Resultados para: "como tira um algudao da vaginha"

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Que tóxicos?

Em relação aos tipos de tóxico, os medicamentos vêm em primeiro lugar, sendo responsáveis por um pouco mais de metade dos casos. Seguem-se os produtos de uso doméstico lexívia, tira-nódoas, petróleo, limpa metais, sprays, etc. e os raticidas, insecticidas e pesticicias. As bebidas alcoólicas são também um problema. Em termos de mortalidade os pesticidas ocupam o primeiro lugar, ou seja, são os mais mortais. Em relação ao ambiente, a maioria das intoxicações dão-se em casa ou nas imediações quintais, jardins e a maior parte das vezes com um adulto presente. Presente fisicamente mas ausente, pois ou é uma mãe que está ocupada com mais mil e uma tarefas da vida doméstica, ou é um pai que está a tratar da horta ou dos pomares, enfim, o adulto está presente mas ocupado e distraído. Ler Mais...

Conselho sobre as crianças Parte II

O ritmo de desenvolvimento não é sempre igual. Por isso, quando um bebé de 9 meses entra em pleno big bang evolutivo, o irmão de 2 ou 3 anos pode sentir que «vem atrás de si um tsunami». Há idades em que o ritmo de aquisições é mais lento. Se um bebé de 12 meses «tira coelhos da cartola- quase todos os dias, o mesmo não acontece com uma criança mais velha, a quem só sucedem estes êxitos com regularidade muito inferior. É por isso bom estar atento ao facto - o roubo de palco é uma das grandes causas dos ciúmes, e sem menos- prezar o que o bebé faz, porque não deve ser inferiorizando os outros que se aumenta a autoestima, pode-se elogiar a criança pelo que vai fazendo e, principalmente, pela consistência e maturidade do que vai fazendo e do que sabe - se não é possível dizer «começas- te a fazer desenhos», pode dizer-se que «os desenhos estão cada vez mais bem feitos e cuidados». Ler Mais...

E se eles «não querem»?

Atendendo às consequências graves que podem acontecer, não pode haver transigências, nem pensar que «coitadinho», fica «desconfortável» ou que «se sente mal». Ficará mais desconfortável e sentir-se-á pior ligado a um ventilador, se tiver de utilizar uma cadeira de rodas para o resto da sua vida, ou se vir a qualidade da sua vida ceifada por um acidente estúpido de consequências evitáveis. Por vezes a criança não quer usar a cadeira e tira o cinto, sobretudo se não se habituou a ela desde a nascença. Sabemos também que os 3-4 anos são uma fase de grande negativismo, afirmação da personalidade e espírito de contradição. Mas os pais querem o melhor para ela. Se se tratar duma vacina, não desistem de lha dar mesmo que chore. Sejam portanto firmes. Usar o cinto ou uma cadeira de segurança é a «vacina» mais eficaz contra os efeitos dum acidente de automóvel. E a educação que damos aos nossos filhos em casa, à mesa, nos modos sociais e nas relações entre as pessoas deve também ser incluída nas regras que lhes transmitimos quando estamos dentro de um automóvel. Além disso, a experiência mostra que as crianças que se habituam desde cedo a utilizar cadeiras e cintos de segurança não se importam com isso e até se sentem mais protegidas e mais confortáveis. Ler Mais...

ando os brônquios ficam entupidos…

Como se podem limpar os brônquios, para que a criança possa ventilar melhor? Essa limpeza consegue-se mais facilmente se se ajudar a criança a: • ter as secreções mais fluidas, menos viscosas, mais mobilizáveis, ou seja, fazendo com que, com a mesma «tossidela», o volume de secreções que deita seja muito maior; • soltar essas secreções da parede dos brônquios, onde estão agarradas; • mobilizá-las e deitá-las cá para fora, de forma a que as possa engolir, vomitar, enfim, tirá-las da árvore respiratória. A primeira ajuda é dada pela hidratação das secreções, cujo método mais importante e a atmosfera húmida (veiculada de várias maneiras, desde a panela de água a ferver até aos aerossóis ultrassónicos, com ou sem medicamentos incluídos). Estes últimos permitem atingir os brônquios mais profundos e pequenos, que são nestes casos os que mais precisam. A segunda ajuda é dada pela vibração da parede dos brônquios através da percussão do tórax as tais «pancadinhas»», dadas por exemplo com a palma da mão em concha e com as pontas dos dedos. A terceira ajuda é a chamada drenagem postural, que consiste em deitar a criança em várias posições que facilitam a saída das secreções dos vários setores pulmonares (por acção da força da gravidade). A estimulação da tosse, por vários métodos, que vão desde pedir à criança para tossir até carregar em certos pontos abaixo do pescoço, é outro aspeto essencial. Ler Mais...

Quando o seu bebé não quiser tomar os medicamentos

Arranje uma seringa (sem agulha) ou um dispensador, dos que se vendem nas farmácias e lojas de produtos para criança (ou que, por vezes, acompanham os medicamentos), e dê pelo lado da boca. O bebé irá engolindo, mesmo que entre dois choros, e não correrá o risco de se engasgar, cuspir ou vomitar. Se o bebé fechar a boca, deixe passar um bocadinho e aproveite um momento de choro. Não o violente, como por exemplo apertando o nariz ou assustando. Mas seja firme, fazendo entender que tem mesmo que dar o medicamento. Há momentos em que podemos transigir, outros não. Nenhuma criança aceita de bom grado, especialmente estando doente, tomar medicamentos, sobretudo à noite ou quando está a dormir. Tem que ser um exercício de paciência, mas também de querer. É para bem deles! Os supositórios são geralmente bem tolerados em bebés com menos de um ano, e não havendo diarreia, são sempre uma boa solução porque podem ser postos na muda da fralda; aos bebés com mais de 4-6 meses, dê um brinquedo para ele se relaxar. Uma coisa que o pode entreter é colar um adesivo no dedo. Ele tentará tirá-lo e o adesivo vai-se colando de dedo para dedo, entretendo-o; molhe sempre a ponta do supositório ou ponha um pouco de vaselina. Depois de empurrar o supositório e de o ver desaparecer, mantenha o ânus apertado durante uns momentos, para o supositório subir até à ampola rectal. Caso contrário sairá com o mínimo de força (como a que o bebé faz a chorar). As gotas ou pomada dos olhos têm mesmo que ser colocadas dentro dos olhos, e não «a fugir», deixando o produto cá fora. Ler Mais...

A minha parteira diz que o nosso bebé fica consolado se chuchar. Estou relutante em dar-lhe uma chupeta. Devo fazê-lo?

Se um bebé agarrou bem no peito e tem sugado e engolido bem durante mamadas longas e depois continua ao peito a dar pequenas chupadelas sem engolir, é porque está a consolado a chuchar. Muitos bebés gostam de chuchar, não só os que são amamentados. Se o seu bebé adormecer, poderá tirá-lo do peito com cuidado ou, se você estiver confortável, deixe-o ficar. O seu bebé pode gostar de chuchar por várias razões. Pode estar a estimular o seio para aumentar a sua produção de leite, pode estar a aglomerar uma mamada e está a passar pelo sono antes da mamada seguinte, ou pode querer estar aconchegado junto a si. Julga-se que o chuchar regulariza os batimentos cardíacos do bebé, relaxa o estômago e ajuda-o a acalmar. Dar-lhe uma chupeta é uma escolha sua. Alguns pais julgam que é a melhor forma de pôr um bebé a dormir, de dia ou de noite; outros pensam que só deverá ser usada à noite, e alguns pensam que não deverá ser usada nunca. A Foundation for Sudden Infant Death (FSD) sugeriu em 2007 que a utilização da chupeta pode reduzir o risco de morte súbita, mas que os bebés amamentados não deveriam usar uma antes de terem mais de um mês e o amamentar estar regularizado. Este conselho baseia-se em estudos que sugerem uma menor incidência de morte súbita em bebés que usam chupeta. Ler Mais...
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