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Verduras, frutos e batatas

As verduras e frutos têm uma grande afinidade: baixo teor calórico, proteínas de valor biológico semelhante, muito pouca gordura, água, e bastantes hidratos de carbono (amido e açúcar), fibra (celulose), vitaminas A e C, e minerais (cálcio e ferro). Os frutos e verduras devem ser incluídos na alimentação da criança desta idade, mesmo que seja - como acontece frequentemente - uma das maiores razões de lutas e recusas alimentares. Haverá alguma criança que goste de alface? É importante que os pais arranjem uma maneira de dar frutos e legumes - a variedade é enorme e a escolha grande, já que, dentro dos mesmos grupos (mais ou menos correspondentes às cores), a qualidade e o interesse é o mesmo. A forma de apresentação pode servir para convencer uma criança que se recusa sistematicamente. As cores podem ser usadas para desenhar, no prato, uma cara ou um boneco, uma casa ou outra coisa que distraia e que faça um sinal positivo. Os frutos secos têm um elevado teor de gordura e não acrescentam nada em termos de alimentação da criança. Mais, muitas vezes são salgados ou picantes, e os que têm óleo são mais escorregadios e podem causar asfixia se ingeridos antes dos 4 anos. Nunca se deve dar, em qualquer idade, um fruto seco sem estar presente até a criança acabar de o comer. Os espinafres e a beterraba, não recomendados no primeiro ano de vida, já podem, depois desta idade, ser consumidos a menos que haja uma situação de anemia por falta de ferro. A batata é o maior fornecedor de vitamina C, e para os pais preocupados com o facto de a criança não tomar um suplemento de vitaminas, refira-se que as batatas cozidas são as que mais vitamina C contêm. O puré é o que mais faz perder. O problema das batatas fritas não tem a ver com a batata, que é uma mera locomotiva do resto: gordura e sal, substâncias pouco interessantes para as crianças desta idade. A opção é vossa, mas creio que uma atitude firme, com cedências pontuais, será certamente melhor para a saúde dos vossos filhos. Em algumas regiões do país consome-se batata doce. Tem mais açúcar do que a batata normal, mas como não se consome habitualmente frita pode ser uma opção de vez em quando. Ler Mais...

Refeições que nunca mais acabam

Aqui fica uma estratégia para acabar com as birras à mesa: • Ir com os pais ao supermercado, e ajudar escolher os legumes e frutos; • Chegar a casa, ajudar a trazê-los para cima na caixa do supermercado, ao embalarem-nos, punham-nos em sacos leves, para a criança poder carregá-los; • Ser a ajudante da mãe e do pai a guardar as coisas, e a aprender quais os que precisam de ir para o frigorífico, e onde é que eles se guardam, e porquê; • Ver preparar os legumes e aprender como se confecionam e, designadamente porque se juntam coisas como sal, azeite, vinagre; • Ia buscar as caixas de plástico para guardar a sopa e escolher os frutos para pôr na fruteira que vai para a mesa. Da mesma forma que nos sabe muito melhor qualquer coisa feita por nós mesmo sabendo que há produtos comprados feitos que são melhores Ler Mais...

Avós: personagens centrais

Ser avó ou avô é uma honra. Uma benesse. Significa que um dos objetivos mais agudos e prementes da Humanidade se cumpriu a perpetuação. As gerações vindouras representam a Eternidade e a concretização do prolongamento da vida das gerações precedentes. Transmitir valores, comportamentos, tradições e conhecimento é tarefa obrigatória dos mais velhos. Os avós e os netos podem ser cúmplices porque os extremos se tocam, mas com a tolerância e a satisfação também ela cúmplice dos que ocupam a faixa do meio. Infelizmente os tempos são outros e a realidade também. Os avós já não moram com os filhos e com os netos, nem na mesma casa, nem na mesma aldeia ou bairro vêm apenas visitá-los. Já não assistem nem ajudam ao parto da filha vão à maternidade no dia seguinte, na «hora da visita». Já não bordam o enxoval do bebé - trazem do «xopingue» tudo já feito, por qualquer trabalhador ou criança anónima da Coreia ou da República Popular da China, a metade do preço. Claro que não há propriamente um modelo estereotipado de avós. A «instituição avós» tende a acabar diz-se. Talvez. Mas mais do que acabar tende é a modificar-se. Por exemplo, e como já referi, viver em comum, com mais do que duas gerações, como era habitual, tornou-se mais raro. Em consequência, o contacto entre as gerações passou a ser uma excepção e não uma regra, sempre com objetivos mais ambiciosos do que simplesmente estar, partilhar culturas, experiências e saberes, repartir alegrias (e tristezas), calor humano e episódios anedóticos. Os mais velhos que já tem pouca voz política e social, qualquer dia perdem-na no seu ecossistema mais próximo - o familiar. Podem-se dar alguns exemplos: as quarentenas pós-doença com o mimo dos avós, as histórias e contos ao deitar, o recordar tempos idos (mesmo com muita falta de rigor histórico compensada com o picaresco da espontaneidade), os passeios aos parques, jardins ou simplesmente pela rua, lanchar com os avós, praticar as artes e ofícios dos mais velhos, aprender a cantarolar as mesmas músicas de antigamente, conhecer as tradições (o «Pão por Deus», as Janeiras, o jogo da malha e tanta outra coisa). Isto não é incompatível com o progresso, pelo contrário. É parte dele, pois progresso significa obrigatoriamente o respeito pela pessoa e pelo Homem. Senão será retrocesso e não progresso. Ler Mais...

Fatos de banho

O fato de banho das crianças deve ser negociado com elas, sobretudo nas raparigas a partir dos 3-5 anos. Algumas sentem pudor mais cedo do que outras e não gostam de andar nuas ou até preferem colocar fato de banho completo mesmo que nem tenham «nada» para mostrar. Não se deve exagerar, mas também não se deverá violentar as crianças. Nesta idade (3-5), a opinião do resto do grupo também é importante para o próprio e não deve ser menosprezada pelos pais. Ler Mais...

Quinta doença – Que sintomas?

Os sintomas aparecem cerca de uma a duas semanas depois do contágio e, essencialmente, são cansaço e febre ligeira que desaparece rapidamente. Depois destes sintomas (inespecíficos e que na maioria dos casos passam despercebidos), aparecem as manchas (exantema), geralmente ao nível das bochechas, dando o aspecto tradicionalmente descrito como «cara em bofetada» (nesta altura já sem febre). O exantema pode estender-se ao resto do corpo e murtas vezes vai e vem. Às vezes as manchas ficam mais claras na parte central. Por vezes podem causar comichão. Ler Mais...
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