a ter um aspeto de «mais velho». O não entendimento deste fenómeno leva a que pais e avós pensem que está a emagrecer, mesmo que continue a pular e a saltar, cheia de energia. Há que entender este percurso - que não se reflete na evolução do peso e da estatura como um fenómeno normal e desejável, porque corresponde a um alongar do corpo e à perda de massa adiposa que não interessa mais ao corpo manter. Ler Mais...

Brincar ao nescer

Logo que nasce, o bebé revela bem as suas capacidades de brincar. Olha para a mãe, com ternura, brinca com o mamilo, fixa o olhar, e em breve desafiará os pais para a interação, que outra coisa não é senão brincadeira. Rapidamente passará para a descoberta do corpo, do seu corpo, do corpo da sua mãe, do corpo das outras pessoas e do mundo, e quererá brincar, leia-se também, às vezes, manipular, dominar, esses parceiros, esses objetos, numa cada vez maior e melhor interatividade e com a necessidade também crescente de jogos de situação cooperativa. Mas também com uma sensação de omnipotência - ele é quem manda, quem põe e dispõe como se as pessoas fossem um prolongamento dos seus braços e do seu querer. Quantas vezes não nos disponibilizamos o suficiente, em termos de tempo e ocasião, para darmos resposta estas solicitações, seja porque estamos cansados, seja porque muito ocupados? Ler Mais...

Como é que o nosso corpo regula a temperatura?

A temperatura do corpo depende de um equilíbrio entre a produção e a perda de calor, o que permite mantê-la dentro dos limites desejados, apesar das grandes variações térmicas a que o organismo esta sujeito. Existe uma produção de calor obrigatória, que resulta do metabolismo necessário à manutenção das funções essências à vida. A produção de calor involuntária está associada às atividades do dia-a-dia e tem lugar, principalmente, ao nível dos músculos - é por isso que um empregado de café anda sempre de manga curta ou uma pessoa que está parada senil mais frio. A febre é uma situação regulada por isso a temperatura do corpo quase nunca atinge níveis perigosos. Assim, a elevação da temperatura é um mecanismo desejável, com um papel muito importante na luta contra a infecção. Ler Mais...

Corpos estranhos

Levar tudo à boca é uma «mania», até aos 3 anos, e por vezes até mais tarde. Ao sentir o objeto na boca, especialmente se for arredondado e deslizante, a tendência é para engolir, mas dado não se tratar de um alimento, pode causar engasgamento e ir para a árvore respiratória. Alguns objetos, como as pilhas elétricas tipo «botão», podem causar graves problemas gástricos. A sua semelhança com pastilhas agrava a tendência para as meter na boca. Os brinquedos também podem ser uma fonte comum de sufocação: balões (que desinsuflam e aumentam o movimento de fora para dentro da boca), moedas ou partes de brinquedos menores do que uma moeda de 2€. Do mesmo modo, alimentos que sejam pequenos, arredondados (amendoins, pistachos, avelãs, frutos secos para aperitivos, uvas. cenouras cruas, passas, pastilhas elásticas ou outras, bocados de carne, pipocas, presunto, etc.) têm uma enorme probabilidade de resvalar para a parte posterior da boca, provocando um movimento involuntário (próprio da imaturidade da criança) de inspiração, fazendo com que o corpo estranho vá para a árvore respiratória. Do mesmo modo, há que ter em atenção o tamanho dos pedaços de alimentos que se cortam, à refeição. Outras vezes, o corpo estranho é deglutido ou introduzido no nariz ou nos ouvidos, pela tendência que a criança tem, antes dos 3-4 anos, de experimentar o seu próprio corpo (feijões, moedas, missangas, anéis, brincos, clips, pregos e parafusos, etc.). Ler Mais...

A Natação e bebés

Nadar é tão bom... A natação é a capacidade de se deslocar na água, com economia de esforço, o que implica relaxação, por um lado, e domínio da respiração, pelo outro, associado a uma técnica correta de movimentos dos braços e das pernas e a uma optimização do rendimento dos diversos órgãos e sistemas. A natação, visto ser feita num meio aquático, permite também o «regresso» a um ambiente que, em muita coisa, faz relembrar o útero materno. Psicologicamente, para a larga maioria das crianças, é uma boa proposta, como forma de combate ao stresse do dia-a-dia. Por outro lado, a natação ajuda à reflexão, indispensável no processo de tomada de decisões, a organizar o corpo de uma forma integral e harmónica (estando, por exemplo, fortemente recomendada nas crianças com dislexia ou perturbações da gestão do corpo) e a coordenar os movimentos dos vários sectores do corpo. Nadar é bom e é útil, embora não se devam fazer demasiados sacrifícios em termos de tempo, pressas ou ir contra a vontade da criança (quando, por exemplo, tem medo da água). Mas quem experimenta, mesmo não estando muito convencido, fica rapidamente agradado os pais passam uns bons momentos, variam um pouco o seu dia-a-dia e até notam, frequentemente, que as crianças comem melhor e dormem mais repousadamente. Ler Mais...

Dores no peito

É frequente as crianças referirem dor no peito, sobretudo depois dos 3 anos de idade. Os pais ficam aflitos, porque a dor no peito, para os adultos, é um sinal de ataque cardíaco. Não se passa o mesmo com as crianças. Neste grupo etário, as queixas de dor no peito podem corresponder a:
  • asma;
  • pneumonia;
  • traumatismo;
  • ingestão de corpo estranho;
  • costocondrite - inflamação das costelas e das cartilagens intercostais, subsequente, por exemplo, a um ataque de tosse ou traumatismo, mesmo pequeno;
  • infeções virais;
  • dor muscular depois de esforço;
  • psicossomática;
  • imitação, para chamar a atenção, de algum adulto que se queixa do mesmo.
Se a dor se acompanhar de mau estado geral, palidez, sudação, falta de ar, febre alta, historia de inalação ou ingestão de corpo estranho, ou qualquer outro sintoma de gravidade, é melhor levar a criança a uma observação de urgência. Ler Mais...
Crianca com corpo de cachoro | Para Pais.