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Dor de dentes

Se a criança apresentar uma dor de dentes violenta, deve ser vista pelo médico dentista. Para dar algum conforto, a criança pode bochechar com água, mas nunca se deve colocar um comprimido de aspirina no local pois pode causar queimaduras graves. Se a dor for forte, deve-se dar à criança um analgésico, mas o mais importante é tratar o dente causador A dor de dentes pode ser iniciada por estímulos frios, quentes ou doces e também pela mastigação. Quando a dor é espontânea ou surge durante a noite é sinal de que o dente está já com a cárie extensa. Ler Mais...

Gânglios

Muitos pais ficam preocupados, quandoo mesmo em pânico, ao descobrirem que a sua criança tem «gânglios». Pode ser porque, ao lhe darem banho, sentiram esses altos na cabeça ou no pescoço, pode ser ao fazer-lhe uma festa, ao tocar-lhe, ou porque a criança se queixa que lhe dói. Outras vezes os gânglios são acompanhados de outros sintomas: febre, mal-estar, dores de barriga ou de garganta. E, claro, pensa-se muitas vezes o pior, dado que a palavra gânglio está associada a tuberculose, tumores, leucemias, e outras doenças graves. Felizmente, porém, essas situações são raras e os gânglios na criança sejam os normais, sejam aumentados de tamanho correspondem na esmagadora maioria das vezes a situações banais e francamente benignas, quandoo mesmo um estado normal da criança, sobretudo nos primeiros anos de vida. Ler Mais...

O que fazer em caso de suspeita?

Quando a criança começa com sintomas é essencial não dar medicamentos que possam mascarar a situação e levar a um diagnóstico tardio. Os medicamentos para a dor e os antibióticos incluem-se nesse grupo. E é importante acreditar na criança, sobretudo relacionar as suas queixas com o seu estado geral. A apendicite é uma emergência e não pode ser tratada em casa. Assim, se houver alguma suspeita de que se possa tratar de uma apendicite, a criança deverá ser imediatamente observada e, se o médicoo puder ir ao local onde está a criança, esta deverá ser levada de imediato a um serviço de urgência pediátrica hospitalar, para que se possa avaliar o caso (pelos pediatras e pelos cirurgiões) e, se for caso disso, operar. Ler Mais...

Acidentes com móveis

A criança tem de se mover num ambiente com mobiliário. E muitas vezes é este que causa o acidente. Algumas situações podem ser evitadas, como evitar toalhas de mesa pendentes, fios de candeeiros ou outros objetos soltos que possam ser puxados ou servir de suporte para a criança se pôr de pé. Todos os móveis, estantes ou prateleiras deverão estar bem fixos à parede de forma a não tombarem sobre a criança se esta se apoiar neles ou tentar trepar. Devem evitar-se móveis de vidro ou com tampos soltos. Outras medidas que podem ser tomadas são:
  • proteger os cantos dos móveis mais agressivos, sobretudo os que se encontram ao nível da cabeça da criança;
  • prender as estantes à parede - uma criança desta idade pode empoleirar-se e fazer a estante cair em cima de si, com todos os objetos e livros que tem;
  • no quarto da criança, evitar quadros pesados com vidro, especialmente sobre a cama da criança ou em locais onde brinca. O melhor dos pregos pode ceder;
  • evitar tapetes desnecessários e fixar os outros ao chão, mas evitando que fiquem com uma folga que possa rasteirar a criança;
  • limitadores de abertura nas gavetas;
  • limitadores de abertura nas janelas;
  • esponjas amortecedoras na parte de dentro das portas, para evitar entalões graves;
  • espreitar regularmente para debaixo dos móveis para detetar eventuais perigos antes da criança o fazer - botões, moedas ou tampas de caneta desaparecidos, tomadas brilhantes desprotegidas, extensões elétricas esquecidas, etc.
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O que fazer em caso de eletrocussão

Se ocorrer um caso de eletrocussão é fundamental que ninguém se precipite para cima da criança, pois se a eletricidade ainda está a passar o adulto pode ficar também eletrocutado. O primeiro gesto dever ser cortar a corrente no disjuntor ou afastar a criança da tomada ou do fio, tocando-lhe com um objetoo condutor de eletricidade (madeira, plástico). Chame sempre o 112 - as queimaduras por eletricidade são muitas vezes profundas e o aspeto superficial pode parecer menos grave do que realmente é. Ler Mais...
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