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O que são as amígdalas?

As amígdalas são umas formações do chamado tecido linfoide, especializado em defesa contra as diversas agressões, microbiológicas ou não, e que se situam em ambos os lados da garganta. A sua função é semelhante à dos adenoides: porteiro que evita a entrada de agentes nocivos. Quando as amígdalas se infetam, incham e causam os sintomas que mencionei. No fundo, o que a criança sente vem essencialmente de duas origens: os sinais de infeção (febre, mal-estar. falta de apetite) e os sinais locais que estão associados ao aumento dessas estruturas (dor a engolir, dificuldade em respirar e falar, tosse, vómitos). Os vómitos, por exemplo, são fáceis de explicar porque, além do quadro infecioso geral que os pode causar, o facto de as amígdalas estarem junto à faringe - e esta também estar inflamada, por continuidade - faz com que o aumento do seu tamanho induza o vómito, quase como se alguém estivesse a meter uma colher pela boca abaixo. O aumento dos gânglios debaixo da mandíbula representa a entrada destas estruturas (também elas formadas por tecido linfoide) na luta contra as bactérias. Os gânglios são como filtros que, do mesmo modo, têm por missão limitar a infeção e não a deixar progredir. Muita gente pensa, como a mãe do Rui, que ao palpar os gânglios da criança está a palpar as amígdalas. Não. Não é a mesma coisa e esses gânglios podem também estar volumosos no decurso de outras infeções - nasais, da pele, dos dentes -, e permanecem aumentados muito para lá do período agudo de infeção. Ler Mais...

Como prevenir

Em primeiro lugar é essencial não ter medo de falar do assunto nem considerar que ter piolhos é sinal de «porcaria». O maior amigo dos piolhos é o silêncio que se faz à sua roda. A melhor maneira de dar cabo deles, é falar neles, saber que existem e que infestam as crianças portuguesas de todas as classes sociais. Em segundo lugar, a higiene (lavar a cabeça), mas sobretudo o pentear. O uso regular do pente, sobretudo se o intervalo entre os dentes do pente for apertado (como os pentes de metal que existe, alguns dos quais dão choques eléctricos aos piolhos), permite «partir» as pernas dos insectos, fazendo com que estes percam o equilíbrio e caiam do cabelo, impedindo-os de se multiplicarem. Assim, mesmo que a criança apanhe dois ou três piolhos eles não durarão os tais sete dias de que precisam até se poderem reproduzir. Pais: penteiem os vossos filhos todos os dias. Em terceiro lugar, quando se confirma a infestação, deve-se lavar a cabeça com uma das muitas loções que existem e que não só matam os piolhos já existentes como previnem um pouco em relação a novas infestações. De qualquer modo. não convém abusar destes produtos porque a maioria deles é irritante para a pele que, de si, já está inflamada em resultado das mordeduras dos piolhos e da ação da sua saliva e fezes nas feridas. Convém também chamar a atenção para o perigo de usar certos produtos tóxicos - como pesticidas e produtos para insectos - na cabeça das crianças. Não é o primeiro nem o segundo caso de crianças com intoxicações graves em consequência do uso desses produtos, especialmente em meio rural. Muito cuidado com isso. Os piolhos «desmoralizam» mas não matam. Um «tratamento» errado pode matar! Finalmente, a questão de proibir ou não a entrada na escola. Cada estabelecimento de sino terá as suas regras, mas convém lembrar novamente que quando se descobre a infestação já a criança tem piolhos há muitas semanas. Mais importante do que ser rigoroso nesse aspecto é ensinar às crianças hábitos higiene e de pentear-se todos os dias, é verificar as cabeças das crianças regularmente e falar no assunto para que os pais aceitem a situação e façam o tratamento corretamente. Muitos pais escondem o assunto por vergonha, mas também porque têm medo das evições escolares. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre a escola e os amigos

O meu filho diz que não quer ir para a escola. Será uma das suas manhas? Parabéns! O seu filho usa bem o português, e que quando diz «não quero ir para a escola» quer dizer exactamente isso: «não quero ir». Ele não diz «não quero ficar na escola» ou «não gosto da escola». É apenas «não quero ir», como quem diz: «Se houver uma maneira de carregar num botão e passar daqui de casa para a escola sem ter que "ir", alinho nessa!» Para ele, ir significa abandono, despedida, adeus e há sempre a grande dúvida se os pais irão buscá-lo ou se, pelo contrário, aproveitariam a ocasião para se desfazer dele. O seu filho não quer ir para a escola, mas quer ficar na escola. Paradoxal? Não. Normal, saudável e desejável... Quando me despeço do meu filho, de manhã, não resisto a chorar e a ficar muito tempo a ir e voltar, ir e voltar para a porta... que devo fazer? A ansiedade da despedida tem uma relação directa, entre outras coisas, com a distância e o controlo que temos sobre o nosso eventual regresso e com a probabilidade de nos acontecer alguma coisa. Se nos mostrarmos tímidos, tíbios e inseguros nas nossa despedidas matinais, os nossos filhos irão pensar que, por um lado, os deixámos em locais pouco recomendáveis, em que os próprios pais não confiam. Depois, irão pensar que a probabilidade de regressarmos é pequena e a dos abandonarmos grande... Porque é que o meu filho, de 2 anos, parece que fica aflito quando eu saio da sala, embora já me tenha visto sair inúmeras vezes e saiba que eu regresso sempre daí a um bocadinho? As crianças, especialmente até aos 3 anos de idade são particularmente sensíveis ao corte que o desaparecimento lísíco dos pais representa. A partir dos 6-8 meses começam a ter a noção global da cara das pessoas. Quando a percepção total se dá, «há» pessoa. E se essa imagem desaparece, é difícil entender que a pessoa, nos seus diversos prolongamentos afetivos e físicos se mantém. Mesmo que o cheiro perdure ou as palavras ecoem. Por outro lado, o bebé começa a sentir que existem objectos e coisas, algumas desagradáveis, e que o colo dos pais e a sua presença corresponde a segurança. Sente fome? A mãe tratará disso. Precisa de mudar a fralda? Tem o pai presente. Quando se sente mal ou tem dores, o bebé sabe que chorando alguém mais próximo virá. Tudo o que precisa para se sentir bem vem «daquela» fonte: os progenitores. E o bebé sente-se omnipotente. Ele, afinal, é quem «manda em tudo». É por isso que a partida dos pais, mesmo que seja por pouco tempo, pode deixar a questão, angustiante: «E agora? Quem é que vai cuidar de mim?». Convenhamos que, pensado assim nestes termos, é um assunto demasiadamente forte e perturbador para não causar ansiedade. O meu filho tem 5 anos e desde há umas semanas que só brinca e segue um outro menino que, confesso, acho um bocado parvo. Os pais são gente que acho que não tem um estilo de vida recomendável, e a criança é um bocado pespireta. Acha que devo cortar o mal pela raiz? Não é muito recomendável os pais criticarem os amigos nem os grupos de pertença, embora possam analisar com os filhos algumas atitudes de algumas pessoas, e as dos filhos com essas pessoas. A amizade tem de ser compreendida no seu contexto, e é um misto de lucidez e de emoção. Não podemos deixar que a lucidez nos dê demasiada racionalidade e intolerância, mas também temos de ser objectivos, até para ajudar os amigos quando temos de os criticar ou admoestar. Vocês têm de ser solidários e interessados nos amigos do vosso filho, mas têm de lhe deixar uma reserva de intimidade, porque não é necessário expor tudo na «praça pública». E é bom que o vosso filho se vá apercebendo de estilos de vida diferentes e de que existem estruturações familiares diferentes. Não digo que se mostrem radiantes e entusiasmados, mas também não o critiquem. Falem com ele e questionem-no sobre o que acham mal, em vez de lhe dizerem o que acham que está mal. Aos 5 anos já se pensa muito pela própria cabeça... A minha filha começou a dizer que não quer ir para a escola, e eu acho que tem a ver com um menino que anda muito violento, porque os pais se estão a divorciar e ele está envolvido numa disputa muito grande. E depois ameaça os outros. Mas ela não me diz Isso directamente. E até diz muito bem desse menino. Frequentemente, o medo e a chantagem fazem com que as crianças não falem do assunto aos pais ou professores, mas não apenas pelo receio de represálias dos outros meninos, como também por terem receio de que os adultos achem que estão a inventar histórias. E porque, como é possível que seja o caso, continue, amiga dele e até está empática com o mau momento que ele está a atravessar. Isso é uma qualidade e não um defeito, e deve ser motivo para vocês se sentirem orgulhosos. Fale com a educadora e exponha o assunto, mas no sentido de ajudarem essa família e essa criança, e não diabolizando-a, e resolverem o problema «convidando-a a sair» ou retirando vocês a vossa filha, pelo menos antes que se esgotem outras técnicas e medidas. Se a vossa filha perceber que contribuiu para melhorar a vida do amigo, e por isso é que lhe devem explicar as vantagens do desabafar, ficará orgulhosa e entenderá melhor o que é ser empático e solidário. Os meninos da sala dos 4 anos, onde está o meu filho, estão sempre a lutar às espadas, às guerras, e ele aparece lá em casa a dizer que é o Homem Aranha e que «Tu vais morrer!», e outras coisas assim. Faço queixa? A agressividade faz parte da condição humana e é um fator de sobrevivência, e deve ser expressa (e os seus limites conhecidos) através da experimentação. Quando ele diz - tu vais morrer» não quer matar a mãe ou o pai. É verbalizar a agressividade, e a vossa atitude, calma e no sentido de lhe dizer que não se deseja a morte a ninguém, fará com que ele perceba o sentido - primeiro das suas palavras, futuramente do acto inerente a essas palavras. Tenho medo que o meu filho, de 5 anos, se torne violento, porque o noto mais agressivo. Bem sei que é rapaz, mas... A violência, como forma de expressão, mal orientada e desajustada, da agressividade ó, também ela, parte integrante da condição humana - particularmente da ânsia de poder, de aniquilar os outros e de dominar tudo e todos -, e espreita por todo o lado e sob todas as formas. Mesmo nos meninos de 5 anos... Mesmo descontando alguma dose de exagero ou de incompreensão pelo que são as atitudes agressivas naturais e as lulas interpares. para testar limites relacionais que os educadores deverão moderar - exercitar a agressividade e estabelecer os seus limites de expressão sem entrar na violência é uma tarefa difícil, mas indispensável. Conversem com ele, e façam-lhe ver - como só os pais sabem fazer -, a diferença entre as duas coisas, dando exemplos da vida real, do mundo dos adultos, etc. Na escola do meu filho há meninos de várias culturas e origens, porque vivem ali muitos emigrantes. Será que é bom para ele? É excelente haver interpenetração e mistura de pessoas de origens diferentes aos vários níveis. O que tem enriquecido o espírito, a mente e a cultura do ser humano é a capacidade de aprender, de partilhar e de melhorar - basta olhar para os comportamentos espontâneos das crianças numa creche ou num infantário para constatar isso. Os preconceitos partem dos adultos, náo das crianças A diversidade cultural, religiosa, etológica. é essencial para o aperfeiçoamento de cada indivíduo Nós próprios sabemos isso se estivéssemos sempre com as mesmas pessoas, a falar das mesmas coisas e a contar as mesmas anedotas, a sensação de aborrecimento e de -estupidificaçào- aumentaria. Com que Idade se deve ir para a escola? Presumo que esteja a falar da idade para ir para o primeiro ano. É difícil estabelecer uma idade, por isso é que as determinações do Ministério acabam por ser adequada a uns e desadequadas a outros. Uma criança nascida a 1 de Janeiro pode ser mais matura e mais apta a entrar no primeiro ano do que outra nascida um dia antes Em Inglaterra, por exemplo, as crianças entram na escola primária aos 5 anos, enquanto nos países nórdicos essa entrada se faz aos 7. Portugal está no meio termo. Muito se discute sobre a idade mais adequada para a entrada no sistema escolar obrigatório, mas ainda não há conclusões definitivas. O melhor seria cada criança entrar quando tivesse maturidade para tal - e a idade em que essa maturidade é suficiente difere muito de criança para criança, como aliás todo o desenvolvimento infantil Sendo impossível avaliar essa idade individualmente, as leis e normas têm de estabelecer um padrão médio que sirva mais ou menos para todos. Mas estão previstas excepções, e cada criança deve ser analisada separadamente. A nossa filha faz anos em Novembro e este ano entrará no primeiro ano. O que é que devemos fazer no dia de entrada: agora como se fosse natural ou de qualquer outra forma? É natural, mas não deixa de ser um dia muito importante. E por isso deve-se acompanhar de um ritual de passagem, e ser comemorado pela família e pelos amigos, para que a criança sinta que venceu mais uma etapa na sua vida. Daqui para a frente será necessário um seguimento e acompanhamento das actividades escolares (que durarão pelo menos nove anos, mas que se poderão prolongar por mais de vinte) Vão jantar tora, façam o que quiserem, mas o momento é dela, e tem de ser solene. Quais os principais parâmetros a ter em conta num jardim-de-infância, sabendo que não nenhum é perfeito, como não há casas perfeitas... O ambiente do estabelecimento tem um efeito fundamental sobre a criança E tem de ser acolhedor, feito principalmente à medida das crianças e não apenas dos adultos. Basta ver a decoração de muitas salas de aula e dos corredores para perceber a quem se dirigem E preciso que os espaços permitam a exploração dos limites do corpo e do físico, e que esta possa ser exercitada sem perigos, mas com riscos controlados. Onde as armadilhas que causam acidentes de consequências graves não existam. Onde as crianças se sintam bem e se sintam felizes, condição indispensável para o sucesso educativo. Um ambiente de qualidade, a todos os níveis (ético, relacional, estético, ecológico, de segurança), fará mais pelo civismo e pela cidadania do que milhares de «pregações» feitas pelos adultos Como posso saber se o meu filho se está a dar bem na escola? A melhor maneira será ver se ele gosta de ir para lá e se ao fim do dia está contente, mesmo que exalte com a vossa chegada, bem entendido. O sinal mais importante de que se estão a adaptar bem é quererem ir logo de manhã e não estarem propriamente angustiados na altura em que os vão buscar (embora seja bom que gostem de ver os pais ao fim do dia). Deixem-nos gostar da escola. Há pais que sentem uns certos ciúmes da escola e das educadoras que, afinal passam mais tempo com os filhos do que eles. Mas gostar da escola é um primeiro passo para gostarem de aprender. Como podemos monitorizar a segurança da escola onde o nosso filho de 4 anos anda? Com os seus olhos e com a arte de os usar... Já visitaram recentemente a sala de aula, o recreio, as instalações sanitárias? Já deram uma vista de olhos crítica às entradas e saídas? Avaliaram o risco de acidentes? Se não o fizeram, façam-no, e transmitam as vossas dúvidas e inquietações aos educadores Muita coisa pode mudar para melhor se os pais colaborarem ativamente na escola, como é vosso dever. Na escola onde o meu filho anda não fazem visitas de estudo. Ainda se usa disso? As visitas de estudo, embora mais difíceis agora porque as normas de segurança exigem transporte seguro e mais umas quantas alíneas, são importantes porque fazem as crianças sair, em grupo, e conhecer aspectos da vida real e profissional que de outro modo não conheceriam (como fazer pão ou enviar cartas). As competências sociais que devem ser ensinadas na escola - muito mais do que a simples aprendizagem cognitiva -. têm de incluir saídas para o mundo real: jornais, museus, fábricas, clubes... ou tão somente conhecer melhor a terra onde se vive. Sugiram vocês próprios, bem como os outros pais, locais, dentro dos vossos conhecimentos e profissões Dêem uma ajuda aos educadores, abrindo portas e deitando abaixo barreiras. Esta sou eu que pergunto: sabem o nome das educadoras, auxiliares, cozinheiras dos vossos filhos? Espero que sim. pois será sinal de que eles falam nelas Conheçam-nas. Perguntem-lhes regularmente como é que o vosso filho se está a dar na escola e se podem contribuir para melhorai alguma coisa O diálogo entre pais e professores é essencial para todos, pois a escola não é (não pode ser) um mero «depósito de meninos». Tenho dois filhos num jardim-de-infância, e estão sempre a inventar asneiras. As educadoras dizem que não há nada que eles não inventem, e já sofreram ambos alguns acidentes, embora felizmente sem grandes consequências de maior. Serão hiperativos? As crianças não se comportam da mesma forma que os adultos - têm outras ideias, e uma visão e perspectivas diferentes que lhes permitem dar aos espaços e equipamentos uma utilização distinta daquela para a qual eles foram concebidos: uma mesa com uma toalha, por exemplo, pode ser para uma criança uma tenda para brincar; um pau pode representar uma espada: Um ramo de uma árvore -é mesmo- um cavalo - não são elas. pois. que estão erradas, mas a nossa visão estreita e redutora de que tudo na vida se passa segundo a nossa -visão dos acontecimentos-. Claro que deve ter a opinião do médico-assistente. mas creio que têm apenas um carácter explorador e imaginativo - se for bem orientado é uma qualidade, se mal, transforma-se num defeito... O que é que se pode fazer para diminuir as infecções nos infantários? As crianças que estão no infantário têm um risco maior de infecções respiratórias e de alergias. Não se trata de uma novidade Já há muito tempo que se sabe da maior probabilidade de uma criança (dez vezes mais) num atendimento diurno, vir a sofrer, principalmente nos três primeiros anos de vida. de doenças do foro respiratório e manifestações alérgicas O que se tem de pensar é: o que fazer para diminuir este risco E, aí, creio que os educadores e as instituições ainda estão pouco activos. E os pais pouco vigilantes Abrir janelas, arejar as salas, trazer as crianças para tora, mesmo no Inverno, ser suficientemente rigoroso em não deixar entrar crianças (e funcionários) doentes. Os adultos usarem máscara quando estão constipados, especialmente se estiverem a espirrar, isolar as crianças doentes até à chegada dos pais. comunicar as doenças dos outros meninos aos pais dos colegas O combate ao pó. através da escolha de materiais, limpeza, arejamento e armazenamento de brinquedos, bem como a escolha destes, pode ajudar bastante a reduzir o risco respiratório e alérgico Tudo tem riscos e quando uma criança tem de ir para o infantário, não vale a pena estar com longos sermões sobre o risco de doenças Mas exigir que se faça o que está nos nossos graus de liberdade. O que posso fazer quando o meu filho tem piolhos? Em primeiro lugar é essencial não ter medo de falar do assunto nem considerar que ter piolhos é sinal de -porcaria-, O maior amigo dos piolhos é o silêncio que se faz à sua roda. A melhor maneira de dar cabo deles é falar neles e saber que existem e que infestam as crianças portuguesas de todas as classes sociais. Em segundo lugar, a higiene (lavar a cabeça), mas sobretudo o pentear. O uso regular do pente - daqueles pentes de metal, que depois são fervidos e sempre utilizáveis -. sobretudo se o intervalo entre os dentes do pente for apertado, permite «partir» as pernas dos piolhos, fazendo com que estes percam o equilíbrio e caiam do cabelo, impedindo-os de se multiplicarem. Assim, mesmo que a criança apanhe dois ou três piolhos estes não durarão os tais sete dias que precisam até se poderem reproduzir Pais penteiem os vossos filhos todos os dias Crianças penteiem-se Em terceiro lugar, quando se confirma a infestação, deve-se lavar a cabeça com uma das muitas loções que existem e que não só matam os piolhos já existentes como previnem um pouco em relação a novas infestações De qualquer modo, não convém abusar destes produtos porque a maioria deles é irritante para a pele que, de si, já está inflamada em resultado das mordeduras dos piolhos e da acção da sua saliva e fezes nas feridas. E estes produtos são insecticidas... A educadora do meu filho diz que ele está sempre a chorar, por coisas insignificantes. O que posso fazer? As crianças precisam de poder ter «espaço» para expressar os sentimentos E quem diz as crianças diz toda e qualquer pessoa de todas as idades. E aquilo que nós. adultos, achamos insignificante, pode não o ser para uma criança Aliás, entre os próprios adultos há contantes divergências na maneira de sentir as coisas. As crianças têm uma certa incapacidade de organizar as emoções e os sentimentos de forma a conseguir -alinhar- tudo para que o comportamento saia mais ou menos centrado tristes ou alegres, mas não chorando ou rindo desalmadamente. Não sei. francamente, se é bom ou mau, por vezes, tanta contenção de sentimentos como se vê em alguns adultos De qualquer forma, converse com ele e tente saber porque chora, o que o aflige e reconforte-o. tentando menorizar o problema. É bom ele aprender a conviver com a frustração, injustiça e contrariedades Mas é bom também senti-las e vivê-las. Poderá chorar por coisas que a educadora rotula de «insignificantes». Ora há aí um contra-senso, porque se fossem insignificantes para ele, ele não chorava - logo são «significantes». O meu filho, de 2 anos, foge a sentar-se na roda, com os outros, ou a cantar cantigas e atividades de grupo. Será autista? A primeira coisa que deve fazer é não rotular o seu filho e, provavelmente, não terá de fazer nada de especial. Cada criança tem o seu timing para se adaptar a novas situações, e também a sua maneira, forma e extensão de se entregar e socializar. Não é preciso que faça tudo o que os outros fazem, designadamente quando é a educadora que diz que -meninos, agora vamos fazer uma roda-. Se calhar nessa altura apetece-lhe fazer qualquer outra coisa. Claro que uma das vantagens dos infantários e jardins-de-infância são as chamadas -dinâmicas de grupo-, em que a criança prescinde de algo de si própria para se adaptar ao grupo, o que ajuda a desenvolver empatia, cooperação e a combater o egoísmo Mas esta aprendizagem, numa criança em fase (ainda) de omnipotência, não se faz de um dia para o outro, mas pode necessitar de tempo e de técnicas diferentes (quase que lhes chamaria -artimanhas-) conforme a criança em causa Se ele tiver uma boa relação com a educadora irá ouvi-la progressivamente, se ela souber usar a firmeza afectiva que é tão importante para os mais novos. O próprio contacto físico pode «fazer-lhe impressão», pelo que tudo tem de ser feito com calma, num ambiente tranquilo, e sem exigir nada. Se assim for, quase que garanto que o seu filho vai entrar nos jogos, provavelmente receoso, depois mais à vontade, e daqui a um tempo ainda vem queixar-se do contrário: que ele é que quer mandar em todos... Sou mãe de uma menina de 2 anos e meio, que começou agora a ir para a escola e diz que detesta. Até agora tem estado em casa da avó. Tiro-a da escola? Aproveite um momento tranquilo e em que haja grande relação entre ambas - sem sono. sem fome, sem stresse -, e tente saber, eventualmente através de uma história, se se passa alguma coisa que cause infelicidade e esse «sentir mal», e se for o caso. saber mais pormenores. Esteja atenta aos pormenores, dado que é duvidoso que ela lhe conte qualquer evento mais «traumático» (note as aspas) em discurso directo. Claro que ter estado em casa da avó, protegida, «princesa», lhe pode causar alguma intranquilidade pela modificação de condições e pela perda de poder. No entanto, seja uma coisa «grave» ou não, o que importa é tentar detectar o mal-estar que lhe vai na alma. para lhe dar segurança e fazer ver que «o caminho é para a frente». Até pode ter acontecido qualquer coisa minúscula, mas que fosse a gota de água que fez transbordar o copo. Depois de constatar que não se passou nada de grave (na perspetiva dos adultos), tente dar espaço para que a sua criança possa verbalizar, quando quiser e como quiser, o que se passou. Não lhe faça interrogatórios. Diga-lhe só que está disponível para a ouvir quando ela desejar. Se ela quiser contar-lhe alguma história, largue tudo para a ouvir. E se ela estiver a brincar com bonecos, tente perceber se reproduz, com os bonecos, alguma cena em que ela seja a educadora e os bonecos a criança, ou mais, raramente, o contrário. Ler Mais...
Cesaria inflamada | Para Pais.