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Verificação da abertura das pernas

Outra manobra que o médico faz é ver se as pernas do bebé abrem bem, até tocar com o lado na marquesa. Chama-se a este movimento: «abdução». Há bebés que têm uma limitação da abdução, sem que isto corresponda a nada da articulação, mas apenas a um fenómeno tendinoso que pode gerar um barulhinho-um «click», diferente do «clunk» sentido pela mão. A limitação à abdução é muito importante, sobretudo se for unilateral. Ler Mais...

Adoro marisco e como com regularidade. Posso continuar a comê-lo durante a gravidez?

Comer marisco cru ou pouco cozido é um risco e deve ser evitado, pois pode conter vírus e bactérias prejudiciais. As ostras cruas podem trazer um vírus chamado Norovirus, o qual causa náuseas, dores abdominais e diarreia, e o marisco cru ou mal cozido pode conter hepatite A, um vírus que afecta o fígado. Contudo, comer camarões, lagosta, ostras, amêijoas, berbigão, vieiras ou caranguejo bem cozinhados, é hoje em dia considerado seguro, pois a temperatura mata qualquer bactéria ou vírus. Nutricionalmente, o marisco cozinhado é benéfico, pois é baixo em gordura, alto em proteínas e rico em minerais. Um camarão ou uma lagosta bem cozinhados ficam vermelhos e com a carne opaca, branca e firme. As amêijoas, os mexilhões e as ostras abrem as conchas quando bem cozinhados - deite fora algum que não abra. Assegure-se de que compra marisco de confiança. Ler Mais...

O «problema do ar»

Os bebés engolem ar. É um dado adquirido, esta denominada «aerofagia fisiológica», ou seja, o facto de os bebés engolirem ar espontaneamente. Quando chucham ou simplesmente abrem a boca, «comem» ar, dado que ainda não têm bem regulados os mecanismos de concentração da respiração e da deglutição. Por outro lado, se tiverem o nariz tapado na altura em que vão mamar engolirão muito mais ar, pela mesma razão e pelo facto de terem a boca e o nariz «tapados» ao mesmo tempo. Daí a importância de se colocar soro fisiológico nas narinas do bebé alguns minutos antes da mamada, desde a maternidade. Se o tempo estiver particularmente seco, como acontece no Verão ou quando se usam aquecedores que secam o ambiente, este problema agrava-se ainda mais. Também é preciso saber que o nariz dos bebés recém-nascidos está quase sempre entupido, e isto acontece porque a nossa programação genética faz com que estejamos preparados para um ambiente que nada tem a ver com o atual, em termos de temperaturas, humidades e poluição. Assim, o nariz «de há dez mil anos» do bebé pequeno tem que ter um período de adaptação, durante o qual reage da maneira que sabe: produzindo secreções e inflamando-se, o que, num nariz já muito estreito, ainda vai provocar mais obstrução. O ar, uma vez engolido, vai dilatar o intestino e provocar dor, além de «empurrar» o diafragma e originar soluços. Ler Mais...

Acordar mal-humorado

Algumas crianças acordam alegres, cantarolam, e ficam a brincar até os pais irem ter com elas. Outras não - quando acordam choram, parecem infelizes, inconsoláveis. É importante que, mesmo que o relógio nos pressione, não assumamos logo uma postura de intransigência e de exigência. Uma criança amedrontada não estará disponível para ouvir «bons conselhos», sobretudo se forem dados com uma voz tronituante. É preciso dar mimo, fazer um acordar vagaroso e gradual - às vezes os pais abrem as cortinas ou os estores de repente, entrando muita luz, e há crianças que não aceitam bem essa transição brutal. O mau humor matinal pode dever-se ou ser agravado pela hipoglicemia. Depois de um jejum nocturno de muitas horas, a criança precisa de comer, caso contrário, em cada minuto acordada, o açúcar no sangue ainda baixará mais, causando irritabilidade e impaciência. Dar um copo de leite ou sumo quando a criança ainda está na cama pode, quase como um milagre, transformar radicalmente o humor. De qualquer modo, cada um tem o seu acordar - como os adultos, aliás - e o que temos de entender é como os nossos filhos funcionam e dar-lhes o tempo e a atitude de que necessitam. O despertador, as filas de trânsito e a pressão das horas terão de esperar - aliás, se se gastar um bocadinho de tempo com este processo ganha-se tempo no resto (higiene, etc.) e, sobretudo, boa disposição. Ler Mais...

O que é a bronquiolite?

Os pais conhecem-na e temem-na. E com alguma razão. A bronquiolite é uma infeção respiratória, mas como surge em bebés e afecta os pequenos bronquíolos, ou seja, os tubos que estão a seguir aos brônquios, na árvore respiratória, a dificuldade respiratória é grande e causa muita ansiedade. Surge geralmente em crianças com menos de 12 meses de idade, e é uma causa muito frequente de internamentos. Um dos fatores de risco é o fumo de tabaco e, claro, todas as situações em que as crianças compartilhem espaços, como os infantários. O agente que mais frequentemente causa bronquiolite é um vírus, designado por vírus respiratório sincicial (VRS), típico do Inverno, mas por vezes outros vírus podem estar implicados, como os adenovírus, que surgem por surtos e podem deixar fragilidade brônquica durante muito tempo. Nos adultos, o VRS causa apenas uma ligeira constipação, sem grande sintomatologia. O VRS transmite-se através da tosse, dos espirros ou das secreções nasais de uma pessoa infectada (e geralmente os adultos não dão por estarem infectados) a lavagem de mãos, quando se tratam as crianças, bem como o uso de máscara pode impedir a contaminação. A acção dos vírus leva a descamação das células da parede do bronquíolo (como se descascasse o tubo), com congestão e grande obstrução, o que provoca um enorme aumento da resistência à entrada e sobretudo à saída do ar. Este aspecto acontece porque, na respiração normal, os tubos respiratórios abrem-se para o ar entrar, mas quando o ar sai eles estão tendencialmente mais fechados. Ler Mais...

Cortes com latas

Uma criança pode cortar-se com uma lata ao abri-la, a manipular uma lata já aberta, manipular a tampa da lata (por exemplo para a deitar para o lixo) ou mexer em sacos de lixo ou outros contentores onde está uma destas tampas cortantes. As tampas e as superfícies das latas funcionam como autênticos bisturis, fazendo cortes finos, profundos e geralmente longos, que sangram bastante e que necessitam frequentemente de serem suturados («levar pontos»). Há que ensinar as crianças a manipular corretamente as latas, e protegê-las dos perigos mais comuns:
  • escolher latas de «abertura fácil», com uma argola, tipo «borboleta», pela qual se puxa; abrir a lata devagar, segurando-a bem, e fazendo movimentos de «vai-vem», de forma a descolar lentamente a tampa da parte de baixo (além disso, ajuda a não entornar o conteúdo, o que poderá acontecer se fizermos movimentos rápidos);
  • nunca agarrar com os dedos na face lateral da tampa;
  • tirar todo o conteúdo da lata, mesmo que não se vá logo utilizar (e guardar numa caixa hermética ou noutro local), para evitar ter de a manipular mais. Não esquecer que os adultos abrem as latas mas que, se elas ficarem no frigorífico, muitas vezes são as crianças que depois as vão manipular para, por exemplo, preparar um lanche;
  • ao deitar uma lata e a respetiva tampa fora, há que ter o cuidado de não perfurar o saco do lixo de forma a poder cortar alguém que lhes mexa, e pode ser o nosso filho que, educadamente, foi deitar qualquer coisa no lixo. Melhor será deitar a lata nos contentores próprios para posterior reciclagem.
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