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Alguns parâmetros do desenvolvimento, nas várias idades, e sinais de alarme

Como cada criança se desenvolve com um ritmo próprio, é impossível dizer com exacti- dão quando é que «deve» fazer determinada tarefa ou adquirir uma dada competência. Os parâmetros de desenvolvimento dão uma ideia geral das alterações e aquisições que são de esperar, mas nunca se pode esquecer que a criança cresce e se desenvolve de maneira integrada, e que - salvo raras excepções -, um só critério para a avaliar não é suficientemente válido. A vigilância, porque alguma tem de ser feita, deve assentar na detecção dos chamados «sinais de alarme», que não indicam por si uma doença mas que devem, pelo menos, fazer com que a criança seja observada pelo médico-assistente, com vista ao esclarecimento da situação. Parâmetros de desenvolvimento 12 meses • quando se esconde atrás de uma fralda ou de uma porta, e reaparece, a criança manifesta agrado e gozo com a brincadeira? • localiza sons, virando a cabeça? • diz «ma-ma» e «<pa-pa»? Faz outros sons? • diz uma palavra? • tenta pôr-se em pé, agarrada? • já dá uns passos agarrado aos móveis e sofás? 18 meses • consegue segurar num copo ou caneca (de tamanho normal), sem ajuda, e beber sem entornar? • consegue atravessar uma sala ou um quarto, de ponta a ponta, sem cair ou bater nos móveis? • consegue andar sem apoio? • diz pelo menos duas palavras? • já tenta tirar os sapatos (sem atacadores) sozinho? • tenta comer sozinho? Sinais de alarme 12-18 meses • não consegue andar aos 18 meses; • depois de alguns meses de saber andar, anda sempre em bicos dos pés; • não sabe pelo menos 15 palavras aos 18 meses (pode, no dia-a-dia, não dizer nada porque não precisa, mas os pais devem já ter ouvido estas palavras, proferidas com sentido); • não diz uma frase de duas palavras, aos 2 anos de idade; • aos 15 meses, não entende a função de objectos diariamente utilizados, como a escova de cabelo, telefone ou telemóvel, campainha, garfo, colher; • não imita acções ou palavras no final deste período; • não compreende ordens simples, aos 2 anos; • não consegue empurrar um brinquedo com rodas, aos 2 anos de idade. 3 anos Marcha e motricidade grossa • trepa; • consegue subir e descer escadas alternando os pés nos degraus; • dá um pontapé numa bola; • corre com facilidade; • pedala num triciclo; • inclina-se para a frente sem cair. Motricidade finadesenha linhas verticais, horizontais e circulares com uma caneta ou lápis: • volta as páginas de um livro; • faz uma torre de seis cubos; • pega num lápis correctamente; • consegue enroscar e desenroscar; • dá volta a volantes. Linguagem • obedece a ordens com duas ou três linhas de acção; • reconhece quase todos os objectos e imagens comuns; • percebe a maioria das frases; • percebe conceitos físicos relacionais como «sobre», «dentro», «debaixo», etc; • usa frases de 4 e 5 palavras; • sabe o seu nome, idade e sexo; • as pessoas que não o conhecem entendem a maior parte do seu discurso; Sinais de alarme - 3 anos • cai com frequência; • tem dificuldade em subir ou descer escadas; • baba-se muito; • tem uma linguagem não entendível pelos mais próximos; • não consegue fazer uma torre de mais de 4 cubos: • não consegue manipular objectos pequenos; • não consegue desenhar um círculo, aos 3 anos; • não consegue comunicar, mesmo que com pequenas frases; • não se interessa pelo faz-de-conta; • não entende ordens simples; • pouco se interessa pelas outras crianças, nem sequer para conflitos; • ansiedade de separação constante. • usa pronomes (eu, tu, meu, nós, eles) e plurais (carros, cães, gatos), mesmo que -escorregue» nas excepções gramaticais («eu fazí» em vez de «eu fiz») Cognitivo •brinca facilmente com brinquedos mecânicos; • consegue associar um objecto real com a imagem num livro; • brinca ao faz-de-conta com bonecos, animais e pessoas; • divide os objectos segundo o formato e a cor; • faz puzzles de 3 e 4 peças; • percebe o conceito de «dois». Social • imita os adultos e amigos; • tem manifestações afectivas espontâneas com os familiares e amigos; • sabe esperar a sua vez num jogo; • entende o conceito de «meu» e «dele-. Emocional • expressa afectos e sentimentos abertamente; • expressa e conhece emoções, sabendo até imitá-las e fingi-las; • aos 3 anos, consegue separar-se dos pais sem ansiedade, quando transita para um ambiente que conhece; • habitua-se às rotinas. 4 anos Motricidade grossa • salta e consegue equilibrar-se num só pé durante pelo menos 5 segundos; • sobe e desce escadas sem apoio; • pontapeia uma bola com direcção; • atira a bola com a mão; • consegue apanhar uma bola lançada na sua direcção; • consegue andar para a frente e para trás com facilidade. Motricidade finadesenha formas quadradas ou rectangulares; • desenha uma pessoa com 2 a 4 partes do corpo • usa uma tesoura; • consegue começar a copiar algumas letras maiúsculas, reconhecendo as do próprio nome. Linguagem • entende o conceito de «igual» ou «diferente»; Sinais de alarme - 4 anos • não consegue atirar uma boia com a mão; • não consegue dar saltos no mesmo lugar; • não consegue andar de triciclo; • não consegue segurar num lápis entre o polegar e os outros dedos; • tem dificuldades em desenhar; • não consegue equilibrar 4 cubos; • mostra uma grande ansiedade de separação; • não se interessa por jogos interactivos; • ignora as outras crianças; • tem um medo atroz de qualquer pessoa que não seja a família restrita; • não joga ao faz-de-conta; • resiste a vestir-se, dormir ou aprender a ir à casa-de-banho; • não tem auto-controlo; • não consegue desenhar um círculo; • não usa frases com mais de 3 palavras; • não usa o «eu» e o «tu» adequadamente. • sabe usar as regras principais da gramática; • fala com frases de 5 a 6 palavras; • fala suficientemente bem para ser entendido por estranhos; • conta histórias. Cognitivo • sabe as cores principais; • entende o conceito de contar e sabe alguns números; • dá a sua opinião e tem a sua razão; • começa a ter uma noção do tempo e suas referências; • cumpre ordens com 3 etapas; • lembra-se de partes de histórias; • gosta muito do faz-de-conta. Social • gosta de desafios e experiências novas; • coopera com outras crianças; • brinca «aos pais e às mães»; • adiciona pormenores criativos às histórias; • sabe fantasiar; • veste e despe roupas simples; • começa a negociar, num conflito; • ganha independência. Emocional • vê monstros nas imagens ou representações desconhecidas; • vê-se como uma pessoa com corpo, mente e sentimentos; • distingue a realidade da fantasia na maior parte das situações. 5 anos Motricidade grossa • equilibra-se num só pé durante pelo menos 10 segundos; • salta em comprimento e altura; • dança, trepa; • salta nos dois pés. Motricidade finadesenha um triângulo e outras formas geométricas; • desenha a pessoa com corpo; • sabe algumas letras e desenha-as; • veste-se e despe-se; • usa a colher, o garfo e, por vezes, a faca; • usa a casa de banho. Sinais de alarme - 5 anos • está sempre com medo ou apresenta timidez extrema; • é muito agressivo; • não se consegue separar dos pais; • distrai-se facilmente e não consegue concentrar-se mais do que 5 minutos numa actividade; • não se interessa pelas brincadeiras comuns; • recusa-se a responder às pessoas ou dá uma resposta demasiadamente seca ou breve; • não usa fantasia ou imitação, no jogo; • está sempre triste e raramente sorri; • não se interessa por muitas actividades; • evita outras crianças; • não expressa emoções (chorar, rir); Linguagem •sabe recordar partes de histórias; • fala com frases de mais de 5 palavras; • usa os verbos no futuro; • conta histórias longas; • sabe o nome completo e a morada. Cognitivo • sabe contar até 10; • sabe pelo menos 4 cores; • sabe bem o conceito de tempo; • sabe distinguir grupos de acções e objectos: dinheiro, comida, brincar, higiene. Social • gosta de agradar; • gosta de copiar os amigos; • aceita regras; • gosta de actuar, dançar e cantar; • é muito independente e gosta de fazer as coisas sozinho. Emocional • tem noção da sexualidade; • sabe distinguir a fantasia da realidade; • exige, mas sabe cooperar e partilhar. • come e dorme mal; • não sabe usar a casa de banho; • não dislingue a fantasia da realidade; • é demasiado passivo; • não entende ordens de duas etapas; • não sabe o seu primeiro e último nome; • não usa adequadamente plurais nem os verbos no passado; • não fala das suas actividades diárias; • não faz uma torre de 6 a 8 cubos; • segura mal no lápis; • não consegue vestir-se ou despir-se; • não consegue lavar os dentes; • não sabe lavar e secar as mãos. Ler Mais...

A fantasia de mãos dadas com a imaginação e a criatividade

As crianças, entre os 2 e os 5 anos de idade, vivem no que Jean Piaget classificou como o estádio pré-operatório, ou de pensamento intuitivo. Ainda não conseguem efetuar operações, pelo menos de modo desenvolto, mas utilizam a inteligência e o pensamento, exercitando o raciocínio. Estas características revelam-se a vários níveis: Jogo • Grande apetência pelo «faz-de-conta» e pelo «brincar aos...», e inventar coisas, o que põe alguns adultos à beira de um ataque de nervos porque acham que «aquilo não é nada um carro ou uma casa»; • Na linguagem do jogo: depois dos 2 anos começa a falar sequencialmente e associando as palavras aos atos, até não se calar, quando está a brincar, servindo de locutor ao que está a fazer; • Na gestão das angústias enquanto brinca, simulando histórias e atos que a ajudam a ultrapassar momentos mais difíceis ou incómodos.   Desenho • Até aos 2 anos fazem-se riscos sem sentido: a criança gosta sobretudo de riscar porque é engraçado deslocar uma caneta ou um lápis no papel e ver o que ficou. O desenho não representa nada de concreto nem simbólico; • Aos 3 anos já o desenho vale por ele, embora faça apenas riscos com algum nexo, a que atribui um nome - «é o pai», «é uma casa» e começa a desenhar as pessoas, com os braços muito grandes a sair do pescoço (que não existe propriamente), com umas mãos igualmente grandes, e umas pernas compridas que terminam num pé-bota. Os olhos não são simétricos e as orelhas, a haver, são enormes. O cabelo podem ser uns riscos ou não existir; • Aos 4 anos a figura humana é bem desenhada, com alguns pormenores e adereços (roupa, brincos) e procurando jogar com as cores para definir o que quer expressar. Já desenha árvores e o Sol ou a Lua. O desenho já é definido primeiro na mente, e o que a mão faz é previamente construído, ou seja, começa a desenvolver a criatividade e a sentir uma enorme liberdade de execução, não tendo limites (caso os adultos não os ponham) para a sua expressão; a cor nem sempre é a correspondente à realidade (cara azul, olhos vermelhos) e os tamanhos relativos também não são os reais (o cão do mesmo tamanho do que a casa). Os adultos já percebem que aquilo que está feito é um gato ou uma árvore; • Começa a entrar no mundo dos símbolos, e a interessar-se por eles, como é o caso das letras. «Esta é a minha letra.» «Esta é a do pai.» Ler Mais...

Uma história para adormecer

As histórias de fadas e bruxas (ou com outras personagens) fazem parte da noite e do adormecer. As histórias são empolgantes, como é empolgante e atemorizadora a passagem do dia para noite, da vigília para o dormir. Mas, na maioria das histórias, o Bem triunfa sobre o Mal - de uma forma simplista, convenhamos, mas própria do pensamento de uma criança deste grupo etário, em que os objectos, as situações e as coisas têm de estar muito bem definidas, para posteriormente partir para a percepção de que, entre o branco e o preto, existe uma gama muito variada de cinzentos. Além disso, a criança também se sentirá mais segura, porque se na história as bruxas seguirá vencer os seus medos e adormecer. O Presuntino é uma personagem da minha própria casa. Não é mau, mas faz patifarias e é inconsequente. E às vezes mente, mas é sempre apanhado. No final acaba por ver os seus planos fracassarem e acaba por reconhecer que errou e pede desculpa a quem ofendeu. Todos os dias há novas histórias, e se primeiro era eu quem elaborava o guião, depressa os meus filhos começaram a inventar situações e enredos, cada vez menos reais e mais mágicos - metendo bruxas, monstros e outros seres assim -, mas sempre com o mesmo padrão. O Presuntino tem um pai, uma mãe e duas irmãs, a Fiambrina e a Baconzinha, vítimas naturais das suas maldades. E gosta de ser maroto, embora tenha sempre algum receio de ir até ao fim e fuja quando as situações se tornam violentas. Alinha com os «maus», mas há limites éticos que não passa e quando vê que as coisas estão a passar dos limites, mete a marcha-atrás e foge, ou tenta inverter a situação, nem que seja suplicando à bruxa a quem tinha pedido algo que volte a repor a normalidade. Estes limites e estes enredos náo sou eu quem os desenha - resumo-me cada vez mais a um mero locutor do que os meus filhos, agora com 4 e 5 anos, me pedem e confidenciam. 0 Presuntino é, assim, um constante aferidor dos seus próprios comportamentos, uma personagem que, ao fim do dia, vem confirmar-lhes o que é certo e o que é errado, e assegurar-lhes que, mesmo que tenham feito algumas birras e malandrices durante o dia, está tudo sanado e podem dormir descansados... e que merecem sempre o amor dos pais. A expectativa das aventuras - inventadas e cada vez mais «loucas» - fá-los estar calados e ouvir Depois dos momentos de instabilidade e transgressão, é a reposição da lógica ética O Bem triunfa e o Presuntino arrepende-se. Volta não volta (mas raramente) ele faz o papel de bom e sai em ombros, mas como disse, raramente. E os momentos são escolhidos por eles que, se estou a contar a história num determinado sentido que não é o desejado, chamam-me a atenção para o desvio do rumo. Cada um tem direito à sua história. Raramente surge a «menina Pescadinha», uma «presuntina» inventada por uma irmã minha, que faz tal e qual o mesmo. Mas como são todos rapazes identificam-se mais com o Presuntinho, menino cuja a idade desconheço e cuja fisionomia ignoro. Só sei o nome, a constituição da família e pouco mais. Ler Mais...

Falar um com o outro

É essencial que tanto você como o seu companheiro mantenham as linhas de comunicação abertas durante este tempo de alterações e de algumas incertezas. * Se não tem feito nenhum sexo, tranquilize o seu companheiro que se trata de uma situação temporária e explique como a gravidez a faz sentir, física e mentalmente. * Da mesma forma, se o seu companheiro parecer relutante em ter relações sexuais, não leve isso como uma coisa pessoal. Tente descobrir como ele se sente. * Não permita que uma vida sexual mais calma a iniba de ser afectiva noutras ocasiões. Ler Mais...

Medicamentos para constipações e gripes

Como estes remédios podem conter ingredientes, como anti-histamínicos e outros descongestionantes que convém evitar na gravidez, deve verificar cuidadosamente o folheto e falar com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer deles. Tente produtos naturais, como inalação de vapor antes de qualquer medicamento, ou tome paracetamol durante um prazo curto. Ler Mais...

Publicidade como um estímulo à criatividade e ao exercício intelectual

A publicidade, quando bem elaborada, é sinónimo de criatividade, nonsense, alegria, imaginação e gozo. Todos estes atributos são altamente estimulantes para as crianças deste grupo etário. Os nossos filhos precisam de ver coisas boas, bonitas, de qualidade, com graça, exatamente para que não fiquem depois adultos sérios demais. Além disso, merece destaque o rigor com que os anúncios, por exemplo, são feitos. Como se consegue trabalhar estruturadamente para um determinado objectivo. Como se tem e ter uma preocupação enorme com os pormenores. Como se consegue transmitir uma ideia, de uma forma tão forte, em tão pouco tempo - já viram o que as crianças podem ganhar se os pais lhes explicarem como os anúncios são construídos, e o exemplo fabuloso de poder de síntese que representam? Ler Mais...
Como desenha priqueto | Para Pais.