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A marcha

A incidência de atraso no início da marcha é quatro vezes maior nas crianças com DLA do que nas crianças sem esta doença. No entanto, vendo a coisa ao contrário, 80% das crianças com DLA iniciam a marcha na idade normal, pelo que este dado, embora possa levantar suspeitas, ocorre apenas numa minoria de casos. De qualquer forma, seria sempre muito tarde detectar uma DLA já com a criança a andar. Uma DLA unilateral produzirá impotência funcional do lado afectado, e a criança tende pois a cair para esse lado. Se a alteração for bilateral, a marcha é do tipo de «marcha de pato», com lordose acentuada (barriga forçada para a frente e aumento da curvatura da coluna). Com o passar do tempo, a marcha fica profundamente perturbada, por vezes para sempre, e a criança não consegue manter-se equilibrada sobre a perna afetada, inclinando-se para esse lado. Ler Mais...

O uso da chávena ou do copo

A partir do segundo ano, dependendo obviamente da criança, é bom ensinar a beber o leite pelo copo ou caneca. Devagar, dependendo se a criança está numa fase de progressão (e aceitará) ou de regressão (e será mais difícil). Mas se sentir que a proposta é engraçada, as coisas correm bem. Com paciência para admitir que vai entornar, beber e escorrer, e outras coisas assim, porque ninguém nasce ensinado. E também se for ela a escolher a caneca, com os motivos de que gosta, e não aquela da qual os pais pensa que ela gosta. Não temos também nós próprios as nossas chávenas e canecas preferidas para o café ou o leite? Conselho «Já és grande, toma lá o biberão e bebe-o sozinho!» Não se deve deixar uma criança sozinha a beber um biberão. Há pais que, após o primeiro ano de vida, acham que os filhos já são suficientemente maduros para agarrar no biberão e beberem-no. E de facto conseguem. Só que o risco de se engasgarem é grande (geralmente deitam-se, o que agrava ainda mais o risco), para além de que se podem sentir um pouco abandonados e perdidos, com aquele despegar tão súbito numa coisa tão essencial como o leite. Por outro lado, andar com um biberão o dia todo, como acontece com algumas crianças, serve para causar cárie dos incisivos, muitas vezes precocemente. Ler Mais...

Quais são as bactérias causadora de doença («patogénicas»)?

Cerca de 200 espécies de todas as bactérias (portanto, apenas uma em cada oito) são causadoras de doenças nos seres humanos. Esta capacidade «pato génica» varia muito de espécie para espécie e depende delas próprias (da sua agressividade), da quantidade e também dos factores dependentes da pessoa. Algumas das doenças causadas por bactérias são: cólera, tétano, lepra, peste, algumas diarreias, tuberculose, sífilis, febre tifóide, difteria, brucelose, algumas pneumonias, otites e amigdalites, infecções urinarias, etc. Por vezes as bactérias exercem os seus efeitos de toxinas que produzem (como na difteria e na cólera) e não por acção directa. Ler Mais...

Faz mal se eu de vez quando tomar um copo de vinho durante a gravidez?

Sem dúvida que isso é uma escolha pessoal a tomar durante a gravidez. Embora os especialistas não estejam de acordo sobre a quantidade de álcool necessária para danos nos bebés durante a gravidez, o consenso geral é de que a bebida tem que ser forte e tomada com regularidade para causar uma doença perigosa conhecida por síndroma alcoólica fetal. Contudo, deve estar consciente de que o álcool atravessa a placenta com facilidade e rapidez, e que beber durante a gravidez pode prejudicar o seu bebé e a sua própria saúde. O conselho das entidades oficiais é para não beber quando se está grávida ou a tentar conceber. Se decidir beber, assegure-se de que não bebe mais do que um ou dois copos, só uma ou duas vezes por semana. Muitas mulheres deixam de beber álcool durante a gravidez e podem vir a descobrir que já não gostam do sabor. É também importante notar que embora o álcool não contenha gordura, tem muitas calorias, contendo um copo de vinho branco seco mais de 100 calorias. Ler Mais...

As facas e os copos de vidro

Uma faca ou um copo de vidro nunca deve estar ao alcance de uma criança com menos de 6 anos; a partir dos 3 só quando das refeições, e se forem de um faqueiro de criança, e sem serrilha ou gume afiado. E depois de a criança ter aprendido e sempre com supervisão de um adulto. As facas, sobretudo as de cozinha, têm dimensões e peso desadequados à mão de uma criança e representam um perigo muito grande, dado que são geralmente afiadas. No entanto, é tão comum usarmos uma faca - e tantas vezes numa situação de pressa, ao cozinhar, ao preparar uma refeição - que podemos facilmente esquecer a agressividade do instrumento que estamos a usar. O mesmo se diz de um copo de vidro que, ao cair no chão de tijoleira ou pedra, ou até na própria bancada, pode estilhaçar-se, causando ferimentos que muitas vezes são complicados, como no caso do Guilherme. É assim recomendável que:
  • as facas e os copos de vidro estejam fora do alcance de crianças, não só porque podem não saber usá-las convenientemente, mas porque podem querer utilizá-las nas brincadeiras com outras crianças (e neste caso, quanto mais aguçadas e maiores, mais atrativas se tornarão).
  • desde o início é preciso tratar as facas e os copos de vidro como «produtos perigosos», ensinando as crianças a manipulá-los mas interditando o seu uso aos mais pequenos (o uso de copos de plástico para crianças é fortemente recomendável, e a criança deverá aprender que aquele é o seu copo);
  • ensinar que o ato de cortar exige segurar no alimento ou objeto a cortar com a mão, mas com firmeza e coordenação das duas mãos - nunca se deve, por exemplo, pedir a uma outra pessoa para segurar pois, se a faca escapar, o próprio pode antever e essa fração de segundo ser suficiente para retirar a outra mão; se for outra pessoa poderá não se aperceber a tempo e cortar-se. As crianças, perto dos 5 anos, acham que já conseguem mas, como ainda sentem descoordenação e falta de força, pedem ajuda a outras crianças para cortar, por exemplo, o pão «a meias»;
  • deve ensinar-se que os movimentos de corte têm de ser vagarosos e calculados e, nunca na direção do corpo;
  • é necessário proibir as crianças de cortar produtos congelados, porque são duros, mas ao mesmo tempo escorregadios;
  • quanto aos copos de vidro, se algum cair e se partir, a criança tem de estar instruída de que não deve apanhar os cacos (e às vezes fá-lo para evitar ralhetes) porque, com a pressa, as hipóteses de um corte são maiores. Do mesmo modo, é sempre conveniente aspirar bem o chão porque os pequenos fragmentos que ficam e que não são facilmente vistos podem cortar os pés de quem ande descalço ou com meias. Finalmente, nunca se devem pôr os cacos (mesmo pequenos) no lava-loiças, mas sim no lixo (no vidrão), com o cuidado de os envolver para não perfurarem o saco do lixo.
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As facas e os copos de vidro

É sabido que uma faca nunca deve estar ao alcance de uma criança. As facas, sobretudo as de cozinha, têm dimensões e peso desadequados à mão de uma criança e representam um perigo muito grande, dado que são geralmente afiadas. Ocorrem por ano, em Portugal, cerca de 600 acidentes com facas, com crianças, suficientemente graves para os feridos irem a uma urgência hospitalar (para além dos outros todos, tratados noutros locais que, como referimos acima, são a maioria). Com copos de vidro, o número de ferimentos anual em crianças é superior a 400. É tão comum usarmos uma faca e tantas vezes numa situação de pressa, ao cozinhar, ao preparar uma refeição que podemos facilmente esquecer a potencial «agressividade» do instrumento que estamos a usar. O mesmo se diz de um copo de vidro que, ao cair no chão de tijoleira ou pedra, ou até na própria bancada, pode estilhaçar-se, causando ferimentos que muitas vezes são complicados. É assim recomendável que: • as facas estejam fora do alcance de crianças, não só porque podem não saber usá-las convenientemente, mas porque podem querer utilizá-las nas brincadeiras com outras crianças (e neste caso, quanto mais aguçadas e maiores, mais atractivas se tornarão); • desde o início é preciso tratar as facas e os copos de vidro como «objetos perigosos», ensinando as crianças a manipulá-los, a partir dos 3 anos, mas interditando o seu uso aos mais pequenos (o uso de copos de plástico para crianças é fortemente recomendável, e a criança deverá aprender que aquele é o seu copo); • quanto aos copos de vidro, se algum cair e se partir, a criança tem que estar instruída de que não deve apanhar os cacos dos vidros (e às vezes fá-lo para evitar ralhetes) porque, com a pressa, as hipóteses de um corte são maiores. Do mesmo modo, é sempre conveniente aspirar bem o chão porque os pequenos fragmentos que ficam e que não são facilmente vistos podem cortar alguém que entre distraidamente descalço, finalmente, nunca se devem pôr os cacos (mesmo pequenos) no lava loiças, mas sim no lixo, com o cuidado de os envolver para não perfurarem o saco do lixo. Ler Mais...
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