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Casa, ama, avós ou infantário?

Passados os pouco mais de cem dias de licença de maternidade, que muita gente, cinicamente, ainda designa por «férias de parto», e com a situação actual de a larguíssima maioria das mães trabalhar fora de casa, os pais têm que deixar o bebé com alguém ou em algum lado. Não podendo a criança ficar sozinha em casa levantam-se várias hipóteses, as quais deverão em boa verdade ser discutidas e analisadas bastante antes da hora. Até porque algumas das soluções, como infantários e creches, obrigam a inscrições precoces que chegam a ir até antes da criança ter nascido. Se bem que o ensino pré-escolar pareça estar a ganhar um incentivo razoável, subsiste o problema das crianças antes dessa fase, ou seja. com idade inferior a 3 anos completos. Existem, conforme os casos, diversas hipóteses: - ficar em casa com os pais (com a mãe, ou mais raramente com o pai); - ficar em casa com alguém (empregada, familiar); - ficar em casa de familiares (avós, tios, etc); - ir para uma ama; - ir para uma creche/infantário. Ler Mais...

Pode-se ficar dependente de comprimidos devido à depressão pós-natal?

Não se preocupe com ficar dependente. A depressão pós-natal é séria e perturbadora mas tem tratamento. Julga-se que os antidepressivos (geralmente receitados em conjunto com outros tratamentos) não causam dependência, mas poderá tirar qualquer dúvida com o seu médico. Contudo, recomenda-se que os tome durante seis meses e que não pare abruptamente. Ler Mais...

Furúnculos

Os furúnculos são infeções da pele, provocadas por dois tipos de bactérias: estreptocosos e estafilococos. Estas bactérias estão na pele, mas quando encontram uma porta de entrada para tecidos mais profundos (como num corte, picada de inseto ou outra ferida semelhante), infetam e causam um abcesso com cavidades e produção de pus. Enquanto o abcesso não abre, dá sinais inflamatórios: calor, vermelhidão, tumefação e dor. A partir de determinada altura, começa a ficar mais mole e drena espontaneamente ou com uma pequena ajuda cirúrgica. O tratamento baseia-se em limpeza e antibióticos locais, e também por via oral. Frequentemente os furúnculos alastram, muitas vezes conduzidos pela própria criança que mexe num lado e coça no outro. A fase de cicatrização é importante - a aplicação de creme hidratante pode ajudar a reduzir o risco de ficar uma cicatriz marcada. O líquido dos furúnculos é muito infecioso. Ler Mais...

Como tratar

O tratamento com fármacos antivirais deve ficar ao critério do médico-assistente, mas tem todo o sentido pelo menos nos casos em que se prevêem complicações. Para lá disso, há que aplicar uma loção antiprurido, dar algum medicamento com efeito semelhante se a comichão for insuportável, cortar as unhas rentes e limá-las para evitar lesões de coceira, dar banho sem esfregar a pele e enxugá-la com cuidado, etc. Um aspeto que vale a pena salientar é que NÃO se deve utilizar ácido acetil salicílico («aspirina» ou derivados) para baixar a febre, dado que ainda não são claras as associações entre a varicela e a chamada síndroma de Reye, uma situação neurológica grave, felizmente rara, mas que ainda ocorre. A convalescença é importante. Nos primeiros dias a criança, além de estar doente, é infeciosa para os outros. Passada a primeira semana, a criança já não é infeciosa, mas está com elevadas probabilidades de estar mais vulnerável a infeções, dado que a varicela é uma doença que debilita imunologicamente. Se estiver frio, se houver um período especialmente «infecioso» no infantário, provavelmente deverá ficar mais uma semana a convalescer em casa. Ler Mais...

Odeio a ideia de ficar no hospital muito tempo – quando posso regressar a casa com o meu bebé?

Na maior parte dos hospitais, há um certo grau de flexibilidade em relação ao tempo que permanece no hospital depois do parto. Se desejar ficar um período de tempo o mais curto possível, fale com a sua parteira sobre isso. As estadias pós-natais variam a sua duração conforme o tipo de parto. No caso de parto vaginal normal, pode ficar até 2 dias, e no caso de cesariana, pelo menos 3. Muitas mães ficam só durante a noite para descansar, recobrar as energias e ganhar confiança. Se quiser ter alta antes do tempo habitualmente aconselhado, ela não lhe será negada. Para ajudar a tornar o seu regresso a casa o mais agradável possível, planeie o regresso, assegurando-se de que tem apoio suficiente. O tempo da sua estadia no hospital poderá depender ainda do estado do seu bebé. Convém lembrar que, se ele nascer antes do tempo, ou não estiver bem, se tiver dificuldade em alimentar-se ou em manter a temperatura, então você será aconselhada a ficar no hospital até o seu bebé estar preparado. Quando os bebés são prematuros, as mães poderão ter de os deixar na unidade de cuidados especiais mas poderão, estar quase sempre com eles. Ler Mais...

Ficar em casa com alguém

Ficar em casa com um familiar ou com uma empregada é uma hipótese que é por vezes possível, embora nem sempre tenha viabilidade económica para o casal e nem sempre também seja possível encontrar uma pessoa que inspire a suficiente confiança para os pais não apenas no sentido de não roubar a casa mas também de não se ir embora de um dia para o outro, deixando os pais com um grande problema entre mãos. Ficar em casa com o bebé implica ser uma pessoa de confiança geral, que saiba tomar conta da casa, que saiba tomar conta de bebés e que os estimule quantas crianças são bem tratadas por empregadas, por exemplo, que acabam por não brincar com elas nem as estimular e que não cause ciúmes à mãe, um problema que acaba por surgir quase sempre, já que essa pessoa, na prática sempre uma mulher, acaba por estar mais tempo com o bebé do que a própria progenitora, levando a que a criança desenvolva laços de afeto com ela, o que é um espinho difícil de engolir pela generalidade das mães. Por outro lado, a partir da idade em que os bebés começam a deslocar-se e a requerer atenção e estímulo a toda a hora, uma empregada não pode estar destinada a fazer as duas coisas: tomar conta do bebé e fazer a lida da casa. Se for o caso, pode distrair-se e o bebé sofrer, por exemplo, um acidente. Muitas vezes há um familiar que não se importa de dar um certo apoio à família e toma conta do bebé. Com as pessoas a trabalhar longe, com as famílias cada vez mais repartidas por bairros ou vilas diferentes e longe uns dos outros, com os próprios avós e tios a trabalhar (ao contrário do que acontecia nas gerações precedentes), esta situação é, na prática, muito difícil. Além dos problemas de «comando» que acabam por causar - geram-se às vezes mal-estares e conflitos, especialmente se é a mãe «dele» que vai tomar conta do bebé «dela». A criança ficar em casa é, no entanto, uma das melhores soluções. Ler Mais...
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