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Tem um bom olfato

A investigação dos comportamentos neonatais permitiu provar que o recém-nascido tem, desde muito cedo, um sentido do olfato bem desenvolvido: colocando dois algodões de cada lado do nariz do bebé, um impregnado com leite da mãe e outro com leite de outra mulher que tenha tido um filho no mesmo dia, verifica-se que o bebé se volta significativamente para o algoo que tem o leite da sua mãe. Desde o primeiro momento de vida. A criança possui, assim, desde os primeiros dias, um olfato suficientemente apurado para reconhecer o cheiro da mãe. Alguns autores pensam, inclusivamente, que o olfato pode estar mais desenvolvido nos recém-nascidos do que nas crianças de mais idade ou nos adultos, o que está certamente relacionado com a necessidade de procurar, por todas as formas, o peito da mãe. Ler Mais...

Hoje em dia há tantos leites diferentes – o peito continua ainda a ser o melhor?

É verdade que há muitas variedades de leites de lata e todos anunciam serem o mais parecidos ao leite materno. Contudo, há alguns nutrientes e células que combatem bactérias presentes no leite materno, queo podem ser produzidos artificialmente. O leite materno contém tudo que um bebé necessita durante, pelo menos, os primeiros três meses. Todas as marcas reconhecem que a amamentação é a melhor opção. Ler Mais...

Evitar a mastite uma infeção do leite e do tecido envolvente

A mastite é uma infeção dolorosa do tecido dos seios que ocorre quando os seios estão ingurgitados (duros e inchados) e um canal fica bloqueado. Saber lidar com o congestionamento ajuda a prevenir a mastite. Não deixe de amamentar pois precisa de libertar o seu leite. Retire leite várias vezes para aliviar alguma pressão (e é mais fácil para o bebé agarrar) e amamente pouco e com frequência para esvaziar os seios. Coloque uma toalha quente no seio dorido. Comece a amamentar no seio mais cheio pois o bebé mama com mais força no início. Ler Mais...

Origem destas cáries

O problema surge devido à criança adormecer enquanto é amamentada, quer pelo biberão, quer pelo peito da mãe, associado a uma falta de higiene oral ou a uma higiene oral insuficiente. Se a criança adormece e o mamilo ou a tetina permanecem na boca rodeados de leite por um longo período de tempo, está criado o ambiente ideal para a cárie. E isso vai frequentemente até depois do primeiro ano de vida. Exemplos de líquidos que contêm açúcar são biberão com leite ou sumo, leite materno e chucha com mel. Uma alimentação pelo biberão depois do ano de idade, adormecer com biberão na boca, biberão com líquidos açucarados, deixar que a criança chuche demasiado tempo no biberão durante o dia são fatores, que associados a uma insuficiente higiene oral, aumentam o risco destas cáries. Ler Mais...

Outros problemas que surgem na amamentação

Por vezes surgem outras dificuldades e pequenos obstáculos que podem, na maioria das vezes, ser ultrapassados. Um deles, por exemplo, são os sintomas relacionados com a «subida de leite», que se dá por volta dos 4.°-6.° dias. A princípio o leiteo tem o aspeto de «verdadeiro leite». Ora, o colostro, como já vimos, é assim porque a natureza faz o leite a pensar na imaturidade orgânica e fisiológica da criança, respeitando as limitações dos seus rins, fígado, intestino e dos seus processos metabólicos. O colostro é concebido a pensar nisso, ao contrário dos leites comerciais queo sempre quase iguais, desde o nascimento até ao fim da lactação. As coisas são de tal forma que cada mãe «fabrica» o leite de acordo com o que o seu bebé «pede», numa comunicaçãoo-verbal queo se sabe muito bem como funciona... mas que funciona, em cada mamada. A «subida de leite- pode dar febre, dores no peito e cansaço. O peito pode ficar quente e sensível, rijo e até «encaroçar». É desconfortável e pode criar ansiedade, se a mãe não souber o que se está a passar. A solução passa por dar de mamar sempre que a criança quiser. A aplicação de água quente, em «chapada», pode facilitar o alívio dos sintomas. Se for necessário pode recorrer-se ao auxílio de uma bomba de extração de leite, principalmente quando o bebé ainda mama pouco. A utilização de um soutien apropriado e de compressas geladas no perto podem melhorar a situação. Outra dificuldade comum é o facto de os mamilos ficarem macerados ou doridos tal acontece sobretudo quando o bebé mama durante demasiado tempo, tentando fazer do mamilo da mãe uma autêntica chupeta. As mamadas muito prolongadas só servem para o bebé se encher de ar, ficar com cólicas e soluços, e para a mãe ficar com o mamilo a sangrar ou gretado. A utilização de cremes, de uma posição correta para dar de mamar e de uma boa higiene do peito podem ajudar. A icterícia associada ao leite materno, situação frequente, não tem qualquer problema (desde que outras causas de icterícia do bebé já tenham sido excluídas pelo médico) e a amamentaçãoo deverá ser suspensa. O que é conveniente é que estas questões sejam debatidas com o futuro médico do bebé - seja o clínico geral ou o pediatra - antes do bebé nascer, numa consulta pré-natal específica para estes assuntos, quando (ainda) há calma e sossego para pensar neles e os «mastigar».

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Numa consulta uma mãe contou-me que pediu expressamente aos médicos e enfermeiros para que a deixassem ter a experiência de dar de mamar mal o bebé nascesse, ainda na sala de partos, já que várias amigas suas lhe tinham dito ser uma experiência inesquecível e muito gratificante. Infelizmente, não sei por que razão, acabaram por levar o bebé, com o pretexto que tinha que o aquecer. -Pensava eu que a pele da minha barriga e dos meus braços, ao redor do bebé, eram a melhor fonte de aquecimento, ainda por cima natural e afetiva.» Levaram-no e a mãe perdeu esse momento crítico. A mãe dizia-me: «Não percebo por que é que fazem isto, sabendo que o bebé, enquanto vem a nascer, está a dar instruções ao meu corpo para produzir o leite de que precisa, com os componentes que lhe estão, nesse momento, a fazer falta. E sabendo que o mamar logo serviria para repor os níveis de açúcar do meu bebé, depois da extenuante "viagem" que ele fez.» De facto, o mamar togo seria um estímulo para a ocitocina, produzindo mais leite, facilitando a saída do leite e contraindo o útero, de maneira que a hemorragia seria menor e ficaria com mais sangue. Além disso, a ocitocina também tira as dores e dá uma sensação de bem-estar e de plenitude que serve para se ficar em maior contemplação com o bebé e com o pai dele. Ler Mais...

Mamilos doridos – Aliviar o desconforto e a dor

Os mamilos doridos e gretados são uma queixa comum nas mulheres que amamentam e uma fonte de grande preocupação, que por vezes leva as mulheres a abandonar por completo a amamentação. Saber como evitar que isso aconteça, ou como aliviar qualquer desconforto, ajudará a fazer da amamentação uma experiência mais relaxante. Assegure-se de que o seu bebé se agarra corretamente e que é retirado do peito suavemente. Se o seu seio estiver congestionado, retirar primeiro algum leite ajudao seu bebé a agarrar-se com mais facilidade. Mantenha os seus mamilos secos entre as mamadas. Deixe os mamilos ao ar e use discos de amamentação para absorver pingos de leite. Alivie os mamilos doridos com uma folha de couve gelada. Pode utilizar um creme para os mamilos, mas procure evitar esta solução. Ler Mais...
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