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Quando o seu bebé não quiser tomar os medicamentos

Arranje uma seringa (sem agulha) ou um dispensador, dos que se vendem nas farmácias e lojas de produtos para criança (ou que, por vezes, acompanham os medicamentos), e dê pelo lado da boca. O bebé irá engolindo, mesmo que entre dois choros, e não correrá o risco de se engasgar, cuspir ou vomitar. Se o bebé fechar a boca, deixe passar um bocadinho e aproveite um momento de choro. Não o violente, como por exemplo apertando o nariz ou assustando. Mas seja firme, fazendo entender que tem mesmo que dar o medicamento. Há momentos em que podemos transigir, outros não. Nenhuma criança aceita de bom grado, especialmente estando doente, tomar medicamentos, sobretudo à noite ou quando está a dormir. Tem que ser um exercício de paciência, mas também de querer. É para bem deles! Os supositórios são geralmente bem tolerados em bebés com menos de um ano, e não havendo diarreia, são sempre uma boa solução porque podem ser postos na muda da fralda; aos bebés com mais de 4-6 meses, dê um brinquedo para ele se relaxar. Uma coisa que o pode entreter é colar um adesivo no dedo. Ele tentará tirá-lo e o adesivo vai-se colando de dedo para dedo, entretendo-o; molhe sempre a ponta do supositório ou ponha um pouco de vaselina. Depois de empurrar o supositório e de o ver desaparecer, mantenha o ânus apertado durante uns momentos, para o supositório subir até à ampola rectal. Caso contrário sairá com o mínimo de força (como a que o bebé faz a chorar). As gotas ou pomada dos olhos têm mesmo que ser colocadas dentro dos olhos, e não «a fugir», deixando o produto cá fora. Ler Mais...

Que alívio para a dor será dado depois de uma cesariana?

Desde que você não seja asmática, não tenha pré-eclampsia e não tenha sangrado muito durante a operação, dar-lhe-ão um supositório analgésico logo depois da operação. Se tiver algum destes problemas, dar-lhe-ão uma alternativa, como codeína e paracetamol. Se tiver feito uma cesariana com anestesia epidural, esta continuará a ter efeito durante uma ou duas horas depois da operação. Se estiver a sair de uma anestesia geral, a dor poderá ser maior e nesse caso o cirurgião poderá injetar uma anestesia local na fenda para reduzir a dor. Depois da operação, dar-lhe-ão analgésicos com regularidade, que poderão ser paracetamol quatro vezes por dia e diclofenac três vezes por dia. Se estiver a amamentar, muitos médicos estão agora mais relutantes em dar codeína ou medicamentos à base de codeína, pois podem passar para o leite. Em vez disso, a codeína pode ser dada só para "quebrar" a dor, quando a anestesia inicial desaparece, embora muitos médicos possam dar um analgésico líquido à base de morfina ou injeções de morfina, a qual provavelmente não causadependência pois é dada de forma irregular e em pequenas quantidades. A melhor forma de conseguir alívio para a dor é informar a sua parteira logo que sentir alguma dor, pois quanto mais cedo a dor for controlada, mais rapidamente se poderá movimentar, e isso irá apressar a recuperação e reduzir os riscos resultantes da imobilidade, como uma trombose das veias. Ler Mais...

O que fazer perante uma convulsão febril?

Quando ocorre o primeiro episódio, é difícil saber se é uma convulsão febril ou uma convulsão com febre integrada numa outra situação. De qualquer forma, o essencial é não entrar em pânico. Além de eventuais consequências das próprias convulsões e da situação que as origina quando se trata de convulsões não-febris, o maior risco imediato é a sufocação por aspiração do conteúdo do vómito. Assim, embora não esteja em causa a recomendação de que se leve a criança ao serviço de urgência mais próximo, ela deve ser posicionada de modo a que se vomitar - o que acontece com frequência - não corra o risco de se sufocar com os alimentos que vomitou, nomeadamente durante o transporte para o serviço de urgência. Deitá-la de bruços ou de lado é a melhor atitude. Outro aspeto importante é baixar a temperatura. Não nos podemos esquecer que muitas das convulsões febris aparecem durante a subida da febre e que, portanto, podem ainda não ter dado nada à criança para baixar a temperatura. Convém pôr imediatamente um supositório de um antipirético. Se a criança está em plena convulsão não se deve tentar dar nada a beber porque aumenta o risco de sufocação. Por outro lado, embora seja importante evitar mordeduras da língua introduzindo um objeto tipo espátula na boca, há que ter cuidado para não o fazer de modo intempestivo, para não causar lesões e para a própria pessoa que o faz não ser mordida. Ao chegar ao serviço de urgência deve dizer-se que a criança está com convulsão, para não esperar na sala de espera e poder ser assistida de imediato. Ler Mais...

Tratar ou não a febre?

Não basta pensar em tratar a febre tem que se pensar no que se ganha e no que se perde, em função dos riscos associados ao uso dos medicamentos e, além disso, que as variações metabólicas causadas pela descida da febre provocada pelos antipiréticos (acompanhada de sudação intensa) e subsequente subida quando o seu efeito decresce (acompanhada de calafrios e tremores musculares) podem resultar mais desconfortáveis para a criança do que se se mantiver uma temperatura ligeiramente elevada, mas estável. De qualquer forma, no caso de febre são os antipiréticos que devem ser usados, não estando o arrefecimento indicado, pois o seu uso, nesta situação, vai diminuir a temperatura da pele, o que provoca uma reação de subida da temperatura e um esforço metabólico grande. É o mesmo que acontece quando se despe uma criança febril num ambiente frio. Quanto muito, na tentativa de fazer perder calor enquanto os antipiréticos não actuam, poder-se-á causar vasodilatação friccionando a pele até ficar bem vermelha, nas pernas e nos braços, com água tépida (3°C a 4°C abaixo da temperatura do doente). Pais, recordem-se que: a medição da temperatura retal deve efetuada cuidadosamente, a fim de evitar lesões da mucosa rectal; a temperatura rectal é normal até 38°C; ao atribuir importância à temperatura, tomem em consideração a idade criança (quanto mais jovem maior o significado da elevação da temperatura); a elevação da temperatura no decurso de uma infecção é uma resposta fisiológica com efeitos benéficos; mais importante do que medir a febre é valorizar outros sinais e sintomas, particularmente nos primeiros meses vida; O risco imediato para a criança é a sufocação por aspiração do conteúdo do vómito. Assim, embora não esteja em causa a recomendação de que se leve a criança ao serviço de urgência mais próximo, ela deve ser posicionada de modo a que se vomitar - o que acontece com frequência não corra o risco de se sufocar com os alimentos que vomitou, nomeadamente durante o transporte para o serviço de urgência. Deitá-la de bruços ou de lado é a melhor atitude. Outro aspecto importante é baixar a temperatura. Não nos podemos esquecer que muitas das convulsões febris aparecem durante a subida da febre e em que, portanto, os pais podem ainda não ter dado nada à criança para baixar a temperatura. Convém pôr imediatamente um supositório de um antipirético. Há medicamentos, administrados na forma de clister, que podem ajudar a controlar a convulsão, nos casos em que durem mais de cinco minutos. Se a criança está em plena convulsão não se deve tentar dar nada a beber porque aumenta o risco de sufocação. Por outro lado, embora seja importante evitar mordeduras da língua introduzindo um objeto tipo espátula na boca, há que ter cuidado para não o fazer de modo intempestivo, para não causar lesões e para o adulto que o faz não ser mordido. A ideia antiga de que a criança poderia enrolar a língua não tem confirmação científica. Se a convulsão não cede e a criança não acorda nos 30 minutos subsequentes, então justifica-se ir a um serviço de urgência. Ao chegar ao serviço de urgência deve dizer-se que a criança está com convulsão, para poder ser assistida de imediato. Ler Mais...

Pais são pais, filhos são filhos

Já todos assistimos a cenas que quase fazem regras, quando deveriam ser a maior das exceções - o Joãozinho, de 12 meses, que não deixa a mãe pôr o termómetro ou o supositório (vontade férrea, a deste Joãozinho...); a Mariazinha, de 4 anos, já frequenta o jardim-de-infância e mesmo assim continua a dormir no quarto dos pais - no quarto dos pais, vírgula, na cama dos pais, porque embora estes lhe tivessem, em desespero de causa comprado uma cama para pôr ao lado da deles (não esqueçamos que a nossa amiga tem um quarto só para ela, mas não o quer utilizar) ela exige (leram bem, e-xi-ge) dormir na cama deles...e faz birra se não a deixam. Ou o Ruben, de 3 anos, que é tão lento a comer que os pais dizem que têm de estar horas a olhar para ele, à mesa, à espera que sua excelência se decidida a mastigar ou lhes dê a honra de engolir os alimentos. Passam horas à volta da mesa enquanto a criancinha se decide a comer. Compreende-se a angústia que afeta a maioria dos pais: programa-se um filho a medo, será um, quanto muito dois, a vida não está para mais. Quando nasce o dito menino, depois de uma gravidez ultravigiada, cheia de ecografias e outros exames (não nego a sua necessidade, mas é um (facto), os pais apanham-se sozinhos, com poucos apoios e sem experiência passada, com dúvidas e fantasmas, exacerbados por muita medicalização, muitas leituras e a sensação geral de que «toda a gente é doente até prova em contrário. Depois, a exigência da perfeição – pais perfeitos, crianças perfeitas e um mundo perfeito. Como se isso fosse possível. Seguem-se os complexos de culpa. Os livros «dizem» que se deve dar atenção às crianças e só temos cinco minutos ao fim do dia. Não há espaço - as casas são pequenas. Coitadinho, tem de ir para o infantário ou para a ama. O número de crianças em quem repartir todas as expectativas (dos pais, dos avós, dos tios), onde projetar todas as correções das frustrações do passado (dos mesmos pais, dos mesmos avós, dos mesmos tios), a quem oferecer brinquedos e presentes e chocolates e caramelos (pelos tais pais, avós e tios) é muito pequeno. Por vezes cai tudo em cima apenas de uma criança, e se ela sofre com o facto, também aproveita para o gerir no seu interesse, manipulando os pais quanto e tanto souber e puder. As crianças precisam de ver nos pais pessoas que sabem o que querem e que, se necessário, se impõem. Não está em causa se o que os pais querem está certo ou errado, se é melhor ou menos bom. As crianças farão a sua análise e a sua apreciação, quando for a altura própria. Mas do que eles não precisam é de adultos titubeantes, com receio, inseguros, afinal mais imaturos e mais crianças do que elas próprias, crianças. Amigos, amigos, campeonatos à parte. A promiscuidade de papéis, por vezes mesmo quase uma inversão, é causa de muitos problemas comportamentais que, infelizmente, não se resumem a umas quantas birras ou a uma mera má-criação. Ficam marcas indeléveis que marcarão gerações e sociedades. Pais: não se demitam das vossas responsabilidades nem se assumam perante os vossos filhos como se fossem à partida culpados. Culpados de quê? De os terem? De trabalharem? De não lhes poderem oferecer tudo o que a publicidade ou as revistas de futilidades vos mostram? O melhor que lhes podem dar não custa dinheiro e está ao vosso alcance - a começar por exemplos comportamentais sólidos e corretos. Não exijam a vocês próprios a perfeição - além de esta não existir, ser perfeito deveria ser uma grande maçadoria. Meninos são meninos, pais são pais. Sem fazer a apologia do conflito de gerações, é necessário contudo respeitar a diferença dos «cargos». Se acham que uma coisa está correta, se querem que os vossos filhos se comportem desta ou daquela maneira, façam-se obedecer. Os Joõezinhos, as Mariazinhas e os Rubenzinhos vão mesmo aprender que têm de medir a temperatura, dormir na cama deles ou ler um certo tempo para comer. E que, após a fase de audiência dos interessados e de negociação, quem determina o que se come e o que se veste, e como as coisas se fazem são os pais. Democracia não é sinónimo de abdicação ou de fuga às responsabilidades, pelo contrário, em caso de impasse quem está mandatado para tomar decisões tem de as tomar. Ler Mais...

O que pode afectar a fertilidade de um homem?

A análise ao sémen pode revelar várias razões para o esperma ter dificuldade em fertilizar um óvulo. A contagem de espermatozóides pode ser baixa (menos de 20 milhões de espermatozóides por ml), a mobilidade (como se movimentam) pode ser fraca, e pode haver uma grande percentagem de espermatozóides mal formados. Alguns homens não conseguem ejacular no orgasmo. Também pode haver alterações nos canais que ligam os testículos aos vasos seminais onde o esperma é produzido e isso pode existir de nascença ou ser devido a uma infecção. Ler Mais...
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