Resultados para: "como fica a vajina depois da mestruacao"

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Pitiríase

A pitiríase versicolor é uma infeção causada por um fungo, que dá à pele uma descoloração branca ou acinzentada. Nota-se mais depois do Verão, dado que a restante pele fica bronzeada, sobressaindo mais as zonas afetadas, em manchas por vezes grandes. Não costuma dar sintomas como comichão ou dor, e o diagnóstico é pelo aspeto das manchas. Deve aplicar-se um antifúngico e um preparado como um champô anticaspa, com selénio, durante 3 a 4 noites. Como a pele fica descolorada, o aspeto mantém-se mesmo depois do tratamento, podendo ficar assim durante alguns meses ou mesmo anos, «piorando» no Verão, pelas razões acima referidas, e quase desaparecendo no Inverno. Ler Mais...

Depois da minha cesariana quando poderei conduzir?

Em geral julga-se que o melhor é esperar cerca de quatro a seis semanas antes de voltar a conduzir, depois de uma cesariana, embora não haja nenhumas diretrizes específicas sobre o assunto baseadas em pesquisas. Sugerimos que espere até se sentir completamente recuperada da operação e até se sentir capaz de fazer manobras de condução como inversão de marcha e estacionamento, assim como paragens de emergência, sem sentir pânico ou desconforto. Também precisará de se sentir confortável com o cinto de seguraa pois este fica diretamente sobre a zona da sua cicatriz. Também deverá contactar o seu médico para saber o que ele aconselha, pois os movimentos da condução podem exigir demasiado dos abdominais dentro do período que se segue a uma grande cirurgia como a cesariana. Ler Mais...

Escarlatina – Quais são os sintomas?

A criaa aparece com febre alta dores de cabeça ou de barriga, dificuldade a engolir, falta de apetite, mal-estar e a língua muito encarnada, quase «escarlate». Depois de umas horas ou escassos dias, a língua fica branca, a febre mantém-se e aparecem pequenas manchas, como pequenos pontos, poupando a zona à volta da boca e do nariz, mais concentradas no sangradouro (braços). Depois a febre desce, e a criaa começa a melhorar, porque na quase totalidade dos casos o diagnóstico é feito e a terapêutica instituída. Nos raros casos, actualmente, (frequentes há décadas) em que a doença seguia o seu curso, também curava espontaneamente, apesar de mais dias de enfermidade, Só que ficava o risco do aparecimento de febre reumática, e das lesões do coração ou dos rins. geralmente muitos anos depois da escarlatina. O mesmo se passava, aliás, com amigdalites estreptocócicas não tratadas. Passados alguns dias, a pele começa a descamar, voltando a ter o aspecto inicial. Ler Mais...

A Cabeça

Na cabeça avaliam-se os ossos e a fontanela, uma zona que causa sempre alguma impressão aos pais, mas que «não se parte». A fontanela anterior é o espaço que fica entre os ossos frontal e parietais (podendo existir uma fontanela posterior entre os parietais e o occipital) e o facto de os ossos terem esse espaço entre eles permite à cabeça crescer, em virtude do crescimento do cérebro. Muitas vezes a fontanela pulsa e isso é normal. A fontanela é um bom local de observação de doenças, como por exemplo a desidratação (fica deprimida) ou a meningite (fica saliente e tensa). Na cabeça, e resultantes do parto, especialmente quando é demorado e traumático (por exemplo no uso de ventosa), podem ver-se Céfalo-hematomas, que são zonas salientes, moles, e que correspondem a bolsas de sangue, ou o chamado caput sucedâneo, que é uma zona de inchaço, mais ampla, de edema (líquidos, pelo efeito de sucção e de vácuo durante o parto). Podem também existir, sem significado patológico, cavalgamentos dos vários ossos da cabeça. Por vezes, o formato da cabeça é assimétrico, pois é muito influenciado pela posição em que esteve in útero, ou se esteve encostado, por exemplo, a um osso da mãe.

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Os ciclos do sono

A passagem do estádio de acordado para sono profundo, que nos adultos se faz rapidamente, não acontece na criaa de 1-2 anos, salvo se estiver muito cansada. Assim, quando adormece fica um tempo em sono leve antes de aceder, depois, ao sono profundo. Este período vai diminuindo com a idade. Por volta dos 4-5 anos, já simplesmente «caem para o lado», quase como se se desligasse um interruptor. Só quando a criaa começa a ficar mais mole e a respiração se torna regular, até pesada, se pode pensar que entrou em sono profundo - já podem deitá-lo e escapulir-se do quarto. Ler Mais...

O ar circula mal…

A existência de grandes estruturas maciças na faringe perturba a circulação do ar inspirado pelo nariz. Resultado: a criaa tem de começar a respirar pela boca porque tem o nariz «tapado», e daí acontecerem duas coisas:
  • por um lado o ar não é aquecido como devia e chega mais frio à laringe e aos brônquios;
  • por outro, há deformação da cavidade bucal, por desempenhar uma função que não é a sua: a abóbada palatina sofre transformações (fica mais cavada), o que leva a perturbações da fala (voz «nasalada», incapacidade de pronunciar certas sílabas, um som de «rh,rh,rh» ao pronunciar as palavras) .
Paralelamente, os adenoides passam a ser uma fonte de secreções, muitas vezes infetadas, que vão para vários lados:
  • escorrem para a frente e enchem o nariz – a criaa anda ranhosa;
  • vão para cima, sobretudo quando a criaa não se assoa e funga, e atingem o ouvido médio - a criaa tem otite serosa e episódios de otite média infeciosa;
  • escorrem para baixo e enchem os brônquios – a criaa tem tosse.
O ranho é geralmente amarelo-esverdeado e como é muito posterior, a tendência da criaa é fungar e não se assoar, o que é muito prejudicial para os ouvidos. Estes sofrem, assim, autênticas injeções desse material infetado, agravadas pelo facto de a sua respiração e drenagem estarem comprometidas porque os adenoides entopem a trompa de Eustáquio, que fica na faringe, junto do nariz, e é o «tubo de escape» dos ouvidos. Finalmente a tosse: durante o dia, menos mal, a criaa está quase sempre na posição vertical e acordada, de maneira que as secreções escorrem para o esófago e ela engole-as, causando contudo irritação gástrica, vómitos e falta de apetite. Durante a noite, pelo contrário, como a criaa está em posição horizontal e a dormir, as secreções escorrem diretamente para a árvore respiratória, causando tosse. É uma tosse que não começa logo que a criaa se deita - só uma ou duas horas depois (tempo necessário para os brônquios se encherem) e é por acessos. A criaa tosse várias vezes com violência, parece «afogar-se» em secreções, e depois engole-as e acalma, adaí a pouco começar tudo outra vez. É uma tosse que faz os pais levantarem-se várias vezes durante a noite. Uma criaa com uma situação destas está praticamente sempre adoentada, as adenoidites sucedem-se umas às outras, anda sempre ranhosa e com tosse, tem otites frequentes - enfim, vai ao infantário dois dias, adoece, fica em casa, toma antibiótico, melhora, volta ao infantário mais três dias, volta a infetar-se, fica novamente em casa...e não sai disto... Por outro lado, as infeções repetidas, sobretudo quando se acompanham de falta de apetite, quebra do estado geral, etc., podem debilitar a criaa, perturbando o seu crescimento. Felizmente isto só acontece raramente, mas é uma realidade a não subestimar. Ler Mais...
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