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Febre

O que é a febre? A febre é um sinal importante. Ao contrário do que se pode pensar, a febre é uma resposta biológica muito complexa a um grande número de agentes externos e disfunções internas. É um dos sintomas mais frequentes nos grupos etários infantis. A elevação da temperatura tem um papel muito importante na luta contra a infecção, por exemplo, através de: - diminuição do ritmo de crescimento de certos vírus, bactérias e fungos - alterações estruturais nos microorganismos, que os inativam - diminuição da produção de fatores de virulência - aumento da actividade das defesas imunológicas - aumento da actividade dos antibióticos A febre não é uma doença, é um sinal. A ansiedade dos pais e o desejo de dar um antipirético fazem com que, muitas vezes, se hipermedique a febre, apesar dos crescentes conhecimentos científicos que sugerem que esta atitude, além de comportar alguns riscos, é, em muitos casos, desnecessária e ineficaz. Ler Mais...

Quais são os sintomas?

Os sintomas têm a ver principalmente com a lesão que os vírus provocam ao nível do nariz a parede nasal fica inchada, o que faz aumentar a obstrução e a sensação de -nariz cheio-, e o nariz produz também mais muco, que ó uma forma de combater os agressores. Isso ainda aumenta mais a oclusão nasal. Primeiro as secreções são claras, tipo «aguadilha», mas podem depois tornar-se mais espessas e brancas ou amareladas. Finalmente, poderão ficar esverdeadas, o que em alguns casos indica já um envolvimento também de bactérias, mas nestes casos a constipação também se acompanha de outros sintomas (febre alta, por exemplo) e dura mais do que os dois, três dias «da praxe» é sinal que a constipação se quer instalar para ficar». Os sintomas gerais, que não chegam a ser muito fortes mas podem ser suficientemente incomodativos mal-estar, febre muito baixa, vontade de descansar, resultam da passagem de alguns vírus pelo sangue, mas são de curta duração - ao fim de dois dias, se tudo correr bem, a pessoa melhora. Ler Mais...

Como se manifesta

Os sintomas de uma pneumonia bacteriana aparecem subitamente e podem incluir dor torácica, febre, arrepios, dificuldade respiratória e aumento da frequência cardíaca. Quando surgem estes sintomas, há que suspeitar de uma pneumonia. São sinais de gravidade, mesmo de emergência médica, incluem febre muito alta, cor da pele arroxeada, prostração, confusão mental. Se com a tosse vier pus ou sangue, deve levar-se a criança imediatamente à urgência. Quando a pneumonia é nos lobos inferiores, um dos sintomas dominantes pode ser a dor na barriga que, juntamente com a febre, os vómitos e a prostração simulam frequentemente apendicite aguda. As pneumonias causadas pelo Mycoplasma são um pouco diferentes, mais parecidas com a gripe, com cansaço, febre não muito alta, dores de garganta e diarreia. A tosse é seca e repetida, e prolonga-se durante semanas. Ler Mais...

Tratar ou não a febre?

Ao considerar a questão de «tratar» ou não a febre, devem ser levados em conta os riscos associados ao uso dos medicamentos antipiréticos e, além disso, que as variações metabólicas causadas pela descida da febre provocada pelos antipiréticos (acompanhada de sudação intensa) e subsequente subida quando o seu efeito decresce (acompanhada de calafrios) podem resultar mais desconfortáveis para a criança do que se se mantiver a uma temperatura ligeiramente elevada, mas estável. De qualquer forma, no caso de febre, são os antipiréticos que devem ser usados, não estando o arrefecimento indicado, pois o seu uso, nesta situação, vai diminuir a temperatura da pele, o que provoca uma reação de subida da temperatura e um esforço metabólico grande. É o mesmo que acontece quando se despe uma criança febril num ambiente frio. Quanto muito, na tentativa de fazer perder calor enquanto os antipiréticos não atuam, poder-se-á causar vasodilatação friccionando a pele até ficar bem vermelha, nas pernas e nos braços, com água tépida (3°C a 4°C abaixo da temperatura do doente). As fricções com álcool nunca devem ser usadas, pelo perigo de intoxicação e de baixa grande da temperatura. O álcool provoca vasodilatação quando ingerido mas, se aplicado sobre a pele, dada a sua rápida evaporação, produz o mesmo efeito do que as aplicações frias estando, assim, contraindicado. A febre deve ser encarada com a mesma naturalidade e com a mesma atitude racional com que se encara a fadiga ou outros sintomas inespecíficos. Deve ter-se presente que os efeitos benéficos da febre - como sinal, e diretamente no processo anti-infecioso - são, na maioria das crianças normais e saudáveis, amplamente superiores aos eventuais efeitos indesejáveis. Por outro lado, a terapêutica encerra, ela própria, alguns riscos pelo que a sua utilização deve obedecer a uma escolha criteriosa e ponderada. Deve-se assim «tratar a criança e não o termómetro». Ler Mais...

O medo da febre reumática

Relativamente à febre reumática (e à glomerulonefrite, doença renal que também pode ser causada por uma amigdalite estreptocócica mal tratada), há a dizer que é uma doença que praticamente desapareceu, nas últimas décadas, da face de Portugal, embora tenha sido muito comum há alguns anos atrás e cujos resultados ainda se vêem em muitos adultos que sofrem de doenças das válvulas cardíacas resultantes desse «reumatismo» do coração. Com a melhoria do tratamento das amigdalites, a febre reumática praticamente desapareceu. Contudo, nos últimos anos, tem-se verificado em todo o Mundo Ocidental o reaparecimento de casos de febre reumática. Isto pode ser atribuível a muitos fatores, mas um deles é, sem dúvida, o tratamento incorreto das amigdalites estreptocócicas. E por isso que os pais e educadores não devem menosprezar as amigdalites, sobretudo aquelas que se prolongam por mais de três dias, que são acompanhadas de febre muito alta ou em que aparecem pontos brancos nas amígdalas ou estas estão muito mas mesmo muito vermelhas (cor escarlate). Ler Mais...

Febre

A febre é uma resposta biológica complexa a um grande número de agentes externos e disfunções internas. É um dos sintomas mais frequentes nos grupos etários infantis. Convém estar ciente de que a temperatura axilar é cerca de 1ºC mais baixa que a temperatura rectal e auricular e cerca de 0,5ºC mais baixa que a oral. Ler Mais...
Como ficar com febre | Para Pais.