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Se não dormes, vem o papão

Quem é o bicho-papão, também conhecido como homem do saco ou monstro do armário, com o qual ameaçamos as crianças nossas filhas, quando elas estão... precisamente: instáveis e com receio de dormir? «Se não dormes, chamo o homem do saco e ele leva-te.» Para quem já estava com medo do escuro, do desconhecido, do resvalar para o sono, de assumir a vulnerabilidade de «desligar» os receptores e radares, e ficar à mercê do que possa acontecer, deve ser estupendo ouvir os próprios pais, presumivelmente quem lhes daria segurança e confiança, a socorrerem-se dos monstros e dos «maus» quando se deveria fazer exactamente o contrário: dar mimo e falar de coisas boas. Curiosamente, o bicho-papão (ou simplesmente «papão») já vem do tempo das Cruzadas (segundo a Wikipédia). «Porta-te bem, se não o Melek-ric vem buscar-te» - consta que era o que diriam aos filhos. O objectivo era que as crianças, encolhidas de medo, fizessem tudo o que os pais quisessem - até portar-se bem! -, desde que não fosse para ali chamado o terrível monstro que as levaria num saco (para onde? Não se sabe ao certo). O bicho-papão comeria as crianças - isso «sabe-se». O Melek-ric escravizava-as. O homem do saco leva-as para sempre.O monstro do armário levava-as para o armário e depois... só ele e Deus sabem! Acredita-se que estes procedimentos de invocação de monstros fossem carregados de boas intenções - paralelamente à mais franca demonstração de despotismo e insensibilidade paternais - mas com o que se sabe atualmente sobre como lidar com comportamentos, birras, terrores noturnos, dificuldades em adormecer ou provocações «baratas», agitar o «papão» é francamente contraproducente, a menos que seja como uma brincadeira e entendido pela criança, sem qualquer dúvida, como tal. Mas como nunca temos a certeza do que é que ela entende como brincadeira ou seriedade, sobretudo vindo das pessoas em quem confia cegamente, é melhor deixar o papão sossegado e o homem do saco na sua toca... ou reservá-los para as fantasias dos adultos... Ler Mais...

Conselho sobre as crianças Parte II

O ritmo de desenvolvimento não é sempre igual. Por isso, quando um bebé de 9 meses entra em pleno big bang evolutivo, o irmão de 2 ou 3 anos pode sentir que «vem atrás de si um tsunami». Há idades em que o ritmo de aquisições é mais lento. Se um bebé de 12 meses «tira coelhos da cartola- quase todos os dias, o mesmo não acontece com uma criança mais velha, a quem só sucedem estes êxitos com regularidade muito inferior. É por isso bom estar atento ao facto - o roubo de palco é uma das grandes causas dos ciúmes, e sem menos- prezar o que o bebé faz, porque não deve ser inferiorizando os outros que se aumenta a autoestima, pode-se elogiar a criança pelo que vai fazendo e, principalmente, pela consistência e maturidade do que vai fazendo e do que sabe - se não é possível dizer «começas- te a fazer desenhos», pode dizer-se que «os desenhos estão cada vez mais bem feitos e cuidados». Ler Mais...

A minha parteira diz que o nosso bebé fica consolado se chuchar. Estou relutante em dar-lhe uma chupeta. Devo fazê-lo?

Se um bebé agarrou bem no peito e tem sugado e engolido bem durante mamadas longas e depois continua ao peito a dar pequenas chupadelas sem engolir, é porque está a consolado a chuchar. Muitos bebés gostam de chuchar, não só os que são amamentados. Se o seu bebé adormecer, poderá tirá-lo do peito com cuidado ou, se você estiver confortável, deixe-o ficar. O seu bebé pode gostar de chuchar por várias razões. Pode estar a estimular o seio para aumentar a sua produção de leite, pode estar a aglomerar uma mamada e está a passar pelo sono antes da mamada seguinte, ou pode querer estar aconchegado junto a si. Julga-se que o chuchar regulariza os batimentos cardíacos do bebé, relaxa o estômago e ajuda-o a acalmar. Dar-lhe uma chupeta é uma escolha sua. Alguns pais julgam que é a melhor forma de pôr um bebé a dormir, de dia ou de noite; outros pensam que só deverá ser usada à noite, e alguns pensam que não deverá ser usada nunca. A Foundation for Sudden Infant Death (FSD) sugeriu em 2007 que a utilização da chupeta pode reduzir o risco de morte súbita, mas que os bebés amamentados não deveriam usar uma antes de terem mais de um mês e o amamentar estar regularizado. Este conselho baseia-se em estudos que sugerem uma menor incidência de morte súbita em bebés que usam chupeta. Ler Mais...

Que tóxicos?

Em relação aos tipos de tóxico, os medicamentos vêm em primeiro lugar, sendo responsáveis por um pouco mais de metade dos casos. Seguem-se os produtos de uso doméstico lexívia, tira-nódoas, petróleo, limpa metais, sprays, etc. e os raticidas, insecticidas e pesticicias. As bebidas alcoólicas são também um problema. Em termos de mortalidade os pesticidas ocupam o primeiro lugar, ou seja, são os mais mortais. Em relação ao ambiente, a maioria das intoxicações dão-se em casa ou nas imediações quintais, jardins e a maior parte das vezes com um adulto presente. Presente fisicamente mas ausente, pois ou é uma mãe que está ocupada com mais mil e uma tarefas da vida doméstica, ou é um pai que está a tratar da horta ou dos pomares, enfim, o adulto está presente mas ocupado e distraído. Ler Mais...

Chupeta para os pais?!

Idealmente, as chupetas deveriam ter em conta o interesse e o bem-estar dos bebés e não as conveniências dos pais. Se calhar quem deveria até ter uma chupeta eram os pais! Um ponto é, todavia, importante: se um bebé chora porque lhe falta alguma coisa é errado tentar adiar ou colmatar a resolução do problema através da chupeta. Só servirá para fazer do bebé uma pessoa frustrada e derrotista. As chupetas destinam-se aos períodos em que o bebé tem necessidade de chuchar e não para servir como «rolha» para abafar o barulho do choro. Portanto, quando o bebé está bem, calmo e tranquilo, não se deve dar chupeta ou, se ele a tiver na boca, dever-se-á retirá-la. A chupeta deve ser, realmente, o último recurso. Alguns estudos têm recentemente mostrado que o uso de chupeta pode reduzir a incidência de síndroma da morte súbita do lactente. Embora esta medida não se compare, em eficácia, ao deitar o bebé de costas, alguns pediatras afirmam que a chupeta ainda pode ter um efeito adicional, durante os primeiros meses de vida. A questão está em conseguir desmamar a criança da chupeta, depois desse período crítico. Não se deve, pois, abusar da chupeta nem querer dela o que ela não pode dar. Nada disto é, contudo, dramático, nem se deve fazer um «bicho de sete cabeças» com coisas destas. Apenas se exige bom senso, instinto e não ceder demasiado a facilitismos, e sobretudo não cair em fundamentalismos de qualquer espécie. A vida é demasiadamente curta para nos consumirmos em batalhas estéreis e inúteis, e o tempo que temos para viver com os nossos filhos e gozar da sua presença é também demasiadamente escasso para não o aproveitarmos ao máximo, de maneira positiva. Ler Mais...

Cães e outros animais

É a altura dos grandes abandonos de animais, o que constitui um problema conheci- do. Às vezes aparecem a vaguear, tristes e de orelhas caídas, à procura de um novo dono - as crianças de 4, 5 anos são particularmente sensíveis ao sofrimento dos ani- mais. Também nelas há sempre o fantasma do abandono. Se tiverem de afastar o animal, façam-no com jeito e meiguice. Pontapear ou escorraçar um cão é mostrarem aos vossos filhos que são capazes de passar certas fronteiras... com os animais, agora, mas quem lhes garante que um dia não será com eles, se estiverem zangados? Na praia, e apesar das proibições decorrentes das regras da Bandeira Azul, às vezes há pessoas que levam cães à solta, e não é raro sermos cilindrados por um bicho desses, a «duzentos à hora», excitado com uma bola, uma pessoa ou outra coisa qualquer. Imponham-se e digam ao nadador-salvador para resolver a questão dos cães perturbadores da ordem pública. Não há que ter medo de ajudar a cumprir regras. Porque às vezes há uma inibição como se fôssemos nós os prevaricadores. Ler Mais...
Como tira bicho de bebe | Para Pais.