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Tratamento do umbigo

O cordão umbilical é cortado logo após o nascimento da criança. A parte que fica agarrada ao umbigo acabará por secar e cair, passados 4 a 10 dias, muitas vezes antes da mãe e o filho saírem da clínica. Se isto não acontecer deve tratar de curá-lo o mais rapidamente possível. Aplique álcool diariamente, cubra com uma compressa de gaze c ponha uma ligadura em volta, que não deverá ficar muito apertada. Nada de receios: a Parteira ou a enfermeira poderão explicar-lhe como se procede. A fralda não deverá nunca chegar à ligadura para que a urina não atinja a ferida. Se, dentro de 12 a 14 dias, o umbigo não estiver curado deve consultar o Pediatra. Ler Mais...

Ouvidos

O que são as otites? Muita gente pensa que as otites se apanham de fora, ou seja, através da orelha, e daí o receio das correntes de ar e do vento. Mas o mecanismo das otites não é esse, pelo contrário, é bem diferente. Chama-se correntemente otite, ou mais corretamente otite média aguda, à inflamação da área do ouvido que fica para dentro do tímpano, na zona em forma de caixa à qual se chama o ouvido médio. São extremamente frequentes e causam apreensão, ansiedade e um elevado absentismo aos empregos. A maioria das otites são causadas por secreções que sobem pelo canal de arejamento do ouvido, entre o ouvido médio e a parte de trás do nariz (trompa de Eustáquio) e invadem o ouvido médio. A trompa de Eustáquio no primeiro ano de vida, é mais larga, mais pequena e mais deitada. É por isso que as secreções, o leite bolçado ou o vomitado, podem mais fácilmente chegar ao ouvido, infectando-se e dando uma otite. E como o orifício das trompas de Eustáquio, ao nível da parte de trás do nariz, fica mesmo ao pé dos adenóides, estes contribuem para as entupir e para serem um meio de expansão de infecções. No bebé pequeno, os sintomas de otite podem ser apenas febre, choro (equivale à dor), mal-estar, recusa de mamar, diarreia e outros sinais inespecíficos. Esta situação começa geralmente por uma constipação e obstrução nasal. Quando a infecção progride e a pressão aumenta, o tímpano «rebenta» («supura»), e a dor desaparece, assim como a febre. A princípio podem pôr-se gotas nos ouvidos, para diminuir a dor, e tratar a obstrução nasal (soro, nebulizadores de água-do-mar, vasoconstritores). Se a febre e as queixas persistem, então a criança deverá ser vista por um médico. As evidências científicas apontam cada vez mais para um tratamento conservador das otites, havendo alguns estudos que, inclusivamente, não propõem o uso de antibióticos. É portanto possível que o médico dos vossos filhos opte por um tratamento diferente dos de outros médicos. Contudo, nos casos banais, ao escolher um antibiótico cada vez mais se devem escolher os mais simples e não avançar logo para o último grito da moda, que correspondem geralmente a antibióticos mais caros, mais potentes e que induzem mais resistências por parte das bactérias. Também a amamentação é um fator protetor, bem como administrar o biberão, se for o caso, com o bebé em posição semivertical e não deitado. Por outro lado, os poluentes respiratórios, entre os quais o «fumo passivo»», funcionam como factores de risco e agravantes das otites. Ler Mais...

Otites

O ouvido e o seu sistema de tubos e caixas é revestido, em grande parte, de epitélio respiratório e contribui também para o processo. Aliás, toda a patologia do ouvido está muito relacionada com a respiração em geral. Muita gente pensa que as otites «se apanham» por fora, ou seja, através da orelha e do canal auditivo externo, donde o receio das correntes de ar e do vento. Mas o mecanismo das otites não é esse, pelo contrário, é bem diferente. Chama-se correntemente «otite», ou mais corretamente «otite média aguda», à inflamação da área do ouvido que fica além do tímpano, na tal zona em forma de caixa à qual se chama o «ouvido médio». São extremamente frequentes - calcula-se que pelo menos duas em cada três crianças tenham um ou mais episódios até aos 3 anos de idade, e até esta mesma idade, calcula-se que, em Portugal, haverá cerca de 300.000 casos de otite por ano, os quais, só para os leitores terem uma ideia do impacto, causam perto de um milhão de dias de absentismo. A maioria das otites são causadas por secreções que sobem pela trompa de Eustáquio (canal de arejamento do ouvido, entre o ouvido médio e a parte de trás do nariz) e invadem o ouvido médio. A trompa de Eustáquio nas crianças pequenas é mais larga, mais pequena e mais deitada do que nas crianças maiores. É por isso que as secreções, o leite bolçado ou vomitado, etc., podem mais facilmente chegar ao ouvido, infetando-se e dando uma otite. E como os orifícios das trompas de Eustáquio, ao nível da parte de trás do nariz, ficam mesmo ao pé dos adenoides, estes contribuem para as entupir, por um lado, e para serem um meio de expansão de infeções, pelo outro. Quando a criança sente o «ranho lá atrás» e funga, está a auto-injectar-se de secreções enviando-as para o ouvido médio. Os micróbios causadores de otite são geralmente bactérias, entre as quais os pneumococos, o Haemophilus influenzae e a moraxella catarhalis. Note-se que apesar de existir vacinas para os dois primeiros, é mais para a chamada «doença invasiva» e não as otites que, geralmente, como dissemos, acontecera por migração dos micróbios pela trompa de Eustáquio. Os vírus causam apenas 15% dos casos, ao contrário das outras situações respiratórias, em que predominam. Os sintomas de otite variam muito conforme a idade da criança. Nos bebés podem ser apenas febre, choro (equivale à dor), mal-estar, recusa de mamar, diarreia e outros sinais inespecíficos. A criança maior, que já sei queixa, refere dor e também tem febre. Esta situação enxerta-se geralmente numa constipação e obstrução nasal que começou noa dias anteriores. Aliás, a otite média aguda, antes de «rebentar» (tecnicamente diz-se supurar), funciona como um qualquer abcesso, ou seja, determina febre e dor. Quando abre, a dor desaparece, assim como a febre. A princípio pode pôr-se gotas nos ouvidos para diminuir a dor, e tratar da obstrução nasal (soro, nebulizadores de água-do-mar, vasoconstritores, etc.). Se a febre e as queixas persistem, então a criança deverá ser vista por um médico. A otoscopia confirmará o diagnóstico e o médico instituirá a terapêutica. Diga-se de passagem que as evidências científicas apontam cada vez mais para um tratamento conservador das otites, havendo alguns estudos que, inclusivamente, não pro- põem o uso de antibióticos. É portanto possível que o médico dos vossos filhos opte por um tratamento diferente do de outros médicos. Contudo, nos casos banais, ao escolher um antibiótico cada vez mais se devem escolher os mais simples e não avançar logo para o «último grito da moda», que correspondem geralmente a antibióticos mais caros, mais potentes e que induzem mais resistências por parte das bactérias. Convém no entanto realçar que há um tipo de otite que pode passar desapercebida: é a chamada otite supurada, em que a tensão dentro do ouvido médio é tal que faz um pequeno buraquinho no tímpano, permitindo a saída do pus. Se o pus for em pouca quantidade pode não se dar por isso ou ser confundido com cera. Por outro lado, ao rebentar o tímpano, deixa de haver pressão dentro do ouvido e desaparecem a febre e a dor, afinal os sintomas principais. Assim, pode parecer que tudo melhorou quando afinal a otite se mantém, só que drenando exteriormente o pus. Se esta situação não for tratada poderá deixar sequelas a nível da audição, dado que o tímpano fica esburacado e pode não voltar à sua integridade, se não for convenientemente tratado. Atenção, pois a esta forma sub-reptícia de otite. Ler Mais...

Bronquite

Bronquite é um termo pouco adequado para a idade de que estamos a tratar. Etimologicamente, bronquite significa inflamação dos brônquios, o que traduz muito pouco da situação real. O que se designa geralmente por bronquite é a existência de expetoração dentro dos brônquios. Na alínea sobre infeções respiratórias abordo este tema numa perspetiva mais prática. Ler Mais...

A empresa anda a falar em excesso de pessoal – podem despedir-me quando estou em licença de parto?

O seu empregador estará a quebrar a lei se considerar que você está a mais porque está grávida ou em licença de parto. Este é um exemplo de discriminação sexual, uma vez que não podem tratar um homem da mesma forma. No entanto, se a razão for legítima e não estiver relacionada com a sua gravidez, e se não a estiverem a tratar com menos vantagens porque está grávida, então isso é permitido. Ler Mais...

Como se apanham?

A maneira como os micróbios invadem as meninges e o sistema nervoso central varia. O sistema nervoso central está bem defendido contra o ataque dos microorganismos, através de um sistema de filtragem do sangue (denominado «barreira hemato encefálica») e de mecanismos imunológicos que protegem esta parte tão nobre do organismo. Os micróbios, por seu lado, podem existir no solo, no ar, na água, ou, na maioria dos casos, na própria pessoa e nas pessoas em geral, seja de forma transitória, seja alojados a longo prazo, especialmente na garganta, na faringe e no nariz (é o caso do pneumococos ou dos meningococos). A bactéria da tuberculose pode residir no nosso corpo muitos anos depois de um primeiro contacto com ela. Os vírus são mais passageiros. Quando há uma oportunidade para o micróbio entrar no organismo e no sangue, seja porque se tornou mais agressiva, porque a pessoa está com a imunidade em baixo (naturalmente, por doenças ou por ação de tratamentos imunossupressores), e se os mecanismos de defesa não conseguem vencer essa primeira luta, podem depois passar a barreira hemato-encefálica e invadir as meninges e o líquido que as reveste, causando uma meningite, ou o cérebro, causando uma encefalite. Em alguns casos, mais raros, os micróbios entram por extensão direta, através de uma ferida (a seguir a um traumatismo craniano, por exemplo) ou de um foco infeccioso grave (abcesso do ouvido, etc). Ler Mais...
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