Resultados para: "como um feto morre dentro da barriga"

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O que é um aborto?

Um aborto á a expulsão ou a extracção do útero de um embrião ou feto antes da 24ª semana de gravidez. Os sinais de um aborto são sangramento vaginal e dores semelhantes às menstruais. Como nem todos os abortos seguem o mesmo padrão, há várias formas de descrever o que acontece. * Ameaça de aborto ocorre quando há sangramento que pode ou não ser acompanhado de dor, mas o feto sobrevive. * Aborto incipiente ocorre quando há sangramento e dores devido a contracções do útero, o canal cervical dilata e o feio é expelido. * Aborto retido ocorre quando o feto morre mas mantém-se no útero e ou é expelido mais tarde naturalmente ou retirado por operação. Ler Mais...

Que sons pode o meu bebé ouvir dentro do útero?

As orelhas do bebé são visíveis por volta das oito semanas e a primeira reacção a sons fortes foi registada às nove semanas. Isto foi medido em estudos feitos tocando uma variedade de sons perto do abdómen da mãe e registando qualquer resposta, como movimentos, através de ecografias. Julga-se que os bebés começam por ouvir sons graves e os sons mais agudos são ouvidos mais tarde, conforme o aparelho auditivo se vai desenvolvendo. Estudos também sugerem que um feto pode reconhecer a voz da mãe e as vozes de amigos chegados e familiares especificamente durante a gravidez. Um estudo revelou que o feto ouve a voz da mãe e que ao ouvi-la os batimentos do seu coração diminuem, indicando que a voz dela tem um poder calmante. Pelas 16 a 20 semanas, a audição está bastante desenvolvida. Os bebés prematuros nascidos nesta altura reagem aos sons, portanto são uma prova viva de que os bebés dentro do útero, nesta fase da gestação, podem ouvir. Pesquisas também sugerem que os bebés respondem quando lhes lêem histórias ou põem música a tocar, durante a gravidez e após o nascimento. Ler Mais...

Estou com 25 semanas de gravidez e o meu bebé parece que “salta” quando ouve ruídos altos – isso é normal?

Os bebés prematuros reagem aos sons e os sons altos produzem-lhes um “reflexo de susto”, portanto isto é uma prova evidente de que os bebés dentro do útero, durante a gestação, também ouvem e reagem aos sons altos, possivelmente com movimentos repentinos. Como mencionado acima, estudos demonstraram que os bebés podem reagir a sons dentro do útero desde as nove semanas de gestação. Conforme o feto vai crescendo, a audição desenvolve-se com os bebés a responder a uma maior variedade de sons. Ler Mais...

Quando devo pôr o meu bebé de barriga para baixo?

Mesmo um recém-nascido pode passar algum tempo de barriga para baixo quando estiver acordado para ajudar a fortalecer o pescoço e os ombros e para ajudar a controlar a cabeça. É importante que o seu bebé não passe o tempo todo deitado de costas, pois com o passar do tempo pode deformar a cabeça e "achatá-la" num dos lados. Quando for mais velho, deitá-lo de barriga ajudá-lo-á a aprender a gatinhar. Supervisione-o durante "o tempo de barriga para baixo" e esteja pronta para ajudar se ele se cansar ou ficar frustrado; irá gradualmente ficando mais forte. Contudo, nunca ponha o seu bebé de barriga para baixo para dormir, pois isso pode aumentar o risco de morte súbita. Ler Mais...

O alarmismo é mau conselheiro

As doenças dos nossos filhos, mesmo não sendo clinicamente graves, assumem por vezes para nós proporções de tragédia e levam-nos a correr para as urgências hospitalares. E depois dizem-nos, na maioria dos casos, que não passam de simples viroses. Não se sintam «maus pais» ou «pais falhados». A vossa leitura, perante uma das vossas crias com sinais ou sintomas de doença, é a leitura que qualquer animal faz, de si próprio, quando não se sente bem, ou dos seus descendentes, quando toca a eles. Nas alturas críticas da nossa vida, é o instinto e o «animal que mora dentro de nós» que atua. Ou pelo menos que pretende atuar. Se o «racional» não consegue medir forças com o «emocional», então ficamos prisioneiros dos nossos receios, mais do que do que constatamos. A nossa cria está doente. E as doenças podem ser graves. E as doenças graves matam. Não se morre de saúde, morre-se de doença. É por isso que ficamos assim. Podemos melhorar e começar a ter maior distanciamento e poder de análise, separando bem o que são sinais de gravidade do que é normal e, por outro, do que são sinais de saúde e de que a situação não está a afetar muito a criança. Mas somos pais, e não temos de pedir desculpa a ninguém por isso. No caso do António, acima descrito, estava tudo conservado: brincava, mesmo que com momentos mais calmos; comia, mesmo que menos; dormia, mesmo que com tosse; ria, bocejava e espreguiçava-se, mesmo que exigindo mais colo. Olhar a criança como um todo é fundamental, perante qualquer sintoma ou sinal. O António é o António, não é um mero somatório de pulmões, fígado ou baço. E aquela correria inadequada e impensada para a urgência do hospital, além de cara e desnecessária, acabou por se transformar daí a uns dias, para o António, numa gastroenterite contraída na sala de espera... Ler Mais...

Ato prévio – a comunicação invisível pré-natal

Antes mesmo de o bebé nascer, o irmão comunicará com ele, da forma «invisível» como as pessoas íntimas comunicam, designadamente o feto com o pai. Sobretudo a partir das 34 semanas, mais coisa menos coisa é normal a criança começar a revelar instabilidade, excitação, tentativas de regressão (ocupação do espaço anterior, para que o bebé novo «bata como nariz na porta», manifestada por voltar a querer chupetas ou biberão, dormir na cama dos pais, acordar mais vezes, ter períodos de choro) e humor variável. Algumas vezes chega mesmo a ter sintomas de doença, como dores de cabeça, de barriga ou qualquer outro, não patenteado geralmente em sinais, mas que chamam a atenção dos pais e provocam uma regressão. Em alguns casos aparece mesmo febre. Ler Mais...
Como um feto morre dentro da barriga | Para Pais.